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TEXTO
ÉTICA PARA MEU FILHO
(...)Veja: alguém pode lamentar ter procedido mal mesmo estando razoavelmente certo de que não sofrerá represálias por parte de nada nem de ninguém. É que, ao agirmos mal e nos darmos conta disso, compreendemos que já estamos sendo castigados, que lesamos a nós mesmos - pouco ou muito - voluntariamente. Não há pior castigo do que perceber que por nossos atos estamos boicotando o que na verdade queremos ser...
De onde vêm os remorsos? Para mim está muito claro: de nossa liberdade. Se não fôssemos livres, não nos poderíamos sentir culpados (nem orgulhosos, é claro) de nada e evitaríamos os remorsos. Por isso, quando sabemos que fizemos algo vergonhoso procuramos afirmar que não tivemos outro remédio senão agir assim, que não pudemos escolher: “cumpri ordens de meus superiores”, “vi que todo o mundo fazia a mesma coisa”, “perdi a cabeça”, “é mais forte do que eu”, “não percebi o que estava fazendo”, etc. Do mesmo modo, quando o pote de geleia que estava em cima do armário cai e quebra, a criança pequena grita chorosa: “Não fui eu!”. Grita exatamente porque sabe que foi ela; se não fosse assim, nem se daria ao trabalho de dizer nada, ou talvez até risse e pronto. Em compensação, ao fazer um desenho muito bonito essa mesma criança irá proclamar: “Fiz sozinho, ninguém me ajudou!” Do mesmo modo, ao crescermos, queremos sempre ser livres para nos atribuir o mérito do que realizamos, mas preferimos confessar-nos “escravos das circunstâncias” quando nossos atos não são exatamente gloriosos.
(SAVATER, Fernando. Ética para meu filho.Trad. Monica Stahel. São Paulo: Martins Fontes, 1997. Tradução de: Ética para Amador.)
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ÉTICA PARA MEU FILHO
(...)Veja: alguém pode lamentar ter procedido mal mesmo estando razoavelmente certo de que não sofrerá represálias por parte de nada nem de ninguém. É que, ao agirmos mal e nos darmos conta disso, compreendemos que já estamos sendo castigados, que lesamos a nós mesmos - pouco ou muito - voluntariamente. Não há pior castigo do que perceber que por nossos atos estamos boicotando o que na verdade queremos ser...
De onde vêm os remorsos? Para mim está muito claro: de nossa liberdade. Se não fôssemos livres, não nos poderíamos sentir culpados (nem orgulhosos, é claro) de nada e evitaríamos os remorsos. Por isso, quando sabemos que fizemos algo vergonhoso procuramos afirmar que não tivemos outro remédio senão agir assim, que não pudemos escolher: “cumpri ordens de meus superiores”, “vi que todo o mundo fazia a mesma coisa”, “perdi a cabeça”, “é mais forte do que eu”, “não percebi o que estava fazendo”, etc. Do mesmo modo, quando o pote de geleia que estava em cima do armário cai e quebra, a criança pequena grita chorosa: “Não fui eu!”. Grita exatamente porque sabe que foi ela; se não fosse assim, nem se daria ao trabalho de dizer nada, ou talvez até risse e pronto. Em compensação, ao fazer um desenho muito bonito essa mesma criança irá proclamar: “Fiz sozinho, ninguém me ajudou!” Do mesmo modo, ao crescermos, queremos sempre ser livres para nos atribuir o mérito do que realizamos, mas preferimos confessar-nos “escravos das circunstâncias” quando nossos atos não são exatamente gloriosos.
(SAVATER, Fernando. Ética para meu filho.Trad. Monica Stahel. São Paulo: Martins Fontes, 1997. Tradução de: Ética para Amador.)
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WATTERSON, Bill. Os dez anos de Calvin e Haroldo. v. 2. São Paulo: Best News, 1996.
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ÉTICA PARA MEU FILHO
(...)Veja: alguém pode lamentar ter procedido mal mesmo estando razoavelmente certo de que não sofrerá represálias por parte de nada nem de ninguém. É que, ao agirmos mal e nos darmos conta disso, compreendemos que já estamos sendo castigados, que lesamos a nós mesmos - pouco ou muito - voluntariamente. Não há pior castigo do que perceber que por nossos atos estamos boicotando o que na verdade queremos ser...
De onde vêm os remorsos? Para mim está muito claro: de nossa liberdade. Se não fôssemos livres, não nos poderíamos sentir culpados (nem orgulhosos, é claro) de nada e evitaríamos os remorsos. Por isso, quando sabemos que fizemos algo vergonhoso procuramos afirmar que não tivemos outro remédio senão agir assim, que não pudemos escolher: “cumpri ordens de meus superiores”, “vi que todo o mundo fazia a mesma coisa”, “perdi a cabeça”, “é mais forte do que eu”, “não percebi o que estava fazendo”, etc. Do mesmo modo, quando o pote de geleia que estava em cima do armário cai e quebra, a criança pequena grita chorosa: “Não fui eu!”. Grita exatamente porque sabe que foi ela; se não fosse assim, nem se daria ao trabalho de dizer nada, ou talvez até risse e pronto. Em compensação, ao fazer um desenho muito bonito essa mesma criança irá proclamar: “Fiz sozinho, ninguém me ajudou!” Do mesmo modo, ao crescermos, queremos sempre ser livres para nos atribuir o mérito do que realizamos, mas preferimos confessar-nos “escravos das circunstâncias” quando nossos atos não são exatamente gloriosos.
(SAVATER, Fernando. Ética para meu filho.Trad. Monica Stahel. São Paulo: Martins Fontes, 1997. Tradução de: Ética para Amador.)
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ÉTICA PARA MEU FILHO
(...)Veja: alguém pode lamentar ter procedido mal mesmo estando razoavelmente certo de que não sofrerá represálias por parte de nada nem de ninguém. É que, ao agirmos mal e nos darmos conta disso, compreendemos que já estamos sendo castigados, que lesamos a nós mesmos - pouco ou muito - voluntariamente. Não há pior castigo do que perceber que por nossos atos estamos boicotando o que na verdade queremos ser...
De onde vêm os remorsos? Para mim está muito claro: de nossa liberdade. Se não fôssemos livres, não nos poderíamos sentir culpados (nem orgulhosos, é claro) de nada e evitaríamos os remorsos. Por isso, quando sabemos que fizemos algo vergonhoso procuramos afirmar que não tivemos outro remédio senão agir assim, que não pudemos escolher: “cumpri ordens de meus superiores”, “vi que todo o mundo fazia a mesma coisa”, “perdi a cabeça”, “é mais forte do que eu”, “não percebi o que estava fazendo”, etc. Do mesmo modo, quando o pote de geleia que estava em cima do armário cai e quebra, a criança pequena grita chorosa: “Não fui eu!”. Grita exatamente porque sabe que foi ela; se não fosse assim, nem se daria ao trabalho de dizer nada, ou talvez até risse e pronto. Em compensação, ao fazer um desenho muito bonito essa mesma criança irá proclamar: “Fiz sozinho, ninguém me ajudou!” Do mesmo modo, ao crescermos, queremos sempre ser livres para nos atribuir o mérito do que realizamos, mas preferimos confessar-nos “escravos das circunstâncias” quando nossos atos não são exatamente gloriosos.
(SAVATER, Fernando. Ética para meu filho.Trad. Monica Stahel. São Paulo: Martins Fontes, 1997. Tradução de: Ética para Amador.)
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2000225
Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Flores-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Flores-PE
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Os chamados “Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável” são um conjunto de dezessete metas
globais estabelecidas pela Organização das Nações Unidas. Marque a alternativa que NÃO apresenta uma
dessas metas.
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2000224
Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Flores-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Flores-PE
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Logo nos primeiros dias deste ano, alegando “medidas defensivas”, os Estados Unidos da América lançaram um ataque aéreo no Oriente Médio que resultou na morte de um general chamado Qassem Soleimani. Marque a alternativa que indica a nacionalidade desse general.
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2000223
Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Flores-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Flores-PE
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Em maio de 2019, a morte do gênio italiano, Leonardo Da Vinci, completou 500 anos. Da Vinci era
multidisciplinar e possuía conhecimentos em diversas áreas como artes, engenharia, matemática e
anatomia, o que fez com que se tornasse famoso à época e que sua fama percorresse os séculos. Da Vinci
fazia anotações dos seus estudos em cadernos, com os resultados de suas observações, tomando notas
precisas, o que gerou uma obra de doze volumes sobre variados temas. Qual o nome desta compilação de
anotações de Da Vinci?
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2000218
Ano: 2020
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Flores-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONTEMAX
Orgão: Câm. Flores-PE
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Segundo boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE), as
notificações sobre a incidência de determinada doença infecciosa aguda tiveram um aumento de 101%,
entre janeiro e junho de 2019, bem como os casos confirmados tiveram um aumento de 109%, no mesmo
período, em comparação 2018. Ainda, a maior quantidade de doentes está na faixa etária dos 2 aos 5
meses. Qual das alternativas abaixo expõe corretamente qual é essa doença infecciosa aguda?
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Os direitos fundamentais evoluem de acordo as necessidades que as sociedades apresentam. Assim,
dentre eles, existem aqueles que não podem ser concebidos para a proteção do homem isolado, mas sim
para o que vive coletivamente; outros objetivam petrificar uma esfera de autonomia refratária aos avanços
injustos que possam advir do Estado ou mesmo de seus próprios companheiros de sociedade. Outra de
suas dimensões, ou gerações, trata de direitos determinados não exatamente por serem direitos de
coletividades, mas sim por meio de sujeitos singularizados em suas necessidades imperiosas e que
clamam por justiça social. Assumindo este último grupo de direitos fundamentais, os direitos sociais,
assinale nas alternativas qual é um deles:
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