Foram encontradas 134 questões.
2559380
Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Jucurutu-RN
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Jucurutu-RN
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O orçamento, embora seja anual, não pode ser concebido ou executado isoladamente do período imediatamente anterior e do posterior, pois sofre influências condicionantes daquele que o precede, assim como constitui uma base informativa para os futuros exercícios; daí a necessidade de compreensão do Ciclo Orçamentário. Assinale a sequência CORRETA das etapas desenvolvidas pelo processo orçamentário:
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O pleno entendimento da situação contábil e financeira de qualquer empresa passa pela análise acurada de determinados documentos que contêm as informações necessárias à formulação de indicadores que subsidiem as decisões gerenciais a serem adotadas. Esses documentos são as demonstrações contábeis, ou seja, as que trazem em si as mais diversas informações econômico-financeiras. Assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Balancete/balanço patrimonial. É a demonstração contábil do tipo balancete, conforme a legislação vigente, reflete a posição financeira em determinado momento e precisa ser elaborada e publicada periodicamente, normalmente no fim do ano ou de um período prefixado.
( ) Demonstração do resultado do semestre/exercício. As instituições precisam informar as alterações de caixa nos período considerados, classificando cada fluxo de caixa de acordo com sua proveniência, em atividades operacionais, investimentos e financiamentos.
( ) Demonstração de fluxos de caixa. É um documento que tem por finalidade a publicação e apresentação das receitas e despesas das instituições financeiras no atual semestre e no anterior, produzindo assim um resultado de lucro ou prejuízo, tal qual ocorre com as demonstrações de resultado de exercícios das sociedades anônimas.
( ) Demonstração das mutações do patrimônio líquido. Nesse documento, são apresentadas as variações positivas e negativas sofridas por contas, como as reservas de capital, os lucros a realizar, os lucros/prejuízos acumulados e as ações em tesouraria, por exemplo.
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA é
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Sobre a organização político-administrativa da República Federativa do Brasil, nos termos da Constituição da República de 1988, assinale a alternativa CORRETA:
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Leia este poema, de flora Figueiredo.
Texto II
Roda-vida
Que ideia é essa,
Que entorna o caldo,
Derrama o mel,
Quebra a vidraça,
Que de repente passa
E me entorta a cabeça?
Que ideia é essa,
Que chega descalça,
Cabelos ao vento,
O peito desnudo,
Que desacata tudo
E me vira às avessas?
Que ideia é essa?
Não importa.
Que chegue fazendo barulho,
Afastando o entulho,
Batendo panela.
Que ideia é essa,
Que entorna o caldo,
Derrama o mel,
Quebra a vidraça,
Que de repente passa
E me entorta a cabeça?
Que ideia é essa,
Que chega descalça,
Cabelos ao vento,
O peito desnudo,
Que desacata tudo
E me vira às avessas?
Que ideia é essa?
Não importa.
Que chegue fazendo barulho,
Afastando o entulho,
Batendo panela.
Olhem pelas portas e janelas:
O cata-vento está de pernas para o ar.
São ideias novas que põem o mundo pra rodar.
O cata-vento está de pernas para o ar.
São ideias novas que põem o mundo pra rodar.
BORGATO, Ana M. T. Borges. Antologia poética Nestlé. São Paulo: Fundação Nestlé de cultura, 2002. P. 22.
Como conclusão a respeito da relação entre as ideias gerais do poema (Texto ) e o papel desempenhado dos pronomes II relativos no texto, assinale a afirmação VERDADEIRA.
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2558855
Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Jucurutu-RN
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Câm. Jucurutu-RN
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Processo de aumento da temperatura média dos oceanos e da atmosfera da Terra, causado por massivas emissões de gases que intensificam o efeito estufa, originados de uma série de atividades humanas, especialmente a queima de combustíveis fósseis e mudanças no uso da terra, como o desmatamento, bem como de várias outras fontes secundárias. Estamos falando do (a)(s)
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Texto III
Para que ninguém a quisesse...
Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos altos.
Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos. Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.
Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras. Uma fina saudade começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.
Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite, tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.
https://www.pensador.com/autor/marina-colasanti/ Acesso em 09/03/18
Do texto III, pode-se depreender o(a)
I- aspecto da cultura machista, que vê a mulher, apenas, como “objeto de cama e mesa”.
II- parâmetros determinados pelo homem, em relação à mulher-objeto.
III- desfecho do texto, que realça o resultado do comportamento da mulher, marcado por um discurso silencioso e comovido.
II- parâmetros determinados pelo homem, em relação à mulher-objeto.
III- desfecho do texto, que realça o resultado do comportamento da mulher, marcado por um discurso silencioso e comovido.
Está CORRETO o que se afirma em
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Um arquiteto constrói uma maquete de uma praça, cuja forma é dada pelo triangulo ABC, onde !$ A = { \begin{pmatrix} { \large \sqrt{3} \over 2} , { \large 1 \over 2} \end{pmatrix}} !$ e !$ B= { \begin{pmatrix} - { \large \sqrt{3} \over 2}, { \large 1 \over 2} \end{pmatrix}} !$ C = (0,-1) e que as distâncias entre os pontos são dadas em centímetros. Se A denota a área entre o círculo unitário que S contêm os pontos A, B e C e a área da praça, podemos afirmar que
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TEXTO I
Somos gente
Decretaram que pessoas com mais de sessenta anos merecem alguns benefícios. Há mais tempo decretaram que negro era gente. Há menos tempo que isso decretaram que mulher também era gente, pois podia votar.
Mas voltando aos com mais de sessenta: decretaram coisas que deveriam ser naturais numa sociedade razoável. Não as vejo como benefícios, mas como condições mínimas de dignidade e respeito. Benefício tem jeito de concessão, caridade. Coisas como não lhes cobrarem mais pelo seguro saúde porque estão mais velhos, na idade em que possivelmente vão de verdade começar a precisar de médico, remédio, hospital, não deveriam ser impostas por decreto.
Decretaram também que depois dos sessenta as pessoas podem andar de graça no ônibus e pagar meia entrada no cinema. Perceberam, pois, que após os sessenta as pessoas ainda se locomovem e se divertem. Pensei que achassem que nessa altura a gente ficasse inexoravelmente meio inválido e... invalidado.
Que sociedade esquisita esta nossa, em que é preciso decretar que em qualquer idade a gente é gente.
LUFT, Lya . Rio de Janeiro: Record, 2005. . Pensar é transgredir p. 137 (Fragmento).
Leia as proposições sobre os aspectos linguísticos do texto I.
( ) “Decretaram que pessoas com mais de sessenta anos merecem alguns benefícios.” e – “Decretaram também que depois dos sessenta as pessoas podem andar de graça no ônibus e pagar meia entrada no cinema.” Nesses enunciados temos, respectivamente, sujeitos indeterminados. A preferência por esse tipo de sujeito é explicada pelo fato de que, como são direitos de muitas pessoas, não sabemos especificamente quem são tais pessoas.
( ) “...as pessoas podem andar de graça no ônibus!...” O verbo “andar” na locução verbal sublinhada é classificado podem andar como transitivo direto.
( ) “...qualquer idade a gente é gente.” A palavra “gente”, nas duas ocorrências, são classificadas sintaticamente como objetos indiretos.
( ) “na idade em que possivelmente vão de verdade começar a precisar de médico, remédio, hospital...” As palavras sublinhadas exercem a função sintática de objetos indiretos.
( ) “...meio inválido e... invalidado.” As palavras sublinhadas têm, no contexto do texto, o mesmo sentido.
O preenchimento CORRETO dos parênteses está na sentença
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TEXTO I
Somos gente
Decretaram que pessoas com mais de sessenta anos merecem alguns benefícios. Há mais tempo decretaram que negro era gente. Há menos tempo que isso decretaram que mulher também era gente, pois podia votar.
Mas voltando aos com mais de sessenta: decretaram coisas que deveriam ser naturais numa sociedade razoável. Não as vejo como benefícios, mas como condições mínimas de dignidade e respeito. Benefício tem jeito de concessão, caridade. Coisas como não lhes cobrarem mais pelo seguro saúde porque estão mais velhos, na idade em que possivelmente vão de verdade começar a precisar de médico, remédio, hospital, não deveriam ser impostas por decreto.
Decretaram também que depois dos sessenta as pessoas podem andar de graça no ônibus e pagar meia entrada no cinema. Perceberam, pois, que após os sessenta as pessoas ainda se locomovem e se divertem. Pensei que achassem que nessa altura a gente ficasse inexoravelmente meio inválido e... invalidado.
Que sociedade esquisita esta nossa, em que é preciso decretar que em qualquer idade a gente é gente.
LUFT, Lya . Rio de Janeiro: Record, 2005. . Pensar é transgredir p. 137 (Fragmento).
A autora do texto I
I- menciona fatos do cotidiano para a reflexão do leitor e mostra sua inquietação diante do comportamento da sociedade.
II- expressa opiniões sobre o assunto tratado, para ela, a concessão de benefícios aos que têm mais de sessenta anos parecem um ato de bondade, quando é um direito de qualquer cidadão.
III- afirma que a concessão de benefícios em qualquer idade é desnecessário.
IV- expressa uma ironia em relação às concessões de benefícios aos idosos.
Está CORRETO o que se afirma apenas em
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Deseja-se construir uma igreja cuja parte frontal seja representada pelo gráfico da função quadrática f (x) = ax 2 + bx + c. No ponto mais alto da parte frontal da igreja em relação ao solo, coloca-se uma cruz que se encontra no vértice da parábola, o qual está a uma distância de 10 metros em relação ao solo e a origem do sistema cartesiano. Sabendo que os pontos A = (-5, 0) e B = (5, 0) pertencem à parábola, podemos afirmar que
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