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“Na hierarquia dos problemas nacionais, nenhum sobreleva em importância e gravidade ao da educação.” (...) Escrito há 80 anos, o enunciado do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova continua tão atual quanto em 1932. Então, como agora, o país se dava conta da necessidade de contar com recursos humanos capazes de ombrear com os do mundo desenvolvido.

Em 2012, porém, o quadro se apresenta mais complexo. Disputando mercados com economias globalizadas das quais faz parte, o Brasil tem pressa. A competitividade nacional bate no teto da capacitação da mão de obra. Não se pode esperar, por exemplo, que um soldador melhore o produto em menos tempo sem que tenha adquirido conhecimento para o salto qualitativo. Vale lembrar que cérebros não se compram em supermercado. Formam-se. A caminhada exige não menos de uma geração.

Há oito décadas, educadores que pensaram o Brasil traçaram as diretrizes para o ensino de qualidade. A orientação incluiu, obrigatoriamente, aulas em tempo integral, qualificação de professores e infraestrutura adequada. Nada de excepcional. (...) Talvez não seja excesso de otimismo afirmar que ainda há tempo de recuperar o tempo perdido. (...) Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo e Cecília Meireles traçaram, no manifesto, o caminho a ser seguido. O futuro, vale lembrar, chegou. É agora.

Correio Braziliense, Editorial, 28/8/2012 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item que se segue.

Na expressão “Então, como agora”, o termo “Então” confere ao segmento uma relação sintática de conclusão.

 

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Escrevi uma carta aos meus concidadãos, pedindo-lhes que me dissessem francamente o que consideravam que fosse política, e dispensando-os de citar Aristóteles, Maquiavelli, Spencer, Comte. (...)

Não tardou que o correio começasse a entregar-me as respostas; e, como eu não pagava o porte, reconheci que há neste mundo uma infinidade de filhos de Deus ou do diabo que os carregue, que estão à espreita de um simples pretexto para comunicar as suas ideias, ainda à custa dos vinténs magros.

Não publico todas as definições recebidas, porque a vida é curta, vita brevis. Faço, porém, uma escolha rigorosa, e dou algumas das principais. (...) Uma das cartas dizia simplesmente que a política é tirar o chapéu às pessoas mais velhas. Outra afirmava que a política é a obrigação de não meter o dedo no nariz. Outra, que é, estando à mesa, não enxugar os beiços no guardanapo da vizinha, nem na ponta da toalha. Um secretário de club dançante jura que a política é dar excelência às moças, e não lhes pôr alcunhas. Segundo um morador da Tijuca, a política é agradecer com um sorriso animador ao amigo que nos paga a passagem.

Muitas cartas são tão longas e difusas, que quase se não pode extratar nada. Citarei dessas a de um barbeiro, que define a política como a arte de lhe pagarem as barbas, e a de um boticário para quem a verdadeira política é não comprar nada na botica da esquina. Um sectário de Comte (viver às claras) afirma que a política é berrar nos bonds, quer se trate dos negócios da gente, quer dos estranhos.

Não entendi algumas cartas. A letra de outras é ilegível. Outras repetem-se. Cinco ou seis dão, como suas, opiniões achadas nos livros.

Note-se que, em todo esse montão de cartas, não há uma só de deputado ou senador, contudo escrevi a todos eles pedindo uma definição.

Machado de Assis. Balas de estalo. In: Obra completa, vol. 3, Rio de Janeiro: Aguilar, 1973, p. 468-9 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item.

O termo “contudo” estabelece entre as orações do período relação sintática adversativa, por isso, poderia ser corretamente substituído por qualquer um dos seguintes vocábulos: entretanto, todavia, no entanto, porém, embora, conquanto.

 

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Escrevi uma carta aos meus concidadãos, pedindo-lhes que me dissessem francamente o que consideravam que fosse política, e dispensando-os de citar Aristóteles, Maquiavelli, Spencer, Comte. (...)

Não tardou que o correio começasse a entregar-me as respostas; e, como eu não pagava o porte, reconheci que há neste mundo uma infinidade de filhos de Deus ou do diabo que os carregue, que estão à espreita de um simples pretexto para comunicar as suas ideias, ainda à custa dos vinténs magros.

Não publico todas as definições recebidas, porque a vida é curta, vita brevis. Faço, porém, uma escolha rigorosa, e dou algumas das principais. (...) Uma das cartas dizia simplesmente que a política é tirar o chapéu às pessoas mais velhas. Outra afirmava que a política é a obrigação de não meter o dedo no nariz. Outra, que é, estando à mesa, não enxugar os beiços no guardanapo da vizinha, nem na ponta da toalha. Um secretário de club dançante jura que a política é dar excelência às moças, e não lhes pôr alcunhas. Segundo um morador da Tijuca, a política é agradecer com um sorriso animador ao amigo que nos paga a passagem.

Muitas cartas são tão longas e difusas, que quase se não pode extratar nada. Citarei dessas a de um barbeiro, que define a política como a arte de lhe pagarem as barbas, e a de um boticário para quem a verdadeira política é não comprar nada na botica da esquina. Um sectário de Comte (viver às claras) afirma que a política é berrar nos bonds, quer se trate dos negócios da gente, quer dos estranhos.

Não entendi algumas cartas. A letra de outras é ilegível. Outras repetem-se. Cinco ou seis dão, como suas, opiniões achadas nos livros.

Note-se que, em todo esse montão de cartas, não há uma só de deputado ou senador, contudo escrevi a todos eles pedindo uma definição.

Machado de Assis. Balas de estalo. In: Obra completa, vol. 3, Rio de Janeiro: Aguilar, 1973, p. 468-9 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item.

Embora se identifiquem segmentos descritivos, como no trecho em que é apresentado o conteúdo das cartas, predomina, no texto, a estrutura narrativa, com o relato de acontecimentos no decorrer de determinado tempo.

 

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Escrevi uma carta aos meus concidadãos, pedindo-lhes que me dissessem francamente o que consideravam que fosse política, e dispensando-os de citar Aristóteles, Maquiavelli, Spencer, Comte. (...)

Não tardou que o correio começasse a entregar-me as respostas; e, como eu não pagava o porte, reconheci que há neste mundo uma infinidade de filhos de Deus ou do diabo que os carregue, que estão à espreita de um simples pretexto para comunicar as suas ideias, ainda à custa dos vinténs magros.

Não publico todas as definições recebidas, porque a vida é curta, vita brevis. Faço, porém, uma escolha rigorosa, e dou algumas das principais. (...) Uma das cartas dizia simplesmente que a política é tirar o chapéu às pessoas mais velhas. Outra afirmava que a política é a obrigação de não meter o dedo no nariz. Outra, que é, estando à mesa, não enxugar os beiços no guardanapo da vizinha, nem na ponta da toalha. Um secretário de club dançante jura que a política é dar excelência às moças, e não lhes pôr alcunhas. Segundo um morador da Tijuca, a política é agradecer com um sorriso animador ao amigo que nos paga a passagem.

Muitas cartas são tão longas e difusas, que quase se não pode extratar nada. Citarei dessas a de um barbeiro, que define a política como a arte de lhe pagarem as barbas, e a de um boticário para quem a verdadeira política é não comprar nada na botica da esquina. Um sectário de Comte (viver às claras) afirma que a política é berrar nos bonds, quer se trate dos negócios da gente, quer dos estranhos.

Não entendi algumas cartas. A letra de outras é ilegível. Outras repetem-se. Cinco ou seis dão, como suas, opiniões achadas nos livros.

Note-se que, em todo esse montão de cartas, não há uma só de deputado ou senador, contudo escrevi a todos eles pedindo uma definição.

Machado de Assis. Balas de estalo. In: Obra completa, vol. 3, Rio de Janeiro: Aguilar, 1973, p. 468-9 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item.

A colocação pronominal no português do Brasil é variável, por isso, em “quase se não pode extratar nada”, estaria gramaticalmente correta qualquer uma destas opções: quase não se pode extratar nada ou quase não pode-se extratar nada.

 

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Escrevi uma carta aos meus concidadãos, pedindo-lhes que me dissessem francamente o que consideravam que fosse política, e dispensando-os de citar Aristóteles, Maquiavelli, Spencer, Comte. (...)

Não tardou que o correio começasse a entregar-me as respostas; e, como eu não pagava o porte, reconheci que há neste mundo uma infinidade de filhos de Deus ou do diabo que os carregue, que estão à espreita de um simples pretexto para comunicar as suas ideias, ainda à custa dos vinténs magros.

Não publico todas as definições recebidas, porque a vida é curta, vita brevis. Faço, porém, uma escolha rigorosa, e dou algumas das principais. (...) Uma das cartas dizia simplesmente que a política é tirar o chapéu às pessoas mais velhas. Outra afirmava que a política é a obrigação de não meter o dedo no nariz. Outra, que é, estando à mesa, não enxugar os beiços no guardanapo da vizinha, nem na ponta da toalha. Um secretário de club dançante jura que a política é dar excelência às moças, e não lhes pôr alcunhas. Segundo um morador da Tijuca, a política é agradecer com um sorriso animador ao amigo que nos paga a passagem.

Muitas cartas são tão longas e difusas, que quase se não pode extratar nada. Citarei dessas a de um barbeiro, que define a política como a arte de lhe pagarem as barbas, e a de um boticário para quem a verdadeira política é não comprar nada na botica da esquina. Um sectário de Comte (viver às claras) afirma que a política é berrar nos bonds, quer se trate dos negócios da gente, quer dos estranhos.

Não entendi algumas cartas. A letra de outras é ilegível. Outras repetem-se. Cinco ou seis dão, como suas, opiniões achadas nos livros.

Note-se que, em todo esse montão de cartas, não há uma só de deputado ou senador, contudo escrevi a todos eles pedindo uma definição.

Machado de Assis. Balas de estalo. In: Obra completa, vol. 3, Rio de Janeiro: Aguilar, 1973, p. 468-9 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item.

O segmento “como eu não pagava o porte” contribui para o entendimento do significado da expressão “ainda à custa dos vinténs magros”.

 

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Escrevi uma carta aos meus concidadãos, pedindo-lhes que me dissessem francamente o que consideravam que fosse política, e dispensando-os de citar Aristóteles, Maquiavelli, Spencer, Comte. (...)

Não tardou que o correio começasse a entregar-me as respostas; e, como eu não pagava o porte, reconheci que há neste mundo uma infinidade de filhos de Deus ou do diabo que os carregue, que estão à espreita de um simples pretexto para comunicar as suas ideias, ainda à custa dos vinténs magros.

Não publico todas as definições recebidas, porque a vida é curta, vita brevis. Faço, porém, uma escolha rigorosa, e dou algumas das principais. (...) Uma das cartas dizia simplesmente que a política é tirar o chapéu às pessoas mais velhas. Outra afirmava que a política é a obrigação de não meter o dedo no nariz. Outra, que é, estando à mesa, não enxugar os beiços no guardanapo da vizinha, nem na ponta da toalha. Um secretário de club dançante jura que a política é dar excelência às moças, e não lhes pôr alcunhas. Segundo um morador da Tijuca, a política é agradecer com um sorriso animador ao amigo que nos paga a passagem.

Muitas cartas são tão longas e difusas, que quase se não pode extratar nada. Citarei dessas a de um barbeiro, que define a política como a arte de lhe pagarem as barbas, e a de um boticário para quem a verdadeira política é não comprar nada na botica da esquina. Um sectário de Comte (viver às claras) afirma que a política é berrar nos bonds, quer se trate dos negócios da gente, quer dos estranhos.

Não entendi algumas cartas. A letra de outras é ilegível. Outras repetem-se. Cinco ou seis dão, como suas, opiniões achadas nos livros.

Note-se que, em todo esse montão de cartas, não há uma só de deputado ou senador, contudo escrevi a todos eles pedindo uma definição.

Machado de Assis. Balas de estalo. In: Obra completa, vol. 3, Rio de Janeiro: Aguilar, 1973, p. 468-9 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item.

Por terem como referente a palavra “concidadãos”, os pronomes empregados em “pedindo-lhes” e “dispensando-os” poderiam ser intercambiados, sem prejuízo para os sentidos e a correção gramatical do texto.

 

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Não tardou que o correio começasse a entregar-me as respostas; e, como eu não pagava o porte, reconheci que há neste mundo uma infinidade de filhos de Deus ou do diabo que os carregue, que estão à espreita de um simples pretexto para comunicar as suas ideias, ainda à custa dos vinténs magros.

Não publico todas as definições recebidas, porque a vida é curta, vita brevis. Faço, porém, uma escolha rigorosa, e dou algumas das principais. (...) Uma das cartas dizia simplesmente que a política é tirar o chapéu às pessoas mais velhas. Outra afirmava que a política é a obrigação de não meter o dedo no nariz. Outra, que é, estando à mesa, não enxugar os beiços no guardanapo da vizinha, nem na ponta da toalha. Um secretário de club dançante jura que a política é dar excelência às moças, e não lhes pôr alcunhas. Segundo um morador da Tijuca, a política é agradecer com um sorriso animador ao amigo que nos paga a passagem.

Muitas cartas são tão longas e difusas, que quase se não pode extratar nada. Citarei dessas a de um barbeiro, que define a política como a arte de lhe pagarem as barbas, e a de um boticário para quem a verdadeira política é não comprar nada na botica da esquina. Um sectário de Comte (viver às claras) afirma que a política é berrar nos bonds, quer se trate dos negócios da gente, quer dos estranhos.

Não entendi algumas cartas. A letra de outras é ilegível. Outras repetem-se. Cinco ou seis dão, como suas, opiniões achadas nos livros.

Note-se que, em todo esse montão de cartas, não há uma só de deputado ou senador, contudo escrevi a todos eles pedindo uma definição.

Machado de Assis. Balas de estalo. In: Obra completa, vol. 3, Rio de Janeiro: Aguilar, 1973, p. 468-9 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item.

A palavra “concidadãos”, formada com o prefixo latino “con-”, que significa junto, diz respeito a habitantes de mesma cidadania.

 

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Não tardou que o correio começasse a entregar-me as respostas; e, como eu não pagava o porte, reconheci que há neste mundo uma infinidade de filhos de Deus ou do diabo que os carregue, que estão à espreita de um simples pretexto para comunicar as suas ideias, ainda à custa dos vinténs magros.

Não publico todas as definições recebidas, porque a vida é curta, vita brevis. Faço, porém, uma escolha rigorosa, e dou algumas das principais. (...) Uma das cartas dizia simplesmente que a política é tirar o chapéu às pessoas mais velhas. Outra afirmava que a política é a obrigação de não meter o dedo no nariz. Outra, que é, estando à mesa, não enxugar os beiços no guardanapo da vizinha, nem na ponta da toalha. Um secretário de club dançante jura que a política é dar excelência às moças, e não lhes pôr alcunhas. Segundo um morador da Tijuca, a política é agradecer com um sorriso animador ao amigo que nos paga a passagem.

Muitas cartas são tão longas e difusas, que quase se não pode extratar nada. Citarei dessas a de um barbeiro, que define a política como a arte de lhe pagarem as barbas, e a de um boticário para quem a verdadeira política é não comprar nada na botica da esquina. Um sectário de Comte (viver às claras) afirma que a política é berrar nos bonds, quer se trate dos negócios da gente, quer dos estranhos.

Não entendi algumas cartas. A letra de outras é ilegível. Outras repetem-se. Cinco ou seis dão, como suas, opiniões achadas nos livros.

Note-se que, em todo esse montão de cartas, não há uma só de deputado ou senador, contudo escrevi a todos eles pedindo uma definição.

Machado de Assis. Balas de estalo. In: Obra completa, vol. 3, Rio de Janeiro: Aguilar, 1973, p. 468-9 (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue o item.

Infere-se das informações apresentadas, no texto, em relação às respostas reveladas nas cartas, que, segundo a percepção do autor, a população é bem informada e domina com percuciência o conceito de política.

 

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591757 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Com relação à etiologia, ao diagnóstico e ao tratamento das doenças osteometabólicas, julgue o item subsecutivo.

O diagnóstico da osteoporose é realizado por meio de densitometria óssea da coluna lombar e do colo femoral.

 

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591756 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados

Com relação à etiologia, ao diagnóstico e ao tratamento das doenças osteometabólicas, julgue o item subsecutivo.

A osteomalacia é caracterizada pela alteração de mineralização da matriz osteoide do osso cortical e trabecular.

 

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