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Tempo incerto
A minha esperança estava no fim do mundo, com anjos descendo do céu; anjos suaves e anjos terríveis; os suaves para conduzirem os que se sentarão à direita de Deus, e os terríveis para os que se dirigem ao lado oposto. Mas até o fim do mundo falhou; até os profetas se enganam, a menos que as rezas dos justos tenham podido adiar a catástrofe que, afinal, seria também uma apoteose. E assim continuaremos a quebrar a cabeça com estes enigmas cotidianos.
No tempo de Molière, quando um criado dava para pensar, atrapalhava tudo. Mas agora, além dos criados, pensam os patrões, as patroas, os amigos e inimigos de uns e de outros e todo o resto da massa humana. E não só pensam, como também pensam que pensam! E além de pensarem que pensam, pensam que têm razão! E cada um é o detentor exclusivo da razão!
Pois de tal abundância de razão é que se faz a loucura. Os pedestres pensam que devem andar pelo meio da rua. Os motoristas pensam que devem pôr os veículos nas calçadas. Até os bondes, que mereciam a minha confiança, deram para sair dos trilhos. Os analfabetos, que deviam aprender, ensinam! Os ladrões vestem-se de policiais, e saem por aí a prender os inocentes! Os revólveres, que eram considerados armas perigosas, e para os quais se olhava a distância, como quem contempla a Revolução Francesa ou a Guerra do Paraguai – pois os revólveres andam agora em todos os bolsos, como troco miúdo. E a vocação das pessoas, hoje em dia, não é para o diálogo com ou sem palavras, mas para balas de diversos calibres. Perto disso, a carestia da vida é um ramo de flores. O que anda mesmo caro é a alma. E o Demônio passeia pelo mundo, glorioso e impune.
(Cecília Meireles, Escolha o seu Sonho)
Analise as passagens do texto:
• No tempo de Molière, quando um criado dava para pensar, atrapalhava tudo.
• E não só pensam, como também pensam que pensam!
• E a vocação das pessoas, hoje em dia, não é para o diálogo com ou sem palavras, mas para balas de diversos calibres.
Com base nas conjunções destacadas nos períodos, as relações de sentido expressas são, correta e respectivamente, de:
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Tempo incerto
A minha esperança estava no fim do mundo, com anjos descendo do céu; anjos suaves e anjos terríveis; os suaves para conduzirem os que se sentarão à direita de Deus, e os terríveis para os que se dirigem ao lado oposto. Mas até o fim do mundo falhou; até os profetas se enganam, a menos que as rezas dos justos tenham podido adiar a catástrofe que, afinal, seria também uma apoteose. E assim continuaremos a quebrar a cabeça com estes enigmas cotidianos.
No tempo de Molière, quando um criado dava para pensar, atrapalhava tudo. Mas agora, além dos criados, pensam os patrões, as patroas, os amigos e inimigos de uns e de outros e todo o resto da massa humana. E não só pensam, como também pensam que pensam! E além de pensarem que pensam, pensam que têm razão! E cada um é o detentor exclusivo da razão!
Pois de tal abundância de razão é que se faz a loucura. Os pedestres pensam que devem andar pelo meio da rua. Os motoristas pensam que devem pôr os veículos nas calçadas. Até os bondes, que mereciam a minha confiança, deram para sair dos trilhos. Os analfabetos, que deviam aprender, ensinam! Os ladrões vestem-se de policiais, e saem por aí a prender os inocentes! Os revólveres, que eram considerados armas perigosas, e para os quais se olhava a distância, como quem contempla a Revolução Francesa ou a Guerra do Paraguai – pois os revólveres andam agora em todos os bolsos, como troco miúdo. E a vocação das pessoas, hoje em dia, não é para o diálogo com ou sem palavras, mas para balas de diversos calibres. Perto disso, a carestia da vida é um ramo de flores. O que anda mesmo caro é a alma. E o Demônio passeia pelo mundo, glorioso e impune.
(Cecília Meireles, Escolha o seu Sonho)
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão.
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Tempo incerto
A minha esperança estava no fim do mundo, com anjos descendo do céu; anjos suaves e anjos terríveis; os suaves para conduzirem os que se sentarão à direita de Deus, e os terríveis para os que se dirigem ao lado oposto. Mas até o fim do mundo falhou; até os profetas se enganam, a menos que as rezas dos justos tenham podido adiar a catástrofe que, afinal, seria também uma apoteose. E assim continuaremos a quebrar a cabeça com estes enigmas cotidianos.
No tempo de Molière, quando um criado dava para pensar, atrapalhava tudo. Mas agora, além dos criados, pensam os patrões, as patroas, os amigos e inimigos de uns e de outros e todo o resto da massa humana. E não só pensam, como também pensam que pensam! E além de pensarem que pensam, pensam que têm razão! E cada um é o detentor exclusivo da razão!
Pois de tal abundância de razão é que se faz a loucura. Os pedestres pensam que devem andar pelo meio da rua. Os motoristas pensam que devem pôr os veículos nas calçadas. Até os bondes, que mereciam a minha confiança, deram para sair dos trilhos. Os analfabetos, que deviam aprender, ensinam! Os ladrões vestem-se de policiais, e saem por aí a prender os inocentes! Os revólveres, que eram considerados armas perigosas, e para os quais se olhava a distância, como quem contempla a Revolução Francesa ou a Guerra do Paraguai – pois os revólveres andam agora em todos os bolsos, como troco miúdo. E a vocação das pessoas, hoje em dia, não é para o diálogo com ou sem palavras, mas para balas de diversos calibres. Perto disso, a carestia da vida é um ramo de flores. O que anda mesmo caro é a alma. E o Demônio passeia pelo mundo, glorioso e impune.
(Cecília Meireles, Escolha o seu Sonho)
Identifica-se pronome demonstrativo no trecho:
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Tempo incerto
A minha esperança estava no fim do mundo, com anjos descendo do céu; anjos suaves e anjos terríveis; os suaves para conduzirem os que se sentarão à direita de Deus, e os terríveis para os que se dirigem ao lado oposto. Mas até o fim do mundo falhou; até os profetas se enganam, a menos que as rezas dos justos tenham podido adiar a catástrofe que, afinal, seria também uma apoteose. E assim continuaremos a quebrar a cabeça com estes enigmas cotidianos.
No tempo de Molière, quando um criado dava para pensar, atrapalhava tudo. Mas agora, além dos criados, pensam os patrões, as patroas, os amigos e inimigos de uns e de outros e todo o resto da massa humana. E não só pensam, como também pensam que pensam! E além de pensarem que pensam, pensam que têm razão! E cada um é o detentor exclusivo da razão!
Pois de tal abundância de razão é que se faz a loucura. Os pedestres pensam que devem andar pelo meio da rua. Os motoristas pensam que devem pôr os veículos nas calçadas. Até os bondes, que mereciam a minha confiança, deram para sair dos trilhos. Os analfabetos, que deviam aprender, ensinam! Os ladrões vestem-se de policiais, e saem por aí a prender os inocentes! Os revólveres, que eram considerados armas perigosas, e para os quais se olhava a distância, como quem contempla a Revolução Francesa ou a Guerra do Paraguai – pois os revólveres andam agora em todos os bolsos, como troco miúdo. E a vocação das pessoas, hoje em dia, não é para o diálogo com ou sem palavras, mas para balas de diversos calibres. Perto disso, a carestia da vida é um ramo de flores. O que anda mesmo caro é a alma. E o Demônio passeia pelo mundo, glorioso e impune.
(Cecília Meireles, Escolha o seu Sonho)
Com a frase – Pois de tal abundância de razão é que se faz a loucura.– (3ºo parágrafo), o narrador acentua que a loucura emerge
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Tempo incerto
A minha esperança estava no fim do mundo, com anjos descendo do céu; anjos suaves e anjos terríveis; os suaves para conduzirem os que se sentarão à direita de Deus, e os terríveis para os que se dirigem ao lado oposto. Mas até o fim do mundo falhou; até os profetas se enganam, a menos que as rezas dos justos tenham podido adiar a catástrofe que, afinal, seria também uma apoteose. E assim continuaremos a quebrar a cabeça com estes enigmas cotidianos.
No tempo de Molière, quando um criado dava para pensar, atrapalhava tudo. Mas agora, além dos criados, pensam os patrões, as patroas, os amigos e inimigos de uns e de outros e todo o resto da massa humana. E não só pensam, como também pensam que pensam! E além de pensarem que pensam, pensam que têm razão! E cada um é o detentor exclusivo da razão!
Pois de tal abundância de razão é que se faz a loucura. Os pedestres pensam que devem andar pelo meio da rua. Os motoristas pensam que devem pôr os veículos nas calçadas. Até os bondes, que mereciam a minha confiança, deram para sair dos trilhos. Os analfabetos, que deviam aprender, ensinam! Os ladrões vestem-se de policiais, e saem por aí a prender os inocentes! Os revólveres, que eram considerados armas perigosas, e para os quais se olhava a distância, como quem contempla a Revolução Francesa ou a Guerra do Paraguai – pois os revólveres andam agora em todos os bolsos, como troco miúdo. E a vocação das pessoas, hoje em dia, não é para o diálogo com ou sem palavras, mas para balas de diversos calibres. Perto disso, a carestia da vida é um ramo de flores. O que anda mesmo caro é a alma. E o Demônio passeia pelo mundo, glorioso e impune.
(Cecília Meireles, Escolha o seu Sonho)
O narrador deixa claro que o mundo de sua época se caracterizava por uma
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Musk promete robô humanoide para breve
Depois de dominar o mercado de veículos elétricos e de se lançar na multimilionária corrida espacial, Elon Musk, o dono da Tesla, anunciou o último marco que pretende alcançar: robôs humanoides. O empresário disse que terá um protótipo inicial do “Tesla Bot” em breve.
Baseado na mesma tecnologia dos veículos semiautônomos da empresa, o robô seria capaz de realizar tarefas básicas repetitivas com o intuito de eliminar trabalhos perigosos ou “chatos” para as pessoas, comentou Musk, em um evento on-line sobre os avanços de sua empresa em inteligência artificial.
“A Tesla é a maior empresa de robótica do mundo, porque os carros são robôs semissensíveis sobre rodas, portanto, faz algum sentido colocar isso na forma humanoide”, disse.
Esse movimento chega no momento em que o sistema de direção autônoma dos carros da empresa está sob forte investigação, após uma série de acidentes. A controvérsia sobre o Autopilot não foi discutida na conferência on-line e nenhuma pergunta foi feita sobre esse tema por parte do público.
No entanto, Musk garantiu que seu futuro robô seria benigno. Ele disse que o Tesla Bot, que terá mãos com cinco dedos e virá em preto e branco, será “amigável” e construído de forma que, em qualquer caso, “você poderá fugir dele ou desligá-lo”. “Espero que isso nunca aconteça, mas quem sabe”, brincou.
(https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,elon-musk-anunciarobos- humanoides-para-substituir-pessoas-em-trabalhoschatos, 70003816499. Adaptado)
O sinal indicativo de crase está corretamente empregado em:
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Musk promete robô humanoide para breve
Depois de dominar o mercado de veículos elétricos e de se lançar na multimilionária corrida espacial, Elon Musk, o dono da Tesla, anunciou o último marco que pretende alcançar: robôs humanoides. O empresário disse que terá um protótipo inicial do “Tesla Bot” em breve.
Baseado na mesma tecnologia dos veículos semiautônomos da empresa, o robô seria capaz de realizar tarefas básicas repetitivas com o intuito de eliminar trabalhos perigosos ou “chatos” para as pessoas, comentou Musk, em um evento on-line sobre os avanços de sua empresa em inteligência artificial.
“A Tesla é a maior empresa de robótica do mundo, porque os carros são robôs semissensíveis sobre rodas, portanto, faz algum sentido colocar isso na forma humanoide”, disse.
Esse movimento chega no momento em que o sistema de direção autônoma dos carros da empresa está sob forte investigação, após uma série de acidentes. A controvérsia sobre o Autopilot não foi discutida na conferência on-line e nenhuma pergunta foi feita sobre esse tema por parte do público.
No entanto, Musk garantiu que seu futuro robô seria benigno. Ele disse que o Tesla Bot, que terá mãos com cinco dedos e virá em preto e branco, será “amigável” e construído de forma que, em qualquer caso, “você poderá fugir dele ou desligá-lo”. “Espero que isso nunca aconteça, mas quem sabe”, brincou.
(https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,elon-musk-anunciarobos- humanoides-para-substituir-pessoas-em-trabalhoschatos, 70003816499. Adaptado)
Considere os trechos do texto.
• ... Elon Musk, o dono da Tesla, anunciou o último marco que pretende alcançar: robôs humanoides.
• ... disse que terá um protótipo inicial do “Tesla Bot” em breve.
Assinale a alternativa correta acerca, respectivamente, do trecho introduzido pelos dois-pontos e do emprego das aspas.
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Musk promete robô humanoide para breve
Depois de dominar o mercado de veículos elétricos e de se lançar na multimilionária corrida espacial, Elon Musk, o dono da Tesla, anunciou o último marco que pretende alcançar: robôs humanoides. O empresário disse que terá um protótipo inicial do “Tesla Bot” em breve.
Baseado na mesma tecnologia dos veículos semiautônomos da empresa, o robô seria capaz de realizar tarefas básicas repetitivas com o intuito de eliminar trabalhos perigosos ou “chatos” para as pessoas, comentou Musk, em um evento on-line sobre os avanços de sua empresa em inteligência artificial.
“A Tesla é a maior empresa de robótica do mundo, porque os carros são robôs semissensíveis sobre rodas, portanto, faz algum sentido colocar isso na forma humanoide”, disse.
Esse movimento chega no momento em que o sistema de direção autônoma dos carros da empresa está sob forte investigação, após uma série de acidentes. A controvérsia sobre o Autopilot não foi discutida na conferência on-line e nenhuma pergunta foi feita sobre esse tema por parte do público.
No entanto, Musk garantiu que seu futuro robô seria benigno. Ele disse que o Tesla Bot, que terá mãos com cinco dedos e virá em preto e branco, será “amigável” e construído de forma que, em qualquer caso, “você poderá fugir dele ou desligá-lo”. “Espero que isso nunca aconteça, mas quem sabe”, brincou.
(https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,elon-musk-anunciarobos- humanoides-para-substituir-pessoas-em-trabalhoschatos, 70003816499. Adaptado)
A respeito do conteúdo do texto, é correto afirmar que
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O objetivo deste trabalho é procurar entender se, na contemporaneidade, a feira livre de cidades interioranas do Nordeste brasileiro se em uma expressão da cultura popular e, como tal, representa um espaço de resistência ou de subalternidade à ideologia dominante. A hipótese levantada é a de que as feiras livres das cidades interioranas são espaços dinâmicos que se modificado ao longo do tempo e tanto as relações de dominação e subalternidade como as relações de resistência, as contradições e conflitos de uma sociedade de classes. Para a realização do estudo, como recorte espacial empírico a feira livre do município de Guarabira, situado na Mesorregião do Agreste Paraibano.
(http://www.cbg2014.agb.org.br/resources/anais/1/1404426677_ ARQUIVO_ FEIRALIVREECULTURAPOPULARESPACODE RESISTENCIAOUDESUBALTERNIDADE.pdf. Adaptado)
Atendendo à norma-padrão de concordância verbal, as lacunas desse trecho devem ser preenchidas, respectivamente, por:
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Gente que vai à feira
A feira é a praia do paulistano. Muita gente vai mais para tomar sol e encontrar amigos. Compras, um pretexto. A que frequento, a do Pacaembu, tem até areia, devido a obras da prefeitura.
Em minha infância, a feira representava um castigo. Minha mãe sempre me levava à do Arouche, então a mais espaçosa e tradicional da cidade, para ajudar a carregar as cestas. Eu, que tinha o privilégio de ir ao cinema mais vezes do que qualquer garoto da rua, não podia negar-lhe essa ajuda. Sofria. Sofrimento já sentido na sexta à noite, porque sabia o que me esperava na manhã seguinte. Para que eu não fizesse cara feia, ela me comprava maçã, tremoço e rapadura. Dinheiro perdido. Nada compensava a chateação.
Já na mocidade, a feira novamente veio ao meu encontro, pois instalaram uma justamente na rua onde eu morava, nos Campos Elísios. Às 4 da matina, os caminhões começavam a descarregar toneladas de mercadorias debaixo da minha janela. Dava para dormir?
Somente décadas depois me reconciliei com esse tipo de comércio. Minha mulher é que, aos poucos, me foi revelando o encanto e os inesperados das feiras. A graça e mesmo a poesia que resultam dessa atividade a céu aberto. Para ela, os feirantes são gente boa, todos saudáveis, alegrões e solidários. E sabem preencher qualquer espaço com um gostoso clima de descontração. Minha mulher conhece a maioria pelo nome. Se por acaso esqueceu o cartão, pode levar a compra assim mesmo.
Na feira, de longe se distinguem as pessoas honestas. São as paredes, os recintos fechados, talvez, que camuflam o mau-caratismo. Entre os feirantes, na transparência da manhã, a má intenção logo é flagrada e muitas vezes acaba em corrida e pescoção.
Atualmente, feira deixou de ser coisa só de mulher. E elas próprias já não as frequentam sem antes um encontro com o espelho. Alguma displicente vaidade matutina se faz necessária.
(Coleção melhores crônicas: Marcos Rey. Seleção de Anna Maria Martins. Global, 2010. Adaptado.)
A expressão destacada está corretamente empregada na frase elaborada a partir do texto em:
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