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Foram encontradas 40 questões.

3984770 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Em uma oficina mecânica especializada em componentes automotivos, cada operário consegue montar 45 peças por hora. Em uma semana de alta demanda, o gerente organizou uma equipe de 6 operários para trabalharem juntos durante 8 horas por dia. Mantendo o mesmo ritmo de produção, quantas peças foram produzidas em 5 dias?
 

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3984769 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Luana colheu 72 pés de alface na horta comunitária do bairro onde mora e colocou em caixas com 9 pés cada. Após organizar as caixas, Pedro trouxe para ela mais 32 pés de alface, que ele havia colhido. Se os pés de alface de Pedro foram distribuídos igualmente nas caixas que Luana já tinha, quantos pés de alface passou a ter em cada caixa?
 

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3984768 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Um agricultor colheu 2.387 kg de milho e pretende armazená-los em sacos de 25 kg. Após encher todos os sacos, restaram 12 kg de milho. Quantos sacos completos o agricultor conseguiu encher?
 

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3984767 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
O marceneiro Marcos produziu 8 cadeiras por dia, durante 7 dias de trabalho, depois vendeu metade das cadeiras fabricadas. Passado um determinado tempo, ele recebeu uma encomenda de 45 cadeiras. Considerando que ele já tinha a quantidade de cadeiras que sobraram do trabalho anterior, quantas ele vai precisar fazer para completar as 45 da encomenda?
 

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3984766 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Marcos tem três bombas de água no seu sítio, que trabalham de maneira idêntica e, funcionando simultaneamente, despejam 1.200 litros de água em um reservatório. Se uma dessas bombas der defeito e apenas duas continuarem funcionando, quantos litros serão bombeados no mesmo período?
 

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3984765 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental
As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.
Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .
A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.
A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.
A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.
Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.
É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.
A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.
https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

O texto destaca que o ato de compartilhar refeições, antes visto apenas como um costume cultural ou familiar, passa a ser reconhecido também pela pesquisa científica como um elemento determinante no bem-estar. Ao comparar esse hábito com outros fatores tradicionalmente associados à felicidade, percebe-se um deslocamento na compreensão do que contribui para uma vida satisfatória. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que melhor traduz a ideia central apresentada:
 

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3984764 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental
As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.
Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .
A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.
A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.
A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.
Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.
É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.
A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.
https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

Ao observar o contraste estabelecido entre o passado e o presente, percebe-se que o texto propõe uma reflexão sobre a transformação das relações sociais mediadas pelo convívio familiar. Essa mudança, impulsionada por novos hábitos e pela presença constante das tecnologias, afeta não apenas a forma como as pessoas se relacionam, mas também aspectos emocionais mais profundos. Considerando essa perspectiva, é correto afirmar que o texto destaca:
 

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3984763 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental
As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.
Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .
A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.
A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.
A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.
Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.
É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.
A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.
https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

O texto evidencia que o ato de compartilhar refeições não se limita a um costume cultural ou familiar, mas possui implicações significativas para a saúde emocional, especialmente em determinados grupos etários. Ao relacionar a prática com evidências científicas, o texto indica benefícios concretos associados à socialização durante as refeições. Com base nisso, assinale a alternativa que melhor interpreta a mensagem do texto:
 

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3984762 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental
As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.
Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .
A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.
A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.
A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.
Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.
É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.
A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.
https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

O texto apresenta uma reflexão sobre o papel das refeições coletivas no contexto da vida moderna, destacando momentos específicos do dia em que a interação social é mais significativa. A análise sugere que o ato de compartilhar refeições vai além da nutrição, funcionando como um ponto de apoio emocional e social. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que melhor interpreta a mensagem central do texto:
 

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3984761 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bezerros-PE
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É Fundamental para a Saúde Mental
As gerações mais velhas como a minha cresceram em torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o almoço de domingo era a oportunidade perfeita para colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir também. Não importa se a briga era por alguma bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou radicalmente. A popularização das redes sociais transformou a forma como nos relacionamos.
Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não apenas confirma o crescimento da solidão no mundo contemporâneo, mas também sinaliza o desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no passado, eram fundamentais para a saúde mental .
A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um levantamento recente vem nos relembrar de que compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse hábito em um patamar de importância elaborada ao de ter boa renda e bom emprego.
A tradição de comer junto vem de longe. Desde os primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e, depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para a nossa saúde emocional hoje.
A ciência nos traz outras evidências claras do que estou falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.
Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar , em particular, parece ser o momento mais impactante.
É depois do expediente, quando a socialização é mais necessária, que a solidão se torna mais pesada para aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para nos ouvir.
A importância de dividir a mesa se estende a todas as idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma refeição em grupo é um remédio contra a solidão, ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.
https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/

O texto estabelece uma conexão entre práticas antigas de convivência alimentar e descobertas recentes da ciência sobre o impacto das refeições coletivas no bem-estar humano. Ao relacionar tradição e evidência científica, percebe-se que compartilhar a alimentação vai além de um costume cultural, assumindo funções emocionais e sociais importantes. Considerando essas informações, é correto afirmar que o texto indica:
 

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