Foram encontradas 110 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tecnologia e emprego: uma nova escola para o jovem
do futuro
A digitalização permeia todos os setores produtivos,
amplia a automação, substitui atividades repetitivas ou
de baixa complexidade
O envelhecimento da população, a flexibilização das
relações de trabalho e as mudanças climáticas são
discussões atuais que impactam o futuro da população
brasileira e devem ser debatidas pelo governo,
formadores de opinião e, claro, nossos jovens que ainda
estão no ensino médio. Estes últimos, iniciam a trajetória
produtiva daqui a alguns anos e sofrerão o impacto da
crescente digitalização da economia.
Essas tendências estão no estudo "Futuro do Mundo do
Trabalho para as Juventudes Brasileiras" − realizado em
parceria entre Fundação Telefônica Vivo, Itaú Educação
e Trabalho, Fundação Roberto Marinho, Fundação
Arymax e GOYN SP, e liderado pelo Instituto Cíclica com
o Instituto Veredas.
A digitalização permeia todos os setores produtivos,
amplia a automação, substitui atividades repetitivas ou
de baixa complexidade e atinge em cheio o mercado de
trabalho, impactando a atuação humana. Segundo o
Relatório sobre o Futuro dos Empregos 2023, do Fórum
Econômico Mundial, até 2027, 83 milhões de empregos
podem ser substituídos, enquanto 69 milhões novos
postos podem surgir a partir de oportunidades e
necessidades geradas por esses novos cenários,
especialmente as associadas à tecnologia. O estudo
estima ainda que a oferta de vagas como de cientistas
de dados, especialistas em Big Data, Inteligência
Artificial e segurança cibernética cresça em média 30%
até 2027.
Nesse contexto tão incerto quanto vasto em
possibilidades é que se torna eminente a necessidade de
desenvolver competências e habilidades tecnológicas,
fundamentais para a inserção produtiva dos nossos
jovens desde o início da fase escolar. A Base Nacional
Comum Curricular (BNCC) já traz, a cultura digital como
competência geral em todas as etapas, da educação
básica e prevê a inserção da computação para todos, os
estudantes. Investir em letramento digital é essencial
para garantir a real compreensão das potencialidades
das tecnologias e de como aplicá-las de maneira crítica
para o trabalho e para o pleno exercício da cidadania.
Quase todos (98%) os jovens que estão hoje no Ensino
Médio das redes públicas querem uma escola diferente,
que os prepare para o mercado de trabalho, como
mapeou a "Pesquisa de opinião com estudantes do
Ensino Médio", encomendada pelo Todos Pela
Educação em parceria com a Fundação Telefônica Vivo,
o Instituto Natura e o Instituto Sonho Grande, realizada
pelo Datafolha no ano passado. . Mas, para isso,
precisam receber apoio e orientação para fazer as
melhores escolhas profissionais.
Falta cursos de qualificação profissional e técnica
adequados para o acesso dos diferentes perfis de jovens
brasileiros; os currículos dos cursos existentes são
muitas vezes dessintonizados das vagas existentes no
mercado; há falta de professores nessas áreas na escala
que o Brasil precisaria; e, muitas empresas ainda têm
barreiras de entrada para egressos de cursos técnicos.
Os setores produtivos precisarão de profissionais com
perfis tech, especialmente os das novas economias
verde, criativa, digital e prateada (com foco na população
50+). O futuro está logo ali e garantir que as nossas
diferentes juventudes estejam com as ferramentas adequadas é dever de governos, iniciativa privada e sociedade em geral. O jovem que tiver a chance de expandir seus conhecimentos sobre tecnologia será um cidadão mais apto a viver e trabalhar em um mundo que evolui rapidamente.
(https://www.terra.com.br/noticias/educacao/opiniao/lia-glaz/tecnologiae-emprego-uma-nova-escola-para-o-jovem-do-futuro adaptado)
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Tecnologia e emprego: uma nova escola para o jovem
do futuro
A digitalização permeia todos os setores produtivos,
amplia a automação, substitui atividades repetitivas ou
de baixa complexidade
O envelhecimento da população, a flexibilização das
relações de trabalho e as mudanças climáticas são
discussões atuais que impactam o futuro da população
brasileira e devem ser debatidas pelo governo,
formadores de opinião e, claro, nossos jovens que ainda
estão no ensino médio. Estes últimos, iniciam a trajetória
produtiva daqui a alguns anos e sofrerão o impacto da
crescente digitalização da economia.
Essas tendências estão no estudo "Futuro do Mundo do
Trabalho para as Juventudes Brasileiras" − realizado em
parceria entre Fundação Telefônica Vivo, Itaú Educação
e Trabalho, Fundação Roberto Marinho, Fundação
Arymax e GOYN SP, e liderado pelo Instituto Cíclica com
o Instituto Veredas.
A digitalização permeia todos os setores produtivos,
amplia a automação, substitui atividades repetitivas ou
de baixa complexidade e atinge em cheio o mercado de
trabalho, impactando a atuação humana. Segundo o
Relatório sobre o Futuro dos Empregos 2023, do Fórum
Econômico Mundial, até 2027, 83 milhões de empregos
podem ser substituídos, enquanto 69 milhões novos
postos podem surgir a partir de oportunidades e
necessidades geradas por esses novos cenários,
especialmente as associadas à tecnologia. O estudo
estima ainda que a oferta de vagas como de cientistas
de dados, especialistas em Big Data, Inteligência
Artificial e segurança cibernética cresça em média 30%
até 2027.
Nesse contexto tão incerto quanto vasto em
possibilidades é que se torna eminente a necessidade de
desenvolver competências e habilidades tecnológicas,
fundamentais para a inserção produtiva dos nossos
jovens desde o início da fase escolar. A Base Nacional
Comum Curricular (BNCC) já traz, a cultura digital como
competência geral em todas as etapas, da educação
básica e prevê a inserção da computação para todos, os
estudantes. Investir em letramento digital é essencial
para garantir a real compreensão das potencialidades
das tecnologias e de como aplicá-las de maneira crítica
para o trabalho e para o pleno exercício da cidadania.
Quase todos (98%) os jovens que estão hoje no Ensino
Médio das redes públicas querem uma escola diferente,
que os prepare para o mercado de trabalho, como
mapeou a "Pesquisa de opinião com estudantes do
Ensino Médio", encomendada pelo Todos Pela
Educação em parceria com a Fundação Telefônica Vivo,
o Instituto Natura e o Instituto Sonho Grande, realizada
pelo Datafolha no ano passado. . Mas, para isso,
precisam receber apoio e orientação para fazer as
melhores escolhas profissionais.
Falta cursos de qualificação profissional e técnica
adequados para o acesso dos diferentes perfis de jovens
brasileiros; os currículos dos cursos existentes são
muitas vezes dessintonizados das vagas existentes no
mercado; há falta de professores nessas áreas na escala
que o Brasil precisaria; e, muitas empresas ainda têm
barreiras de entrada para egressos de cursos técnicos.
Os setores produtivos precisarão de profissionais com
perfis tech, especialmente os das novas economias
verde, criativa, digital e prateada (com foco na população
50+). O futuro está logo ali e garantir que as nossas
diferentes juventudes estejam com as ferramentas adequadas é dever de governos, iniciativa privada e sociedade em geral. O jovem que tiver a chance de expandir seus conhecimentos sobre tecnologia será um cidadão mais apto a viver e trabalhar em um mundo que evolui rapidamente.
(https://www.terra.com.br/noticias/educacao/opiniao/lia-glaz/tecnologiae-emprego-uma-nova-escola-para-o-jovem-do-futuro adaptado)
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Tecnologia e emprego: uma nova escola para o jovem
do futuro
A digitalização permeia todos os setores produtivos,
amplia a automação, substitui atividades repetitivas ou
de baixa complexidade
O envelhecimento da população, a flexibilização das
relações de trabalho e as mudanças climáticas são
discussões atuais que impactam o futuro da população
brasileira e devem ser debatidas pelo governo,
formadores de opinião e, claro, nossos jovens que ainda
estão no ensino médio. Estes últimos, iniciam a trajetória
produtiva daqui a alguns anos e sofrerão o impacto da
crescente digitalização da economia.
Essas tendências estão no estudo "Futuro do Mundo do
Trabalho para as Juventudes Brasileiras" − realizado em
parceria entre Fundação Telefônica Vivo, Itaú Educação
e Trabalho, Fundação Roberto Marinho, Fundação
Arymax e GOYN SP, e liderado pelo Instituto Cíclica com
o Instituto Veredas.
A digitalização permeia todos os setores produtivos,
amplia a automação, substitui atividades repetitivas ou
de baixa complexidade e atinge em cheio o mercado de
trabalho, impactando a atuação humana. Segundo o
Relatório sobre o Futuro dos Empregos 2023, do Fórum
Econômico Mundial, até 2027, 83 milhões de empregos
podem ser substituídos, enquanto 69 milhões novos
postos podem surgir a partir de oportunidades e
necessidades geradas por esses novos cenários,
especialmente as associadas à tecnologia. O estudo
estima ainda que a oferta de vagas como de cientistas
de dados, especialistas em Big Data, Inteligência
Artificial e segurança cibernética cresça em média 30%
até 2027.
Nesse contexto tão incerto quanto vasto em
possibilidades é que se torna eminente a necessidade de
desenvolver competências e habilidades tecnológicas,
fundamentais para a inserção produtiva dos nossos
jovens desde o início da fase escolar. A Base Nacional
Comum Curricular (BNCC) já traz, a cultura digital como
competência geral em todas as etapas, da educação
básica e prevê a inserção da computação para todos, os
estudantes. Investir em letramento digital é essencial
para garantir a real compreensão das potencialidades
das tecnologias e de como aplicá-las de maneira crítica
para o trabalho e para o pleno exercício da cidadania.
Quase todos (98%) os jovens que estão hoje no Ensino
Médio das redes públicas querem uma escola diferente,
que os prepare para o mercado de trabalho, como
mapeou a "Pesquisa de opinião com estudantes do
Ensino Médio", encomendada pelo Todos Pela
Educação em parceria com a Fundação Telefônica Vivo,
o Instituto Natura e o Instituto Sonho Grande, realizada
pelo Datafolha no ano passado. . Mas, para isso,
precisam receber apoio e orientação para fazer as
melhores escolhas profissionais.
Falta cursos de qualificação profissional e técnica
adequados para o acesso dos diferentes perfis de jovens
brasileiros; os currículos dos cursos existentes são
muitas vezes dessintonizados das vagas existentes no
mercado; há falta de professores nessas áreas na escala
que o Brasil precisaria; e, muitas empresas ainda têm
barreiras de entrada para egressos de cursos técnicos.
Os setores produtivos precisarão de profissionais com
perfis tech, especialmente os das novas economias
verde, criativa, digital e prateada (com foco na população
50+). O futuro está logo ali e garantir que as nossas
diferentes juventudes estejam com as ferramentas adequadas é dever de governos, iniciativa privada e sociedade em geral. O jovem que tiver a chance de expandir seus conhecimentos sobre tecnologia será um cidadão mais apto a viver e trabalhar em um mundo que evolui rapidamente.
(https://www.terra.com.br/noticias/educacao/opiniao/lia-glaz/tecnologiae-emprego-uma-nova-escola-para-o-jovem-do-futuro adaptado)
Tendo em vista a análise sintática do trecho acima, analise as afirmativas:
I.Os vocábulos "verde", "criativa", "digital" e "prateada" são adjetivos que nomeiam o substantivo "economias" com função de adjuntos adverbiais.
II.A expressão "de profissionais" é objeto indireto do verbo precisar.
III."Rapidamente" é um advérbio de meio.
IV.Em um cidadão mais apto a viver e trabalhar em um mundo que evolui rapidamente, os verbos "viver" e "trabalhar" estão completando o substantivo apto.
V.O sujeito da forma verbal "será" é "O jovem que tiver a chance de expandir seus conhecimentos sobre tecnologia".
Estão corretas:
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Tecnologia e emprego: uma nova escola para o jovem
do futuro
A digitalização permeia todos os setores produtivos,
amplia a automação, substitui atividades repetitivas ou
de baixa complexidade
O envelhecimento da população, a flexibilização das
relações de trabalho e as mudanças climáticas são
discussões atuais que impactam o futuro da população
brasileira e devem ser debatidas pelo governo,
formadores de opinião e, claro, nossos jovens que ainda
estão no ensino médio. Estes últimos, iniciam a trajetória
produtiva daqui a alguns anos e sofrerão o impacto da
crescente digitalização da economia.
Essas tendências estão no estudo "Futuro do Mundo do
Trabalho para as Juventudes Brasileiras" − realizado em
parceria entre Fundação Telefônica Vivo, Itaú Educação
e Trabalho, Fundação Roberto Marinho, Fundação
Arymax e GOYN SP, e liderado pelo Instituto Cíclica com
o Instituto Veredas.
A digitalização permeia todos os setores produtivos,
amplia a automação, substitui atividades repetitivas ou
de baixa complexidade e atinge em cheio o mercado de
trabalho, impactando a atuação humana. Segundo o
Relatório sobre o Futuro dos Empregos 2023, do Fórum
Econômico Mundial, até 2027, 83 milhões de empregos
podem ser substituídos, enquanto 69 milhões novos
postos podem surgir a partir de oportunidades e
necessidades geradas por esses novos cenários,
especialmente as associadas à tecnologia. O estudo
estima ainda que a oferta de vagas como de cientistas
de dados, especialistas em Big Data, Inteligência
Artificial e segurança cibernética cresça em média 30%
até 2027.
Nesse contexto tão incerto quanto vasto em
possibilidades é que se torna eminente a necessidade de
desenvolver competências e habilidades tecnológicas,
fundamentais para a inserção produtiva dos nossos
jovens desde o início da fase escolar. A Base Nacional
Comum Curricular (BNCC) já traz, a cultura digital como
competência geral em todas as etapas, da educação
básica e prevê a inserção da computação para todos, os
estudantes. Investir em letramento digital é essencial
para garantir a real compreensão das potencialidades
das tecnologias e de como aplicá-las de maneira crítica
para o trabalho e para o pleno exercício da cidadania.
Quase todos (98%) os jovens que estão hoje no Ensino
Médio das redes públicas querem uma escola diferente,
que os prepare para o mercado de trabalho, como
mapeou a "Pesquisa de opinião com estudantes do
Ensino Médio", encomendada pelo Todos Pela
Educação em parceria com a Fundação Telefônica Vivo,
o Instituto Natura e o Instituto Sonho Grande, realizada
pelo Datafolha no ano passado. . Mas, para isso,
precisam receber apoio e orientação para fazer as
melhores escolhas profissionais.
Falta cursos de qualificação profissional e técnica
adequados para o acesso dos diferentes perfis de jovens
brasileiros; os currículos dos cursos existentes são
muitas vezes dessintonizados das vagas existentes no
mercado; há falta de professores nessas áreas na escala
que o Brasil precisaria; e, muitas empresas ainda têm
barreiras de entrada para egressos de cursos técnicos.
Os setores produtivos precisarão de profissionais com
perfis tech, especialmente os das novas economias
verde, criativa, digital e prateada (com foco na população
50+). O futuro está logo ali e garantir que as nossas
diferentes juventudes estejam com as ferramentas adequadas é dever de governos, iniciativa privada e sociedade em geral. O jovem que tiver a chance de expandir seus conhecimentos sobre tecnologia será um cidadão mais apto a viver e trabalhar em um mundo que evolui rapidamente.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que amigos prolongam nossas vidas
Se você tiver prestado atenção às noções mais recentes
sobre bem-estar e longevidade As pesquisas trazem
conclusões claras, terá notado o aumento do foco na
situação dos nossos relacionamentos.
Os pesquisadores dizem que as pessoas com redes de
relacionamento bem desenvolvidas tendem a ser muito
mais saudáveis do que aquelas que se sentem isoladas.
A relação entre as nossas interações com as outras
pessoas e a nossa longevidade é tão forte que a
Organização Mundial da Saúde (OMS) criou
recentemente uma nova Comissão sobre Conexões
Sociais, consideradas uma "prioridade de saúde global".
Talvez você tenha um certo ceticismo sobre estas
afirmações e os misteriosos mecanismos que
supostamente relacionam nosso bem-estar físico à
solidez dos nossos relacionamentos. Mas a nossa
compreensão do modelo de saúde "biopsicossocial" vem
crescendo há décadas
Enquanto pesquisava a ciência por trás dessas
conclusões para o meu livro The Laws of Connection
("As leis da conexão", em tradução livre), descobri que
nossas amizades podem exercer influência sobre tudo −
desde a resistência do nosso sistema imunológico até a
possibilidade de morrermos de doenças cardíacas.
As pesquisas trazem conclusões claras. Se quisermos
viver uma vida longa e saudável, devemos começar à
priorizar as pessoas à nossa volta.
As raízes científicas desta descoberta remontam ao
início dos anos 1960.
Foi quando o médico Lester Breslow (1915-2012), do
Departamento de Saúde Pública do Estado da Califórnia,
nos Estados Unidos, definiu um projeto ambicioso para
identificar os hábitos e comportamentos que geram maior
longevidade.
Para isso, ele recrutou cerca de 7 mil participantes do
condado de Alameda, na Califórnia. E, com
questionários abrangentes, o médico elaborou um
quadro extraordinariamente detalhado dos seus estilos
de vida e acompanhou seu bem-estar nos anos que se
seguiram.
Depois de uma década, a equipe de Breslow havia
identificado vários dos ingredientes que, como sabemos
hoje, são essenciais para a boa saúde: não fumar; beber
com moderação; dormir sete a oito horas por noite; fazer
exercícios; evitar guloseimas; manter peso adequado; e
tomar café da manhã.
Na época, essas descobertas foram tão surpreendentes
que, quando seus colegas apresentaram os resultados,
Breslow achou que eles estivessem fazendo algum tipo
de brincadeira.
Dificilmente você irá precisar de mim para explicar essas
orientações com mais detalhes. O conjunto de sete
hábitos saudáveis conhecido como "Alameda 7",
atualmente, é a base da maioria das orientações de
saúde pública.
Mas as pesquisas continuaram. E, em 1979, dois
colegas de Breslow − Lisa Berkman e S. Leonard Syme
− descobriram um oitavo fator que influencia a
longevidade das pessoas: as conexões sociais.
Em média, as pessoas com maior número de laços
sociais apresentaram cerca de metade da probabilidade
de morrer em relação às pessoas com redes sociais
menores. E este resultado permanecia inalterado,
mesmo considerando fatores como situação
socioeconômica e a saúde das pessoas no início da
pesquisa, consumo de cigarros, prática de exercícios e
alimentação.
Analisando com mais profundidade, ficou claro que todos
os tipos de relacionamentos são importantes, mas alguns
são mais significativos do que outros.
O senso de conexão com o cônjuge e amigos próximos
oferece maior proteção, mas os próprios conhecidos
casuais da igreja ou de um clube de boliche também
ajudam a afastar a indesejável visita da morte.
A completa ousadia desta afirmação pode explicar por
que ela foi inicialmente desprezada pelas orientações de
saúde pública.
Os cientistas estavam acostumados a observar o corpo
como uma espécie de máquina, praticamente separada
do nosso estado mental e do ambiente social. Mas
desde então, extensas pesquisas confirmaram, que a
conexão e a solidão influenciam nossa suscetibilidade, a
muitas doenças.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce98r0mvq78o adaptado)
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que amigos prolongam nossas vidas
Se você tiver prestado atenção às noções mais recentes
sobre bem-estar e longevidade As pesquisas trazem
conclusões claras, terá notado o aumento do foco na
situação dos nossos relacionamentos.
Os pesquisadores dizem que as pessoas com redes de
relacionamento bem desenvolvidas tendem a ser muito
mais saudáveis do que aquelas que se sentem isoladas.
A relação entre as nossas interações com as outras
pessoas e a nossa longevidade é tão forte que a
Organização Mundial da Saúde (OMS) criou
recentemente uma nova Comissão sobre Conexões
Sociais, consideradas uma "prioridade de saúde global".
Talvez você tenha um certo ceticismo sobre estas
afirmações e os misteriosos mecanismos que
supostamente relacionam nosso bem-estar físico à
solidez dos nossos relacionamentos. Mas a nossa
compreensão do modelo de saúde "biopsicossocial" vem
crescendo há décadas
Enquanto pesquisava a ciência por trás dessas
conclusões para o meu livro The Laws of Connection
("As leis da conexão", em tradução livre), descobri que
nossas amizades podem exercer influência sobre tudo −
desde a resistência do nosso sistema imunológico até a
possibilidade de morrermos de doenças cardíacas.
As pesquisas trazem conclusões claras. Se quisermos
viver uma vida longa e saudável, devemos começar à
priorizar as pessoas à nossa volta.
As raízes científicas desta descoberta remontam ao
início dos anos 1960.
Foi quando o médico Lester Breslow (1915-2012), do
Departamento de Saúde Pública do Estado da Califórnia,
nos Estados Unidos, definiu um projeto ambicioso para
identificar os hábitos e comportamentos que geram maior
longevidade.
Para isso, ele recrutou cerca de 7 mil participantes do
condado de Alameda, na Califórnia. E, com
questionários abrangentes, o médico elaborou um
quadro extraordinariamente detalhado dos seus estilos
de vida e acompanhou seu bem-estar nos anos que se
seguiram.
Depois de uma década, a equipe de Breslow havia
identificado vários dos ingredientes que, como sabemos
hoje, são essenciais para a boa saúde: não fumar; beber
com moderação; dormir sete a oito horas por noite; fazer
exercícios; evitar guloseimas; manter peso adequado; e
tomar café da manhã.
Na época, essas descobertas foram tão surpreendentes
que, quando seus colegas apresentaram os resultados,
Breslow achou que eles estivessem fazendo algum tipo
de brincadeira.
Dificilmente você irá precisar de mim para explicar essas
orientações com mais detalhes. O conjunto de sete
hábitos saudáveis conhecido como "Alameda 7",
atualmente, é a base da maioria das orientações de
saúde pública.
Mas as pesquisas continuaram. E, em 1979, dois
colegas de Breslow − Lisa Berkman e S. Leonard Syme
− descobriram um oitavo fator que influencia a
longevidade das pessoas: as conexões sociais.
Em média, as pessoas com maior número de laços
sociais apresentaram cerca de metade da probabilidade
de morrer em relação às pessoas com redes sociais
menores. E este resultado permanecia inalterado,
mesmo considerando fatores como situação
socioeconômica e a saúde das pessoas no início da
pesquisa, consumo de cigarros, prática de exercícios e
alimentação.
Analisando com mais profundidade, ficou claro que todos
os tipos de relacionamentos são importantes, mas alguns
são mais significativos do que outros.
O senso de conexão com o cônjuge e amigos próximos
oferece maior proteção, mas os próprios conhecidos
casuais da igreja ou de um clube de boliche também
ajudam a afastar a indesejável visita da morte.
A completa ousadia desta afirmação pode explicar por
que ela foi inicialmente desprezada pelas orientações de
saúde pública.
Os cientistas estavam acostumados a observar o corpo
como uma espécie de máquina, praticamente separada
do nosso estado mental e do ambiente social. Mas
desde então, extensas pesquisas confirmaram, que a
conexão e a solidão influenciam nossa suscetibilidade, a
muitas doenças.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce98r0mvq78o adaptado)
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- SintaxeRegência
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que amigos prolongam nossas vidas
Se você tiver prestado atenção às noções mais recentes
sobre bem-estar e longevidade As pesquisas trazem
conclusões claras, terá notado o aumento do foco na
situação dos nossos relacionamentos.
Os pesquisadores dizem que as pessoas com redes de
relacionamento bem desenvolvidas tendem a ser muito
mais saudáveis do que aquelas que se sentem isoladas.
A relação entre as nossas interações com as outras
pessoas e a nossa longevidade é tão forte que a
Organização Mundial da Saúde (OMS) criou
recentemente uma nova Comissão sobre Conexões
Sociais, consideradas uma "prioridade de saúde global".
Talvez você tenha um certo ceticismo sobre estas
afirmações e os misteriosos mecanismos que
supostamente relacionam nosso bem-estar físico à
solidez dos nossos relacionamentos. Mas a nossa
compreensão do modelo de saúde "biopsicossocial" vem
crescendo há décadas
Enquanto pesquisava a ciência por trás dessas
conclusões para o meu livro The Laws of Connection
("As leis da conexão", em tradução livre), descobri que
nossas amizades podem exercer influência sobre tudo −
desde a resistência do nosso sistema imunológico até a
possibilidade de morrermos de doenças cardíacas.
As pesquisas trazem conclusões claras. Se quisermos
viver uma vida longa e saudável, devemos começar à
priorizar as pessoas à nossa volta.
As raízes científicas desta descoberta remontam ao
início dos anos 1960.
Foi quando o médico Lester Breslow (1915-2012), do
Departamento de Saúde Pública do Estado da Califórnia,
nos Estados Unidos, definiu um projeto ambicioso para
identificar os hábitos e comportamentos que geram maior
longevidade.
Para isso, ele recrutou cerca de 7 mil participantes do
condado de Alameda, na Califórnia. E, com
questionários abrangentes, o médico elaborou um
quadro extraordinariamente detalhado dos seus estilos
de vida e acompanhou seu bem-estar nos anos que se
seguiram.
Depois de uma década, a equipe de Breslow havia
identificado vários dos ingredientes que, como sabemos
hoje, são essenciais para a boa saúde: não fumar; beber
com moderação; dormir sete a oito horas por noite; fazer
exercícios; evitar guloseimas; manter peso adequado; e
tomar café da manhã.
Na época, essas descobertas foram tão surpreendentes
que, quando seus colegas apresentaram os resultados,
Breslow achou que eles estivessem fazendo algum tipo
de brincadeira.
Dificilmente você irá precisar de mim para explicar essas
orientações com mais detalhes. O conjunto de sete
hábitos saudáveis conhecido como "Alameda 7",
atualmente, é a base da maioria das orientações de
saúde pública.
Mas as pesquisas continuaram. E, em 1979, dois
colegas de Breslow − Lisa Berkman e S. Leonard Syme
− descobriram um oitavo fator que influencia a
longevidade das pessoas: as conexões sociais.
Em média, as pessoas com maior número de laços
sociais apresentaram cerca de metade da probabilidade
de morrer em relação às pessoas com redes sociais
menores. E este resultado permanecia inalterado,
mesmo considerando fatores como situação
socioeconômica e a saúde das pessoas no início da
pesquisa, consumo de cigarros, prática de exercícios e
alimentação.
Analisando com mais profundidade, ficou claro que todos
os tipos de relacionamentos são importantes, mas alguns
são mais significativos do que outros.
O senso de conexão com o cônjuge e amigos próximos
oferece maior proteção, mas os próprios conhecidos
casuais da igreja ou de um clube de boliche também
ajudam a afastar a indesejável visita da morte.
A completa ousadia desta afirmação pode explicar por
que ela foi inicialmente desprezada pelas orientações de
saúde pública.
Os cientistas estavam acostumados a observar o corpo
como uma espécie de máquina, praticamente separada
do nosso estado mental e do ambiente social. Mas
desde então, extensas pesquisas confirmaram, que a
conexão e a solidão influenciam nossa suscetibilidade, a
muitas doenças.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce98r0mvq78o adaptado)
"Depois de uma década, a equipe de Breslow havia identificado vários dos ingredientes que, como sabemos hoje, são essenciais para a boa saúde: não fumar; beber com moderação; dormir sete a oito horas por noite; fazer exercícios; evitar guloseimas; manter peso adequado; e tomar café da manhã."
I.A expressão "depois de uma década" tem a função sintática de adjunto adverbial.
II.Os verbos "fumar" , "beber" e "dormir" são intransitivos.
III.Os vocábulos "com moderação", "exercícios" e "guloseimas" são, respectivamente objeto indireto, objeto direto e objeto direto.
IV.O sujeito de "sabemos" é "indeterminado.
V.A forma verbal" havia" é verbo impessoal e faz parte de uma oração sem sujeito.
VI."peso adequado" e "café da manha" são objeto direto.
Estão corretas:
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Por que amigos prolongam nossas vidas
Se você tiver prestado atenção às noções mais recentes
sobre bem-estar e longevidade As pesquisas trazem
conclusões claras, terá notado o aumento do foco na
situação dos nossos relacionamentos.
Os pesquisadores dizem que as pessoas com redes de
relacionamento bem desenvolvidas tendem a ser muito
mais saudáveis do que aquelas que se sentem isoladas.
A relação entre as nossas interações com as outras
pessoas e a nossa longevidade é tão forte que a
Organização Mundial da Saúde (OMS) criou
recentemente uma nova Comissão sobre Conexões
Sociais, consideradas uma "prioridade de saúde global".
Talvez você tenha um certo ceticismo sobre estas
afirmações e os misteriosos mecanismos que
supostamente relacionam nosso bem-estar físico à
solidez dos nossos relacionamentos. Mas a nossa
compreensão do modelo de saúde "biopsicossocial" vem
crescendo há décadas
Enquanto pesquisava a ciência por trás dessas
conclusões para o meu livro The Laws of Connection
("As leis da conexão", em tradução livre), descobri que
nossas amizades podem exercer influência sobre tudo −
desde a resistência do nosso sistema imunológico até a
possibilidade de morrermos de doenças cardíacas.
As pesquisas trazem conclusões claras. Se quisermos
viver uma vida longa e saudável, devemos começar à
priorizar as pessoas à nossa volta.
As raízes científicas desta descoberta remontam ao
início dos anos 1960.
Foi quando o médico Lester Breslow (1915-2012), do
Departamento de Saúde Pública do Estado da Califórnia,
nos Estados Unidos, definiu um projeto ambicioso para
identificar os hábitos e comportamentos que geram maior
longevidade.
Para isso, ele recrutou cerca de 7 mil participantes do
condado de Alameda, na Califórnia. E, com
questionários abrangentes, o médico elaborou um
quadro extraordinariamente detalhado dos seus estilos
de vida e acompanhou seu bem-estar nos anos que se
seguiram.
Depois de uma década, a equipe de Breslow havia
identificado vários dos ingredientes que, como sabemos
hoje, são essenciais para a boa saúde: não fumar; beber
com moderação; dormir sete a oito horas por noite; fazer
exercícios; evitar guloseimas; manter peso adequado; e
tomar café da manhã.
Na época, essas descobertas foram tão surpreendentes
que, quando seus colegas apresentaram os resultados,
Breslow achou que eles estivessem fazendo algum tipo
de brincadeira.
Dificilmente você irá precisar de mim para explicar essas
orientações com mais detalhes. O conjunto de sete
hábitos saudáveis conhecido como "Alameda 7",
atualmente, é a base da maioria das orientações de
saúde pública.
Mas as pesquisas continuaram. E, em 1979, dois
colegas de Breslow − Lisa Berkman e S. Leonard Syme
− descobriram um oitavo fator que influencia a
longevidade das pessoas: as conexões sociais.
Em média, as pessoas com maior número de laços
sociais apresentaram cerca de metade da probabilidade
de morrer em relação às pessoas com redes sociais
menores. E este resultado permanecia inalterado,
mesmo considerando fatores como situação
socioeconômica e a saúde das pessoas no início da
pesquisa, consumo de cigarros, prática de exercícios e
alimentação.
Analisando com mais profundidade, ficou claro que todos
os tipos de relacionamentos são importantes, mas alguns
são mais significativos do que outros.
O senso de conexão com o cônjuge e amigos próximos
oferece maior proteção, mas os próprios conhecidos
casuais da igreja ou de um clube de boliche também
ajudam a afastar a indesejável visita da morte.
A completa ousadia desta afirmação pode explicar por
que ela foi inicialmente desprezada pelas orientações de
saúde pública.
Os cientistas estavam acostumados a observar o corpo
como uma espécie de máquina, praticamente separada
do nosso estado mental e do ambiente social. Mas
desde então, extensas pesquisas confirmaram, que a
conexão e a solidão influenciam nossa suscetibilidade, a
muitas doenças.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce98r0mvq78o adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que amigos prolongam nossas vidas
Se você tiver prestado atenção às noções mais recentes
sobre bem-estar e longevidade As pesquisas trazem
conclusões claras, terá notado o aumento do foco na
situação dos nossos relacionamentos.
Os pesquisadores dizem que as pessoas com redes de
relacionamento bem desenvolvidas tendem a ser muito
mais saudáveis do que aquelas que se sentem isoladas.
A relação entre as nossas interações com as outras
pessoas e a nossa longevidade é tão forte que a
Organização Mundial da Saúde (OMS) criou
recentemente uma nova Comissão sobre Conexões
Sociais, consideradas uma "prioridade de saúde global".
Talvez você tenha um certo ceticismo sobre estas
afirmações e os misteriosos mecanismos que
supostamente relacionam nosso bem-estar físico à
solidez dos nossos relacionamentos. Mas a nossa
compreensão do modelo de saúde "biopsicossocial" vem
crescendo há décadas
Enquanto pesquisava a ciência por trás dessas
conclusões para o meu livro The Laws of Connection
("As leis da conexão", em tradução livre), descobri que
nossas amizades podem exercer influência sobre tudo −
desde a resistência do nosso sistema imunológico até a
possibilidade de morrermos de doenças cardíacas.
As pesquisas trazem conclusões claras. Se quisermos
viver uma vida longa e saudável, devemos começar à
priorizar as pessoas à nossa volta.
As raízes científicas desta descoberta remontam ao
início dos anos 1960.
Foi quando o médico Lester Breslow (1915-2012), do
Departamento de Saúde Pública do Estado da Califórnia,
nos Estados Unidos, definiu um projeto ambicioso para
identificar os hábitos e comportamentos que geram maior
longevidade.
Para isso, ele recrutou cerca de 7 mil participantes do
condado de Alameda, na Califórnia. E, com
questionários abrangentes, o médico elaborou um
quadro extraordinariamente detalhado dos seus estilos
de vida e acompanhou seu bem-estar nos anos que se
seguiram.
Depois de uma década, a equipe de Breslow havia
identificado vários dos ingredientes que, como sabemos
hoje, são essenciais para a boa saúde: não fumar; beber
com moderação; dormir sete a oito horas por noite; fazer
exercícios; evitar guloseimas; manter peso adequado; e
tomar café da manhã.
Na época, essas descobertas foram tão surpreendentes
que, quando seus colegas apresentaram os resultados,
Breslow achou que eles estivessem fazendo algum tipo
de brincadeira.
Dificilmente você irá precisar de mim para explicar essas
orientações com mais detalhes. O conjunto de sete
hábitos saudáveis conhecido como "Alameda 7",
atualmente, é a base da maioria das orientações de
saúde pública.
Mas as pesquisas continuaram. E, em 1979, dois
colegas de Breslow − Lisa Berkman e S. Leonard Syme
− descobriram um oitavo fator que influencia a
longevidade das pessoas: as conexões sociais.
Em média, as pessoas com maior número de laços
sociais apresentaram cerca de metade da probabilidade
de morrer em relação às pessoas com redes sociais
menores. E este resultado permanecia inalterado,
mesmo considerando fatores como situação
socioeconômica e a saúde das pessoas no início da
pesquisa, consumo de cigarros, prática de exercícios e
alimentação.
Analisando com mais profundidade, ficou claro que todos
os tipos de relacionamentos são importantes, mas alguns
são mais significativos do que outros.
O senso de conexão com o cônjuge e amigos próximos
oferece maior proteção, mas os próprios conhecidos
casuais da igreja ou de um clube de boliche também
ajudam a afastar a indesejável visita da morte.
A completa ousadia desta afirmação pode explicar por
que ela foi inicialmente desprezada pelas orientações de
saúde pública.
Os cientistas estavam acostumados a observar o corpo
como uma espécie de máquina, praticamente separada
do nosso estado mental e do ambiente social. Mas
desde então, extensas pesquisas confirmaram, que a
conexão e a solidão influenciam nossa suscetibilidade, a
muitas doenças.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce98r0mvq78o adaptado)
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que amigos prolongam nossas vidas
Se você tiver prestado atenção às noções mais recentes
sobre bem-estar e longevidade As pesquisas trazem
conclusões claras, terá notado o aumento do foco na
situação dos nossos relacionamentos.
Os pesquisadores dizem que as pessoas com redes de
relacionamento bem desenvolvidas tendem a ser muito
mais saudáveis do que aquelas que se sentem isoladas.
A relação entre as nossas interações com as outras
pessoas e a nossa longevidade é tão forte que a
Organização Mundial da Saúde (OMS) criou
recentemente uma nova Comissão sobre Conexões
Sociais, consideradas uma "prioridade de saúde global".
Talvez você tenha um certo ceticismo sobre estas
afirmações e os misteriosos mecanismos que
supostamente relacionam nosso bem-estar físico à
solidez dos nossos relacionamentos. Mas a nossa
compreensão do modelo de saúde "biopsicossocial" vem
crescendo há décadas
Enquanto pesquisava a ciência por trás dessas
conclusões para o meu livro The Laws of Connection
("As leis da conexão", em tradução livre), descobri que
nossas amizades podem exercer influência sobre tudo −
desde a resistência do nosso sistema imunológico até a
possibilidade de morrermos de doenças cardíacas.
As pesquisas trazem conclusões claras. Se quisermos
viver uma vida longa e saudável, devemos começar à
priorizar as pessoas à nossa volta.
As raízes científicas desta descoberta remontam ao
início dos anos 1960.
Foi quando o médico Lester Breslow (1915-2012), do
Departamento de Saúde Pública do Estado da Califórnia,
nos Estados Unidos, definiu um projeto ambicioso para
identificar os hábitos e comportamentos que geram maior
longevidade.
Para isso, ele recrutou cerca de 7 mil participantes do
condado de Alameda, na Califórnia. E, com
questionários abrangentes, o médico elaborou um
quadro extraordinariamente detalhado dos seus estilos
de vida e acompanhou seu bem-estar nos anos que se
seguiram.
Depois de uma década, a equipe de Breslow havia
identificado vários dos ingredientes que, como sabemos
hoje, são essenciais para a boa saúde: não fumar; beber
com moderação; dormir sete a oito horas por noite; fazer
exercícios; evitar guloseimas; manter peso adequado; e
tomar café da manhã.
Na época, essas descobertas foram tão surpreendentes
que, quando seus colegas apresentaram os resultados,
Breslow achou que eles estivessem fazendo algum tipo
de brincadeira.
Dificilmente você irá precisar de mim para explicar essas
orientações com mais detalhes. O conjunto de sete
hábitos saudáveis conhecido como "Alameda 7",
atualmente, é a base da maioria das orientações de
saúde pública.
Mas as pesquisas continuaram. E, em 1979, dois
colegas de Breslow − Lisa Berkman e S. Leonard Syme
− descobriram um oitavo fator que influencia a
longevidade das pessoas: as conexões sociais.
Em média, as pessoas com maior número de laços
sociais apresentaram cerca de metade da probabilidade
de morrer em relação às pessoas com redes sociais
menores. E este resultado permanecia inalterado,
mesmo considerando fatores como situação
socioeconômica e a saúde das pessoas no início da
pesquisa, consumo de cigarros, prática de exercícios e
alimentação.
Analisando com mais profundidade, ficou claro que todos
os tipos de relacionamentos são importantes, mas alguns
são mais significativos do que outros.
O senso de conexão com o cônjuge e amigos próximos
oferece maior proteção, mas os próprios conhecidos
casuais da igreja ou de um clube de boliche também
ajudam a afastar a indesejável visita da morte.
A completa ousadia desta afirmação pode explicar por
que ela foi inicialmente desprezada pelas orientações de
saúde pública.
Os cientistas estavam acostumados a observar o corpo
como uma espécie de máquina, praticamente separada
do nosso estado mental e do ambiente social. Mas
desde então, extensas pesquisas confirmaram, que a
conexão e a solidão influenciam nossa suscetibilidade, a
muitas doenças.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce98r0mvq78o adaptado)
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