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Foram encontradas 177 questões.

1814424 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
A casa
Cris Guerra
Noite de terça-feira. A casa iluminada, os jardins floridos de gente. Autoridades, fotógrafos, o prefeito. Fazia tempo que nós cinco não voltávamos juntos àquele lugar. A casa repleta de desconhecidos e vazia dos que lá habitaram. À nossa volta, o público nem sequer desconfiava. Irmãos invisíveis voltando a um lugar-chave de sua linha do tempo. Como administrar a saudade em noite de celebração?
Quando finalmente pudemos entrar, sabíamos de cor onde era a cozinha, a sala de jogos, o mezanino, o quarto dela. De modo que demos um jeito de subir logo até lá, não sem antes notar um detalhe ou outro a nos falar sobre a elegância de nossos avós. Quem sonharia ter seu passado romanceado por arquitetos contadores de histórias?
Os quatro chegaram ao quarto dela minutos antes de mim. Encontrei-os sob o impacto do que ali viram. Do teto, fios transparentes sustentavam retratos antigos: JK, Vovô Joubert, Vovó Juju, Papai, Mamãe, alguns de nós ainda pequenos.
A caixinha de música numa redoma de vidro. Cada móvel em seu devido lugar, relatando os movimentos e trajetos dela. Deles. Nossos.
Teremos de voltar muitas vezes para acreditar: nossa infância eternizada num museu da arquitetura modernista dos anos 40 a 60. A nova Casa Kubitschek enriquece a memória do visionário JK. Mas seus móveis restaurados contam muito mais que um modo de morar.
Concluído em 1943 para ser a casa de fim de semana do então prefeito Juscelino, o espaço foi projetado por Niemeyer com jardins de Burle Marx. Serviu a JK por apenas dois anos - logo que pôde, vovô comprou o imóvel. Passaram a ser nossos os domingos ali. Vovó alimentava os peixes e pássaros, dava suco de groselha aos beija-flores, oferecia pão com patê aos gatos. Cobria as mesas com pedaços de feltro, construindo sob os tampos de vidro seus próprios quadros modernistas.
Depois que ele se foi, ela viveu ali por muitos anos, buscando alento nos jardins para as perdas que ainda viria a sofrer. Minha mãe em 1994, meu pai em 2001. “Que absurdo as coisas durarem mais que as pessoas”, ela me disse dias depois da morte dele. E duraram. Mais até do que ela, que nos deixou em 2004. Mas as pessoas, que não são feitas de coisas, cuidaram de fazer do afeto memória.
A Casa abre suas portas de terça a sábado. Aos domingos, a entrada é restrita às nossas lembranças. Vovô lê os jornais na mesa da varanda, Maria prepara um peixe à milanesa, Vicenza me nega o suco de mexerica antes do almoço. Eles jogam bilhar, elas passeiam pelas boas-novas do jardim - a flor que se abriu, a árvore que se encheu de lichias.
Quando for a sua vez de visitar a Casa Kubitschek, respire fundo e aproveite o dia: é um domingo na minha infância.
Disponível em: http://vejabh.abril.com.br/edicoes/casa-cris-guerra-755432.shtml Acesso: maio 2013
Há oração sem sujeito em:
 

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1814114 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
A casa
Cris Guerra
Noite de terça-feira. A casa iluminada, os jardins floridos de gente. Autoridades, fotógrafos, o prefeito. Fazia tempo que nós cinco não voltávamos juntos àquele lugar. A casa repleta de desconhecidos e vazia dos que lá habitaram. À nossa volta, o público nem sequer desconfiava. Irmãos invisíveis voltando a um lugar-chave de sua linha do tempo. Como administrar a saudade em noite de celebração?
Quando finalmente pudemos entrar, sabíamos de cor onde era a cozinha, a sala de jogos, o mezanino, o quarto dela. De modo que demos um jeito de subir logo até lá, não sem antes notar um detalhe ou outro a nos falar sobre a elegância de nossos avós. Quem sonharia ter seu passado romanceado por arquitetos contadores de histórias?
Os quatro chegaram ao quarto dela minutos antes de mim. Encontrei-os sob o impacto do que ali viram. Do teto, fios transparentes sustentavam retratos antigos: JK, Vovô Joubert, Vovó Juju, Papai, Mamãe, alguns de nós ainda pequenos.
A caixinha de música numa redoma de vidro. Cada móvel em seu devido lugar, relatando os movimentos e trajetos dela. Deles. Nossos.
Teremos de voltar muitas vezes para acreditar: nossa infância eternizada num museu da arquitetura modernista dos anos 40 a 60. A nova Casa Kubitschek enriquece a memória do visionário JK. Mas seus móveis restaurados contam muito mais que um modo de morar.
Concluído em 1943 para ser a casa de fim de semana do então prefeito Juscelino, o espaço foi projetado por Niemeyer com jardins de Burle Marx. Serviu a JK por apenas dois anos - logo que pôde, vovô comprou o imóvel. Passaram a ser nossos os domingos ali. Vovó alimentava os peixes e pássaros, dava suco de groselha aos beija-flores, oferecia pão com patê aos gatos. Cobria as mesas com pedaços de feltro, construindo sob os tampos de vidro seus próprios quadros modernistas.
Depois que ele se foi, ela viveu ali por muitos anos, buscando alento nos jardins para as perdas que ainda viria a sofrer. Minha mãe em 1994, meu pai em 2001. “Que absurdo as coisas durarem mais que as pessoas”, ela me disse dias depois da morte dele. E duraram. Mais até do que ela, que nos deixou em 2004. Mas as pessoas, que não são feitas de coisas, cuidaram de fazer do afeto memória.
A Casa abre suas portas de terça a sábado. Aos domingos, a entrada é restrita às nossas lembranças. Vovô lê os jornais na mesa da varanda, Maria prepara um peixe à milanesa, Vicenza me nega o suco de mexerica antes do almoço. Eles jogam bilhar, elas passeiam pelas boas-novas do jardim - a flor que se abriu, a árvore que se encheu de lichias.
Quando for a sua vez de visitar a Casa Kubitschek, respire fundo e aproveite o dia: é um domingo na minha infância.
Disponível em: http://vejabh.abril.com.br/edicoes/casa-cris-guerra-755432.shtml Acesso: maio 2013
A ideia expressa pelos termos destacados está corretamente identificada entre parênteses, EXCETO em:
 

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1813876 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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Uma empresa tem 20 empregados. Hoje compareceram ao trabalho três quartos pela manhã e ontem, dois quintos.
Quantos empregados compareceram em cada dia?
 

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1813861 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
A casa
Cris Guerra
Noite de terça-feira. A casa iluminada, os jardins floridos de gente. Autoridades, fotógrafos, o prefeito. Fazia tempo que nós cinco não voltávamos juntos àquele lugar. A casa repleta de desconhecidos e vazia dos que lá habitaram. À nossa volta, o público nem sequer desconfiava. Irmãos invisíveis voltando a um lugar-chave de sua linha do tempo. Como administrar a saudade em noite de celebração?
Quando finalmente pudemos entrar, sabíamos de cor onde era a cozinha, a sala de jogos, o mezanino, o quarto dela. De modo que demos um jeito de subir logo até lá, não sem antes notar um detalhe ou outro a nos falar sobre a elegância de nossos avós. Quem sonharia ter seu passado romanceado por arquitetos contadores de histórias?
Os quatro chegaram ao quarto dela minutos antes de mim. Encontrei-os sob o impacto do que ali viram. Do teto, fios transparentes sustentavam retratos antigos: JK, Vovô Joubert, Vovó Juju, Papai, Mamãe, alguns de nós ainda pequenos.
A caixinha de música numa redoma de vidro. Cada móvel em seu devido lugar, relatando os movimentos e trajetos dela. Deles. Nossos.
Teremos de voltar muitas vezes para acreditar: nossa infância eternizada num museu da arquitetura modernista dos anos 40 a 60. A nova Casa Kubitschek enriquece a memória do visionário JK. Mas seus móveis restaurados contam muito mais que um modo de morar.
Concluído em 1943 para ser a casa de fim de semana do então prefeito Juscelino, o espaço foi projetado por Niemeyer com jardins de Burle Marx. Serviu a JK por apenas dois anos - logo que pôde, vovô comprou o imóvel. Passaram a ser nossos os domingos ali. Vovó alimentava os peixes e pássaros, dava suco de groselha aos beija-flores, oferecia pão com patê aos gatos. Cobria as mesas com pedaços de feltro, construindo sob os tampos de vidro seus próprios quadros modernistas.
Depois que ele se foi, ela viveu ali por muitos anos, buscando alento nos jardins para as perdas que ainda viria a sofrer. Minha mãe em 1994, meu pai em 2001. “Que absurdo as coisas durarem mais que as pessoas”, ela me disse dias depois da morte dele. E duraram. Mais até do que ela, que nos deixou em 2004. Mas as pessoas, que não são feitas de coisas, cuidaram de fazer do afeto memória.
A Casa abre suas portas de terça a sábado. Aos domingos, a entrada é restrita às nossas lembranças. Vovô lê os jornais na mesa da varanda, Maria prepara um peixe à milanesa, Vicenza me nega o suco de mexerica antes do almoço. Eles jogam bilhar, elas passeiam pelas boas-novas do jardim - a flor que se abriu, a árvore que se encheu de lichias.
Quando for a sua vez de visitar a Casa Kubitschek, respire fundo e aproveite o dia: é um domingo na minha infância.
Disponível em: http://vejabh.abril.com.br/edicoes/casa-cris-guerra-755432.shtml Acesso: maio 2013
As palavras destacadas estão corretamente interpretadas entre parênteses, EXCETO em:
 

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1813853 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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Se trocarmos 40 notas de R$ 100,00 por celulares de R$ 1.000,00, quantos aparelhos devo receber?
 

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1813807 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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Enunciado 1813807-1
Um erro de quem escreveu um cartaz para anunciar uma promoção numa loja de eletrodomésticos criou uma grande confusão na cidade de Guarabira, no interior da Paraíba.
No cartaz estava escrito “Oferta imperdível. Chip Vivo. R$ 1 com aparelho”. Ao ler, o professor Aurélio Damião, 38, considerou a proposta irrecusável.
Com R$ 4 no bolso, ele entrou na loja e pediu chips – com os quatro aparelhos celulares correspondentes. Ele havia registrado a oferta com uma foto antes de ir ao trabalho e decidiu fazer a compra no final do expediente.
“Passei na loja e pedi: me veja quatro aparelhos de R$ 1 da promoção”, contou Damião. O atendente da loja “explicou” o anúncio. Na verdade, disseram, o redator queria dizer que os chips da operadora em questão sairiam por R$ 1, no caso da compra de qualquer celular adquirido pelo preço normal de tabela.
“Eu quis mesmo era dar mais uma lição na loja do que qualquer outra coisa. Estava escrito errado, foi um erro de português. Cheguei e falei que queria comprar quatro celulares e o gerente começou a me destratar, me chamar de maluco. Disse que eu não era louco de pegar um celular de lá. Eu falei que não queria pegar, não ia roubar. Eu estava lá para comprar. Ele se recusou a vender e eu chamei a polícia”, explica Aurélio.
Uma viatura da polícia militar chegou ao local e convidou os dois — o professor e o gerente da loja — para irem até a delegacia. Aurélio alegou que a loja estava fazendo propaganda enganosa e que tinha por direito, como consumidor, a receber o que estava escrito no cartaz.
Na delegacia, as partes chegaram a um acordo. Damião recebeu a doação de um vale de R$ 100 para aquisição de um aparelho. Com chip. “Caso não chegassem a um acordo, teria de se usar a Justiça e as partes resolveram se entender logo”, disse um agente do 4º DP.
Disponível em: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/01/o-erro-de-portugues-quevirou-caso-de-policia. Acesso em: 08 jun. 2016.
O melhor título para este texto é
 

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1813805 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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Assinale a alternativa que descreve um fato contábil, classificado como misto aumentativo.
 

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1813773 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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Considere os seguintes dados da Cia. Nievas & Genaro:
Balanço Patrimonial
Ativo Passivo Exigível
Mercadorias R$ 540,00 Empréstimos Obtidos R$ 360,00
Caixa e Bancos R$ 216,00 Patrimônio Líquido
Empréstimos Concedidos R$ 288,00 Capital Social R$ 7.000,00
Prejuízos Acumulados ?
Total R$ 1.044,00 Total R$ 1.044,00
Com base nos dados apresentados, a Liquidez Geral e a Participação do Capital de Terceiros da Cia. Nievas & Genaro são, respectivamente:
 

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1813212 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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Estudante obriga indústria a mudar caixa de sucos com erro gramatical
No Reino Unido, Albert Gifford, 15, obrigou a gigante Tesco a trocar embalagens de suco que tinham erro No Reino Unido, a rede de supermercados Tesco foi forçada a trocar suas embalagens de suco de laranja depois que um estudante denunciou um grave erro gramatical. As informações são do jornal britânico Daily Mail.
Durante um café da manhã, o estudante Albert Gifford, 15, leu na caixa que seu suco era feito apenas com as "most tastiest" laranjas – seria o equivalente a dizer em português que eram as "mais melhores" laranjas.
O garoto de Shepton Mallet, sudoeste da Inglaterra, escreveu para a rede de mercados para fazer a reclamação e sugerir que a expressão incorreta fosse trocada por "tastiest" ou "most tasty", como mandam as regras da língua inglesa.
Após esperar por dias a resposta da empresa, sem sucesso, o adolescente decidiu escrever uma carta ao tabloide Daily Mail contando o erro, a sua indignação e a apatia da empresa. A carta foi publicada no jornal na outra semana.
No dia seguinte à publicação, Albert recebeu uma resposta da Tesco, prometendo que as novas embalagens serão corrigidas. "Nosso grupo de designers checa todas as embalagens com muito cuidado antes que sejam usadas e fazemos revisões regulares, mas aparentemente esse erro passou", disse um representante da empresa a Albert, segundo o Daily Mail.
O estudante, que pretende cursar medicina, sentiu-se contemplado pela resposta da empresa e brincou: "Não acho que as embalagens de mercado deveriam ser responsáveis por ensinar gramática aos jovens, mas não consigo deixar de pensar que cada pequena coisa ajuda."
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/03/14/aluno-obriga-industria-
amudar-embalagem-de-sucos-com-erro-gramatical.htm Acesso em: 12 jun. 2016.
Os verbos destacados estão flexionados no pretérito perfeito do indicativo, EXCETO em:
 

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1813124 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Conceição Mato Dentro-MG
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Enunciado 1813124-1
Um erro de quem escreveu um cartaz para anunciar uma promoção numa loja de eletrodomésticos criou uma grande confusão na cidade de Guarabira, no interior da Paraíba.
No cartaz estava escrito “Oferta imperdível. Chip Vivo. R$ 1 com aparelho”. Ao ler, o professor Aurélio Damião, 38, considerou a proposta irrecusável.
Com R$ 4 no bolso, ele entrou na loja e pediu chips – com os quatro aparelhos celulares correspondentes. Ele havia registrado a oferta com uma foto antes de ir ao trabalho e decidiu fazer a compra no final do expediente.
“Passei na loja e pedi: me veja quatro aparelhos de R$ 1 da promoção”, contou Damião. O atendente da loja “explicou” o anúncio. Na verdade, disseram, o redator queria dizer que os chips da operadora em questão sairiam por R$ 1, no caso da compra de qualquer celular adquirido pelo preço normal de tabela.
“Eu quis mesmo era dar mais uma lição na loja do que qualquer outra coisa. Estava escrito errado, foi um erro de português. Cheguei e falei que queria comprar quatro celulares e o gerente começou a me destratar, me chamar de maluco. Disse que eu não era louco de pegar um celular de lá. Eu falei que não queria pegar, não ia roubar. Eu estava lá para comprar. Ele se recusou a vender e eu chamei a polícia”, explica Aurélio.
Uma viatura da polícia militar chegou ao local e convidou os dois — o professor e o gerente da loja — para irem até a delegacia. Aurélio alegou que a loja estava fazendo propaganda enganosa e que tinha por direito, como consumidor, a receber o que estava escrito no cartaz.
Na delegacia, as partes chegaram a um acordo. Damião recebeu a doação de um vale de R$ 100 para aquisição de um aparelho. Com chip. “Caso não chegassem a um acordo, teria de se usar a Justiça e as partes resolveram se entender logo”, disse um agente do 4º DP.
Disponível em: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/01/o-erro-de-portugues-quevirou-caso-de-policia. Acesso em: 08 jun. 2016.
Na delegacia, Aurélio alegou querer receber o que estava escrito no cartaz, que era levar
 

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