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Foram encontradas 196 questões.

1077881 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
Desde o tempo em que andava de patinete (mas não me lembro de ter andado de patinete.), ouço a teoria de que é preciso estimular o transporte coletivo. Que o trânsito só vai ter solução quando as pessoas deixarem o carro em casa. Depois de crescido, tornei-me um daqueles que não vão a pé nem para comprar pão na padaria da esquina (mas não costume ir à padaria.) Percebi logo a vantagem imensa de andar de carro, mesmo num congestionamento: é a sensação de privacidade, de proteção, o que mais me prende ao uso do automóvel. " Nunca saí de casa sem ter levado porrada", disse o escritor Pedro Nava, num momento de amargura. Embora isso também aconteça com quem dirija, há um pouco mais de segurança dentro de nossa armadura individual, feita de ferro e borracha sobre rodas. Gosto mais do carro do que outros meios de transporte.
Antigamente, o status social se media pelo comprimento dos automóveis: limusines, "Galaxies", rabos de peixe. Hoje, talvez com mais coerência, o status se mede pela altura. Pajeros, Land Rovers e coisas parecidas circulam pelo asfalto das cidades, como se desbravassem amazônias já desmatadas. Alguém, que não consigo ver, me ignora do alto da cabine. E me impede de ver, também, se o sinal lá na frente mudou de cor, se há algum carro enguiçado na esquina.
Tanques, caminhões ou carros blindados, não importa: há como que uma ruralização, que também é uma militarização visual da nossa vida urbana. Os carros já tinham prioridade sobre o pedestre. De uns tempos para cá, o cenário das cidades vai deixando de ter até aparência civil. Para diferenciar-se do motoqueiro plebeu, os pilotos de Harley Davidson e outras máquinas usam capacetes da Segunda Guerra, Jovens, mesmo os mais pacíficos, aderiram aos coturnos e se cobrem com rebites de metal. São os manobristas e os seguranças quem mais parecem seguir o figurino clássico (paletó e gravata.) do cidadão "de bem". Esqueci-me dos políticos, mas vá lá. Muitos burgueses- no velho sentido de "habitantes do burgo" - vestem-se hoje como lenhadores ou sitiantes.
Leio agora que a prefeitura pretende proibir o estacionamento na maior parte das ruas do chamado "centro expandido". Aprovo a medida, como um fumante que torcesse pela proibição do cigarro nos restaurantes. Sou viciado em andar de carro e sei do pequeno efeito das campanhas de cidadania sobre mim. Convenci-me de que o mero estímulo ao transporte coletivo (mesmo se fosse facílimo e de boa qualidade.) não mudaria a atitude das pessoas como eu. Não é que o transporte público deva melhorar apenas. A vida de quem recorre ao transporte individual é que vai ter de piorar (ainda mais) para que um bom número de automóveis fique na garagem. Eis, aliás, um fenômeno que comprova as velhas leis da oferta e da procura, assim como a crença liberal na "mão invisível do mercado": conheço pessoas que já desistiram de ter carro em São Paulo. Adaptam a vida a uma área menor da cidade, andam a pé, pedem caronas aprendem o trajeto de um ônibus e o caminho das melhores calçadas. Num passe de mágica, o inferno do trânsito deixou de lhes dizer grande respeito. Invejo-os, como um drogado que admira os recuperados do seu vício.
Tenho esperança na proibição do estacionamento nas ruas de São Paulo - mais justa, aliás, que a ideia do pedágio urbano. Não porque vá melhorar o trânsito, mas porque tornará mais cara e difícil a vida do motorista. Também torço pela derrubada do minhocão. Quem sabe um trenzinho silencioso, entre canteiros verdes, recompensasse com beleza a vida dos que moram com o nariz naquele elevado? A medida pioraria o trânsito? Bem provável que sim. Mas talvez o trânsito deva mesmo ser piorado. Quem sabe é dose que me fala para abandonar o vício.
( Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo, 26.05.2010. Adaptado)
Leia o trecho a seguir para responder à questão.
A vida de quem recorre ao transporte individual é que vai ter de piorar (ainda mais) para que um bom número de automóveis fique na garagem.
No trecho, o uso dos parênteses se justifica porque o autor quer
 

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1064722 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
Desde o tempo em que andava de patinete (mas não me lembro de ter andado de patinete.), ouço a teoria de que é preciso estimular o transporte coletivo. Que o trânsito só vai ter solução quando as pessoas deixarem o carro em casa. Depois de crescido, tornei-me um daqueles que não vão a pé nem para comprar pão na padaria da esquina (mas não costume ir à padaria.) Percebi logo a vantagem imensa de andar de carro, mesmo num congestionamento: é a sensação de privacidade, de proteção, o que mais me prende ao uso do automóvel. " Nunca saí de casa sem ter levado porrada", disse o escritor Pedro Nava, num momento de amargura. Embora isso também aconteça com quem dirija, há um pouco mais de segurança dentro de nossa armadura individual, feita de ferro e borracha sobre rodas. Gosto mais do carro do que outros meios de transporte.
Antigamente, o status social se media pelo comprimento dos automóveis: limusines, "Galaxies", rabos de peixe. Hoje, talvez com mais coerência, o status se mede pela altura. Pajeros, Land Rovers e coisas parecidas circulam pelo asfalto das cidades, como se desbravassem amazônias já desmatadas. Alguém, que não consigo ver, me ignora do alto da cabine. E me impede de ver, também, se o sinal lá na frente mudou de cor, se há algum carro enguiçado na esquina.
Tanques, caminhões ou carros blindados, não importa: há como que uma ruralização, que também é uma militarização visual da nossa vida urbana. Os carros já tinham prioridade sobre o pedestre. De uns tempos para cá, o cenário das cidades vai deixando de ter até aparência civil. Para diferenciar-se do motoqueiro plebeu, os pilotos de Harley Davidson e outras máquinas usam capacetes da Segunda Guerra, Jovens, mesmo os mais pacíficos, aderiram aos coturnos e se cobrem com rebites de metal. São os manobristas e os seguranças quem mais parecem seguir o figurino clássico (paletó e gravata.) do cidadão "de bem". Esqueci-me dos políticos, mas vá lá. Muitos burgueses- no velho sentido de "habitantes do burgo" - vestem-se hoje como lenhadores ou sitiantes.
Leio agora que a prefeitura pretende proibir o estacionamento na maior parte das ruas do chamado "centro expandido". Aprovo a medida, como um fumante que torcesse pela proibição do cigarro nos restaurantes. Sou viciado em andar de carro e sei do pequeno efeito das campanhas de cidadania sobre mim. Convenci-me de que o mero estímulo ao transporte coletivo (mesmo se fosse facílimo e de boa qualidade.) não mudaria a atitude das pessoas como eu. Não é que o transporte público deva melhorar apenas. A vida de quem recorre ao transporte individual é que vai ter de piorar (ainda mais) para que um bom número de automóveis fique na garagem. Eis, aliás, um fenômeno que comprova as velhas leis da oferta e da procura, assim como a crença liberal na "mão invisível do mercado": conheço pessoas que já desistiram de ter carro em São Paulo. Adaptam a vida a uma área menor da cidade, andam a pé, pedem caronas aprendem o trajeto de um ônibus e o caminho das melhores calçadas. Num passe de mágica, o inferno do trânsito deixou de lhes dizer grande respeito. Invejo-os, como um drogado que admira os recuperados do seu vício.
Tenho esperança na proibição do estacionamento nas ruas de São Paulo - mais justa, aliás, que a ideia do pedágio urbano. Não porque vá melhorar o trânsito, mas porque tornará mais cara e difícil a vida do motorista. Também torço pela derrubada do minhocão. Quem sabe um trenzinho silencioso, entre canteiros verdes, recompensasse com beleza a vida dos que moram com o nariz naquele elevado? A medida pioraria o trânsito? Bem provável que sim. Mas talvez o trânsito deva mesmo ser piorado. Quem sabe é dose que me fala para abandonar o vício.
( Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo, 26.05.2010. Adaptado)
No terceiro parágrafo, o autor descreve a vida urbana como uma guerra e os habitantes da cidade como usuários de roupas cada vez mais militarizadas. Exceções a esse tipo de figurino, por seu caráter clássico, são os utilizados por
 

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1056434 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Quando Juvenal recebeu a carta com a notificação da Receita Federal, convocando-o para dar esclarecimentos sobre sua declaração de imposto de renda, estava sozinho no sótão da casa, numa noite fria. Quase teve uma parada cardíaca. De noite, perdeu o sono de tanta preocupação, pois sabia exatamente do que se tratava. Num esforço para conseguir uma redução do imposto, havia se declarado pai de três filhos. Trigêmeos: o dado era importante porque tinha apenas dois anos de casado. Ele havia achado que a informação seria aceita sem contestação. A notificação mostrava o contrário. E agora? Como enfrentar essa situação? Uma possibilidade seria arrumar emprestados trigêmeos e levá-los à Receita Federal, mas algum cidadão zeloso e fiel poderia exigir um exame de DNA. Não, o melhor seria ir sem bebê algum. Usaria uma foto e falaria sobre as três crianças. Para isso, precisaria da ajuda de Margarida, sua mulher, que tinha mais imaginação. Contou a ela o que tinha acontecido e recebeu a costumeira recriminação ("Eu já disse a você mil vezes que não mentisse, que a mentira tem pernas curtas"). Mas ela ajudou. Imaginaram muitas coisas. Imaginaram os trigêmeos àquela altura com dois anos e meio. Ela deu os nomes: Eduardo (Dudu), Luís (Lulu), Fernando (Nando). Eduardo era o mais velho, Lulu tinha um sorriso encantador, Nando era inteligente. Inventaram várias aventuras. Lá pelas tantas, Juvenal percebeu que as lágrimas corriam pelo rosto da esposa. Estava infeliz. E não era difícil adivinhar a razão. Não tinham filhos. Motivo: a grana curta. Ele era sócio de uma empresa à beira da falência. Ela trabalhava como balconista numa loja. Filhos? Só quando a situação melhorasse. Isso tinha um preço, mas que a consciência lhe pesava, ah, pesava, e muito.
Foi à Receita Federal O problema era um pequeno erro na declaração, mas ele estava disposto a corrigir todos os erros da sua vida. Ofereceu-se para fazer uma retificação. E saiu dali feliz. Breve ele se tornaria pai.
( Moacyr Scliar, Folha de S. Paulo, 12.10.2009. Adaptado)
De acordo com o texto, quando recebeu a carta com a notificação da Receita Federal, Juvenal
 

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961273 Ano: 2010
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Assinale a alternativa que contém somente tipos de arquivo que comportam áudio e vídeo no sistema operacional Windows.
 

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946333 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
Seja a matriz !$ A = { \begin {pmatrix} 1 + x\,\,-1\\3\,\,1-x \end{pmatrix}} !$ tal que det A= 0. Nesse caso, um valor para x é
 

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946075 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Trafegando por uma via, um motorista chegou a uma rotatória que dá acesso a outras três vias, sendo uma delas aquelas que o levará ao destino esperado. Considerando que não há ali sinalização, a probabilidade de o motorista escolher a via correta é

 

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907524 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Quando Juvenal recebeu a carta com a notificação da Receita Federal, convocando-o para dar esclarecimentos sobre sua declaração de imposto de renda, estava sozinho no sótão da casa, numa noite fria. Quase teve uma parada cardíaca. De noite, perdeu o sono de tanta preocupação, pois sabia exatamente do que se tratava. Num esforço para conseguir uma redução do imposto, havia se declarado pai de três filhos. Trigêmeos: o dado era importante porque tinha apenas dois anos de casado. Ele havia achado que a informação seria aceita sem contestação. A notificação mostrava o contrário. E agora? Como enfrentar essa situação? Uma possibilidade seria arrumar emprestados trigêmeos e levá-los à Receita Federal, mas algum cidadão zeloso e fiel poderia exigir um exame de DNA. Não, o melhor seria ir sem bebê algum. Usaria uma foto e falaria sobre as três crianças. Para isso, precisaria da ajuda de Margarida, sua mulher, que tinha mais imaginação. Contou a ela o que tinha acontecido e recebeu a costumeira recriminação ("Eu já disse a você mil vezes que não mentisse, que a mentira tem pernas curtas"). Mas ela ajudou. Imaginaram muitas coisas. Imaginaram os trigêmeos àquela altura com dois anos e meio. Ela deu os nomes: Eduardo (Dudu), Luís (Lulu), Fernando (Nando). Eduardo era o mais velho, Lulu tinha um sorriso encantador, Nando era inteligente. Inventaram várias aventuras. Lá pelas tantas, Juvenal percebeu que as lágrimas corriam pelo rosto da esposa. Estava infeliz. E não era difícil adivinhar a razão. Não tinham filhos. Motivo: a grana curta. Ele era sócio de uma empresa à beira da falência. Ela trabalhava como balconista numa loja. Filhos? Só quando a situação melhorasse. Isso tinha um preço, mas que a consciência lhe pesava, ah, pesava, e muito.
Foi à Receita Federal O problema era um pequeno erro na declaração, mas ele estava disposto a corrigir todos os erros da sua vida. Ofereceu-se para fazer uma retificação. E saiu dali feliz. Breve ele se tornaria pai.
( Moacyr Scliar, Folha de S. Paulo, 12.10.2009. Adaptado)
Em - Imaginaram muitas coisas. - substituindo-se a expressão destacada por um pronome, de acordo com a norma culta, obtém-se:
 

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901189 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
Observe as caixas e suas respectivas medidas.
Enunciado 901189-1
O maior número de caixas pequenas que podem ser colocadas inteiramente dentro da caixa grande é igual a
 

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873381 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
Desde o tempo em que andava de patinete (mas não me lembro de ter andado de patinete.), ouço a teoria de que é preciso estimular o transporte coletivo. Que o trânsito só vai ter solução quando as pessoas deixarem o carro em casa. Depois de crescido, tornei-me um daqueles que não vão a pé nem para comprar pão na padaria da esquina (mas não costume ir à padaria.) Percebi logo a vantagem imensa de andar de carro, mesmo num congestionamento: é a sensação de privacidade, de proteção, o que mais me prende ao uso do automóvel. " Nunca saí de casa sem ter levado porrada", disse o escritor Pedro Nava, num momento de amargura. Embora isso também aconteça com quem dirija, há um pouco mais de segurança dentro de nossa armadura individual, feita de ferro e borracha sobre rodas. Gosto mais do carro do que outros meios de transporte.
Antigamente, o status social se media pelo comprimento dos automóveis: limusines, "Galaxies", rabos de peixe. Hoje, talvez com mais coerência, o status se mede pela altura. Pajeros, Land Rovers e coisas parecidas circulam pelo asfalto das cidades, como se desbravassem amazônias já desmatadas. Alguém, que não consigo ver, me ignora do alto da cabine. E me impede de ver, também, se o sinal lá na frente mudou de cor, se há algum carro enguiçado na esquina.
Tanques, caminhões ou carros blindados, não importa: há como que uma ruralização, que também é uma militarização visual da nossa vida urbana. Os carros já tinham prioridade sobre o pedestre. De uns tempos para cá, o cenário das cidades vai deixando de ter até aparência civil. Para diferenciar-se do motoqueiro plebeu, os pilotos de Harley Davidson e outras máquinas usam capacetes da Segunda Guerra, Jovens, mesmo os mais pacíficos, aderiram aos coturnos e se cobrem com rebites de metal. São os manobristas e os seguranças quem mais parecem seguir o figurino clássico (paletó e gravata.) do cidadão "de bem". Esqueci-me dos políticos, mas vá lá. Muitos burgueses- no velho sentido de "habitantes do burgo" - vestem-se hoje como lenhadores ou sitiantes.
Leio agora que a prefeitura pretende proibir o estacionamento na maior parte das ruas do chamado "centro expandido". Aprovo a medida, como um fumante que torcesse pela proibição do cigarro nos restaurantes. Sou viciado em andar de carro e sei do pequeno efeito das campanhas de cidadania sobre mim. Convenci-me de que o mero estímulo ao transporte coletivo (mesmo se fosse facílimo e de boa qualidade.) não mudaria a atitude das pessoas como eu. Não é que o transporte público deva melhorar apenas. A vida de quem recorre ao transporte individual é que vai ter de piorar (ainda mais) para que um bom número de automóveis fique na garagem. Eis, aliás, um fenômeno que comprova as velhas leis da oferta e da procura, assim como a crença liberal na "mão invisível do mercado": conheço pessoas que já desistiram de ter carro em São Paulo. Adaptam a vida a uma área menor da cidade, andam a pé, pedem caronas aprendem o trajeto de um ônibus e o caminho das melhores calçadas. Num passe de mágica, o inferno do trânsito deixou de lhes dizer grande respeito. Invejo-os, como um drogado que admira os recuperados do seu vício.
Tenho esperança na proibição do estacionamento nas ruas de São Paulo - mais justa, aliás, que a ideia do pedágio urbano. Não porque vá melhorar o trânsito, mas porque tornará mais cara e difícil a vida do motorista. Também torço pela derrubada do minhocão. Quem sabe um trenzinho silencioso, entre canteiros verdes, recompensasse com beleza a vida dos que moram com o nariz naquele elevado? A medida pioraria o trânsito? Bem provável que sim. Mas talvez o trânsito deva mesmo ser piorado. Quem sabe é dose que me fala para abandonar o vício.
( Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo, 26.05.2010. Adaptado)
No segundo parágrafo, o autor diz que o status atual dos habitantes da metrópole se mede pela altura dos veículos. É possível citar como exemplo dessa tendência
 

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873288 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Barretos-SP
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Sabendo- se que !$ sen \beta = 0,6 !$ e !$ co\ \beta = 0,8 !$, então a !$ tg \beta !$ vale
 

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