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Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Na indústria de construção naval, a evolução da produção sempre foi caracterizada por ciclos muito nítidos. Entre as características do setor estão a inelasticidade da oferta a curto prazo e o fato de que a produção representa apenas uma pequena percentagem da frota mercante mundial e, consequentemente, qualquer flutuação na demanda por novos navios tem impacto ampliado sobre a demanda por novas construções. Esse fenômeno é particularmente pronunciado na indústria naval em função da longa vida do produto e da própria volatilidade da demanda por navios.
Política governamental e competitividade
da indústria brasileira de construção naval — evolução, estrutura e diagnóstico. Brasília: GEIPOT, 1999 (com adaptações).
A respeito da atual situação da construção naval brasileira, e considerando o texto acima, julgue o item seguinte.
O agente financeiro do Fundo de Marinha Mercante é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
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Disciplina: Segurança Privada e Transportes
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Orgão: Câm. Deputados
Até o início de 1995, os transportes terrestres brasileiros eram efetuados por meio de 148.000 km de rodovias — federais, estaduais e municipais pavimentadas — e de 28.700 km de vias férreas federais e estaduais. Nesse mesmo ano, foram transportados 377 bilhões de toneladas/km por rodovias e 136,4 bilhões toneladas/km por ferrovias. Em ambos os casos, o controle estatal se traduzia em elevados custos de frete, que, em alguns setores, atingia até 60% do valor do produto. Além disso, era notória a ausência de novos investimentos e a má qualidade dos serviços. Rodovias mal conservadas, destituídas de serviços de apoio aos usuários, e linhas férreas e terminais ferroviários em estado de decomposição e sem condições de uso impediam a redução dos custos e prazos de transporte das cargas, resultando no encarecimento das mercadorias para o consumidor final e na perda da competitividade dos produtos brasileiros destinados à exportação.
Depois da privatização, superadas as dificuldades que marcaram o início das operações privadas, o setor ferroviário de carga está apresentando sinais de recuperação. Pelos números do IBGE, o setor cresceu 37% em 2001 e, pela previsão do Sindicato Interestadual da Indústria de Material e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE), o setor deve encerrar 2002 com volume de negócios em torno de US$ 4 bilhões.
Infra-estrutura Brasil — perfis setoriais.
Transporte rodoviário e ferroviário. Internet: <http://www.infraestruturabrasil.gov.br/perfis/transp.asp> (com adaptações).
À luz do texto acima e no que se refere à reforma ferroviária, julgue o item a seguir.
Por força de lei, a RFFSA e a Rede Federal de Armazéns Gerais Ferroviários S.A., como detentoras do controle das ações da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.A., foram autorizadas a efetuar a cisão da CBTU, mediante a criação de novas sociedades constituídas para esse fim, cujo objeto social seria, em cada caso, a exploração de serviços de transporte ferroviário coletivo de passageiros, urbano e suburbano, respectivamente nos estados e municípios onde esses serviços são atualmente prestados.
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Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Até o início de 1995, os transportes terrestres brasileiros eram efetuados por meio de 148.000 km de rodovias — federais, estaduais e municipais pavimentadas — e de 28.700 km de vias férreas federais e estaduais. Nesse mesmo ano, foram transportados 377 bilhões de toneladas/km por rodovias e 136,4 bilhões toneladas/km por ferrovias. Em ambos os casos, o controle estatal se traduzia em elevados custos de frete, que, em alguns setores, atingia até 60% do valor do produto. Além disso, era notória a ausência de novos investimentos e a má qualidade dos serviços. Rodovias mal conservadas, destituídas de serviços de apoio aos usuários, e linhas férreas e terminais ferroviários em estado de decomposição e sem condições de uso impediam a redução dos custos e prazos de transporte das cargas, resultando no encarecimento das mercadorias para o consumidor final e na perda da competitividade dos produtos brasileiros destinados à exportação.
Depois da privatização, superadas as dificuldades que marcaram o início das operações privadas, o setor ferroviário de carga está apresentando sinais de recuperação. Pelos números do IBGE, o setor cresceu 37% em 2001 e, pela previsão do Sindicato Interestadual da Indústria de Material e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE), o setor deve encerrar 2002 com volume de negócios em torno de US$ 4 bilhões.
Infra-estrutura Brasil — perfis setoriais.
Transporte rodoviário e ferroviário. Internet: <http://www.infraestruturabrasil.gov.br/perfis/transp.asp> (com adaptações).
À luz do texto acima e no que se refere à reforma ferroviária, julgue o item a seguir.
De acordo com a ANTT, o desempenho econômico e operacional das empresas concessionárias do serviço de transporte ferroviário de carga das malhas originárias da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA) é apurado pelo cálculo da média ponderada dos seguintes indicadores: percentual das metas de produção; percentual das metas de redução no número de acidentes; percentual de investimento realizado; crescimento do produto tku/funcionários; crescimento da receita por funcionários; taxa de cobertura operacional; taxa de cobertura total; e satisfação do usuário.
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Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Até o início de 1995, os transportes terrestres brasileiros eram efetuados por meio de 148.000 km de rodovias — federais, estaduais e municipais pavimentadas — e de 28.700 km de vias férreas federais e estaduais. Nesse mesmo ano, foram transportados 377 bilhões de toneladas/km por rodovias e 136,4 bilhões toneladas/km por ferrovias. Em ambos os casos, o controle estatal se traduzia em elevados custos de frete, que, em alguns setores, atingia até 60% do valor do produto. Além disso, era notória a ausência de novos investimentos e a má qualidade dos serviços. Rodovias mal conservadas, destituídas de serviços de apoio aos usuários, e linhas férreas e terminais ferroviários em estado de decomposição e sem condições de uso impediam a redução dos custos e prazos de transporte das cargas, resultando no encarecimento das mercadorias para o consumidor final e na perda da competitividade dos produtos brasileiros destinados à exportação.
Depois da privatização, superadas as dificuldades que marcaram o início das operações privadas, o setor ferroviário de carga está apresentando sinais de recuperação. Pelos números do IBGE, o setor cresceu 37% em 2001 e, pela previsão do Sindicato Interestadual da Indústria de Material e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE), o setor deve encerrar 2002 com volume de negócios em torno de US$ 4 bilhões.
Infra-estrutura Brasil — perfis setoriais.
Transporte rodoviário e ferroviário. Internet: <http://www.infraestruturabrasil.gov.br/perfis/transp.asp> (com adaptações).
À luz do texto acima e no que se refere à reforma ferroviária, julgue o item a seguir.
A empresa ferroviária América Latina Logística (ALL) opera a malha sul da Rede Ferroviária Federal — estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul — e as ferrovias argentinas Ferrocarril Mesopotámico General Urquiza (MESO) e Ferrocarril Buenos Aires al Pacífico General San Martín (BAP), conectando São Paulo a Buenos Aires, a Mendoza e ao Oceano Pacífico.
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Até o início de 1995, os transportes terrestres brasileiros eram efetuados por meio de 148.000 km de rodovias — federais, estaduais e municipais pavimentadas — e de 28.700 km de vias férreas federais e estaduais. Nesse mesmo ano, foram transportados 377 bilhões de toneladas/km por rodovias e 136,4 bilhões toneladas/km por ferrovias. Em ambos os casos, o controle estatal se traduzia em elevados custos de frete, que, em alguns setores, atingia até 60% do valor do produto. Além disso, era notória a ausência de novos investimentos e a má qualidade dos serviços. Rodovias mal conservadas, destituídas de serviços de apoio aos usuários, e linhas férreas e terminais ferroviários em estado de decomposição e sem condições de uso impediam a redução dos custos e prazos de transporte das cargas, resultando no encarecimento das mercadorias para o consumidor final e na perda da competitividade dos produtos brasileiros destinados à exportação.
Depois da privatização, superadas as dificuldades que marcaram o início das operações privadas, o setor ferroviário de carga está apresentando sinais de recuperação. Pelos números do IBGE, o setor cresceu 37% em 2001 e, pela previsão do Sindicato Interestadual da Indústria de Material e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE), o setor deve encerrar 2002 com volume de negócios em torno de US$ 4 bilhões.
Infra-estrutura Brasil — perfis setoriais.
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À luz do texto acima e no que se refere à reforma ferroviária, julgue o item a seguir.
Para efeitos do Regulamento dos Transportes Ferroviários, entende-se por administração ferroviária a empresa privada, o órgão ou entidade pública competentes, que já existam ou venham a ser criados, para construção, operação ou exploração comercial de ferrovias.
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Até o início de 1995, os transportes terrestres brasileiros eram efetuados por meio de 148.000 km de rodovias — federais, estaduais e municipais pavimentadas — e de 28.700 km de vias férreas federais e estaduais. Nesse mesmo ano, foram transportados 377 bilhões de toneladas/km por rodovias e 136,4 bilhões toneladas/km por ferrovias. Em ambos os casos, o controle estatal se traduzia em elevados custos de frete, que, em alguns setores, atingia até 60% do valor do produto. Além disso, era notória a ausência de novos investimentos e a má qualidade dos serviços. Rodovias mal conservadas, destituídas de serviços de apoio aos usuários, e linhas férreas e terminais ferroviários em estado de decomposição e sem condições de uso impediam a redução dos custos e prazos de transporte das cargas, resultando no encarecimento das mercadorias para o consumidor final e na perda da competitividade dos produtos brasileiros destinados à exportação.
Depois da privatização, superadas as dificuldades que marcaram o início das operações privadas, o setor ferroviário de carga está apresentando sinais de recuperação. Pelos números do IBGE, o setor cresceu 37% em 2001 e, pela previsão do Sindicato Interestadual da Indústria de Material e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (SIMEFRE), o setor deve encerrar 2002 com volume de negócios em torno de US$ 4 bilhões.
Infra-estrutura Brasil — perfis setoriais.
Transporte rodoviário e ferroviário. Internet: <http://www.infraestruturabrasil.gov.br/perfis/transp.asp> (com adaptações).
À luz do texto acima e no que se refere à reforma ferroviária, julgue o item a seguir.
De acordo com a Agência Nacional de Transportes Terrestres, (ANTT), o tráfego mútuo é a modalidade de operação que se dá em decorrência de contrato firmado entre concessionárias, para permitir o transporte ferroviário que ultrapasse os limites geográficos de uma malha, e direito de passagem é aquele que têm as concessionárias de serviço público de transporte ferroviário de trafegarem nas malhas de outras, mediante remuneração ou compensação pelo uso da infra-estrutura ferroviária.
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Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
No Brasil, a implantação de determinadas vias teve um papel fundamental no desenvolvimento da geografia econômica e social. O conhecimento dos mais importantes marcos históricos a esse respeito leva à compreensão do processo do desenvolvimento nacional e setorial. Nesse contexto, julgue o item que se segue.
A Rodovia Rio–São Paulo foi implantada depois da Segunda Guerra, contando com um primeiro trecho pavimentado entre S. Miguel e Mogi das Cruzes.
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No Brasil, a implantação de determinadas vias teve um papel fundamental no desenvolvimento da geografia econômica e social. O conhecimento dos mais importantes marcos históricos a esse respeito leva à compreensão do processo do desenvolvimento nacional e setorial. Nesse contexto, julgue o item que se segue.
Em 1959, completou-se a implantação da Rodovia Belém–Brasília, cuja pavimentação foi concluída em 1974.
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No Brasil, a implantação de determinadas vias teve um papel fundamental no desenvolvimento da geografia econômica e social. O conhecimento dos mais importantes marcos históricos a esse respeito leva à compreensão do processo do desenvolvimento nacional e setorial. Nesse contexto, julgue o item que se segue.
A segunda ferrovia aberta no Brasil foi o trecho entre Recife e Água Preta, da estrada de ferro Recife–São Francisco.
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No Brasil, a implantação de determinadas vias teve um papel fundamental no desenvolvimento da geografia econômica e social. O conhecimento dos mais importantes marcos históricos a esse respeito leva à compreensão do processo do desenvolvimento nacional e setorial. Nesse contexto, julgue o item que se segue.
A Estrada de Ferro D. Pedro II, que tinha por objetivo realizar a ligação da Corte com Minas Gerais e São Paulo, foi construída em virtude de concessão outorgada a Irineu Evangelista de Souza.
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