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Abaixo estão expostos um pequeno texto e algumas afirmações relacionadas à função sintática assumida por termos ou expressões que formam as orações. Analise as proposições e assinale V para Verdadeiro e F para Falso.
Conversa bandida
É ingenuidade imaginar que os muitos larápios alcançados pelas operações de combate à corrupção tenham se purificado. Como continuam sendo o que sempre foram, surgiu entre eles um “mercado” de compra e venda de delações. Figuras que já estão com a corda do Ministério Público no pescoço têm cobrado “apoio financeiro” de antigos cúmplices, alegando despesas com advogados e familiares. Um deputado com diversos crimes ainda não expostos analisa a proposta de pagar R$ 2 milhoes a um “preso amigo” para não ser denunciado. A um senador, na mesma situação, a oferta foi de R$ 3 milhões.
(Isto É, 27/09/2017).
( ) O sujeito dos verbos IMAGINAR (L.1) e PAGAR (L.4) é “indeterminado”, já que eles se apresentam sob a forma de infinitivo.
( ) O sujeito dos verbos CONTINUAR e SER (L.2) é “oculto”, marcado na desinência verbal, tendo como referente “os muitos larápios...”, recuperável pelo contexto anterior.
( ) O sujeito do verbo SURGIR está “posposto” e é “composto”, no caso: “um mercado de compra e venda de delações” (L. 2).
( ) A unidade “figuras que já estão com a corda do Ministério no pescoço”, formada pelo núcleo “figuras” e um modificador oracional “que.... pescoço” representa sujeito “simples” de TER COBRADO (L. 3).
( ) A unidade “um preso amigo” representa sujeito “simples” em relação à forma passiva SER DENUNCIADO (L. 5).
A sequência que preenche CORRETAMENTE os parênteses está na alternativa:
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1816625
Ano: 2018
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
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Atente à seguinte situação hipotética e em seguida responda o que se pede.
“Frank Sinatra é proprietário de uma pequena empresa que presta serviço de pavimentação para o Município de Campina Grande há mais de 10 anos. Em função de sua popularidade, é eleito vereador, toma posse e passa a exercer as duas atividades simultaneamente”.
Diante de tal situação pode-se afirmar, com base no Regimento Interno da Câmara Municipal de Campina Grande (PB), que a sua conduta é
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Leia o texto que segue para responder à questão.
A VOZ DO OUTRO
Quarenta e três anos separam a publicação de “O outro”, de Rubem Fonseca, e “Espiral”, de Geovani Martins. A seiva de raiva e rancor que irriga e alimenta as fronteiras entre ricos e pobres no Brasil continua, no entanto, a correr acelerada entre os dois contos ambientados no Rio de Janeiro.
Os protagonistas de “O outro” e “Espiral” não têm nome. São definidos por seu lugar na cidade: o primeiro, um executivo estressado que vive para o trabalho e, entre casa, carro e escritório, pouco anda na rua; o segundo, u m adolescente que circula a pé e de ônibus entre a Gávea, bairro de classe média alta onde estuda numa escola pública, e a Rocinha, sobressaltada comunidade onde vive.(A)
O executivo de Rubem Fonseca tem medo, o menino de Giovani Martins, também. O executivo tem medo de gente como o menino. O menino tem medo de quem, como o executivo, olha para ele com medo. O medo é pai da raiva; a raiva, mãe da covardia, como lembra Chico Buarque em “As caravanas”. É nesse fogo, nada brando, que o Rio ferve há pelo menos quatro décadas.
No conto de Rubem Fonseca – publicado em Feliz ano novo em 1975 e censurado pela ditadura um ano depois – um homem pobre sai da invisibilidade ao interpelar o executivo: “ Doutor, doutor, será que o senhor podia me ajudar?(B)”. Coração na boca, sentindo-se ameaçado, ele responde estendendo “uns trocados”(C). Dali para a frente, sucessivos pedidos de ajuda lhe parecem emboscadas.”Súplice e ameaçador”, o pedinte é, a seus olhos, um inimigo(D). Adversário que, um dia, flagra na porta de casa. É ali no limiar de seu território, de sua propriedade, que decide dar fim de uma vez por todas ao “outro” que tanto o atormenta.(E)
O personagem de Geovani Martins se “assustava com o susto” de quem o via como “a ameaça”. Prendia o choro, humilhado, até perceber que o jogo nem sempre estava jogado. Passaria ele mesmo a ameacar, com sua ostensiva presença, os meninos do colégio particular caríssimo ou senhora que poderia ser sua avó, e, ao percebê-lo, agarrava-se à bolsa. Com o tempo, concentra-se num único homem, Mário, a quem assombra com zelo de especialista. [...]
Rubem Fonseca tem 92 anos, Geovani Martins, 26. Os dois estrearam com notáveis livros de contos – Os prisioneiros é de 1963 e O sol na cabeça, em que figura “Espiral”, foi lançado no início deste ano. Um e outro representam, em seus respectivos momentos, rupturas.[...]
[...] Ler Geovani Martins no espelho de Rubem Fonseca é encarar de frente “o outro”, que de exterminado nos anos 1970 vira hoje protagonisa e narrador. E o faz de igual para igual, olhando no olho. Pelo menos na literatura.
(Época, 30/04/2018).
Verifique o emprego dos pronomes nos fragmentos textuais abaixo arrolados e, em seguida, marque a alternativa na qual o pronome destacado é classificado como RELATIVO.
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Após a leitura do trecho da matéria jornalística abaixo, responda à questão:
A AMEAÇA CRESCENTE DA OBESIDADE NO PAÍS
O número de pessoas acima do peso no Brasil saltou de 24% da população nos anos 1970 para mais da metade
dos brasileiros hoje em dia.
Os dados são precisos, recentes e, sobretudo, alarmantes. De acordo com o Ministério da Saúde, dos 207,6 milhões de brasileiros, 53,8% estão acima do peso. Na década de 70, o índice no país era bem menor: 24%. A marca ultrapassou 50% da população em 2016 – o que equivale a dizer que o salto não ocorreu de uma hora para outra; desenhou-se aos poucos, é verdade, mas não sem deixar pistas. A crônica da obesidade no Brasil foi, sim, anunciada.
Para além dos fatores genéticos, as causas do sobrepeso se multiplicam – e as mudanças nos hábitos alimentares verificadas mundo afora nas últimas décadas têm enorme responsabilidade no avanço da obesidade. Houve, por exemplo, um aumento significativo no consumo de alimentos semiprontos e congelados. A popularização dos micro-ondas e dos freezers contribuiu bastante para isso. Embora prático, esse cardápio é quase sempre pouco saudável, como a maioria das atrações das redes de fast-food. E o pior: muitas vezes, engorda.
Não bastasse o alastramento do sobrepeso entre os adultos – que no Brasil atinge 57,7% dos homens e 50,5% das mulheres –, a obesidade se espalha de forma avassaladora na população infantil. No país, 12,7% dos meninos e 9,4% das meninas estão obesos. O índice nos Estados Unidos, para ficar em um exemplo, é maior; no entanto, observando-se a curva dos últimos vinte anos, nota-se que o crescimento de casos de crianças acima do peso na população americana foi de 66%, enquanto no Brasil esse índice subiu para 239%. A Organização Mundial de Saúde projeta que até 2022 o número de crianças obesas no planeta deva ultrapassar o das que se situarem abaixo do peso. Para tentar ao menos abrandar essa perspectiva, a entidade defende a elevação de impostos sobre produtos açucarados e a restrição a alimentos industrializados nas escolas. A propósito, os especialistas chamam a atenção para o fato de que frequentemente em supermercados os alimentos naturais ocupam menos espaço, e como menor destaque que os produtos industrializados.Outra medida seria uma estudada regulação da publicidade destinada ao público infantil. [...] (Veja, 25/07/2018)
Analise a adequação das proposições abaixo enquanto paráfrases resumitivas dos tópicos temáticos desenvolvidos no texto base.
I- A oferta de alimentos semiprontos e congelados, aliada à facilidade para a aquisição de micro-ondas e freezers, concorre para o aumento da obesidade, embora não sejam os únicos responsáveis pelo quadro.
II- Em comparação aos Estados Unidos, a obesidade infantil no Brasil preocupa mais, devido ao acelerado crescimento no número de crianças atingidas pela doença, como demonstram os registros levantados no decorrer de 20 anos: crescimento de 239% no Brasil e 66% nos Estados Unidos.
III- O aumento de impostos sobre produtos açucarados e a proibição de produtos industrializados nas escolas são os únicos meios de frear os casos de obesidade infantil, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.
Pode-se afirmar que NÃO corresponde totalmente com o conteúdo do texto o que se declara em:
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1625893
Ano: 2018
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
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Acerca dos prazos e horários das sessões na Câmara Municipal de Campina Grande, de acordo com o Art. 124, e suas atualizações, previstos no Regimento Interno da Casa, assinale a alternativa CORRETA:
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Leia as proposições cerca da característica impessoalidade nos documentos oficiais.
I- Impessoalidade do Emissor: Isenção de opinião, de elementos subjetivos. O texto tem caráter informativo, trabalha com dados e fatos. Não há espaço para intimidade.
II- Impessoalidade do Receptor: Deve ser tratado de modo impessoal, como parte de um órgão, sem demonstrações de afeto ou desafeto, com pronomes de tratamento adequados. O público é tratado como conjunto de cidadãos, de forma homogênea.
III- Impessoalidade do Assunto: Sempre assuntos de interesse público, afetos ao serviço público. Não cabe aqui tratar de assuntos de interesse pessoal do servidor, que, em comunicações oficiais, está representando o órgão.
Tais recomendações, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, são:
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Leia o texto que segue para responder à questão.
A VOZ DO OUTRO
Quarenta e três anos separam a publicação de “O outro”, de Rubem Fonseca, e “Espiral”, de Geovani Martins. A seiva de raiva e rancor que irriga e alimenta as fronteiras entre ricos e pobres no Brasil continua, no entanto, a correr acelerada entre os dois contos ambientados no Rio de Janeiro.
Os protagonistas de “O outro” e “Espiral” não têm nome. São definidos por seu lugar na cidade: o primeiro, um executivo estressado que vive para o trabalho e, entre casa, carro e escritório, pouco anda na rua;(A) o segundo, um adolescente que circula a pé e de ônibus entre a Gávea(C), bairro de classe média alta onde estuda numa escola pública, e a Rocinha, sobressaltada comunidade onde vive.
O executivo de Rubem Fonseca tem medo, o menino de Giovani Martins, também. O executivo tem medo de gente como o menino. O menino tem medo de quem, como o executivo, olha para ele com medo. O medo é pai da raiva; a raiva, mãe da covardia, como lembra Chico Buarque em “As caravanas”. É nesse fogo, nada brando, que o Rio ferve há pelo menos quatro décadas.
No conto de Rubem Fonseca – publicado em Feliz ano novo em 1975 e censurado pela ditadura um ano depois – um homem pobre sai da invisibilidade ao interpelar o executivo: “Doutor, doutor, será que o senhor podia me ajudar?”. Coração na boca, sentindo-se ameaçado, ele responde estendendo “uns trocados”. Dali para a frente, sucessivos pedidos de ajuda lhe parecem emboscadas.”Súplice e ameaçador”, o pedinte é, a seus olhos, um inimigo. Adversário que, um dia, flagra na porta de casa(D). É ali no limiar de seu território, de sua propriedade, que decide dar fim de uma vez por todas ao “outro” que tanto o atormenta.
O personagem de Geovani Martins se “assustava com o susto” de quem o via como “a ameaça”. Prendia o choro, humilhado, até perceber que o jogo nem sempre estava jogado(E). Passaria ele mesmo a ameacar, com sua ostensiva presença, os meninos do colégio particular caríssimo ou senhora que poderia ser sua avó, e, ao percebê-lo, agarrava-se à bolsa. Com o tempo, concentra-se num único homem, Mário, a quem assombra com zelo de especialista. [...](B)
Rubem Fonseca tem 92 anos, Geovani Martins, 26. Os dois estrearam com notáveis livros de contos – Os prisioneiros é de 1963 e O sol na cabeça, em que figura “Espiral”, foi lançado no início deste ano. Um e outro representam, em seus respectivos momentos, rupturas.[...]
[...] Ler Geovani Martins no espelho de Rubem Fonseca é encarar de frente “o outro”, que de exterminado nos anos 1970 vira hoje protagonisa e narrador. E o faz de igual para igual, olhando no olho. Pelo menos na literatura.
(Época, 30/04/2018).
Identifique, dentre as estruturas oracionais abaixo listadas, a única que apresenta oração subordinada adjetiva EXPLICATIVA.
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1574805
Ano: 2018
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Campina Grande-PB
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De acordo com o Art. 230 do Regime Interno da Câmara Municipal de Campina Grande, o projeto de lei orçamentária anual será enviado pelo Executivo à Câmara até o dia
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Após a leitura do trecho da matéria jornalística abaixo, responda à questão:
A AMEAÇA CRESCENTE DA OBESIDADE NO PAÍS
O número de pessoas acima do peso no Brasil saltou de 24% da população nos anos 1970 para mais da metade
dos brasileiros hoje em dia.
Os dados são precisos, recentes e, sobretudo, alarmantes. De acordo com o Ministério da Saúde, dos 207,6 milhões de brasileiros, 53,8% estão acima do peso. Na década de 70, o índice(A) no país era bem menor: 24%. A marca ultrapassou 50% da população em 2016 – o que equivale a dizer que o salto não ocorreu de uma hora para outra; desenhou-se aos poucos, é verdade, mas não sem deixar pistas. A crônica da obesidade no Brasil foi, sim, anunciada.
Para além dos fatores genéticos, as causas do sobrepeso se multiplicam – e as mudanças nos hábitos alimentares verificadas mundo afora nas últimas décadas têm enorme responsabilidade no avanço da obesidade. Houve, por exemplo, um aumento significativo no consumo de alimentos semiprontos e congelados. A popularização dos micro-ondas e dos freezers contribuiu bastante para isso. Embora prático, esse cardápio é quase sempre pouco saudável(C), como a maioria das atrações das redes de fast-food. E o pior: muitas vezes, engorda.(B)
Não bastasse o alastramento do sobrepeso entre os adultos – que no Brasil atinge 57,7% dos homens e 50,5% das mulheres –, a obesidade se espalha de forma avassaladora na população infantil. No país, 12,7% dos meninos e 9,4% das meninas estão obesos. O índice nos Estados Unidos, para ficar em um exemplo, é maior; no entanto, observando-se a curva dos últimos vinte anos, nota-se que o crescimento de casos de crianças acima do peso na população americana foi de 66%, enquanto no Brasil esse índice subiu para 239%. A Organização Mundial de Saúde projeta que até 2022 o número de crianças obesas no planeta deva ultrapassar o das que se situarem abaixo do peso. Para tentar ao menos abrandar essa perspectiva(E), a entidade defende a elevação de impostos sobre produtos açucarados e a restrição a alimentos industrializados nas escolas. A propósito, os especialistas chamam a atenção para o fato de que frequentemente em supermercados os alimentos naturais ocupam menos espaço, e como menor destaque que os produtos industrializados.Outra medida seria uma estudada regulação da publicidade destinada ao público infantil. [...] (Veja, 25/07/2018)
Sob o aspecto da organização do texto, algumas palavras ou expressões retomam informações ou apontam para outras presentes no texto. Assim, sob o aspecto da coesão referencial, é FALSO o que se afirma em:
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A VOZ DO OUTRO
Quarenta e três anos separam a publicação de “O outro”, de Rubem Fonseca, e “Espiral”, de Geovani Martins. A seiva de raiva e rancor que irriga e alimenta as fronteiras entre ricos e pobres no Brasil continua, no entanto, a correr acelerada entre os dois contos ambientados no Rio de Janeiro.
Os protagonistas de “O outro” e “Espiral” não têm nome. São definidos por seu lugar na cidade: o primeiro, um executivo estressado que vive para o trabalho e, entre casa, carro e escritório, pouco anda na rua; o segundo, um adolescente que circula a pé e de ônibus entre a Gávea, bairro de classe média alta onde estuda numa escola pública, e a Rocinha, sobressaltada comunidade onde vive.
O executivo de Rubem Fonseca tem medo, o menino de Giovani Martins, também. O executivo tem medo de gente como o menino. O menino tem medo de quem, como o executivo, olha para ele com medo. O medo é pai da raiva; a raiva, mãe da covardia, como lembra Chico Buarque em “As caravanas”. É nesse fogo, nada brando, que o Rio ferve há pelo menos quatro décadas.
No conto de Rubem Fonseca – publicado em Feliz ano novo em 1975 e censurado pela ditadura um ano depois – um homem pobre sai da invisibilidade ao interpelar o executivo: “Doutor, doutor, será que o senhor podia me ajudar?”. Coração na boca, sentindo-se ameaçado, ele responde estendendo “uns trocados”. Dali para a frente, sucessivos pedidos de ajuda lhe parecem emboscadas.”Súplice e ameaçador”, o pedinte é, a seus olhos, um inimigo. Adversário que, um dia, flagra na porta de casa. É ali no limiar de seu território, de sua propriedade, que decide dar fim de uma vez por todas ao “outro” que tanto o atormenta.
O personagem de Geovani Martins se “assustava com o susto” de quem o via como “a ameaça”. Prendia o choro, humilhado, até perceber que o jogo nem sempre estava jogado. Passaria ele mesmo a ameacar, com sua ostensiva presença, os meninos do colégio particular caríssimo ou senhora que poderia ser sua avó, e, ao percebê-lo, agarrava-se à bolsa. Com o tempo, concentra-se num único homem, Mário, a quem assombra com zelo de especialista. [...]
Rubem Fonseca tem 92 anos, Geovani Martins, 26. Os dois estrearam com notáveis livros de contos – Os prisioneiros é de 1963 e O sol na cabeça, em que figura “Espiral”, foi lançado no início deste ano. Um e outro representam, em seus respectivos momentos, rupturas.[...]
[...] Ler Geovani Martins no espelho de Rubem Fonseca é encarar de frente “o outro”, que de exterminado nos anos 1970 vira hoje protagonisa e narrador. E o faz de igual para igual, olhando no olho. Pelo menos na literatura.
(Época, 30/04/2018).
Identifique, dentre as proposições de I a III, aquela(s) cujo conteúdo é falso com relação ao conteúdo desenvolvido na resenha escrita pelo jornalista e professor de comunicação da UFRJ - Paulo Roberto Pires.
I- O texto traz uma análise de dois textos literários (contos) que, embora reproduzam situações diferentes, por retratarem épocas distintas, refletem sobre o mesmo tema – o distanciamento entre pobres e ricos causado pelo sentimento de medo e raiva.
II- Com base na afirmação que encerra o texto, de que “o outro” teria passado de exterminador nos anos 1970 a protagonista e narrador nos tempos atuais, o autor deixa clara a ideia de que já não há mais preconceito.
III- O autor do texto, além de dar detalhes das duas obras cotejadas, ressalta a relevância do tema, e, sobretudo, convida o leitor a conferir a obra mais recente, o que é próprio da resenha jornalística.
Assinale a alternativa que corresponde ao que se pede:
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