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Há 28 anos um grupo de pessoas se reúne semanalmente na sede da ONG (organização não governamental) Anjos da Noite, em um sobrado no bairro de Artur Alvim, na Zona Leste de São Paulo. Os voluntários dedicam-se a aplacar as carências dos moradores de rua. Além de entregar cobertores e roupas, o grupo tem como principal incumbência a distribuição de refeições. Aos sábados, os colaboradores se organizam para preparar 200 quilos de comida. A distribuição de 800 marmitas tem início ao cair da noite. Anteriormente, os voluntários rodavam quatro horas pelas ruas da região central até entregar a última quentinha. Hoje, o trabalho é feito em menos de uma hora. Basta estacionar o carro, e um grupo de pessoas carentes faz fila para ganhar o alimento.
A experiência dos Anjos da Noite confirma a percepção que tem qualquer cidadão dos maiores centros urbanos brasileiros: o número de pessoas que vivem nas ruas elevou-se, e muito, nos últimos anos. As estatísticas são esporádicas e, por isso, não é fácil saber com exatidão a proporção desse crescimento.
(Giovanni Magliano. A rua como único refúgio. Veja, 6.12.2017. Adaptado)
Assinale a alternativa que substitui as expressões destacadas no trecho seguinte, em conformidade com a norma-padrão.
Basta estacionar o carro, e um grupo de pessoas carentes faz fila para ganhar o alimento.
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Do direito do mais forte
Nunca o mais forte o é tanto para ser sempre senhor, se não converte a força em direito, e em dever a obediência; eis donde vem o direito do mais forte, direito que irônica e aparentemente se tomou, e na realidade se estabeleceu em princípios. A força é um poder físico, não imagino qual moralidade possa resultar de seus efeitos; ceder à força é ato preciso, e não voluntário, ou quando muito prudente: em que sentido pode ser uma obrigação?
Suponhamos por um momento esse pretendido direito.
Eu afirmo que dele só dimana o caos inexplicável; pois logo
que a força faz o direito, com a causa muda o efeito, e toda
força que excede a primeira toma o lugar de direito dela. Logo
que a salvo podes desobedecer, legitimamente o fazes, e,
como tem sempre razão o mais forte, tratemos só de o ser.
Qual é, pois, o direito que resta, quando cessa a força? Se
por força cumpre obedecer, desnecessário é o direito; e se
não somos forçados a obedecer, que obrigação nos resta de
o fazer? Logo, está claro que a palavra
(Jean-Jacques Rousseau. Do contrato social. Adaptado)
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Há 28 anos um grupo de pessoas se reúne semanalmente na sede da ONG (organização não governamental) Anjos da Noite, em um sobrado no bairro de Artur Alvim, na Zona Leste de São Paulo. Os voluntários dedicam-se a aplacar as carências dos moradores de rua. Além de entregar cobertores e roupas, o grupo tem como principal incumbência a distribuição de refeições. Aos sábados, os colaboradores se organizam para preparar 200 quilos de comida. A distribuição de 800 marmitas tem início ao cair da noite. Anteriormente, os voluntários rodavam quatro horas pelas ruas da região central até entregar a última quentinha. Hoje, o trabalho é feito em menos de uma hora. Basta estacionar o carro, e um grupo de pessoas carentes faz fila para ganhar o alimento.
A experiência dos Anjos da Noite confirma a percepção que tem qualquer cidadão dos maiores centros urbanos brasileiros: o número de pessoas que vivem nas ruas elevou-se, e muito, nos últimos anos. As estatísticas são esporádicas e, por isso, não é fácil saber com exatidão a proporção desse crescimento.
(Giovanni Magliano. A rua como único refúgio. Veja, 6.12.2017. Adaptado)
Considere os trechos sinalizados na passagem: (I) Basta estacionar o carro, (II) e um grupo de pessoas carentes faz fila (III) para ganhar o alimento.
Quanto às relações de sentido que se estabelecem entre esses trechos, é correto afirmar que
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Do direito do mais forte
Nunca o mais forte o é tanto para ser sempre senhor, se não converte a força em direito, e em dever a obediência; eis donde vem o direito do mais forte, direito que irônica e aparentemente se tomou, e na realidade se estabeleceu em princípios. A força é um poder físico, não imagino qual moralidade possa resultar de seus efeitos; ceder à força é ato preciso, e não voluntário, ou quando muito prudente: em que sentido pode ser uma obrigação?
Suponhamos por um momento esse pretendido direito.
Eu afirmo que dele só dimana o caos inexplicável; pois logo
que a força faz o direito, com a causa muda o efeito, e toda
força que excede a primeira toma o lugar de direito dela. Logo
que a salvo podes desobedecer, legitimamente o fazes, e,
como tem sempre razão o mais forte, tratemos só de o ser.
Qual é, pois, o direito que resta, quando cessa a força? Se
por força cumpre obedecer, desnecessário é o direito; e se
não somos forçados a obedecer, que obrigação nos resta de
o fazer? Logo, está claro que a palavra
(Jean-Jacques Rousseau. Do contrato social. Adaptado)
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Há 28 anos um grupo de pessoas se reúne semanalmente na sede da ONG (organização não governamental) Anjos da Noite, em um sobrado no bairro de Artur Alvim, na Zona Leste de São Paulo. Os voluntários dedicam-se a aplacar as carências dos moradores de rua. Além de entregar cobertores e roupas, o grupo tem como principal incumbência a distribuição de refeições. Aos sábados, os colaboradores se organizam para preparar 200 quilos de comida. A distribuição de 800 marmitas tem início ao cair da noite. Anteriormente, os voluntários rodavam quatro horas pelas ruas da região central até entregar a última quentinha. Hoje, o trabalho é feito em menos de uma hora. Basta estacionar o carro, e um grupo de pessoas carentes faz fila para ganhar o alimento.
A experiência dos Anjos da Noite confirma a percepção que tem qualquer cidadão dos maiores centros urbanos brasileiros: o número de pessoas que vivem nas ruas elevou-se, e muito, nos últimos anos. As estatísticas são esporádicas e, por isso, não é fácil saber com exatidão a proporção desse crescimento.
(Giovanni Magliano. A rua como único refúgio. Veja, 6.12.2017. Adaptado)
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Indaiatuba-SP
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Quinto ocupante da Cadeira no 3 da Academia Brasileira de Letras (ABL), ele foi eleito em 23 de março de 2000 e tomou posse em 31 de maio do mesmo ano. Nasceu no Rio em 14 de março de 1926. Começou a carreira em 1952 como redator da Rádio Jornal do Brasil. Também passou pelas redações do Correio da Manhã, da Folha de S.Paulo e da rádio CBN. Como escritor, ganhou três prêmios Jabuti pelos romances Quase Memória, A Casa do Poeta Trágico e Romance sem Palavras. Segundo a ABL, com o golpe militar de 1964, foi preso várias vezes e passou um período na Europa e em Cuba. Morreu na noite de ontem, 05 de janeiro de 2018, aos 91 anos.
(Kleber Sampaio. EBC. http://goo.gl/NZY1Ve. 06.01.2018. Adaptado)
A notícia trata de
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Detentos fazem a terceira rebelião, nesta sexta-feira, 5 de janeiro deste ano, em complexo prisional. O motim começou por volta das 4h30 na Penitenciária Odenir Guimarães (POG), unidade de regime fechado do complexo, quando tiros começaram a ser ouvidos no local. Segundo a Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP), o Grupo de Operações Penitenciárias Especiais (Gope), com apoio da Polícia Militar, invadiu o presídio e constatou focos de incêndio. A primeira rebelião ocorreu na última segunda-feira, 1º, quando nove presos foram assassinados e 14 ficaram feridos durante um confronto entre detentos do regime semiaberto. Os presos do prédio do Complexo Agroindustrial do Regime Semiaberto fizeram na noite de quinta-feira, 4 de janeiro, o segundo motim. Segundo a polícia, a situação foi controlada e não houve mortos ou feridos.
(Ana Paula Niederauer. Estadão. http://goo.gl/5bQrQT. 05.01.2018. Adaptado)
A rebelião apresentada ocorreu no estado
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