Foram encontradas 60 questões.
- Sistemas OperacionaisWindowsVersões do WindowsWindows 10
- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsTeclas de Atalhos do Windows
No Windows 10 o atalho Shift + F10 serve para:
Provas
A separação silábica, classificação quanto ao número de sílabas e classificação quanto a tonicidade das palavras estão corretas, exceto:
Provas
Leia o trecho do poema de Cecília Meireles e responsa a questão abaixo:
| Coração de Pedra Cecília Meireles “Oh, quanto me pesa este coração, que é de pedra! Este coração que era de asas de música e tempo de lágrimas. Mas agora é sílex e quebra qualquer dura ponta de seta. Oh, como não me alegra ter este coração de pedra!” https://blogdospoetas.com.br/poemas/coracao-de-pedra |
Podemos afirmar que esse trecho foi construído por meio de uma figura de linguagem denominada de:
Provas
Relacione a segunda coluna com a primeira:
(1) Ditongo
(2) Hiato
( ) couve, circuito, sabão
( ) lagoa, moeda, saúde
( ) coelho, oceanos, piano
Marque a resposta correta:
Provas
Relacione a oração com a classificação do sujeito entre parênteses e marque a alternativa incorreta:
Provas
De acordo com a nova regra ortográfica todas as palavras estão corretas, exceto:
Provas
De acordo com a tonicidade, descubra o grupo de palavras que está fora da regra:
Provas
Todas as palavras estão escritas conforme a nova regra ortográfica, exceto:
Provas
Assinale a alternativa em que há um erro de ortografia:
Provas
Leia:
VÓ CAIU NA PISCINA CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Noite na casa da serra, a luz apagou. Entra o garoto: – Pai, vó caiu na piscina. – Tudo bem, filho. O garoto insiste: – Escutou o que eu falei, pai? – Escutei, e daí? Tudo bem. – Cê não vai lá? – Não estou com vontade de cair na piscina. – Mas ela tá lá... – Eu sei, você já me contou. Agora deixe seu pai fumar um cigarrinho descansado. – Tá escuro, pai. – Assim até é melhor. Eu gosto de fumar no escuro. Daqui a pouco a luz volta. Se não voltar, dá no mesmo. Pede à sua mãe pra acender a vela na sala. Eu fico aqui mesmo, sossegado. – Pai... – Meu filho, vá dormir. É melhor você deitar logo. Amanhã cedinho a gente volta pro Rio, e você custa a acordar. Não quero atrasar a descida por sua causa. – Vó tá com uma vela. – Pois então? Tudo bem. Depois ela acende. – Já tá acesa. – Se está acesa, não tem problema. Quando ela sair da piscina, pega a vela e volta direitinho pra casa. Não vai errar o caminho, a distância é pequena, você sabe muito bem que sua avó não precisa de guia. – Por quê cê não acredita no que eu digo? – Como não acredito? Acredito sim. – Cê não tá acreditando. – Você falou que a sua avó caiu na piscina, eu acreditei e disse: tudo bem. Que é que você queria que eu dissesse? – Não, pai, cê não acreditou ni mim. – Ah, você está me enchendo. Vamos acabar com isso. Eu acreditei. Quantas vezes você quer que eu diga isso? Ou você acha que estou dizendo que acreditei mas estou mentindo? Fique sabendo que seu pai não gosta de mentir. – Não te chamei de mentiroso. – Não chamou, mas está duvidando de mim. Bem, não vamos discutir por causa de uma bobagem. Sua avó caiu na piscina, e daí? É um direito dela. Não tem nada de extraordinário cair na piscina. Eu só não caio porque estou meio resfriado. – Ô, pai, cê é de morte! O garoto sai, desolado. Aquele velho não compreende mesmo nada. Daí a pouco chega a mãe: – Eduardo, você sabe que dona Marieta caiu na piscina? – Até você Fátima? Não chega o Nelsinho vir com essa ladainha? – Eduardo, está escuro que nem breu, sua mãe tropeçou, escorregou e foi parar dentro da piscina, ouviu? Está com a vela acesa na mão, pedindo para que tirem ela de lá, Eduardo! Não pode sair sozinha, está com a roupa encharcada, pesando muito, e se você não for depressa, ela vai tem uma coisa! Ela morre, Eduardo! – Como? Por que aquele diabo não me disse isto? Ele falou apenas que ela tinha caído na piscina, não explicou que ela tinha tropeçado, escorregado e caído! Saiu correndo, nem esperou a vela, tropeçou, quase que ia parar também dentro d’água. – Mamãe, me desculpe! O menino não me disse nada direito. Falou que a senhora caiu na piscina. Eu pensei que a senhora estava se banhando. – Está bem, Eduardo– disse dona Marieta, safando-se da água pela mão do filho, e sempre empunhando a vela que conseguira manter acesa.– Mas de outra vez você vai prestar mais atenção no sentido dos verbos, ouviu? Nelsinho falou direito, você é que teve um acesso de burrice, meu filho! ANDRADE, Carlos Drummond de. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987. |
Quanto ao gênero, o texto classifica-se como:
Provas
Caderno Container