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Foram encontradas 40 questões.

2531854 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
Com o peso da crise José decidiu investir toda e qualquer economia que dispuser. Assim ele aplicou R$ 3.000,00 à taxa de 2% a.m. durante 5 meses. Quanto ele receberá de juro se o regime for de juro simples? E que montante terá ao final dessa aplicação respectivamente?
 

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2530848 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
A QUESTÃO A SEGUIR ESTÁ RELACIONADA COM O TEXTO ABAIXO.
TEXTO
A quem a tecnologia beneficia?
Bunge responde de maneira direta: a quem pode pagar e adaptar-se a ela. Esta resposta está sustentada no modo capitalista de organização. A corrida por inovações técnicas e pelo aprimoramento de tecnologias é própria do período industrial, como também o capitalismo. A máquina social move suas engrenagens para dar conta de sua estrutura. Neste contexto, a tecnologia digital é uma peça entrelaçada importante de sustentação do sistema. Ao mesmo tempo, as inovações técnicas, para Bunge, podem ser sinal de avanço e também podem conduzir ao aumento das desigualdades. A sociedade industrial é aberta à inovação tecnológica; semiaberta às transformações culturais, porém, fechada à inovação social progressiva. A chamada de atenção de Bunge é importante para olhar com cautela aos discursos de inclusão digital. A tecnologia está aí, é vivencial, mas não é um fator de igualdade e atende a interesses. O que poderia ainda fortificar estes argumentos poderá ser uma análise, mesmo que superficial, da telefonia celular brasileira. Se na segunda metade dos anos de 1990 a aquisição de um aparelho celular significava estar numa lista de espera e comprar ações, as privatizações das teles fizeram que qualquer pessoa pudesse comprar um aparelho celular em menos de dez minutos. Mesmo com o acesso popularizado encontramos outro problema, o Brasil está entre os países com maior cobrança pelos serviços e aparelhos mais caros, então, há acesso, mas ele não é igualitário e includente, ele atende a um mecanismo maquínico que vai além da discussão da tecnologia em si.
FILOSOFIA, ciência & vida, nº 116, p.56, abril/2016
O texto evidencia:
 

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2530804 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
No Windows há um recurso responsável pela segurança e manutenção do computador. O recurso que está sendo citado na questão é o:
 

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2530520 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
Os protocolos são conjuntos de normas ou regras que estabelecem a comunicação entre os computadores. Qual é o protocolo de transporte, orientado a conexão confiável e lento?
 

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2530123 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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Comunicação Social é o estudo das causas, funcionamento e conseqüências da relação entre a sociedade e os meios de comunicação de massa, quais sejam:
I. Rádio.
II. Revista.
III. Jornal.
IV. Televisão.
É certo o que se afirma em:
 

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2530015 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
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Em relação à teoria crítica, marque a opção correta.
 

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2528900 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
A QUESTÃO A SEGUIR ESTÁ RELACIONADA COM O TEXTO ABAIXO.
TEXTO
A quem a tecnologia beneficia?
Bunge responde de maneira direta: a quem pode pagar e adaptar-se a ela. Esta resposta está sustentada no modo capitalista de organização. A corrida por inovações técnicas(a) e pelo aprimoramento de tecnologias é própria do período industrial, como(d) também o capitalismo. A máquina social move suas engrenagens para dar conta de sua estrutura. Neste contexto, a tecnologia digital é uma peça entrelaçada importante de sustentação do sistema. Ao mesmo tempo, as inovações técnicas, para Bunge, podem ser sinal de avanço e também podem conduzir ao aumento das desigualdades. A sociedade industrial é aberta à inovação tecnológica; semiaberta às transformações culturais, porém, fechada à inovação social progressiva. A chamada de atenção de Bunge é importante para olhar com cautela aos discursos de inclusão digital. A tecnologia está aí, é vivencial, mas não é um fator de igualdade e atende a interesses. O que poderia ainda fortificar estes argumentos poderá ser uma análise, mesmo que superficial, da telefonia celular brasileira. Se na segunda metade dos anos de 1990 a aquisição de um aparelho celular(b) significava estar numa lista de espera e comprar ações, as privatizações das teles fizeram que qualquer pessoa pudesse comprar um aparelho celular em menos de dez minutos. Mesmo com o acesso popularizado encontramos outro problema, o Brasil está entre os países com maior cobrança pelos serviços e aparelhos mais caros, então, há acesso(c), mas ele não é igualitário e includente, ele atende a um mecanismo maquínico que vai além da discussão da tecnologia em si.
FILOSOFIA, ciência & vida, nº 116, p.56, abril/2016
Do ponto de vista semântico-sintático, é verdadeiro o que se afirma em:
 

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2528780 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
Observe a planilha abaixo:
Enunciado 3116945-1
Sabendo que em C8 temos a seguinte fórmula =A8+B8, e que a célula A1 foi arrastada até A8 e que B1 foi arrastado até B8 com o CTRL pressionado. Então o valor de C8 será:
 

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2528548 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
A respeito dos Editores de Texto, qual é o atalho para inserir um Bloco de Construção?
 

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2527900 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
A QUESTÃO A SEGUIR ESTÁ RELACIONADA COM O TEXTO ABAIXO.
TEXTO
A quem a tecnologia beneficia?
Bunge responde de maneira direta: a quem pode pagar e adaptar-se a ela. Esta resposta está sustentada no modo capitalista de organização. A corrida por inovações técnicas e pelo aprimoramento de tecnologias é própria do período industrial(b), como também o capitalismo. A máquina social move suas engrenagens para dar conta de sua estrutura. Neste contexto, a tecnologia digital é uma peça entrelaçada importante de sustentação(d) do sistema. Ao mesmo tempo, as inovações técnicas, para Bunge, podem ser sinal de avanço e também podem conduzir ao aumento das desigualdades. A sociedade industrial é aberta à inovação tecnológica; semiaberta às transformações culturais, porém, fechada à inovação social progressiva. A chamada de atenção de Bunge é importante para olhar com cautela aos discursos de inclusão digital. A tecnologia está aí, é vivencial, mas não é um fator de igualdade e atende a interesses. O que poderia ainda fortificar estes argumentos poderá ser uma análise(a), mesmo que superficial, da telefonia celular brasileira. Se na segunda metade dos anos de 1990 a aquisição de um aparelho celular significava estar numa lista de espera e comprar ações, as privatizações das teles fizeram que qualquer(c) pessoa pudesse comprar um aparelho celular em menos de dez minutos. Mesmo com o acesso popularizado encontramos outro problema, o Brasil está entre os países com maior cobrança pelos serviços e aparelhos mais caros, então, há acesso, mas ele não é igualitário e includente, ele atende a um mecanismo maquínico que vai além da discussão da tecnologia em si.
FILOSOFIA, ciência & vida, nº 116, p.56, abril/2016
Analise as afirmativas abaixo, e marque a alternativa correta:
 

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