Foram encontradas 50 questões.
“Era conhecida de todo mundo a fama de suas riquezas.” (Olavo Bilac)
O termo “de todo mundo” desempenha, no contexto apresentado, o papel de:
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Considere o excerto a seguir para responder à questão.
O fragmento que contém seifertita e estishovita surpreendeu os pesquisadores, uma vez que esses minerais, teoricamente, só coexistiriam em pressões muito mais elevadas do que as da amostra.
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Considere o excerto a seguir para responder à questão.
O fragmento que contém seifertita e estishovita surpreendeu os pesquisadores, uma vez que esses minerais, teoricamente, só coexistiriam em pressões muito mais elevadas do que as da amostra.
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Leia o texto para responder à questão.
Sonda chinesa identifica mineral inédito na Lua
As crateras lunares são resultado da colisão entre a Lua e objetos celestiais, como asteroides e cometas. O impacto é rápido, envolvendo alta velocidade, pressão e temperatura. O fenômeno, além de alterar o relevo da superfície do satélite natural da Terra, também é responsável por mudanças na composição mineral do solo lunar, chamado de regolito. Por isso, uma das formas de estudar o passado da Lua consiste em analisar os minerais que compõem a sua superfície. Recentemente, a missão chinesa Chang’e-5 retornou para a Terra com 1,73 kg de regolito, fornecendo novos materiais para a investigação da história do nosso satélite natural.
Os pesquisadores identificaram um novo mineral lunar, o Changesite-(Y), bem como minerais do grupo dos silicatos em uma combinação considerada “desconcertante”. As amostras foram coletadas em uma região denominada Oceanus Procellarum. Tais descobertas foram descritas em artigo publicado na revista Matter and Radiation at Extremes na última terça-feira (6).
De acordo com as estimativas dos cientistas, a colisão de objetos celestiais que resultou nas amostras teve uma pressão máxima entre 11 e 40 GPa e uma duração de 0,1 a 1 segundo. A cratera gerada na Lua pode ter entre 3 e 32 km de largura.
O novo mineral Changesite-(Y) pertence ao grupo dos fosfatos e é caracterizado por colunas de cristais transparentes, sem cor. A combinação dos silicatos, por sua vez, inclui a seifertita e a estishovita – ambas quimicamente similares ao quartzo, mas com estruturas cristalinas distintas.
O fragmento que contém seifertita e estishovita surpreendeu os pesquisadores, uma vez que esses minerais, teoricamente, só coexistiriam em pressões muito mais elevadas do que as da amostra. “Embora a superfície da Lua esteja coberta por dezenas de milhares de crateras de impacto, minerais de alta pressão são incomuns em amostras lunares”, afirma a pesquisadora e autora do estudo Wei Du em nota. “Uma das possíveis explicações para isso é que a maioria dos minerais de alta pressão são instáveis em altas temperaturas.”
No caso da amostra coletada pela missão Chang’e-5, levantou-se a hipótese de que a presença de um terceiro polimorfo dos silicatos, a α-cristobalita, pode ter sido importante para viabilizar a combinação de seifertita e estishovita.
“A seifertita pode ter se formado a partir da α cristobalita durante o processo de compressão, e uma parte da amostra se transformou em estishovita durante o subsequente processo de elevação de temperatura”, propõe Du.
Revista Galileu. Disponível em<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/02/sonda-chinesa-identifica-mineral-inedito-na-lua.ghtml>
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Leia o texto para responder à questão.
Sonda chinesa identifica mineral inédito na Lua
As crateras lunares são resultado da colisão entre a Lua e objetos celestiais, como asteroides e cometas. O impacto é rápido, envolvendo alta velocidade, pressão e temperatura. O fenômeno, além de alterar o relevo da superfície do satélite natural da Terra, também é responsável por mudanças na composição mineral do solo lunar, chamado de regolito. Por isso, uma das formas de estudar o passado da Lua consiste em analisar os minerais que compõem a sua superfície. Recentemente, a missão chinesa Chang’e-5 retornou para a Terra com 1,73 kg de regolito, fornecendo novos materiais para a investigação da história do nosso satélite natural.
Os pesquisadores identificaram um novo mineral lunar, o Changesite-(Y), bem como minerais do grupo dos silicatos em uma combinação considerada “desconcertante”. As amostras foram coletadas em uma região denominada Oceanus Procellarum. Tais descobertas foram descritas em artigo publicado na revista Matter and Radiation at Extremes na última terça-feira (6).
De acordo com as estimativas dos cientistas, a colisão de objetos celestiais que resultou nas amostras teve uma pressão máxima entre 11 e 40 GPa e uma duração de 0,1 a 1 segundo. A cratera gerada na Lua pode ter entre 3 e 32 km de largura.
O novo mineral Changesite-(Y) pertence ao grupo dos fosfatos e é caracterizado por colunas de cristais transparentes, sem cor. A combinação dos silicatos, por sua vez, inclui a seifertita e a estishovita – ambas quimicamente similares ao quartzo, mas com estruturas cristalinas distintas.
O fragmento que contém seifertita e estishovita surpreendeu os pesquisadores, uma vez que esses minerais, teoricamente, só coexistiriam em pressões muito mais elevadas do que as da amostra. “Embora a superfície da Lua esteja coberta por dezenas de milhares de crateras de impacto, minerais de alta pressão são incomuns em amostras lunares”, afirma a pesquisadora e autora do estudo Wei Du em nota. “Uma das possíveis explicações para isso é que a maioria dos minerais de alta pressão são instáveis em altas temperaturas.”
No caso da amostra coletada pela missão Chang’e-5, levantou-se a hipótese de que a presença de um terceiro polimorfo dos silicatos, a α-cristobalita, pode ter sido importante para viabilizar a combinação de seifertita e estishovita.
“A seifertita pode ter se formado a partir da α cristobalita durante o processo de compressão, e uma parte da amostra se transformou em estishovita durante o subsequente processo de elevação de temperatura”, propõe Du.
Revista Galileu. Disponível em<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/02/sonda-chinesa-identifica-mineral-inedito-na-lua.ghtml>
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Leia o texto para responder à questão.
Sonda chinesa identifica mineral inédito na Lua
As crateras lunares são resultado da colisão entre a Lua e objetos celestiais, como asteroides e cometas. O impacto é rápido, envolvendo alta velocidade, pressão e temperatura. O fenômeno, além de alterar o relevo da superfície do satélite natural da Terra, também é responsável por mudanças na composição mineral do solo lunar, chamado de regolito. Por isso, uma das formas de estudar o passado da Lua consiste em analisar os minerais que compõem a sua superfície. Recentemente, a missão chinesa Chang’e-5 retornou para a Terra com 1,73 kg de regolito, fornecendo novos materiais para a investigação da história do nosso satélite natural.
Os pesquisadores identificaram um novo mineral lunar, o Changesite-(Y), bem como minerais do grupo dos silicatos em uma combinação considerada “desconcertante”. As amostras foram coletadas em uma região denominada Oceanus Procellarum. Tais descobertas foram descritas em artigo publicado na revista Matter and Radiation at Extremes na última terça-feira (6).
De acordo com as estimativas dos cientistas, a colisão de objetos celestiais que resultou nas amostras teve uma pressão máxima entre 11 e 40 GPa e uma duração de 0,1 a 1 segundo. A cratera gerada na Lua pode ter entre 3 e 32 km de largura.
O novo mineral Changesite-(Y) pertence ao grupo dos fosfatos e é caracterizado por colunas de cristais transparentes, sem cor. A combinação dos silicatos, por sua vez, inclui a seifertita e a estishovita – ambas quimicamente similares ao quartzo, mas com estruturas cristalinas distintas.
O fragmento que contém seifertita e estishovita surpreendeu os pesquisadores, uma vez que esses minerais, teoricamente, só coexistiriam em pressões muito mais elevadas do que as da amostra. “Embora a superfície da Lua esteja coberta por dezenas de milhares de crateras de impacto, minerais de alta pressão são incomuns em amostras lunares”, afirma a pesquisadora e autora do estudo Wei Du em nota. “Uma das possíveis explicações para isso é que a maioria dos minerais de alta pressão são instáveis em altas temperaturas.”
No caso da amostra coletada pela missão Chang’e-5, levantou-se a hipótese de que a presença de um terceiro polimorfo dos silicatos, a α-cristobalita, pode ter sido importante para viabilizar a combinação de seifertita e estishovita.
“A seifertita pode ter se formado a partir da α cristobalita durante o processo de compressão, e uma parte da amostra se transformou em estishovita durante o subsequente processo de elevação de temperatura”, propõe Du.
Revista Galileu. Disponível em<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/02/sonda-chinesa-identifica-mineral-inedito-na-lua.ghtml>
Segundo a reportagem apresentada, é incorreto afirmar que:
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Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Itapecerica Serra-SP
ATENÇÃO! Para resolução as próximas SETE questões (26 a 32), utilize as informações a seguir: A Cia. Parreiral é uma empresa industrial que atua no ramo de fabricação de peças de vestuário. Ao final do exercício de 2023, após os procedimentos de encerramento, seu balancete de verificação apresentava as seguintes contas e saldos:
| Contas Patrimoniais: | |
| Ajustes de Avaliação Patrimonial (credor) | 13.000,00 |
| Salários a pagar | 5.000,00 |
| Estoque de mercadorias | 12.500,00 |
| Ativo Não-Circulante Mantido para Venda | 21.000,00 |
| Financiamentos bancários – longo prazo | 40.000,00 |
| Reservas de capital | 18.500,00 |
| Obrigações fiscais a recolher | 8.000,00 |
| Participações societárias permanentes | 20.000,00 |
| Marcas e Patentes | 63.000,00 |
| Encargos Financeiros a transcorrer - longo prazo | 5.000,00 |
| Adiantamentos a Fornecedores | 4.500,00 |
| Perdas estimadas com créditos de liquidação duvidosa | 3.500,00 |
| Bancos c/ movimento | 16.000,00 |
| Depreciação acumulada | 7.000,00 |
| Prêmios de seguros a apropriar | 7.500,00 |
| Fornecedores | 12.500,00 |
| Prejuízos acumulados | 21.000,00 |
| Duplicatas a Receber | 22.000,00 |
| Capital Social | 100.000,00 |
| Prédios e Instalações | 42.000,00 |
| Duplicatas Descontadas | 14.500,00 |
| Debêntures emitidas – longo prazo | 20.000,00 |
| Ajuste a valor Recuperável de Ativos Intangíveis | 6.000,00 |
| Ações em tesouraria | 5.500,00 |
| Empréstimos a partes relacionadas | 8.000,00 |
| Contas de Resultado: | |
| ICMS sobre vendas | 12.000,00 |
| Salários e encargos sociais | 16.500,00 |
| Reversão de Provisões para Riscos Trabalhistas | 4.500,00 |
| Devoluções de vendas | 3.000,00 |
| Custo das mercadorias vendidas | 45.000,00 |
| Descontos condicionais concedidos | 3.500,00 |
| Despesa de Depreciação | 9.000,00 |
| Faturamento Total | 160.000,00 |
| Perdas estimadas com créditos de liquidação duvidosa | 5.000,00 |
| Juros Ativos | 4.500,00 |
| IPI s/ faturamento | 14.000,00 |
| Juros Passivos | 6.500,00 |
| PIS s/folha de pagamento | 6.000,00 |
| COFINS sobre vendas | 8.500,00 |
| Ganho de Capital na Venda de Imobilizado | 10.000,00 |
| Resultado negativo de equivalência patrimonial | 7.500,00 |
| Ajuste a valor presente de vendas | 4.000,00 |
| Comissões sobre vendas | 8.500,00 |
ATENÇÃO! Para resolução das próximas DUAS questões, considere as informações a seguir.
• A Cia. Laser fabrica e vende componentes eletrônicos e, para melhoria de seu processo produtivo, adquiriu uma impressora 3D em 01/06/2022.
• O equipamento foi adquirido de empresa sediada em outro Estado, pelo preço de R$ 125.000,00, incidindo na operação ICMS não-recuperável de 10% sobre este valor.
• Como não dispunha do valor para pagamento à vista, a Cia. Laser parcelou a compra em uma entrada mais 09 parcelas de R$ 14.000,00. Ainda, a empresa incorreu em gastos com frete e seguro de transporte, de R$ 5.000,00.
• O equipamento foi entregue em 15/06/2022, no entanto, antes de operar, foram necessários gastos com adaptação da rede elétrica, no importe de R$ 3.500,00.
• Ainda, foi necessário custear um curso para os funcionários operarem a impressora, pelo que a empresa desembolsou mais R$ 6.500,00.
• A vida útil do equipamento é de 10 anos, e o valor residual estimado é de R$ 35.500,00. Em 01/07/2022 a impressora já estava instalada e em plena capacidade operacional.
Com base nos dados fornecidos, assinale a alternativa que indica o valor do custo do ativo no reconhecimento inicial.
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