Foram encontradas 30 questões.
A vida pede coragem
Rosely Sayão
O filho de uma leitora, com nove anos, retornou para a escola. Depois dos primeiros dias, passou a chorar antes de ir. O motivo? Ele diz que os colegas não gostam mais dele. Ele continua a frequentar a mesma escola e sua classe é quase igual à do ano passado, apenas com alguns colegas diferentes, transferidos de outras escolas e cidades.
Essa mãe está agoniada porque diz que ele sempre foi querido pelos colegas, e pergunta se deve procurar outra escola. Que sofrimento de mãe e filho!
Vamos tentar entender essa questão, já que inúmeras mães, e pais também, têm se angustiado com questões muito semelhantes a essa, ou seja, com o que eles consideram a rejeição, a exclusão ou o isolamento sofrido pelo filho por parte de colegas, tanto de escola quanto da vizinhança.
Temos supervalorizado o que chamamos de socialização dos filhos, em detrimento de outros aspectos da vida deles aos quais poderíamos - e devería-mos - dar mais atenção por serem bem mais importantes do que o primeiro.
Desenvolver recursos para saber se defender dos obstáculos que a vida apresenta, ter uma autoimagem firme o suficiente para suportar situações de rejeição e o desenvolvimento do processo da autonomia são alguns desses aspectos.
Caro leitor, precisamos aceitar: não há um único dia na vida de cada um de nós em que não sejamos recusados por alguém, rejeitados ou excluídos, por pessoas ou de situações.
E nem sempre sabemos disso, não é? Se assim é, qual a melhor fase da vida para aprender a aceitar, reconhecer e suportar esses tipos de situação, mantendo-se inteiro, do que a infância e a adolescência?
Quando não aceitamos essas situações da vida, nos tornamos frágeis, presas fáceis de pessoas que gostam de manipular, seja por prazer de exercer o poder ou por interesses pessoais, e desistimos com facilidade de projetos importantes da vida. [...]
Quando uma criança percebe pela primeira vez que é rejeitada ou excluída de uma situação pelos colegas, ela sofre. Normal, tanto para ela quanto para um adulto que passa por isso. Mas, quando ela sente que os pais sofrem por causa desse sofrimento dela, fica mais difícil para ela superar as emoções que a rejeição suscita.
Tudo do que ela precisa nesses momentos é do apoio e do encorajamento dos pais para enfrentar melhor esse tipo de situação.
E o que ela recebe junto com essa atitude dos pais é uma grande lição, que vai apreendendo aos poucos: a de que a vida nem sempre é amigável para nós, nem sempre é tão justa quanto somos, tampouco costuma retornar na mesma medida nossas atitudes.
Educar não é proteger a criança daquilo que ela pode e consegue fazer. Cuidar, elemento precioso da educação, é diferente de proteger: é formar para a vida, apoiar o filho nas situações difíceis e duras com as quais ele se defronta, encorajar para que siga em frente, mesmo e inclusive em situações de sofrimento. Não é isso que a vida exige?
Vale aqui lembrar uma frase de Guimarães Rosa: "O que ela (a vida) quer da gente é coragem".
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/01/
1733493-a-vida-pede coragem.shtml Acesso em 11 jun. 2016 (Adaptado)
Pode se afirmar que a autora inclui o leitor em suas reflexões ou a ele se dirige, EXCETO em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A vida pede coragem
Rosely Sayão
O filho de uma leitora, com nove anos, retornou para a escola. Depois dos primeiros dias, passou a chorar antes de ir. O motivo? Ele diz que os colegas não gostam mais dele. Ele continua a frequentar a mesma escola e sua classe é quase igual à do ano passado, apenas com alguns colegas diferentes, transferidos de outras escolas e cidades.
Essa mãe está agoniada porque diz que ele sempre foi querido pelos colegas, e pergunta se deve procurar outra escola. Que sofrimento de mãe e filho!
Vamos tentar entender essa questão, já que inúmeras mães, e pais também, têm se angustiado com questões muito semelhantes a essa, ou seja, com o que eles consideram a rejeição, a exclusão ou o isolamento sofrido pelo filho por parte de colegas, tanto de escola quanto da vizinhança.
Temos supervalorizado o que chamamos de socialização dos filhos, em detrimento de outros aspectos da vida deles aos quais poderíamos - e devería-mos - dar mais atenção por serem bem mais importantes do que o primeiro.
Desenvolver recursos para saber se defender dos obstáculos que a vida apresenta, ter uma autoimagem firme o suficiente para suportar situações de rejeição e o desenvolvimento do processo da autonomia são alguns desses aspectos.
Caro leitor, precisamos aceitar: não há um único dia na vida de cada um de nós em que não sejamos recusados por alguém, rejeitados ou excluídos, por pessoas ou de situações.
E nem sempre sabemos disso, não é? Se assim é, qual a melhor fase da vida para aprender a aceitar, reconhecer e suportar esses tipos de situação, mantendo-se inteiro, do que a infância e a adolescência?
Quando não aceitamos essas situações da vida, nos tornamos frágeis, presas fáceis de pessoas que gostam de manipular, seja por prazer de exercer o poder ou por interesses pessoais, e desistimos com facilidade de projetos importantes da vida. [...]
Quando uma criança percebe pela primeira vez que é rejeitada ou excluída de uma situação pelos colegas, ela sofre. Normal, tanto para ela quanto para um adulto que passa por isso. Mas, quando ela sente que os pais sofrem por causa desse sofrimento dela, fica mais difícil para ela superar as emoções que a rejeição suscita.
Tudo do que ela precisa nesses momentos é do apoio e do encorajamento dos pais para enfrentar melhor esse tipo de situação.
E o que ela recebe junto com essa atitude dos pais é uma grande lição, que vai apreendendo aos poucos: a de que a vida nem sempre é amigável para nós, nem sempre é tão justa quanto somos, tampouco costuma retornar na mesma medida nossas atitudes.
Educar não é proteger a criança daquilo que ela pode e consegue fazer. Cuidar, elemento precioso da educação, é diferente de proteger: é formar para a vida, apoiar o filho nas situações difíceis e duras com as quais ele se defronta, encorajar para que siga em frente, mesmo e inclusive em situações de sofrimento. Não é isso que a vida exige?
Vale aqui lembrar uma frase de Guimarães Rosa: "O que ela (a vida) quer da gente é coragem".
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/01/
1733493-a-vida-pede coragem.shtml Acesso em 11 jun. 2016 (Adaptado)
Os verbos destacados estão flexionados no presente do indicativo, EXCETO em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Três torneiras estão com vazamento. Da primeira, cai uma gota de 4 em 4 segundos, da segunda, uma de 6 em 6 segundos e da terceira, uma de 10 em 10 segundos. Exatamente às 2 horas cai uma gota simultaneamente de cada torneira.
O número de vezes que as três torneiras pingaram juntas, no intervalo de 2h e 35 segundos e 2h 28 minutos e 35 segundos foi
Provas
Questão presente nas seguintes provas
João dividiu o número 38 em duas partes. A maior parte dividida pela menor parte dá quociente 4 e resto 3.
O produto dessas duas partes é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Se 8 metros de um determinado tecido custam R$ 200,00, quanto custam 1500 centímetros desse mesmo tecido?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A vida pede coragem
Rosely Sayão
O filho de uma leitora, com nove anos, retornou para a escola. Depois dos primeiros dias, passou a chorar antes de ir. O motivo? Ele diz que os colegas não gostam mais dele. Ele continua a frequentar a mesma escola e sua classe é quase igual à do ano passado, apenas com alguns colegas diferentes, transferidos de outras escolas e cidades.
Essa mãe está agoniada porque diz que ele sempre foi querido pelos colegas, e pergunta se deve procurar outra escola. Que sofrimento de mãe e filho!
Vamos tentar entender essa questão, já que inúmeras mães, e pais também, têm se angustiado com questões muito semelhantes a essa, ou seja, com o que eles consideram a rejeição, a exclusão ou o isolamento sofrido pelo filho por parte de colegas, tanto de escola quanto da vizinhança.
Temos supervalorizado o que chamamos de socialização dos filhos, em detrimento de outros aspectos da vida deles aos quais poderíamos - e devería-mos - dar mais atenção por serem bem mais importantes do que o primeiro.
Desenvolver recursos para saber se defender dos obstáculos que a vida apresenta, ter uma autoimagem firme o suficiente para suportar situações de rejeição e o desenvolvimento do processo da autonomia são alguns desses aspectos.
Caro leitor, precisamos aceitar: não há um único dia na vida de cada um de nós em que não sejamos recusados por alguém, rejeitados ou excluídos, por pessoas ou de situações.
E nem sempre sabemos disso, não é? Se assim é, qual a melhor fase da vida para aprender a aceitar, reconhecer e suportar esses tipos de situação, mantendo-se inteiro, do que a infância e a adolescência?
Quando não aceitamos essas situações da vida, nos tornamos frágeis, presas fáceis de pessoas que gostam de manipular, seja por prazer de exercer o poder ou por interesses pessoais, e desistimos com facilidade de projetos importantes da vida. [...]
Quando uma criança percebe pela primeira vez que é rejeitada ou excluída de uma situação pelos colegas, ela sofre. Normal, tanto para ela quanto para um adulto que passa por isso. Mas, quando ela sente que os pais sofrem por causa desse sofrimento dela, fica mais difícil para ela superar as emoções que a rejeição suscita.
Tudo do que ela precisa nesses momentos é do apoio e do encorajamento dos pais para enfrentar melhor esse tipo de situação.
E o que ela recebe junto com essa atitude dos pais é uma grande lição, que vai apreendendo aos poucos: a de que a vida nem sempre é amigável para nós, nem sempre é tão justa quanto somos, tampouco costuma retornar na mesma medida nossas atitudes.
Educar não é proteger a criança daquilo que ela pode e consegue fazer. Cuidar, elemento precioso da educação, é diferente de proteger: é formar para a vida, apoiar o filho nas situações difíceis e duras com as quais ele se defronta, encorajar para que siga em frente, mesmo e inclusive em situações de sofrimento. Não é isso que a vida exige?
Vale aqui lembrar uma frase de Guimarães Rosa: "O que ela (a vida) quer da gente é coragem".
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/01/
1733493-a-vida-pede coragem.shtml Acesso em 11 jun. 2016 (Adaptado)
Considerando os encontros vocálicos, há hiato em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ana comprou os seguintes produtos:
| PRODUTO ( 1 UNIDADE ) | VALOR ( R$ ) |
| CHUVEIRO | 80,30 |
| TORNEIRA | 299,40 |
| FITAS ADESIVAS | 18,30 |
| UTENSÍLIOS DE COZINHA | 188,00 |
Sobre o total dessa compra, Ana conseguiu desconto de 10%. Então, deu entrada de 10% e o restante ela pagou em 3 parcelas no cartão de crédito, sem juros.
O valor de cada uma das parcelas foi
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Em certo parque de diversões, alguns brinquedos estão em manutenção e o restante está funcionando normalmente para o público.
João, muito esperto em Matemática, bolou um desafio para os colegas:

Considerando o desafio de João, a quantidade de brinquedos que estão funcionando é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As palavras estão corretamente grafadas em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A vida pede coragem
Rosely Sayão
O filho de uma leitora, com nove anos, retornou para a escola. Depois dos primeiros dias, passou a chorar antes de ir. O motivo? Ele diz que os colegas não gostam mais dele. Ele continua a frequentar a mesma escola e sua classe é quase igual à do ano passado, apenas com alguns colegas diferentes, transferidos de outras escolas e cidades.
Essa mãe está agoniada porque diz que ele sempre foi querido pelos colegas, e pergunta se deve procurar outra escola. Que sofrimento de mãe e filho!
Vamos tentar entender essa questão, já que inúmeras mães, e pais também, têm se angustiado com questões muito semelhantes a essa, ou seja, com o que eles consideram a rejeição, a exclusão ou o isolamento sofrido pelo filho por parte de colegas, tanto de escola quanto da vizinhança.
Temos supervalorizado o que chamamos de socialização dos filhos, em detrimento de outros aspectos da vida deles aos quais poderíamos - e devería-mos - dar mais atenção por serem bem mais importantes do que o primeiro.
Desenvolver recursos para saber se defender dos obstáculos que a vida apresenta, ter uma autoimagem firme o suficiente para suportar situações de rejeição e o desenvolvimento do processo da autonomia são alguns desses aspectos.
Caro leitor, precisamos aceitar: não há um único dia na vida de cada um de nós em que não sejamos recusados por alguém, rejeitados ou excluídos, por pessoas ou de situações.
E nem sempre sabemos disso, não é? Se assim é, qual a melhor fase da vida para aprender a aceitar, reconhecer e suportar esses tipos de situação, mantendo-se inteiro, do que a infância e a adolescência?
Quando não aceitamos essas situações da vida, nos tornamos frágeis, presas fáceis de pessoas que gostam de manipular, seja por prazer de exercer o poder ou por interesses pessoais, e desistimos com facilidade de projetos importantes da vida. [...]
Quando uma criança percebe pela primeira vez que é rejeitada ou excluída de uma situação pelos colegas, ela sofre. Normal, tanto para ela quanto para um adulto que passa por isso. Mas, quando ela sente que os pais sofrem por causa desse sofrimento dela, fica mais difícil para ela superar as emoções que a rejeição suscita.
Tudo do que ela precisa nesses momentos é do apoio e do encorajamento dos pais para enfrentar melhor esse tipo de situação.
E o que ela recebe junto com essa atitude dos pais é uma grande lição, que vai apreendendo aos poucos: a de que a vida nem sempre é amigável para nós, nem sempre é tão justa quanto somos, tampouco costuma retornar na mesma medida nossas atitudes.
Educar não é proteger a criança daquilo que ela pode e consegue fazer. Cuidar, elemento precioso da educação, é diferente de proteger: é formar para a vida, apoiar o filho nas situações difíceis e duras com as quais ele se defronta, encorajar para que siga em frente, mesmo e inclusive em situações de sofrimento. Não é isso que a vida exige?
Vale aqui lembrar uma frase de Guimarães Rosa: "O que ela (a vida) quer da gente é coragem".
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2016/01/
1733493-a-vida-pede coragem.shtml Acesso em 11 jun. 2016 (Adaptado)
Os termos destacados são pronomes demonstrativos, EXCETO em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container