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Fonte: http://oficinasdealfabetizacao.blogspot.com.br/2013/02/e-por-falar-em-diferentes-sentidos-de.html Acesso em 8 jan. 2013.
Observe o diálogo expresso na tirinha e, em relação à linguagem, assinale apenas a afirmativa CORRETA.
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Três estudantes almoçam juntos em um restaurante. Sabendo-se que o primeiro almoça nesse restaurante a cada 6 dias, o segundo a cada 10 dias, e o terceiro a cada 15 dias, depois de quantos dias se dará o próximo encontro?
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TRÊS NÃO É DEMAIS
O primeiro filho nasce, esperado e planejado. O ritmo de vida muda, os gastos aumentam e o casal não está mais sozinho. Logo vem a dúvida: aumentar ou não a família? Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, com base no Censo 2010, indicam que, nos últimos anos, a maioria dos pais para por aí e fica com apenas um. Outra parte importante arrisca, no máximo, ter um segundo filho para fazer companhia ao primogênito. Mas há quem contrarie a regra. Na contramão da queda da taxa de fecundidade no país, um grupo de casais mostra que, com planejamento, é possível formar famílias numerosas como no passado, com três ou mais crianças.
As estatísticas mostram que ter muitos filhos deixou de ser tendência. Para muitos casais, porém, ter a casa cheia de crianças ainda é projeto de vida. Três filhos, eles dizem, não são demais – há quem ache até pouco. O engenheiro e professor universitário Ion Willer dos Santos, de 49 anos, pensa assim. Ele se casou com a pedagoga Marília França de Souza, de 46 anos, em 1995, depois de cinco anos de namoro. Quando falavam de futuro, da família que queriam ter, nem cogitavam ter menos de três crianças e planejaram tudo. Tiveram 4 filhos (Vitor, hoje com 15 anos, depois Pedro,13, e Jade, agora com 10 anos). Marília até pensou que pararia por aí, mas, numa reunião com amigos e diante de repetidos sonhos com um bebê, decidiu aumentar a prole. Rapidamente ela engravidou de Luca, hoje com 5 anos.
A família está completa, mas Ion quer ter mais dois. Para dar conta dos quatro, o casal põe tudo na ponta do lápis. O mesmo planejamento que tiveram para tê-los aplicam agora nos gastos. Cada um tem uma agenda coordenada pela mãe, com as descrições sobre as atividades. Os filhos estudam em escola particular e fazem cursos extras. Quando querem fazer uma viagem ou comprar algum bem, fazem os cálculos juntos para analisar se será necessário fazer algum corte no orçamento. “Vivemos bem com simplicidade e ensinamos isso a eles. Não queremos ter muito, preferimos ser mais e isso é importante para sermos pais”, diz Ion. O casal conta com a ajuda de uma funcionária em casa, que é considerada a quinta filha. Remanejaram também os horários no trabalho para sempre estar com as crianças. “Priorizamos a família, esse foi o nosso foco. Agora, trabalho num período e ele em outro para estarmos mais em casa com eles”, conta Marília.
A médica Fabiane Dias Lopes, de 40 anos, e o publicitário Paulo Henrique Leal Soares, de 41, já ouviram dos colegas inúmeras vezes que são loucos. Mas não consideram loucura, apenas um objetivo. “Foi uma decisão mesmo, sempre quisemos ter três filhos”, disse. Quando tinham cinco anos de casados, o desafio começou. Paula nasceu em 2004, três anos depois chegou Mateus e, quando ele estava prestes a fazer 1 ano, veio Lara. Para Fabiane, o principal desafio para dar conta do recado é ter a ajuda do marido para tudo. “Fazemos tudo junto para dar certo, ele me ajuda demais. Nós dois trabalhamos fora e, dentro de casa, é um conjunto, ele faz tudo que eu também faço”, afirma.
A decisão financeira pesa na hora de tomar a decisão de ter a casa cheia. Desde que as crianças nasceram, Fabiane e Paulo contrataram empregada doméstica, babá e, até o semestre passado, tinham uma faxineira. E, antes, segundo ela, já tinham uma condição que permitia a chegada de mais filhos, por isso houve a escolha. A estrutura ainda permitiu que a médica retornasse ao trabalho um tempo depois do nascimento dos filhos.
Para a psicopedagoga Jane Patrícia Haddad, o que se percebe é um envolvimento maior dos pais quando é uma decisão comum ter muitos filhos. “Não vejo dificuldade em ter dois, três ou quatro, depende da dinâmica da família”, avalia. “Muitas vezes, quem tem vários filhos consegue administrar melhor do que quem tem apenas um. Muitos filhos não significa necessariamente aumento de problema”, acrescenta. A dica da especialista é que o casal planeje, principalmente financeiramente. Ter filhos, ela lembra, é sinônimo de muita dedicação, não é algo provisório e muitas vezes faz com que pais tenham de abrir mão de projetos pessoais.
(GIUDICE, Patrícia. Três não é demais. Estado de Minas. Belo Horizonte, 10 de novembro de 2013.)
Ao tomarem a decisão de ter mais filhos, o casal Paulo e Fabiane teve que fazer as seguintes mudanças na casa, EXCETO
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“Quando falavam de futuro, da família que queriam ter, nem cogitavam ter menos de três crianças e planejaram tudo.”
Analisando o trecho, podemos afirmar que o termo tudo se refere à/ao
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TRÊS NÃO É DEMAIS
O primeiro filho nasce, esperado e planejado. O ritmo de vida muda, os gastos aumentam e o casal não está mais sozinho. Logo vem a dúvida: aumentar ou não a família? Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, com base no Censo 2010, indicam que, nos últimos anos, a maioria dos pais para por aí e fica com apenas um. Outra parte importante arrisca, no máximo, ter um segundo filho para fazer companhia ao primogênito. Mas há quem contrarie a regra. Na contramão da queda da taxa de fecundidade no país, um grupo de casais mostra que, com planejamento, é possível formar famílias numerosas como no passado, com três ou mais crianças.
As estatísticas mostram que ter muitos filhos deixou de ser tendência. Para muitos casais, porém, ter a casa cheia de crianças ainda é projeto de vida. Três filhos, eles dizem, não são demais – há quem ache até pouco. O engenheiro e professor universitário Ion Willer dos Santos, de 49 anos, pensa assim. Ele se casou com a pedagoga Marília França de Souza, de 46 anos, em 1995, depois de cinco anos de namoro. Quando falavam de futuro, da família que queriam ter, nem cogitavam ter menos de três crianças e planejaram tudo. Tiveram 4 filhos (Vitor, hoje com 15 anos, depois Pedro,13, e Jade, agora com 10 anos). Marília até pensou que pararia por aí, mas, numa reunião com amigos e diante de repetidos sonhos com um bebê, decidiu aumentar a prole. Rapidamente ela engravidou de Luca, hoje com 5 anos.
A família está completa, mas Ion quer ter mais dois. Para dar conta dos quatro, o casal põe tudo na ponta do lápis. O mesmo planejamento que tiveram para tê-los aplicam agora nos gastos. Cada um tem uma agenda coordenada pela mãe, com as descrições sobre as atividades. Os filhos estudam em escola particular e fazem cursos extras. Quando querem fazer uma viagem ou comprar algum bem, fazem os cálculos juntos para analisar se será necessário fazer algum corte no orçamento. “Vivemos bem com simplicidade e ensinamos isso a eles. Não queremos ter muito, preferimos ser mais e isso é importante para sermos pais”, diz Ion. O casal conta com a ajuda de uma funcionária em casa, que é considerada a quinta filha. Remanejaram também os horários no trabalho para sempre estar com as crianças. “Priorizamos a família, esse foi o nosso foco. Agora, trabalho num período e ele em outro para estarmos mais em casa com eles”, conta Marília.
A médica Fabiane Dias Lopes, de 40 anos, e o publicitário Paulo Henrique Leal Soares, de 41, já ouviram dos colegas inúmeras vezes que são loucos. Mas não consideram loucura, apenas um objetivo. “Foi uma decisão mesmo, sempre quisemos ter três filhos”, disse. Quando tinham cinco anos de casados, o desafio começou. Paula nasceu em 2004, três anos depois chegou Mateus e, quando ele estava prestes a fazer 1 ano, veio Lara. Para Fabiane, o principal desafio para dar conta do recado é ter a ajuda do marido para tudo. “Fazemos tudo junto para dar certo, ele me ajuda demais. Nós dois trabalhamos fora e, dentro de casa, é um conjunto, ele faz tudo que eu também faço”, afirma.
A decisão financeira pesa na hora de tomar a decisão de ter a casa cheia. Desde que as crianças nasceram, Fabiane e Paulo contrataram empregada doméstica, babá e, até o semestre passado, tinham uma faxineira. E, antes, segundo ela, já tinham uma condição que permitia a chegada de mais filhos, por isso houve a escolha. A estrutura ainda permitiu que a médica retornasse ao trabalho um tempo depois do nascimento dos filhos.
Para a psicopedagoga Jane Patrícia Haddad, o que se percebe é um envolvimento maior dos pais quando é uma decisão comum ter muitos filhos. “Não vejo dificuldade em ter dois, três ou quatro, depende da dinâmica da família”, avalia. “Muitas vezes, quem tem vários filhos consegue administrar melhor do que quem tem apenas um. Muitos filhos não significa necessariamente aumento de problema”, acrescenta. A dica da especialista é que o casal planeje, principalmente financeiramente. Ter filhos, ela lembra, é sinônimo de muita dedicação, não é algo provisório e muitas vezes faz com que pais tenham de abrir mão de projetos pessoais.
(GIUDICE, Patrícia. Três não é demais. Estado de Minas. Belo Horizonte, 10 de novembro de 2013.)
Observe o trecho: “Quando falavam de futuro, da família que queriam ter, nem cogitavam ter menos de três crianças e planejaram tudo.” . Em uma análise sintático-semântica desse trecho, NÃO podemos afirmar:
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