Foram encontradas 30 questões.
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
A Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT, conceitua resíduos sólidos domiciliares como sendo todos os produzidos em edificações residenciais, em estabelecimentos públicos e no comércio em geral, assim como aqueles resultantes das diversas atividades de limpeza urbana. A ABNT editou um conjunto de normas para padronizar, em todo território nacional, a classificação dos resíduos. Como são classificados os resíduos sólidos?
Provas
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
Poluição é a degradação da qualidade ambiental, resultante de atividades que direta ou indiretamente prejudicam a saúde, a segurança e o bem-estar da população, criando condições adversas às atividades sociais e econômicas, além de afetar a flora e a fauna e lançar, no ambiente, matérias ou energias em desacordo com os padrões ambientai s estabelecidos. O controle de poluição por resíduos não consiste apenas no controle da sua disposição, mas sobretudo na redução da sua geração, reutilização, reciclagem e comercialização. Qual sistemática para controle da poluição por resíduos consiste em separar os resíduos para que não haja contaminação entre eles?
Provas
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Nós, os brasileiros
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil.
Como sempre, eles falam da floresta amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, e olhos de serpentes hirtas acariciando esses corpos como dedos amorosos”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.
Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir aliumgrãozinho de realidade.
Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi sobretudo com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta –, fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.
– A senhora é brasileira? – comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!
Depois de ler num congresso de escritores em Amsterdam um trecho de um de meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:
– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!
Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo:
– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?
A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também é culpa nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e...mato.
E eu, mulher, essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens neuróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais.
Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.
E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.
(LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record: 2005 (fragmento).)
Assinale a opção correta com relação ao texto.
Provas
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
Higiene é o conjunto de meios para manter as condições favoráveis à saúde. Os hábitos de higiene diários incluem não só a lavagem corporal, mas também o tipo de alimentação, vestuário e calçado, a postura no dia a dia, as horas de sono diárias, a prática de exercício físico e a higiene bucal. Os dentes e a boca devem ser lavados depois da ingestão de alimentos, usando um creme dental com flúor. Uma higiene bucal inadequada dá origem à, EXCETO:
Provas
A forma de acondicionamento do lixo, isto é, as condições em que os resíduos devem se apresentar na fonte de produção para o seu recolhimento pela coleta, importam a eficácia da coleta. O acondicionamento de lixo para a coleta regular é realizado de duas formas: recipientes diversos de metal (latas) e madeira (caixotes) e o uso de sacos plásticos. O acondicionamento em saco plástico é, atualmente, a forma mais utilizada em todo mundo e em muitas cidades já são exigidos por leis municipais. Qual a vantagem obtida com o uso do saco plástico?
Provas
Um guarda trabalha oito horas por dia, durante cinco dias da semana e pelo seu setor passam, diariamente, 30 pessoas por hora. O número de pessoas que passam pelo setor semanalmente, é:
Provas
A regularidade na limpeza de ambientes evita o acúmulo de sujidades e possibilita que a tarefa seja executada com menor esforço, economiza tempo e reduz os gastos com material. Existem no mercado diversos materiais específicos para limpeza, o importante é perceber a função do material ou do produto e a maneira correta de aplicação do mesmo. Outro aspecto importante na hora de escolher materiais e produtos de limpeza é verificar se estes são danosos ao meio ambiente. Por isso, faça sempre a opção por produtos:
Provas
Jorge analisando um mapa, verificou que a distância em linha reta entre duas cidades A e B é de 450 km e está representada no mapa com 15 cm. Se ele vai de uma cidade C para uma cidade D, cuja representação, no mesmo mapa, é feita por uma reta com 8 cm, a distância real, em quilômetros, dessa reta entre as cidades C e D, é:
Provas
Uma Auxiliar de Serviços Gerais faz uma compra de R$ 50,00 e a loja oferece duas formas de pagamento:
À vista: R$ 50,00
A prazo: uma entrada de R$ 30,00 e uma parcela de R$ 30,00 para 30 dias depois.
Tendo comprado a mercadoria a prazo, calcule a taxa de juros mensais paga por ela.
Provas
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Nós, os brasileiros
Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil.
Como sempre, eles falam da floresta amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, e olhos de serpentes hirtas acariciando esses corpos como dedos amorosos”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos(b).
Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir aliumgrãozinho de realidade.
Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi sobretudo com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta –, fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.
– A senhora é brasileira? – comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa(c). – Mas a senhora é loira!
Depois de ler num congresso de escritores em Amsterdam um trecho de um de meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:
– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!(a)
Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo:
– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?
A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.
Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também é culpa nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.
Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros(d) (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e...mato.
E eu, mulher, essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens neuróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais.
Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso(e).
E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.
(LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record: 2005 (fragmento).)
Assinale a opção em que, de acordo com a norma culta, as duas formas são gramaticalmente corretas.
Provas
Caderno Container