Foram encontradas 40 questões.
Marina confecciona roupas para pets e está organizando
um desfile com 12 cachorros de pequeno porte, 10
cachorros de grande porte e 5 gatos, todos disponíveis
para adoção em um abrigo da cidade. Se para as roupas
de cada cachorro de pequeno porte ela usa 60 cm de
tecido, para as dos de grande porte ela usa 1 metro e
para as roupas dos gatos ela usa 50 cm, quanto de
tecido ela usará para fazer as roupas de todos os
bichinhos?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Fadiga visual: como proteger a vista na era do
excesso de telas
Em uma era em que as telas dominam nossa vida
cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo
mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição
marginal entre as preocupações com a saúde
ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde
pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do
mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais
para trabalho, educação e interação social só aumenta,
há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até
50% dos usuários de computador podem desenvolver a
chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de
sintomas oculares e visuais, como secura,
lacrimejamento, coceira, queimação e visão turva ou até
dupla, não é apenas um incômodo.
Ela pode indicar problemas potencialmente crônicos que
afetam significativamente a qualidade de vida e a
produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência.
Afinal, os lockdowns e as medidas de distanciamento
social aumentaram o tempo de tela numa escala sem
precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais
durante esse período está correlacionado a um
crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios
visuais e fadiga ocular digital.
O impacto invisível da dependência digital
Mas o que exatamente acontece com nossos olhos
quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema
visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas
diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar
em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma
série de problemas oculares, desde irritação leve até
ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e
muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais
imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura
e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de
cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem
se tornar persistentes e debilitantes, se não forem
tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas
telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e
interromper os padrões de sono, não há evidências
conclusivas de que ela cause danos oculares
permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho
por um tempo prolongado com foco próximo e a redução
das piscadas.
Mas como podemos proteger a visão neste mundo
centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que
combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais
e, quando necessário, intervenções médicas.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no
fragmento
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excesso de telas
Em uma era em que as telas dominam nossa vida
cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo
mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição
marginal entre as preocupações com a saúde
ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde
pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do
mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais
para trabalho, educação e interação social só aumenta,
há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até
50% dos usuários de computador podem desenvolver a
chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de
sintomas oculares e visuais, como secura,
lacrimejamento, coceira, queimação e visão turva ou até
dupla, não é apenas um incômodo.
Ela pode indicar problemas potencialmente crônicos que
afetam significativamente a qualidade de vida e a
produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência.
Afinal, os lockdowns e as medidas de distanciamento
social aumentaram o tempo de tela numa escala sem
precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais
durante esse período está correlacionado a um
crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios
visuais e fadiga ocular digital.
O impacto invisível da dependência digital
Mas o que exatamente acontece com nossos olhos
quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema
visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas
diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar
em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma
série de problemas oculares, desde irritação leve até
ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e
muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais
imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura
e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de
cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem
se tornar persistentes e debilitantes, se não forem
tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas
telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e
interromper os padrões de sono, não há evidências
conclusivas de que ela cause danos oculares
permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho
por um tempo prolongado com foco próximo e a redução
das piscadas.
Mas como podemos proteger a visão neste mundo
centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que
combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais
e, quando necessário, intervenções médicas.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no
fragmento
Quando um verbo ou um nome exigir a preposição 'a' e o substantivo posterior admitir artigo 'a', haverá crase, como ilustrado no exemplo do enunciado. A seguir, analise o emprego da crase nos enunciados e identifique aquele que o utiliza de forma INCORRETA.
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Em uma era em que as telas dominam nossa vida
cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo
mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição
marginal entre as preocupações com a saúde
ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde
pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do
mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais
para trabalho, educação e interação social só aumenta,
há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até
50% dos usuários de computador podem desenvolver a
chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de
sintomas oculares e visuais, como secura,
lacrimejamento, coceira, queimação e visão turva ou até
dupla, não é apenas um incômodo.
Ela pode indicar problemas potencialmente crônicos que
afetam significativamente a qualidade de vida e a
produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência.
Afinal, os lockdowns e as medidas de distanciamento
social aumentaram o tempo de tela numa escala sem
precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais
durante esse período está correlacionado a um
crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios
visuais e fadiga ocular digital.
O impacto invisível da dependência digital
Mas o que exatamente acontece com nossos olhos
quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema
visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas
diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar
em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma
série de problemas oculares, desde irritação leve até
ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e
muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais
imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura
e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de
cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem
se tornar persistentes e debilitantes, se não forem
tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas
telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e
interromper os padrões de sono, não há evidências
conclusivas de que ela cause danos oculares
permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho
por um tempo prolongado com foco próximo e a redução
das piscadas.
Mas como podemos proteger a visão neste mundo
centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que
combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais
e, quando necessário, intervenções médicas.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no
fragmento
Quanto à acentuação tônica e gráfica dos vocábulos do trecho, considere as informações a seguir:
I.As palavras 'preocupações' e 'dependência' possuem acento tônico, uma vez que palavras terminadas em ditongo, de qualquer tipo, seguido ou não de 's' são acentuadas.
II.A palavra 'saúde' recebe acento gráfico de acordo com a mesma regra que justifica a acentuação da palavra 'adaís'.
III.A palavra 'pública' é classificada como uma proparoxítona, ou seja, a acentuação tônica recai sobre a antepenúltima sílaba. Sem o acento gráfico, ela passaria a ser uma paroxítona, com acento tônico deslocado para a penúltima sílaba.
IV.A palavra 'saúde' é acentuada porque o 'u' tônico forma um hiato com a vogal anterior, está sozinho na sílaba e não é seguido de 'nh', conforme as regras de acentuação.
V.Os vocábulos 'há' e 'só' são acentuados de acordo com a mesma regra das monossílabas tônicas terminadas em 'a' e 'o', respectivamente.
Estão corretas:
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A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição
marginal entre as preocupações com a saúde
ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde
pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do
mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais
para trabalho, educação e interação social só aumenta,
há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até
50% dos usuários de computador podem desenvolver a
chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de
sintomas oculares e visuais, como secura,
lacrimejamento, coceira, queimação e visão turva ou até
dupla, não é apenas um incômodo.
Ela pode indicar problemas potencialmente crônicos que
afetam significativamente a qualidade de vida e a
produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência.
Afinal, os lockdowns e as medidas de distanciamento
social aumentaram o tempo de tela numa escala sem
precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais
durante esse período está correlacionado a um
crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios
visuais e fadiga ocular digital.
O impacto invisível da dependência digital
Mas o que exatamente acontece com nossos olhos
quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema
visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas
diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar
em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma
série de problemas oculares, desde irritação leve até
ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e
muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais
imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura
e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de
cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem
se tornar persistentes e debilitantes, se não forem
tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas
telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e
interromper os padrões de sono, não há evidências
conclusivas de que ela cause danos oculares
permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho
por um tempo prolongado com foco próximo e a redução
das piscadas.
Mas como podemos proteger a visão neste mundo
centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que
combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais
e, quando necessário, intervenções médicas.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no
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A locução conjuntiva 'à medida que' tem como finalidade:
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Em uma era em que as telas dominam nossa vida
cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo
mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição
marginal entre as preocupações com a saúde
ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde
pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do
mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais
para trabalho, educação e interação social só aumenta,
há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até
50% dos usuários de computador podem desenvolver a
chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de
sintomas oculares e visuais, como secura,
lacrimejamento, coceira, queimação e visão turva ou até
dupla, não é apenas um incômodo.
Ela pode indicar problemas potencialmente crônicos que
afetam significativamente a qualidade de vida e a
produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência.
Afinal, os lockdowns e as medidas de distanciamento
social aumentaram o tempo de tela numa escala sem
precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais
durante esse período está correlacionado a um
crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios
visuais e fadiga ocular digital.
O impacto invisível da dependência digital
Mas o que exatamente acontece com nossos olhos
quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema
visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas
diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar
em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma
série de problemas oculares, desde irritação leve até
ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e
muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais
imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura
e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de
cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem
se tornar persistentes e debilitantes, se não forem
tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas
telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e
interromper os padrões de sono, não há evidências
conclusivas de que ela cause danos oculares
permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho
por um tempo prolongado com foco próximo e a redução
das piscadas.
Mas como podemos proteger a visão neste mundo
centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que
combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais
e, quando necessário, intervenções médicas.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no
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De acordo com as regras de concordância, analise o emprego do verbo 'poder' e identifique a informação que aplica corretamente a regra.
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Em uma era em que as telas dominam nossa vida
cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo
mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição
marginal entre as preocupações com a saúde
ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde
pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do
mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais
para trabalho, educação e interação social só aumenta,
há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até
50% dos usuários de computador podem desenvolver a
chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de
sintomas oculares e visuais, como secura,
lacrimejamento, coceira, queimação e visão turva ou até
dupla, não é apenas um incômodo.
Ela pode indicar problemas potencialmente crônicos que
afetam significativamente a qualidade de vida e a
produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência.
Afinal, os lockdowns e as medidas de distanciamento
social aumentaram o tempo de tela numa escala sem
precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais
durante esse período está correlacionado a um
crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios
visuais e fadiga ocular digital.
O impacto invisível da dependência digital
Mas o que exatamente acontece com nossos olhos
quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema
visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas
diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar
em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma
série de problemas oculares, desde irritação leve até
ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e
muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais
imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura
e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de
cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem
se tornar persistentes e debilitantes, se não forem
tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas
telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e
interromper os padrões de sono, não há evidências
conclusivas de que ela cause danos oculares
permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho
por um tempo prolongado com foco próximo e a redução
das piscadas.
Mas como podemos proteger a visão neste mundo
centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que
combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais
e, quando necessário, intervenções médicas.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no
fragmento
Com base na análise sintática dos termos do período acima, identifique a informação INCORRETA.
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excesso de telas
Em uma era em que as telas dominam nossa vida
cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo
mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição
marginal entre as preocupações com a saúde
ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde
pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do
mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais
para trabalho, educação e interação social só aumenta,
há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até
50% dos usuários de computador podem desenvolver a
chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de
sintomas oculares e visuais, como secura,
lacrimejamento, coceira, queimação e visão turva ou até
dupla, não é apenas um incômodo.
Ela pode indicar problemas potencialmente crônicos que
afetam significativamente a qualidade de vida e a
produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência.
Afinal, os lockdowns e as medidas de distanciamento
social aumentaram o tempo de tela numa escala sem
precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais
durante esse período está correlacionado a um
crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios
visuais e fadiga ocular digital.
O impacto invisível da dependência digital
Mas o que exatamente acontece com nossos olhos
quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema
visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas
diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar
em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma
série de problemas oculares, desde irritação leve até
ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e
muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais
imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura
e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de
cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem
se tornar persistentes e debilitantes, se não forem
tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas
telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e
interromper os padrões de sono, não há evidências
conclusivas de que ela cause danos oculares
permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho
por um tempo prolongado com foco próximo e a redução
das piscadas.
Mas como podemos proteger a visão neste mundo
centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que
combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais
e, quando necessário, intervenções médicas.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no
fragmento
I.Vamos no Cinema.
II.Paula estava com Luciana falando de sua irmã.
II.O músculo toráxico é responsável por ajudar na movimentação das costelas durante a respiração.
Vícios de linguagem são desvios gramaticais que surgem devido a descuido ou falta de conhecimento das normas nos diversos níveis linguísticos: fonético, semântico, sintático ou morfológico.
Nos enunciados acima, é possível identificar, na ordem, os seguintes vícios de linguagem:
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A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição
marginal entre as preocupações com a saúde
ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde
pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do
mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais
para trabalho, educação e interação social só aumenta,
há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até
50% dos usuários de computador podem desenvolver a
chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de
sintomas oculares e visuais, como secura,
lacrimejamento, coceira, queimação e visão turva ou até
dupla, não é apenas um incômodo.
Ela pode indicar problemas potencialmente crônicos que
afetam significativamente a qualidade de vida e a
produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência.
Afinal, os lockdowns e as medidas de distanciamento
social aumentaram o tempo de tela numa escala sem
precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais
durante esse período está correlacionado a um
crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios
visuais e fadiga ocular digital.
O impacto invisível da dependência digital
Mas o que exatamente acontece com nossos olhos
quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema
visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas
diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar
em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma
série de problemas oculares, desde irritação leve até
ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e
muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais
imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura
e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de
cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem
se tornar persistentes e debilitantes, se não forem
tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas
telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e
interromper os padrões de sono, não há evidências
conclusivas de que ela cause danos oculares
permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho
por um tempo prolongado com foco próximo e a redução
das piscadas.
Mas como podemos proteger a visão neste mundo
centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que
combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais
e, quando necessário, intervenções médicas.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no
fragmento
I.Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.
II.Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim.
Analise a predicação dos verbos nos dois enunciados e, em seguida, marque as afirmações como (V) verdadeiro ou (F) falso:
(__)O verbo 'dominar' e 'espalhar' estão como transitivos diretos.
(__)O enunciado II apresenta um verbo de ligação.
(__)Há no enunciado I dois predicados verbais.
A sequência que completa corretamente os parênteses é:
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Assinale a alternativa CORRETA sobre o crime
plurissubsistente.
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