Foram encontradas 60 questões.
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A alternativa que preenche corretamente a lacuna é:
Já ___ anos, que _______ neste local lojas comerciais e prédios residências. Hoje, após o terremoto só ___ destroços.
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Marque a alternativa que preenche corretamente a lacuna:
A ____________ de uma crise econômica no Brasil provoca uma __________ na sociedade e a deixa _________ quanto ao futuro.
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente acentuadas:
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Assinale a alternativa em que todas as palavras possuem dígrafo:
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Complete as lacunas com a, à, as ou às.
I- Estávamos observando tudo ________ distância de cinco metros.
II- ______ medida que amadurecemos, passamos a dar valor ao silêncio.
III- A aula começou _____ 8 horas, pontualmente.
Marque a alternativa correta:
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Leia o texto:
DE QUEM SÃO OS MENINOS DE RUA? MARINA COLASANTI Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi. Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava. Queria saber a hora. Talvez não fosse um Menino De Família, mas também não era um Menino De Rua. É assim que a gente divide. Menino De Família é aquele bem- vestido com tênis da moda e camiseta de marca, que usa relógio e a mãe dá outro se o dele for roubado por um Menino De Rua. Menino De Rua é aquele que quando a gente passa perto segura a bolsa com força porque pensa que ele é pivete, trombadinha, ladrão. Ouvindo essas expressões tem-se a impressão de que as coisas se passam muito naturalmente, uns nascendo De Família, outros nascendo De Rua. Como se a rua, e não uma família, não um pai e uma mãe, ou mesmo apenas uma mãe os tivesse gerado, sendo eles filhos diretos dos paralelepípedos e das calçadas, diferentes, portanto, das outras crianças, e excluídos das preocupações que temos com elas. É por isso, talvez, que, se vemos uma criança bem-vestida chorando sozinha num shopping center ou num supermercado, logo nos acercamos protetores, perguntando se está perdida, ou precisando de alguma coisa. Mas se vemos uma criança maltrapilha chorando num sinal com uma caixa de chicletes na mão, engrenamos a primeira no carro e nos afastamos pensando vagamente no seu abandono. Na verdade, não existem meninos De Rua. Existem meninos NA rua. E toda vez que um menino está NA rua é porque alguém o botou lá. Os meninos não vão sozinhos aos lugares. Assim como são postos no mundo, durante muitos anos também são postos onde quer que estejam. Resta ver quem os põe na rua. E por quê. |
Leia o excerto:
“Eu, na rua, com pressa, e o menino segurou no meu braço, falou qualquer coisa que não entendi.” |
O pronome destacado indica a ideia de:
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Complete a frase com o termo que preenche a lacuna corretamente é:
Não crie __________ no trabalho!
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Leia:
VÓ CAIU NA PISCINA CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Noite na casa da serra, a luz apagou. Entra o garoto: – Pai, vó caiu na piscina. – Tudo bem, filho. O garoto insiste: – Escutou o que eu falei, pai? – Escutei, e daí? Tudo bem. – Cê não vai lá? – Não estou com vontade de cair na piscina. – Mas ela tá lá... – Eu sei, você já me contou. Agora deixe seu pai fumar um cigarrinho descansado. – Tá escuro, pai. – Assim até é melhor. Eu gosto de fumar no escuro. Daqui a pouco a luz volta. Se não voltar, dá no mesmo. Pede à sua mãe pra acender a vela na sala. Eu fico aqui mesmo, sossegado. – Pai... – Meu filho, vá dormir. É melhor você deitar logo. Amanhã cedinho a gente volta pro Rio, e você custa a acordar. Não quero atrasar a descida por sua causa. – Vó tá com uma vela. – Pois então? Tudo bem. Depois ela acende. – Já tá acesa. – Se está acesa, não tem problema. Quando ela sair da piscina, pega a vela e volta direitinho pra casa. Não vai errar o caminho, a distância é pequena, você sabe muito bem que sua avó não precisa de guia. – Por quê cê não acredita no que eu digo? – Como não acredito? Acredito sim. – Cê não tá acreditando. – Você falou que a sua avó caiu na piscina, eu acreditei e disse: tudo bem. Que é que você queria que eu dissesse? – Não, pai, cê não acreditou ni mim. – Ah, você está me enchendo. Vamos acabar com isso. Eu acreditei. Quantas vezes você quer que eu diga isso? Ou você acha que estou dizendo que acreditei mas estou mentindo? Fique sabendo que seu pai não gosta de mentir. – Não te chamei de mentiroso. – Não chamou, mas está duvidando de mim. Bem, não vamos discutir por causa de uma bobagem. Sua avó caiu na piscina, e daí? É um direito dela. Não tem nada de extraordinário cair na piscina. Eu só não caio porque estou meio resfriado. – Ô, pai, cê é de morte! O garoto sai, desolado. Aquele velho não compreende mesmo nada. Daí a pouco chega a mãe: – Eduardo, você sabe que dona Marieta caiu na piscina? – Até você Fátima? Não chega o Nelsinho vir com essa ladainha? – Eduardo, está escuro que nem breu, sua mãe tropeçou, escorregou e foi parar dentro da piscina, ouviu? Está com a vela acesa na mão, pedindo para que tirem ela de lá, Eduardo! Não pode sair sozinha, está com a roupa encharcada, pesando muito, e se você não for depressa, ela vai tem uma coisa! Ela morre, Eduardo! – Como? Por que aquele diabo não me disse isto? Ele falou apenas que ela tinha caído na piscina, não explicou que ela tinha tropeçado, escorregado e caído! Saiu correndo, nem esperou a vela, tropeçou, quase que ia parar também dentro d’água. – Mamãe, me desculpe! O menino não me disse nada direito. Falou que a senhora caiu na piscina. Eu pensei que a senhora estava se banhando. – Está bem, Eduardo– disse dona Marieta, safando-se da água pela mão do filho, e sempre empunhando a vela que conseguira manter acesa.– Mas de outra vez você vai prestar mais atenção no sentido dos verbos, ouviu? Nelsinho falou direito, você é que teve um acesso de burrice, meu filho! ANDRADE, Carlos Drummond de. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987. |
Leia o trecho:
Noite na casa da serra, a luz apagou. Entra o garoto: – Pai, vó caiu na piscina. |
De acordo com o texto o verbo caiu empregado na frase nos indica que:
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Sobre os atalhos do Word 2013, é correto afirmar, exceto:
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