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Foram encontradas 57 questões.

791646 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Jales-SP
Bernardo tem 14 carrinhos a menos do que André, e Carlos tem 17 carrinhos a menos do que André. Se o produto entre o número de carrinhos de Bernardo e o número de carrinhos de Carlos é igual a 208, esses três meninos têm, juntos, um total de carrinhos igual a
 

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791645 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Jales-SP
Em um acampamento, há 29 meninas a mais do que a quantidade de meninos. Todas essas crianças foram divididas em grupos compostos por 3 meninos e 4 meninas, então o total de crianças nesse acampamento está compreendido entre
 

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791644 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Jales-SP
Gabriela, Rafaela e Marcela organizaram vários arquivos para uma tia. Cada uma delas organizou a mesma quantidade de arquivos e ficou combinado que elas dividiriam R$ 1.245,00 em partes inversamente proporcionais ao tempo que cada uma levou na organização. Marcela ganhou R$ 300,00, e o tempo trabalhado por Gabriela foi 80% do tempo que Rafaela trabalhou. Gabriela recebeu por esse trabalho a quantia de
 

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791643 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Jales-SP
Em uma confeitaria, cada doceiro consegue fazer ou 48 doces pequenos por hora ou 15 doces grandes a cada duas horas. Esses doceiros podem finalizar o trabalho iniciado por um outro doceiro, sempre no ritmo indicado e apenas um doceiro trabalhando por vez em um doce. Para serem produzidos 4176 doces pequenos e 345 doces grandes em 7 horas, o número mínimo de doceiros que devem trabalhar é
 

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791642 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Jales-SP
Uma jarra já contém 2 litros de suco de uva, e 10% desse volume é composto por água. Uma garrafa contém 3 litros de suco de uva, e 20% desse volume é composto por água. Para o preparo de 5 litros de suco de uva, em que 30% desse volume é água, podemos despejar na jarra, um certo volume do suco da garrafa, com um certo volume de água do filtro. Esse volume de água do filtro deve ser, em mililitros, igual a
 

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791641 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Jales-SP

Leia o texto para responder a questão.

Alguém ainda se lembra do telefone de todas as tias, dos tios, dos primos, dos avós ou dos vizinhos? Na minha casa era assim. Minha mãe, por exemplo, sabia o telefone de todo mundo. Parecia até que o Catálogo Telefônico era o seu livro de cabeceira.

— Mãe, qual é o telefone de tia Lili?

— 2-4036.

Sim, os números eram mais curtos, mas, mesmo assim, eu ficava impressionado ao ver como ela sabia de cor, como ela tinha na cabeça o telefone de todos os parentes e também do açougue, do armazém, da farmácia, do Colégio Marista e do Colégio Sion.

Hoje, todos nós ficamos preguiçosos. Quando roubaram o meu smartphone, só fui contar o ocorrido em casa, porque não sabia o telefone de ninguém, da mulher, dos filhos, nem mesmo o fixo que fica no meu escritório.

Mas lembrar número de telefone não é nada. Ficamos preguiçosos pra tudo. Pra subir escada, pra rodar a manivela do vidro do carro, pra levantar e mudar o canal da TV.

Ficamos preguiçosos pra ir de um lugar pra outro sem usar o Waze*. Já reparou que não se vê mais ninguém abrindo o vidro do carro e perguntando pro pedestre:

— Por favor, onde fica a rua Apinagés?

Para você ir do início da Avenida Paulista até o final dela, é só seguir reto, mas você coloca no Waze. E o pior é que às vezes ao invés de ele dizer “siga em frente toda vida”, como um bom mineiro, ele informa:

— A 100 metros, vire à esquerda.

Foi o que aconteceu comigo dentro de um taxi. O motorista argumentou que era pra evitar o trânsito. Passamos por Pinheiros, pela Vila Madalena, por Perdizes pra ir do início ao fim da Avenida Paulista.

(Alberto Villas. “Você chegou ao seu destino!”. www.cartacapital.com.br. 02.03.2018. Adaptado)

* Waze: aplicativo de navegação por GPS que informa as condições do trânsito.

Considere o sentido do vocábulo destacado nos trechos:

• “Parecia até que o Catálogo Telefônico era o seu livro de cabeceira.”

• “Para você ir do início da Avenida Paulista até o final dela, é só seguir reto (...)”

Nesses contextos, o vocábulo até exprime, respectivamente, circunstâncias de

 

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791640 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Jales-SP

Leia o texto para responder a questão.

Alguém ainda se lembra do telefone de todas as tias, dos tios, dos primos, dos avós ou dos vizinhos? Na minha casa era assim. Minha mãe, por exemplo, sabia o telefone de todo mundo. Parecia até que o Catálogo Telefônico era o seu livro de cabeceira.

— Mãe, qual é o telefone de tia Lili?

— 2-4036.

Sim, os números eram mais curtos, mas, mesmo assim, eu ficava impressionado ao ver como ela sabia de cor, como ela tinha na cabeça o telefone de todos os parentes e também do açougue, do armazém, da farmácia, do Colégio Marista e do Colégio Sion.

Hoje, todos nós ficamos preguiçosos. Quando roubaram o meu smartphone, só fui contar o ocorrido em casa, porque não sabia o telefone de ninguém, da mulher, dos filhos, nem mesmo o fixo que fica no meu escritório.

Mas lembrar número de telefone não é nada. Ficamos preguiçosos pra tudo. Pra subir escada, pra rodar a manivela do vidro do carro, pra levantar e mudar o canal da TV.

Ficamos preguiçosos pra ir de um lugar pra outro sem usar o Waze*. Já reparou que não se vê mais ninguém abrindo o vidro do carro e perguntando pro pedestre:

— Por favor, onde fica a rua Apinagés?

Para você ir do início da Avenida Paulista até o final dela, é só seguir reto, mas você coloca no Waze. E o pior é que às vezes ao invés de ele dizer “siga em frente toda vida”, como um bom mineiro, ele informa:

— A 100 metros, vire à esquerda.

Foi o que aconteceu comigo dentro de um taxi. O motorista argumentou que era pra evitar o trânsito. Passamos por Pinheiros, pela Vila Madalena, por Perdizes pra ir do início ao fim da Avenida Paulista.

(Alberto Villas. “Você chegou ao seu destino!”. www.cartacapital.com.br. 02.03.2018. Adaptado)

* Waze: aplicativo de navegação por GPS que informa as condições do trânsito.

Considere a relação de sentido estabelecida entre os períodos em:

(1) Hoje, todos nós ficamos preguiçosos.(2) Quando roubaram o meu smartphone, só fui contar o ocorrido em casa, porque não sabia o telefone de ninguém, da mulher, dos filhos, nem mesmo o fixo que fica no meu escritório.

Com relação ao período (1), o período (2) apresenta uma

 

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791639 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Jales-SP

Leia o texto para responder a questão.

Emoções são uma construção social. Essa é, numa frase, a tese central de Lisa Feldman Barrett em “How Emotions Are Made” (“Como são feitas as emoções”). Não haveria nada de surpreendente se Barrett fosse professora em algum departamento de estudos de gênero, mas ela é uma neurocientista e afirma que suas conclusões estão amparadas em sólida evidência empírica.

O ponto forte do livro é justamente a parte em que Barrett mostra que há problemas nos modelos tradicionais que fazem com que cada emoção corresponda à ativação de um circuito neural específico. Por esse paradigma, emoções seriam universais e teriam uma assinatura biológica inconfundível.

O problema, diz Barrett, é que ela passou anos num laboratório em busca dessas assinaturas e não as encontrou. Não temos dificuldade para reconhecer a emoção medo num ator fazendo uma careta estereotipada, mas isso não passa de uma convenção cultural. Nem todos que sentem medo apresentam as mesmas expressões faciais e nem sequer os mesmos sinais fisiológicos.

A partir daí — e essa é a parte em que o livro fica aquém do que promete —, Barrett conclui que o modelo tradicional está errado e propõe outro no qual as emoções são construídas pelo cérebro no instante em que ele classifica as sensações positivas ou negativas que experimenta. A cultura e a própria linguagem seriam parte indispensável desse processo.

Minha impressão é de que Barrett foi com muita sede ao pote. Seus achados fragilizam as versões mais fortes do modelo tradicional, mas não bastam para pôr abaixo um edifício construído com a colaboração da maior parte dos filósofos ocidentais, do próprio Charles Darwin e de um número ainda maior de neurocientistas contemporâneos. Até pode ser que Barrett tenha razão, mas ainda é cedo para decretá-lo.

(Hélio Schwartsman. “Como são feitas as emoções”. Folha de S.Paulo. 04.03.2018. Adaptado)

Na opinião do autor, as conclusões de Barrett são
 

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791638 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Jales-SP

Leia o texto para responder a questão.

Emoções são uma construção social. Essa é, numa frase, a tese central de Lisa Feldman Barrett em “How Emotions Are Made” (“Como são feitas as emoções”). Não haveria nada de surpreendente se Barrett fosse professora em algum departamento de estudos de gênero, mas ela é uma neurocientista e afirma que suas conclusões estão amparadas em sólida evidência empírica.

O ponto forte do livro é justamente a parte em que Barrett mostra que há problemas nos modelos tradicionais que fazem com que cada emoção corresponda à ativação de um circuito neural específico. Por esse paradigma, emoções seriam universais e teriam uma assinatura biológica inconfundível.

O problema, diz Barrett, é que ela passou anos num laboratório em busca dessas assinaturas e não as encontrou. Não temos dificuldade para reconhecer a emoção medo num ator fazendo uma careta estereotipada, mas isso não passa de uma convenção cultural. Nem todos que sentem medo apresentam as mesmas expressões faciais e nem sequer os mesmos sinais fisiológicos.

A partir daí — e essa é a parte em que o livro fica aquém do que promete —, Barrett conclui que o modelo tradicional está errado e propõe outro no qual as emoções são construídas pelo cérebro no instante em que ele classifica as sensações positivas ou negativas que experimenta. A cultura e a própria linguagem seriam parte indispensável desse processo.

Minha impressão é de que Barrett foi com muita sede ao pote. Seus achados fragilizam as versões mais fortes do modelo tradicional, mas não bastam para pôr abaixo um edifício construído com a colaboração da maior parte dos filósofos ocidentais, do próprio Charles Darwin e de um número ainda maior de neurocientistas contemporâneos. Até pode ser que Barrett tenha razão, mas ainda é cedo para decretá-lo.

(Hélio Schwartsman. “Como são feitas as emoções”. Folha de S.Paulo. 04.03.2018. Adaptado)

“O ponto forte do livro é justamente a parte em que Barrett mostra que problemas nos modelos tradicionais (...)”

Nesse trecho, quanto às regras de concordância da norma-padrão, as expressões destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por:

 

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791637 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Jales-SP

Leia o texto para responder a questão.

Emoções são uma construção social. Essa é, numa frase, a tese central de Lisa Feldman Barrett em “How Emotions Are Made” (“Como são feitas as emoções”). Não haveria nada de surpreendente se Barrett fosse professora em algum departamento de estudos de gênero, mas ela é uma neurocientista e afirma que suas conclusões estão amparadas em sólida evidência empírica.

O ponto forte do livro é justamente a parte em que Barrett mostra que há problemas nos modelos tradicionais que fazem com que cada emoção corresponda à ativação de um circuito neural específico. Por esse paradigma, emoções seriam universais e teriam uma assinatura biológica inconfundível.

O problema, diz Barrett, é que ela passou anos num laboratório em busca dessas assinaturas e não as encontrou. Não temos dificuldade para reconhecer a emoção medo num ator fazendo uma careta estereotipada, mas isso não passa de uma convenção cultural. Nem todos que sentem medo apresentam as mesmas expressões faciais e nem sequer os mesmos sinais fisiológicos.

A partir daí — e essa é a parte em que o livro fica aquém do que promete —, Barrett conclui que o modelo tradicional está errado e propõe outro no qual as emoções são construídas pelo cérebro no instante em que ele classifica as sensações positivas ou negativas que experimenta. A cultura e a própria linguagem seriam parte indispensável desse processo.

Minha impressão é de que Barrett foi com muita sede ao pote. Seus achados fragilizam as versões mais fortes do modelo tradicional, mas não bastam para pôr abaixo um edifício construído com a colaboração da maior parte dos filósofos ocidentais, do próprio Charles Darwin e de um número ainda maior de neurocientistas contemporâneos. Até pode ser que Barrett tenha razão, mas ainda é cedo para decretá-lo.

(Hélio Schwartsman. “Como são feitas as emoções”. Folha de S.Paulo. 04.03.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a passagem do texto se mantém correta, conforme a norma-padrão, com o acréscimo da vírgula.
 

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