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A origem etimológica da palavra “texto” é “textum”, que significa tecido ou entrelaçamento. Na Web, o texto aproxima-se deste último significado: mais do que um mero conjunto de palavras ou frases organizadas segundo um conjunto de regras preestabelecidas, o texto transforma-se numa tessitura informativa formada por um conjunto de blocos informativos ligados através de hiperligações (links), ou seja, num hipertexto.
CANAVILHAS, João (org.). Webjornalismo: 7 caraterísticas que marcam a
diferença. Covilhã: Livros LabCom, 2014. p. 5.
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Leia o Texto 6 para responder à questão.
Texto 6
Os elementos manipulados pelos fechadores numa retranca com foto são, em geral, chapéu, título, olho, texto, intertítulo e legenda. Alguns usam janelas – destaques inseridos geralmente entre as colunas, que dão respiro aos tijolos de texto. Os cuidados não diferem muito de outros fechamentos, como de notas, textos breves sem foto, textos-legenda e entrevistas.
PEREIRA JÚNIOR, Luiz Costa. Guia para edição jornalística. 4. ed. São Paulo:
Vozes, 2012. p. 145.
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Texto 6
Os elementos manipulados pelos fechadores numa retranca com foto são, em geral, chapéu, título, olho, texto, intertítulo e legenda. Alguns usam janelas – destaques inseridos geralmente entre as colunas, que dão respiro aos tijolos de texto. Os cuidados não diferem muito de outros fechamentos, como de notas, textos breves sem foto, textos-legenda e entrevistas.
PEREIRA JÚNIOR, Luiz Costa. Guia para edição jornalística. 4. ed. São Paulo:
Vozes, 2012. p. 145.
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Um vulto infantil que passeava no parapeito do 5º andar do Edifício Carminha, na esquina principal de Ubatuba (SP), atraiu multidão, mobilizou os bombeiros e terminou levando à delegacia o dono de um circo: era o anão acrobata, que se exibia para promover o espetáculo.
LAGE, Nilson. Estrutura da notícia. São Paulo: Ática, 1987. p. 36.
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Enquanto a mídia privada informa apenas o resultado de algumas votações avaliadas como de grande impacto social, os veículos institucionais transmitem informação a respeito de todo o processo de tramitação de um projeto de lei, por exemplo, desde a sua apresentação pelo parlamentar, até as alterações realizadas por meio de emendas e substitutivos em cada uma das comissões por onde a matéria passa, até a sua aprovação definitiva ou sua rejeição, seja no Plenário, seja de modo conclusivo/terminativo (quando não é necessário passar pelo Plenário).
BARROS, Antonio; BERNARDES, Cristiane Brum. A pluralização das fontes de
informação política no Brasil: as mídias legislativas. Rumores, v. 4, p. 2-12,
2009. Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/285610207_A_pluralizacao_das_font
es_de_informacao_politica_no_Brasil_as_midias_legislativas . Acesso em: 25
dez. 2025.
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As entrevistas coletivas tendem a ser supervalorizadas por muitas fontes, que sonham em se ver cercadas de jornalistas fazendo perguntas sobre alguma realização. Nada mais equivocado, uma vez que as redações tendem à busca da exclusividade e as informações, durante uma coletiva, são distribuídas da mesma forma para todos. A função das entrevistas coletivas limita-se a casos em que há necessidade de reunir jornalistas de vários veículos, ao mesmo tempo, para passar informações relevantes e de interesse público imediato. É atribuição do assessor fazer avaliação adequada dos riscos e vantagens da coletiva e fazer a preparação adequada da fonte. A sequência básica de uma coletiva consiste em informar as regras (como serão feitas as perguntas, critérios, duração e outros aspectos que possam gerar conflitos ou dúvidas), apresentação da fonte, exposição do tema, questionamentos, encerramento e, dependendo das circunstâncias, entrevistas individuais e distribuição do material.
DUARTE, Jorge (org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia:
teoria e técnica. Colaboradores: Ana Viale Moutinho [et al.]. 5. ed. rev. e atual.
São Paulo: Atlas, 2018. p. 317.
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Há mais de uma década, o Parlamento brasileiro iniciou a criação de sistemas de comunicação específicos para as duas casas legislativas: a Câmara dos Deputados e o Senado Federal. Ambos os sistemas são compostos por jornal impresso, canal de TV a cabo, emissora de rádio e agência de notícias on-line. A institucionalização de uma política de comunicação voltada para aproximar o Parlamento da sociedade e do cidadão é um processo recente no Brasil, cujos marcos foram a criação da “TV Assembleia” de Minas Gerais, em 1995, e da “TV Senado”, em 1996, a partir do espaço aberto com a legislação da TV por assinatura (Lei 8.977/95), que regulamentou o sistema de radiodifusão por assinatura no país e permitiu a criação de canais dos poderes Judiciário e Legislativo, além das emissoras universitárias e comunitárias.
A Câmara dos Deputados já possuía, desde 1961, um serviço de radiodifusão que, a partir de 1963, ficou também responsável pela divulgação dos trabalhos legislativos no programa “Voz do Brasil”, além de possuir um boletim informativo, editado desde 1971. A Câmara seguiu o caminho dos outros órgãos legislativos e entrou na comunicação eletrônica com veículos próprios na década de 1990. Além da “TV Câmara” e do serviço telefônico 0800 (ligação gratuita), criados em 1998, a instituição transformou o boletim informativo em “Jornal da Câmara” e iniciou as transmissões da “Rádio Câmara” em 1999. No ano 2000, seu último veículo entrou em funcionamento: a “Agência Câmara”.
Câmara e Senado, ao institucionalizarem sistemas de jornalismo público, com rádio, TV, jornal impresso e agência online de notícias, baseiam-se no princípio constitucional de que o cidadão tem direito à publicidade dos atos, decisões e demais atividades legislativas. Afinal, em tese, o trabalho de toda instituição pública deve ser acessível à sociedade. A criação desses veículos baseia-se, ainda, no diagnóstico de que é dever da instituição complementar a atuação da imprensa na publicização das atividades parlamentares, buscando compensar as deficiências da mídia privada.
BARROS, Antonio; BERNARDES, Cristiane Brum. A pluralização das fontes de
informação política no Brasil: as mídias legislativas. Rumores, v. 4, p. 2-12,
2009. Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/285610207_A_pluralizacao_das_font
es_de_informacao_politica_no_Brasil_as_midias_legislativas. Acesso em: 25
dez. 2025.
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Definição e preparação de porta-vozes – preparar os porta-vozes, ou seja, as pessoas que vão falar em nome da organização, tendo em vista que de nada adianta iniciar um trabalho de relacionamento com a mídia se os porta-vozes não estiverem preparados para conversar ou ser entrevistados por jornalistas. Mas é sempre bom frisar que uma assessoria de comunicação nunca deve se prestar a preparar charlatães, ou seja, dirigentes que se valham de um conhecimento mais técnico no relacionamento com os jornalistas para tentar ludibriá-los, mentindo ou distorcendo informações. Além dos inevitáveis prejuízos institucionais para a organização, isso acabará afetando a própria reputação da assessoria e do assessor. O porta-voz é a própria fonte de informação e o conjunto de porta-vozes deve ser definido em número suficiente para cobrir todos os assuntos possíveis dentro do planejamento e, às vezes, para ter proximidade com diferentes regiões geográficas.
DUARTE, Jorge (org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia:
teoria e técnica. Colaboradores: Ana Viale Moutinho ... [et al.]. 5. ed. rev. e
atual. São Paulo: Atlas, 2018. p. 232.
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