Foram encontradas 129 questões.
Observe o número indicado dentro da figura.
1.086.529
Qual o algarismo de menor valor neste número? Por quê?
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Qual será o maior número possível de ser escrito com os algarismos abaixo?
2, 0, 7, 1, 8
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Sabendo que são necessários 17 tijolos de oito furos para construir um metro quadrado de muro, quantos tijolos serão necessários para construir um muro ao redor de um terreno com 35 metros de fundo, 16 metros de frente e 3 metros de altura?

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- GeometriaGeometria PlanaCircunferências e CírculosComprimento da circunferência e do arco de circunferência
Se a medida do raio de uma circunferência tiver um aumento de 50%, então é CORRETO afirmar que a medida do comprimento dessa circunferência terá um aumento percentual equivalente a
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A opção de ajustar a resolução de tela no “Painel de Controle” do Microsoft Windows 7, versão português, está dentro da categoria:
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1516060
Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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NÃO é uma dedução da Receita Bruta, para a determinação da Receita Líquida:
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1515485
Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Dores Rio Preto-ES
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A empresa Comercial Lessa, Marzano & Meniconi Ltda. apresenta no seu estoque, em 01/01/2015, o montante de R$ 600.000,00 em mercadorias. Em 10/01/2015 comprou mais R$ 450.000,00 de novas mercadorias. Ao término do exercício social, em 31/12/2015, o seu estoque final de mercadorias é de R$ 35.000,00. Assim sendo, qual o valor do seu CMV, em 31/12/2015?
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Três peças de pano medem, respectivamente, 112 m, 96 m e 8 metros. Se eu quiser cortá-las em pedaços do mesmo comprimento, com o maior tamanho possível, quantos retalhos irei obter?
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Assaltos insólitos
Affonso Romano Santanna
Assalto não tem graça nenhuma, mas alguns, contados depois, até que são engraçados.
É igual a certos incidentes de viagem, que, quando acontecem, deixam a gente aborrecidíssimo, mas, depois, narrados aos amigos num jantar, passam a ter sabor de anedota.
Uma vez me contaram de um cidadão que foi assaltado em sua casa. Até aí, nada demais. Tem gente que é assaltada na rua, no ônibus, no escritório, até dentro de igrejas e hospitais, mas muitos o são na própria casa. O que não diminui o desconforto da situação.
Pois lá estava o dito cujo em sua casa, mas vestido em roupa de trabalho, pois resolvera dar uma pintura na garagem e na cozinha. As crianças haviam saído com a mulher para fazer compras e o marido se entregava a essa terapêutica atividade, quando, da garagem, vê adentrar pelo jardim dois indivíduos suspeitos.
Mal teve tempo de tomar uma atitude e já ouvia:
- É um assalto, fica quieto senão leva chumbo.
Ele já se preparava para toda sorte de tragédias quando um dos ladrões pergunta:
- Cadê o patrão?
Num rasgo de criatividade, respondeu:
- Saiu, foi com a família ao mercado, mas já volta.
- Então vamos lá dentro, mostre tudo.
Fingindo-se, então, de empregado de si mesmo, e ao mesmo tempo para livrar sua cara, começou a dizer:
- Se quiserem levar, podem levar tudo, estou me lixando, não gosto desse patrão.
- Paga mal, é um pão-duro. Por que não levam aquele rádio ali? Olha, se eu fosse vocês levava aquele som também. Na cozinha tem uma batedeira ótima da patroa. Não querem uns discos? Dinheiro não tem, pois ouvi dizer que botam tudo no banco, mas ali dentro do armário tem uma porção de caixas de bombons, que o patrão é tarado por bombom.
Os ladrões recolheram tudo o que o falso empregado indicou e saíram apressados.
Daí a pouco chegavam a mulher e os filhos.
Sentado na sala, o marido ria, ria, tanto nervoso, quanto aliviado do próprio assalto que ajudara a fazer contra si mesmo.
Disponível em: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/04/blogs/628982assaltos-insolitos.html Acesso em: 19 ago. 2016
Vocabulário
Insólito – incomum
A grafia das palavras NÃO está correta em:
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O sequestro das palavras
Gregório Duvivier
Vamos supor que toda palavra tenha uma vocação primeira. A palavra mudança, por exemplo, nasceu filha da transformação e da troca, e desde pequena servia para descrever o processo de mutação de uma coisa em outra coisa que não deixou de ser, na essência, a mesma coisa – quando a coisa é trocada por outra coisa, não é mudança, é substituição. A palavra justiça, por exemplo, brotou do casamento dos direitos com a igualdade (sim, foi um ménage): servia para tornar igual aquilo que tinha o direito de ser igual, mas não estava sendo tratado como tal.
No entanto as palavras cresceram. E, assim como as pessoas, foram sendo contaminadas pelo mundo à sua volta. As palavras, coitadas, não sabem escolher amizade, não sabem dizer não. A liberdade, por exemplo, é dessas palavras que só dizem sim. Não nasceu de ninguém. Nasceu contra tudo: a prisão, a dependência, o poder, o dinheiro – mas não se espante se você vir a liberdade vendendo absorvente, desodorante, cartão de crédito, empréstimo de banco. A publicidade vive disso: dobrar as melhores palavras sem pagar direito de imagem. Assim, você verá as palavras ecologia e esporte juntarem-se numa só para criar o EcoSport – existe algo menos ecológico ou esportivo que um carro? Pobres palavras. Não têm advogados. Não precisam assinar termos de autorização de imagem. Estão aí, na praça, gratuitas.
Nem todos aceitam que as palavras sejam sequestradas ao bel prazer do usuário. A política é o campo de guerra onde se disputa a posse das palavras. A "ética", filha do caráter com a moral, transita de um lado para o outro dos conflitos, assim como a Alsácia-Lorena, e não sem guerras sanguinárias. Com um revólver na cabeça, é obrigada a endossar os seres mais amorais e sem caráter. A palavra mudança, que sempre andou com as esquerdas, foi sequestrada pelos setores mais conservadores da sociedade – que fingem querer mudar, quando o que querem é trocar (para que não se mude mais). A Justiça, coitada, foi cooptada por quem atropela direitos e desconhece a igualdade, confundindo-a o tempo todo com seu primo, o justiçamento, filho do preconceito com o ódio.
Já a palavra impeachment, recém-nascida, filha da democracia com a mudança, está escondida num porão: emprestaram suas roupas à palavra golpe, que desfila por aí usando seu nome e seus documentos. Enquanto isso, a palavra jornalismo, coitada, agoniza na UTI. As palavras não lutam sozinhas. É preciso lutar por elas.
Observação: Após a coluna "O Sequestro das Palavras" ter sido publicada no j ornal impresso, na segunda-feira, 21/3 de 2016, o colunista modificou seu texto e pediu para atualizá-lo na versão on-line.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2016/03/1752170-osequestro-das-palavras.shtml
Na abordagem temática do texto, o autor vale-se, sistematicamente, da estratégia argumentativa
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