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Technology Legislation

Technology-related legislation can have a huge impact on growing businesses, and some interesting issues are likely to pop up with the new Congress of the United States this year. Of great interest to growing businesses are the topics of data protection and net neutrality.

Laws that lay out more stringent requirements for retaining and protecting employee and customer data could be on the horizon. "The laws that apply to big business are going to trickle down to small business," says Ann Westerheim, founder and president of technology consulting firm Ekaru. "Businesses need to have that on their radar. You don't want to get hit with a fine because you're not complying." She suggests looking at laws like Sarbanes-Oxley to get an idea of where new tech laws could be heading.

The good news is that proper data protection is something businesses should be doing anyway. "A lot of the measures required to protect employee and customer data are just good business practices," says Westerheim. Growing businesses can head off potential compliance costs by gradually shoring up their IT security and data protection now.

Net neutrality is likely to be a hot issue again after stalling in the Senate last year. Net neutrality proponents want regulations to prevent network providers from prioritizing certain Internet traffic. "Net neutrality is a big issue for small businesses," says Westerheim. A net neutrality law stands a better chance of passing with strong Democratic backing this year, but it figures to be a hard-fought battle. Digital copyright issues could also come to the fore in Congress. With the changes brought about by the last election, it will be an interesting year for entrepreneurs to keep an eye on the goings-on in Washington.

Internet: <www.microsoft.com>.

Judge the following item according to the text above.

In the text, the verb to comply, in 'You don't want to get hit with a fine because you’re not complying', means to act in accordance with.
 

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Technology Legislation

Technology-related legislation can have a huge impact on growing businesses, and some interesting issues are likely to pop up with the new Congress of the United States this year. Of great interest to growing businesses are the topics of data protection and net neutrality.

Laws that lay out more stringent requirements for retaining and protecting employee and customer data could be on the horizon. "The laws that apply to big business are going to trickle down to small business," says Ann Westerheim, founder and president of technology consulting firm Ekaru. "Businesses need to have that on their radar. You don't want to get hit with a fine because you're not complying." She suggests looking at laws like Sarbanes-Oxley to get an idea of where new tech laws could be heading.

The good news is that proper data protection is something businesses should be doing anyway. "A lot of the measures required to protect employee and customer data are just good business practices," says Westerheim. Growing businesses can head off potential compliance costs by gradually shoring up their IT security and data protection now.

Net neutrality is likely to be a hot issue again after stalling in the Senate last year. Net neutrality proponents want regulations to prevent network providers from prioritizing certain Internet traffic. "Net neutrality is a big issue for small businesses," says Westerheim. A net neutrality law stands a better chance of passing with strong Democratic backing this year, but it figures to be a hard-fought battle. Digital copyright issues could also come to the fore in Congress. With the changes brought about by the last election, it will be an interesting year for entrepreneurs to keep an eye on the goings-on in Washington.

Internet: <www.microsoft.com>.

Judge the following item according to the text above.

The phrasal verb "lay out" could be correctly replaced in the text by avoid.
 

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A participação das mulheres no mercado de trabalho tem-se ampliado nas últimas décadas, todavia elas ainda enfrentam processos de segregação ocupacional horizontal e vertical de gênero, marcados, entre outros aspectos, por discriminação, precarização, desigualdades salariais e desvalorização profissional. A divisão do trabalho doméstico, a socialização de homens e mulheres e as relações de poder entre os gêneros são aspectos que contribuem para a construção e reprodução dessa desvalorização. Se, por um lado, essa é a realidade de um número significativo de mulheres, temos de considerar, no entanto, que esse cenário, para alguns setores femininos, tem sofrido alterações nas últimas décadas. A crescente e constante ampliação da escolaridade feminina tem contribuído para ampliar o espaço de atuação das mulheres no mercado de trabalho também em profissões que, historicamente, têm sido consideradas como espaços masculinos. As profissões científicas e tecnológicas inserem-se nesse contexto. Essas carreiras estão associadas a conhecimentos de ciência e tecnologia cuja construção histórica e social foi marcada por exclusões de gênero que resultaram em campos com predominância masculina, seja pelo perfil de gênero dos seus profissionais, seja pela forma como seus conhecimentos se desenvolveram, estruturaram-se ou se organizaram. A baixa participação feminina, nesse universo, ainda é uma realidade, particularmente na Engenharia. A reduzida presença de mulheres é um fenômeno que pode ser visto como corolário da baixa presença feminina em cursos superiores dessa área.

Nanci Stancki Silva. Engenharias no Brasil: mudanças no perfil de gênero? Internet: <www.fazendogenero.ufsc.br> (com adaptações).

Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

As orações "que, historicamente, têm sido consideradas como espaços masculinos" e "que resultaram em campos com predominância masculina" poderiam, mantendo-se a coerência do texto e a sua correção gramatical, ser introduzidas por vírgulas, sendo, assim, interpretadas de uma maneira não restritiva.

 

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A participação das mulheres no mercado de trabalho tem-se ampliado nas últimas décadas, todavia elas ainda enfrentam processos de segregação ocupacional horizontal e vertical de gênero, marcados, entre outros aspectos, por discriminação, precarização, desigualdades salariais e desvalorização profissional. A divisão do trabalho doméstico, a socialização de homens e mulheres e as relações de poder entre os gêneros são aspectos que contribuem para a construção e reprodução dessa desvalorização. Se, por um lado, essa é a realidade de um número significativo de mulheres, temos de considerar, no entanto, que esse cenário, para alguns setores femininos, tem sofrido alterações nas últimas décadas. A crescente e constante ampliação da escolaridade feminina tem contribuído para ampliar o espaço de atuação das mulheres no mercado de trabalho também em profissões que, historicamente, têm sido consideradas como espaços masculinos. As profissões científicas e tecnológicas inserem-se nesse contexto. Essas carreiras estão associadas a conhecimentos de ciência e tecnologia cuja construção histórica e social foi marcada por exclusões de gênero que resultaram em campos com predominância masculina, seja pelo perfil de gênero dos seus profissionais, seja pela forma como seus conhecimentos se desenvolveram, estruturaram-se ou se organizaram. A baixa participação feminina, nesse universo, ainda é uma realidade, particularmente na Engenharia. A reduzida presença de mulheres é um fenômeno que pode ser visto como corolário da baixa presença feminina em cursos superiores dessa área.

Nanci Stancki Silva. Engenharias no Brasil: mudanças no perfil de gênero? Internet: <www.fazendogenero.ufsc.br> (com adaptações).

Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

No trecho "seus conhecimentos se desenvolveram", a forma pronominal "seus" remete a "Essas carreiras" e a "campos", que, por sua vez, refere-se a "As profissões científicas e tecnológicas".

 

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A participação das mulheres no mercado de trabalho tem-se ampliado nas últimas décadas, todavia elas ainda enfrentam processos de segregação ocupacional horizontal e vertical de gênero, marcados, entre outros aspectos, por discriminação, precarização, desigualdades salariais e desvalorização profissional. A divisão do trabalho doméstico, a socialização de homens e mulheres e as relações de poder entre os gêneros são aspectos que contribuem para a construção e reprodução dessa desvalorização. Se, por um lado, essa é a realidade de um número significativo de mulheres, temos de considerar, no entanto, que esse cenário, para alguns setores femininos, tem sofrido alterações nas últimas décadas. A crescente e constante ampliação da escolaridade feminina tem contribuído para ampliar o espaço de atuação das mulheres no mercado de trabalho também em profissões que, historicamente, têm sido consideradas como espaços masculinos. As profissões científicas e tecnológicas inserem-se nesse contexto. Essas carreiras estão associadas a conhecimentos de ciência e tecnologia cuja construção histórica e social foi marcada por exclusões de gênero que resultaram em campos com predominância masculina, seja pelo perfil de gênero dos seus profissionais, seja pela forma como seus conhecimentos se desenvolveram, estruturaram-se ou se organizaram. A baixa participação feminina, nesse universo, ainda é uma realidade, particularmente na Engenharia. A reduzida presença de mulheres é um fenômeno que pode ser visto como corolário da baixa presença feminina em cursos superiores dessa área.

Nanci Stancki Silva. Engenharias no Brasil: mudanças no perfil de gênero? Internet: <www.fazendogenero.ufsc.br> (com adaptações).

Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

No trecho "A divisão do trabalho doméstico, a socialização de homens e mulheres e as relações de poder entre os gêneros", o emprego da vírgula no lugar do conectivo "e", em "homens e mulheres", não alteraria a relação semântico-sintática entre os termos da oração.

 

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O conceito atual de engenheiro − pessoa diplomada e legalmente habilitada a exercer alguma das múltiplas atividades da engenharia − é recente, ou seja, data da segunda metade do século XVIII. O primeiro estabelecimento de ensino onde se ministrou um curso regular de engenharia, com a diplomação de profissionais com esse título, parece ter sido fundado, em Paris, em 1747. Na mesma época, também em Paris, foi criada a escola que formava engenheiros de minas. Em 1818, fundou-se, em Londres, o Instituto de Engenheiros Civis, com a principal finalidade de defender e prestigiar o significado da profissão, ainda desprezada e mal compreendida, mesmo nos centros mais avançados do mundo. Antes dessa época, muita gente houve que se ocupou de diversas tarefas que, hoje, são atribuições do engenheiro. Os construtores antigos, entretanto, mesmo tendo realizado obras difíceis e audaciosas, se baseavam, principalmente, em uma série de regras práticas e empíricas, embora tivessem, evidentemente, em muitos casos, exata noção de estabilidade, de equilíbrio de forças, de centro de gravidade, entre outras. As obras que fizeram, muitas das quais até hoje causam admiração, são muito mais fruto do empirismo e da intuição do que de cálculo e de uma verdadeira engenharia, como entendida atualmente. Pode-se dizer que a engenharia científica só teve início quando se chegou a um consenso de que tudo aquilo que se fazia em bases empíricas e intuitivas era, na realidade, regido por leis físicas e matemáticas, que importava descobrir e estudar. Leonardo da Vinci e Galileu, nos séculos XV e XVII, podem ser considerados os precursores da engenharia científica.

Pedro Carlos da Silva Telles. História da engenharia no Brasil. Internet: <www.ebah.com.br> (com adaptações).

Com referência ao texto acima, julgue o próximo item.

Depreende-se da leitura do texto que o autor, relevando os critérios com que a "engenharia científica" foi definida, aproxima as atividades exercidas por "construtores antigos" das realizadas com base em leis da física e da matemática.

 

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O conceito atual de engenheiro − pessoa diplomada e legalmente habilitada a exercer alguma das múltiplas atividades da engenharia − é recente, ou seja, data da segunda metade do século XVIII. O primeiro estabelecimento de ensino onde se ministrou um curso regular de engenharia, com a diplomação de profissionais com esse título, parece ter sido fundado, em Paris, em 1747. Na mesma época, também em Paris, foi criada a escola que formava engenheiros de minas. Em 1818, fundou-se, em Londres, o Instituto de Engenheiros Civis, com a principal finalidade de defender e prestigiar o significado da profissão, ainda desprezada e mal compreendida, mesmo nos centros mais avançados do mundo. Antes dessa época, muita gente houve que se ocupou de diversas tarefas que, hoje, são atribuições do engenheiro. Os construtores antigos, entretanto, mesmo tendo realizado obras difíceis e audaciosas, se baseavam, principalmente, em uma série de regras práticas e empíricas, embora tivessem, evidentemente, em muitos casos, exata noção de estabilidade, de equilíbrio de forças, de centro de gravidade, entre outras. As obras que fizeram, muitas das quais até hoje causam admiração, são muito mais fruto do empirismo e da intuição do que de cálculo e de uma verdadeira engenharia, como entendida atualmente. Pode-se dizer que a engenharia científica só teve início quando se chegou a um consenso de que tudo aquilo que se fazia em bases empíricas e intuitivas era, na realidade, regido por leis físicas e matemáticas, que importava descobrir e estudar. Leonardo da Vinci e Galileu, nos séculos XV e XVII, podem ser considerados os precursores da engenharia científica.

Pedro Carlos da Silva Telles. História da engenharia no Brasil. Internet: <www.ebah.com.br> (com adaptações).

Com referência ao texto acima, julgue o próximo item.

A substituição do trecho "como entendida atualmente" por de acordo com o nosso entendimento atual imprimiria um tom mais formal ao texto, mantendo-se o sentido − codificado no valor semântico do conectivo e na flexão do particípio − original do texto.

 

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O conceito atual de engenheiro − pessoa diplomada e legalmente habilitada a exercer alguma das múltiplas atividades da engenharia − é recente, ou seja, data da segunda metade do século XVIII. O primeiro estabelecimento de ensino onde se ministrou um curso regular de engenharia, com a diplomação de profissionais com esse título, parece ter sido fundado, em Paris, em 1747. Na mesma época, também em Paris, foi criada a escola que formava engenheiros de minas. Em 1818, fundou-se, em Londres, o Instituto de Engenheiros Civis, com a principal finalidade de defender e prestigiar o significado da profissão, ainda desprezada e mal compreendida, mesmo nos centros mais avançados do mundo. Antes dessa época, muita gente houve que se ocupou de diversas tarefas que, hoje, são atribuições do engenheiro. Os construtores antigos, entretanto, mesmo tendo realizado obras difíceis e audaciosas, se baseavam, principalmente, em uma série de regras práticas e empíricas, embora tivessem, evidentemente, em muitos casos, exata noção de estabilidade, de equilíbrio de forças, de centro de gravidade, entre outras. As obras que fizeram, muitas das quais até hoje causam admiração, são muito mais fruto do empirismo e da intuição do que de cálculo e de uma verdadeira engenharia, como entendida atualmente. Pode-se dizer que a engenharia científica só teve início quando se chegou a um consenso de que tudo aquilo que se fazia em bases empíricas e intuitivas era, na realidade, regido por leis físicas e matemáticas, que importava descobrir e estudar. Leonardo da Vinci e Galileu, nos séculos XV e XVII, podem ser considerados os precursores da engenharia científica.

Pedro Carlos da Silva Telles. História da engenharia no Brasil. Internet: <www.ebah.com.br> (com adaptações).

Com referência ao texto acima, julgue o próximo item.

As palavras "título" e "profissão" foram empregadas como equivalentes semânticos de "conceito", o que as torna intercambiáveis no texto.

 

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O conceito atual de engenheiro − pessoa diplomada e legalmente habilitada a exercer alguma das múltiplas atividades da engenharia − é recente, ou seja, data da segunda metade do século XVIII. O primeiro estabelecimento de ensino onde se ministrou um curso regular de engenharia, com a diplomação de profissionais com esse título, parece ter sido fundado, em Paris, em 1747. Na mesma época, também em Paris, foi criada a escola que formava engenheiros de minas. Em 1818, fundou-se, em Londres, o Instituto de Engenheiros Civis, com a principal finalidade de defender e prestigiar o significado da profissão, ainda desprezada e mal compreendida, mesmo nos centros mais avançados do mundo. Antes dessa época, muita gente houve que se ocupou de diversas tarefas que, hoje, são atribuições do engenheiro. Os construtores antigos, entretanto, mesmo tendo realizado obras difíceis e audaciosas, se baseavam, principalmente, em uma série de regras práticas e empíricas, embora tivessem, evidentemente, em muitos casos, exata noção de estabilidade, de equilíbrio de forças, de centro de gravidade, entre outras. As obras que fizeram, muitas das quais até hoje causam admiração, são muito mais fruto do empirismo e da intuição do que de cálculo e de uma verdadeira engenharia, como entendida atualmente. Pode-se dizer que a engenharia científica só teve início quando se chegou a um consenso de que tudo aquilo que se fazia em bases empíricas e intuitivas era, na realidade, regido por leis físicas e matemáticas, que importava descobrir e estudar. Leonardo da Vinci e Galileu, nos séculos XV e XVII, podem ser considerados os precursores da engenharia científica.

Pedro Carlos da Silva Telles. História da engenharia no Brasil. Internet: <www.ebah.com.br> (com adaptações).

Com referência ao texto acima, julgue o próximo item.

A flexão de singular na forma verbal "importava" justifica-se por ser o sujeito da oração indeterminado, de interpretação genérica.

 

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Refletir sobre as conexões entre local e universal é comum na historiografia das ciências. Desde o século XIX, os autores que analisaram as ciências no Brasil avaliaram o país como "atrasado" em relação aos grandes centros. Os próprios conceitos e palavras utilizados pelos historiadores expressavam a opção interpretativa de tratar a ciência brasileira como dependente daquela praticada nos centros de poder. Mencionar, por exemplo, a "chegada" ou "difusão" da ciência moderna no Brasil indicava, muitas vezes, a adoção de um conceito de ciência como um conjunto de conteúdos estanque, criado sob o ponto de vista europeu. Assim, a produção científica seria considerada de boa qualidade se conseguisse reproduzir esses conteúdos. Como as realidades são diferentes, por nem sempre se adequarem aos padrões internacionais, as interpretações falavam em cópias malfeitas, em empreendimentos mal realizados, em promessas a se cumprir.

Para os historiadores contemporâneos, a questão se coloca por outro ângulo. Em primeiro lugar, a própria reavaliação do estatuto das ciências entende que o caminho traçado não foi o mesmo para todos. O que se conhece por ciência foi e é fruto de escolhas políticas, sociais e econômicas, que se refazem a cada dia, formando possíveis horizontes futuros. Em segundo lugar, os historiadores têm mostrado que não se pode falar em uma periferia colonial passiva, modelada por um centro de atividade científica dinâmica. As ciências se criam e se praticam com base em lógicas de exclusão, inclusão, monopólio, grupos, escolhas. Cabe aos historiadores enfatizar os aspectos negociados dessa relação, mostrando que os centros e as periferias são heterogêneos e que as posições de força não dependem tanto da nacionalidade, mas dos grupos e do tipo de integração e movimentação das práticas científicas locais.

Lorelai Kury. Nem centro nem periferia. In: Revista de História da Biblioteca Nacional. Especial n.º 2, nov./2010, p. 106 (com adaptações).

Com base no texto acima, julgue o item.

Sem prejuízo para a ideia original do texto, o período "Como as (...) se cumprir" poderia ser corretamente reescrito da seguinte forma: Como as realidades, às vezes, não se adéquam aos padrões internacionais por serem diferentes, as interpretações referiam-se a cópias que eram malfeitas, a empreendimentos que eram mal realizados e a promessas que não foram cumpridas.

 

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