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“Planejar, executar e avaliar pesquisas que possam contribuir para a análise da realidade social e para subsidiar ações profissionais”, a afirmação refere-se a um(a)
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Texto para as questões de 11 a 17.
Eles passarão, eu passarinho...
Quando se vê, o tempo passou, aquele amigo adoeceu e não tem mais condições de receber visitas e o prato delicioso não pode ser saboreado. Que qualidade de vida é essa?
Renata Giraldi | 11/06/24
A correria do dia a dia tira o nosso sono, obriga que as refeições sejam feitas sempre de maneira açodada, que as conversas com os amigos e pessoas queridas fiquem para depois e que os planos simplesmente não ocorram. Que qualidade de vida é essa? Quando se vê, o tempo passou, aquele amigo adoeceu e não tem mais condições de receber visitas e o prato delicioso não pode ser saboreado porque o restaurante fechou...
Ah, o tempo. Numa viagem ao Marrocos, eu, como sempre apressada, estava exausta com a longa história interminável e sem fim do guia local, pedi que fosse direto ao ponto. Eis que ele me deu uma das respostas mais inteligentes que já ouvi. "A senhora sabe a diferença entre nós, do Oriente Médio, e vocês"? Acenei negativamente. Veio a resposta: "Vocês têm pressa. Nós? Temos tempo."
Desde então, parei para pensar na beleza e no prazer das coisas mais simples e cotidianas. Adoro andar devagar pelas ruas de Brasília, olhando as flores e plantas. Escolho a minha favorita e até batizo. Também sou capaz de estacionar o carro em local que nunca passei porque gostei da proposta do lugar: um pastel, um doce e, depois, trato de cuidar do peso na consciência.
Sim, peso na consciência porque saí da dieta e posso engordar, porque gastei mais tempo no caminho do que deveria e acabei me enrolando para o compromisso seguinte. Mas como diria o marroquino: "Temos tempo". É preciso parar para ter tempo e se dar tempo porque, do contrário, a vida te trava e mostra que ela que manda em você, e não o contrário.
De uns anos para cá, resolvi seguir a máxima de uma grande amiga que sobreviveu a três cânceres - mama, útero e cérebro. Segundo ela, depois desse desafio, ela passou a dar valor ao que realmente tem valor. Antes, eu era a brigona. Não deixava passar nada, um desaforo era rebatido, uma palavra mal colocada, devolvida. Agora?
Bem, agora, não vou dizer que faço a digestão com tranquilidade. Não, não faço. Mas olho bem para a pessoa, avalio até que ponto ela é importante na minha vida, se responder vai me trazer algum benefício. Em geral, o silêncio é a melhor resposta. As pessoas não estão acostumadas ao silêncio, pois a agressividade anda tão em alta que quando são virulentas, já se preparam para retaliação.
Lembro-me sempre do meu querido Mario Quintana, quando a repórter perguntou para ele, como reagia, pois, pela terceira vez, teve o nome rejeitado pela Academia Brasileira de Letras (ABL), um sonho cultivado pela mãe do poetinha que imaginava o filho de fardão. Risonho, olhos baixos e uma carinha de quem enxerga ao longe, Quintana respondeu com a icônica frase: "Eles passarão, eu passarinho".
GIRALDI, Renata. Eles passarão, eu passarinho.... Correio Braziliense, 11 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/06/6874830-artigo-eles-passarao-eu-passarinho.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
Qual dos trechos a seguir, apresenta uma narrativa enquanto texto?
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Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: FUNCEPE
Orgão: Câm. Caucaia-CE
Constitui uma das diretrizes da política nacional do idoso:
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUNCEPE
Orgão: Câm. Caucaia-CE
Fundamentado no Estatuto da Criança e do Adolescente, a garantia de prioridade promove
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Texto para as questões de 11 a 17.
Eles passarão, eu passarinho...
Quando se vê, o tempo passou, aquele amigo adoeceu e não tem mais condições de receber visitas e o prato delicioso não pode ser saboreado. Que qualidade de vida é essa?
Renata Giraldi | 11/06/24
A correria do dia a dia tira o nosso sono, obriga que as refeições sejam feitas sempre de maneira açodada, que as conversas com os amigos e pessoas queridas fiquem para depois e que os planos simplesmente não ocorram. Que qualidade de vida é essa? Quando se vê, o tempo passou, aquele amigo adoeceu e não tem mais condições de receber visitas e o prato delicioso não pode ser saboreado porque o restaurante fechou...
Ah, o tempo. Numa viagem ao Marrocos, eu, como sempre apressada, estava exausta com a longa história interminável e sem fim do guia local, pedi que fosse direto ao ponto. Eis que ele me deu uma das respostas mais inteligentes que já ouvi. "A senhora sabe a diferença entre nós, do Oriente Médio, e vocês"? Acenei negativamente. Veio a resposta: "Vocês têm pressa. Nós? Temos tempo."
Desde então, parei para pensar na beleza e no prazer das coisas mais simples e cotidianas. Adoro andar devagar pelas ruas de Brasília, olhando as flores e plantas. Escolho a minha favorita e até batizo. Também sou capaz de estacionar o carro em local que nunca passei porque gostei da proposta do lugar: um pastel, um doce e, depois, trato de cuidar do peso na consciência.
Sim, peso na consciência porque saí da dieta e posso engordar, porque gastei mais tempo no caminho do que deveria e acabei me enrolando para o compromisso seguinte. Mas como diria o marroquino: "Temos tempo". É preciso parar para ter tempo e se dar tempo porque, do contrário, a vida te trava e mostra que ela que manda em você, e não o contrário.
De uns anos para cá, resolvi seguir a máxima de uma grande amiga que sobreviveu a três cânceres - mama, útero e cérebro. Segundo ela, depois desse desafio, ela passou a dar valor ao que realmente tem valor. Antes, eu era a brigona. Não deixava passar nada, um desaforo era rebatido, uma palavra mal colocada, devolvida. Agora?
Bem, agora, não vou dizer que faço a digestão com tranquilidade. Não, não faço. Mas olho bem para a pessoa, avalio até que ponto ela é importante na minha vida, se responder vai me trazer algum benefício. Em geral, o silêncio é a melhor resposta. As pessoas não estão acostumadas ao silêncio, pois a agressividade anda tão em alta que quando são virulentas, já se preparam para retaliação.
Lembro-me sempre do meu querido Mario Quintana, quando a repórter perguntou para ele, como reagia, pois, pela terceira vez, teve o nome rejeitado pela Academia Brasileira de Letras (ABL), um sonho cultivado pela mãe do poetinha que imaginava o filho de fardão. Risonho, olhos baixos e uma carinha de quem enxerga ao longe, Quintana respondeu com a icônica frase: "Eles passarão, eu passarinho".
GIRALDI, Renata. Eles passarão, eu passarinho.... Correio Braziliense, 11 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/06/6874830-artigo-eles-passarao-eu-passarinho.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
Em “De uns anos para cá, resolvi seguir a máxima de uma grande amiga que sobreviveu a três cânceres - mama, útero e cérebro.” (5º parágrafo), quatro palavras seguem a mesma regra de acentuação. Assinale a alternativa que as apresenta corretamente.
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Texto para as questões de 11 a 17.
Eles passarão, eu passarinho...
Quando se vê, o tempo passou, aquele amigo adoeceu e não tem mais condições de receber visitas e o prato delicioso não pode ser saboreado. Que qualidade de vida é essa?
Renata Giraldi | 11/06/24
A correria do dia a dia tira o nosso sono, obriga que as refeições sejam feitas sempre de maneira açodada, que as conversas com os amigos e pessoas queridas fiquem para depois e que os planos simplesmente não ocorram. Que qualidade de vida é essa? Quando se vê, o tempo passou, aquele amigo adoeceu e não tem mais condições de receber visitas e o prato delicioso não pode ser saboreado porque o restaurante fechou...
Ah, o tempo. Numa viagem ao Marrocos, eu, como sempre apressada, estava exausta com a longa história interminável e sem fim do guia local, pedi que fosse direto ao ponto. Eis que ele me deu uma das respostas mais inteligentes que já ouvi. "A senhora sabe a diferença entre nós, do Oriente Médio, e vocês"? Acenei negativamente. Veio a resposta: "Vocês têm pressa. Nós? Temos tempo."
Desde então, parei para pensar na beleza e no prazer das coisas mais simples e cotidianas. Adoro andar devagar pelas ruas de Brasília, olhando as flores e plantas. Escolho a minha favorita e até batizo. Também sou capaz de estacionar o carro em local que nunca passei porque gostei da proposta do lugar: um pastel, um doce e, depois, trato de cuidar do peso na consciência.
Sim, peso na consciência porque saí da dieta e posso engordar, porque gastei mais tempo no caminho do que deveria e acabei me enrolando para o compromisso seguinte. Mas como diria o marroquino: "Temos tempo". É preciso parar para ter tempo e se dar tempo porque, do contrário, a vida te trava e mostra que ela que manda em você, e não o contrário.
De uns anos para cá, resolvi seguir a máxima de uma grande amiga que sobreviveu a três cânceres - mama, útero e cérebro. Segundo ela, depois desse desafio, ela passou a dar valor ao que realmente tem valor. Antes, eu era a brigona. Não deixava passar nada, um desaforo era rebatido, uma palavra mal colocada, devolvida. Agora?
Bem, agora, não vou dizer que faço a digestão com tranquilidade. Não, não faço. Mas olho bem para a pessoa, avalio até que ponto ela é importante na minha vida, se responder vai me trazer algum benefício. Em geral, o silêncio é a melhor resposta. As pessoas não estão acostumadas ao silêncio, pois a agressividade anda tão em alta que quando são virulentas, já se preparam para retaliação.
Lembro-me sempre do meu querido Mario Quintana, quando a repórter perguntou para ele, como reagia, pois, pela terceira vez, teve o nome rejeitado pela Academia Brasileira de Letras (ABL), um sonho cultivado pela mãe do poetinha que imaginava o filho de fardão. Risonho, olhos baixos e uma carinha de quem enxerga ao longe, Quintana respondeu com a icônica frase: "Eles passarão, eu passarinho".
GIRALDI, Renata. Eles passarão, eu passarinho.... Correio Braziliense, 11 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/06/6874830-artigo-eles-passarao-eu-passarinho.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
De acordo com o texto, a resposta atual da autora a palavras e a comportamentos hostis tem sido
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Texto para as questões de 11 a 17.
Eles passarão, eu passarinho...
Quando se vê, o tempo passou, aquele amigo adoeceu e não tem mais condições de receber visitas e o prato delicioso não pode ser saboreado. Que qualidade de vida é essa?
Renata Giraldi | 11/06/24
A correria do dia a dia tira o nosso sono, obriga que as refeições sejam feitas sempre de maneira açodada, que as conversas com os amigos e pessoas queridas fiquem para depois e que os planos simplesmente não ocorram. Que qualidade de vida é essa? Quando se vê, o tempo passou, aquele amigo adoeceu e não tem mais condições de receber visitas e o prato delicioso não pode ser saboreado porque o restaurante fechou...
Ah, o tempo. Numa viagem ao Marrocos, eu, como sempre apressada, estava exausta com a longa história interminável e sem fim do guia local, pedi que fosse direto ao ponto. Eis que ele me deu uma das respostas mais inteligentes que já ouvi. "A senhora sabe a diferença entre nós, do Oriente Médio, e vocês"? Acenei negativamente. Veio a resposta: "Vocês têm pressa. Nós? Temos tempo."
Desde então, parei para pensar na beleza e no prazer das coisas mais simples e cotidianas. Adoro andar devagar pelas ruas de Brasília, olhando as flores e plantas. Escolho a minha favorita e até batizo. Também sou capaz de estacionar o carro em local que nunca passei porque gostei da proposta do lugar: um pastel, um doce e, depois, trato de cuidar do peso na consciência.
Sim, peso na consciência porque saí da dieta e posso engordar, porque gastei mais tempo no caminho do que deveria e acabei me enrolando para o compromisso seguinte. Mas como diria o marroquino: "Temos tempo". É preciso parar para ter tempo e se dar tempo porque, do contrário, a vida te trava e mostra que ela que manda em você, e não o contrário.
De uns anos para cá, resolvi seguir a máxima de uma grande amiga que sobreviveu a três cânceres - mama, útero e cérebro. Segundo ela, depois desse desafio, ela passou a dar valor ao que realmente tem valor. Antes, eu era a brigona. Não deixava passar nada, um desaforo era rebatido, uma palavra mal colocada, devolvida. Agora?
Bem, agora, não vou dizer que faço a digestão com tranquilidade. Não, não faço. Mas olho bem para a pessoa, avalio até que ponto ela é importante na minha vida, se responder vai me trazer algum benefício. Em geral, o silêncio é a melhor resposta. As pessoas não estão acostumadas ao silêncio, pois a agressividade anda tão em alta que quando são virulentas, já se preparam para retaliação.
Lembro-me sempre do meu querido Mario Quintana, quando a repórter perguntou para ele, como reagia, pois, pela terceira vez, teve o nome rejeitado pela Academia Brasileira de Letras (ABL), um sonho cultivado pela mãe do poetinha que imaginava o filho de fardão. Risonho, olhos baixos e uma carinha de quem enxerga ao longe, Quintana respondeu com a icônica frase: "Eles passarão, eu passarinho".
GIRALDI, Renata. Eles passarão, eu passarinho.... Correio Braziliense, 11 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/06/6874830-artigo-eles-passarao-eu-passarinho.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
No trecho “Não deixava passar nada, um desaforo era rebatido, uma palavra mal colocada[,] devolvida.” (5º parágrafo), a vírgula entre colchetes foi empregada para
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Eles passarão, eu passarinho...
Quando se vê, o tempo passou, aquele amigo adoeceu e não tem mais condições de receber visitas e o prato delicioso não pode ser saboreado. Que qualidade de vida é essa?
Renata Giraldi | 11/06/24
A correria do dia a dia tira o nosso sono, obriga que as refeições sejam feitas sempre de maneira açodada, que as conversas com os amigos e pessoas queridas fiquem para depois e que os planos simplesmente não ocorram. Que qualidade de vida é essa? Quando se vê, o tempo passou, aquele amigo adoeceu e não tem mais condições de receber visitas e o prato delicioso não pode ser saboreado porque o restaurante fechou...
Ah, o tempo. Numa viagem ao Marrocos, eu, como sempre apressada, estava exausta com a longa história interminável e sem fim do guia local, pedi que fosse direto ao ponto. Eis que ele me deu uma das respostas mais inteligentes que já ouvi. "A senhora sabe a diferença entre nós, do Oriente Médio, e vocês"? Acenei negativamente. Veio a resposta: "Vocês têm pressa. Nós? Temos tempo."
Desde então, parei para pensar na beleza e no prazer das coisas mais simples e cotidianas. Adoro andar devagar pelas ruas de Brasília, olhando as flores e plantas. Escolho a minha favorita e até batizo. Também sou capaz de estacionar o carro em local que nunca passei porque gostei da proposta do lugar: um pastel, um doce e, depois, trato de cuidar do peso na consciência.
Sim, peso na consciência porque saí da dieta e posso engordar, porque gastei mais tempo no caminho do que deveria e acabei me enrolando para o compromisso seguinte. Mas como diria o marroquino: "Temos tempo". É preciso parar para ter tempo e se dar tempo porque, do contrário, a vida te trava e mostra que ela que manda em você, e não o contrário.
De uns anos para cá, resolvi seguir a máxima de uma grande amiga que sobreviveu a três cânceres - mama, útero e cérebro. Segundo ela, depois desse desafio, ela passou a dar valor ao que realmente tem valor. Antes, eu era a brigona. Não deixava passar nada, um desaforo era rebatido, uma palavra mal colocada, devolvida. Agora?
Bem, agora, não vou dizer que faço a digestão com tranquilidade. Não, não faço. Mas olho bem para a pessoa, avalio até que ponto ela é importante na minha vida, se responder vai me trazer algum benefício. Em geral, o silêncio é a melhor resposta. As pessoas não estão acostumadas ao silêncio, pois a agressividade anda tão em alta que quando são virulentas, já se preparam para retaliação.
Lembro-me sempre do meu querido Mario Quintana, quando a repórter perguntou para ele, como reagia, pois, pela terceira vez, teve o nome rejeitado pela Academia Brasileira de Letras (ABL), um sonho cultivado pela mãe do poetinha que imaginava o filho de fardão. Risonho, olhos baixos e uma carinha de quem enxerga ao longe, Quintana respondeu com a icônica frase: "Eles passarão, eu passarinho".
GIRALDI, Renata. Eles passarão, eu passarinho.... Correio Braziliense, 11 de junho de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/06/6874830-artigo-eles-passarao-eu-passarinho.html. Acesso em: 13 jun. 2024.
A palavra “açodada”, empregada no primeiro parágrafo do texto, significa, no contexto em que se encontra,
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Leia o excerto a seguir.
“Aqueça uma frigideira com um fio de azeite e refogue a abobrinha cortada em cubos. Tempere com sal e reserve. Numa tigela, misture os ovos, o creme de leite e o iogurte. Tempere com sal e pimenta a gosto.”
SEFARIM, Isabela. Receita de quiche de abobrinha com alho-poró. Cláudia, 21 de janeiro de 2020. Disponível em: https://claudia.abril.com.br/cozinha/gastronomia/receita-de-quiche-de-abobrinha-com-alho-poro/. Acesso em: 13 jan. 2024.
Qual das expressões apresentadas na opção, extraídas desse excerto, representa uma ocorrência da linguagem conotativa?
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Observe os vocábulos dispostos no quadro a seguir.
tupi | sambaqui | tuiuiu | urubu | ananas |
amiude | jaburu | anu | nu |
Quantos desses vocábulos devem receber acento gráfico?
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Caderno Container