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Foram encontradas 40 questões.

2432782 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Encantos e ilusões do namoro virtual

Esqueça o olho no olho ou as paixões à primeira vista. O futuro do sexo e do amor pode estar na frente da tela de um computador ou de um celular. Hoje, boa parcela dos jovens (não apenas eles) busca seu par pelos meios virtuais. E não são apenas os tímidos. Os mais exibidos também usam a internet, muitas vezes de forma arriscada, para iniciar contatos. As redes sociais são o ponto de encontro preferencial. Vasculhando o perfil de amigos e conhecidos, é possível localizar alguém que desperte o interesse e, melhor, com algum tipo de referência (mesmo que mínima). Galanteios virtuais e mensagens cifradas podem iniciar a paquera. Com aplicativos de celulares, que usam ferramentas de localização e mapeiam quem está por perto, é possível enxergar os alvos em potencial e iniciar a corte.

O encontro pode ser às cegas. As salas de bate-papo dos principais provedores de acesso e sites especializados estão lotadas. Ali o risco é maior, pela falta de referências. É claro que, do total desconhecimento ao encontro real, pode haver algumas etapas. Uma espiada numa rede social, a troca de fotos, o contato por câmera e uma conversa por voz podem dar algumas pistas. Mas o efeito surpresa persiste.

Um fator que alimenta as relações virtuais é a economia de tempo (cada vez mais escasso na vida urbana). Tem gente que passa muito mais tempo na rede do que no mundo real, um sintoma revelador de certa dificuldade de se relacionar com o outro. À distância, pela internet, as pessoas parecem mais desinibidas para expressar emoções e desejos que demorariam mais para aparecer em outras circunstâncias. Num mundo em que a evasão da privacidade virou quase uma regra, exibir sentimentos e imagens pode parecer uma conduta apropriada.

Mas os namoros virtuais levantam várias questões. A primeira envolve a fidelidade. Da mesma forma que as duas almas se encontraram no vasto espaço virtual, será que amanhã não vão facilmente teclar em busca de outros contatos? Os relacionamentos têm acabado quando um dos envolvidos encontra provas cabais de atividades “extraoficiais” em e-mails, mensagens instantâneas ou recados em redes sociais. Além disso, como avaliar as intenções da pessoa? São frequentes os relatos de problemas (inclusive violência) nos encontros nascidos de contatos virtuais. E aonde vão parar fotos e vídeos que, no calor do momento, revelam muito mais do que seria adequado? Como apagar da internet as memórias que podem atrapalhar e comprometer o futuro afetivo e até profissional? Se a internet facilita tanto os encontros, também é importante repensar esse grande espaço por onde hoje podemos levar nosso coração para passear.

(BOUER, Jairo.Revista Época. São Paulo: editora Globo. nº 715, de 30.01.2012. p.27)

Assinale a opção que apresenta ERRO quanto à concordância verbal.

 

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2432619 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Em relação ao que estabelece a Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa correta.

 

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2432057 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Encantos e ilusões do namoro virtual

Esqueça o olho no olho ou as paixões à primeira vista. O futuro do sexo e do amor pode estar na frente da tela de um computador ou de um celular. Hoje, boa parcela dos jovens (não apenas eles) busca seu par pelos meios virtuais. E não são apenas os tímidos(e). Os mais exibidos também usam a internet(a), muitas vezes de forma arriscada, para iniciar contatos. As redes sociais são o ponto de encontro preferencial. Vasculhando o perfil de amigos e conhecidos, é possível localizar alguém que desperte o interesse e, melhor, com algum tipo de referência (mesmo que mínima). Galanteios virtuais e mensagens cifradas podem iniciar a paquera. Com aplicativos de celulares, que usam ferramentas de localização e mapeiam quem está por perto, é possível enxergar os alvos em potencial e iniciar a corte.

O encontro pode ser às cegas. As salas de bate-papo dos principais provedores de acesso e sites especializados estão lotadas. Ali o risco é maior, pela falta de referências. É claro que, do total desconhecimento ao encontro real, pode haver algumas etapas. Uma espiada numa rede social, a troca de fotos, o contato por câmera e uma conversa por voz podem dar algumas pistas(d). Mas o efeito surpresa persiste.

Um fator que alimenta as relações virtuais é a economia de tempo (cada vez mais escasso na vida urbana). Tem gente que passa muito mais tempo na rede do que no mundo real, um sintoma revelador de certa dificuldade de se relacionar com o outro. À distância, pela internet, as pessoas parecem mais desinibidas para expressar emoções e desejos que demorariam mais para aparecer em outras circunstâncias. Num mundo em que a evasão da privacidade virou quase uma regra, exibir sentimentos e imagens pode parecer uma conduta apropriada.

Mas os namoros virtuais levantam várias questões. A primeira envolve a fidelidade. Da mesma forma que as duas almas se encontraram no vasto espaço virtual, será que amanhã não vão facilmente teclar em busca de outros contatos? Os relacionamentos têm acabado quando um dos envolvidos encontra provas cabais de atividades(c) “extraoficiais” em e-mails, mensagens instantâneas ou recados em redes sociais. Além disso, como avaliar as intenções da pessoa? São frequentes os relatos de problemas (inclusive violência) nos encontros nascidos de contatos virtuais. E aonde vão parar fotos e vídeos que, no calor do momento, revelam muito mais do que seria adequado? Como apagar da internet as memórias que podem atrapalhar e comprometer o futuro afetivo e até profissional? Se a internet facilita tanto os encontros, também é importante repensar esse grande espaço(b) por onde hoje podemos levar nosso coração para passear.

(BOUER, Jairo.Revista Época. São Paulo: editora Globo. nº 715, de 30.01.2012. p.27)

Uma opção apresenta ERRO quanto à classificação gramatical do termoemdestaque.Assinale-a:

 

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2431505 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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Sejam as seguintes classes Java, onde cada uma delas ocupa um arquivo em separado:

public class Main {
public static void main(String[] args) {
Classe c=new Classe(7);

System.out.printf("%d",c.mc()+2);
}
}
public class Classe {
private int n;

public Classe(int p) {
n=p%5;
}
public int mc() {
try {
n-=2;
if(n<0)
throw new NumeroNegativo("n<0");
}
catch(NumeroNegativo e) {
n=n-5;
}
finally {
n++;
}
return n;
}
}
public class NumeroNegativo extends Exception {
public NumeroNegativo(String msg) {
super(msg);
}
}

O que será exibido no console quando da execução do método main()?

 

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2431222 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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A partir da linha de comando do Windows NT/2000 (cmd.exe) é possível limpar o cache de resolução DNS executando-se, para tal, um determinado comando TCP/IP juntamente com a opção /flushdns. Que comando é esse?

 

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2431032 Ano: 2012
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Considere a afirmação P:

“A ou B” onde A e B, por sua vez, são as seguintes afirmações:

A: “Cláudio é professor”

B: “Se Elton é engenheiro, então João é armador”.

Ora, sabe-se que a afirmação Pé falsa, logo:

 

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2430585 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

“Autorizar consulta plebiscitária e referendum popular”. Segundo a Lei Orgânica Municipal de Linhares, tal competência é exclusiva:

 

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2430261 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES
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Qual das opções a seguir NÃO é uma regra sintática da linguagem XML?

 

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2430223 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Encantos e ilusões do namoro virtual

Esqueça o olho no olho ou as paixões à primeira vista. O futuro do sexo e do amor pode estar na frente da tela de um computador ou de um celular. Hoje, boa parcela dos jovens (não apenas eles) busca seu par pelos meios virtuais. E não são apenas os tímidos. Os mais exibidos também usam a internet, muitas vezes de forma arriscada, para iniciar contatos. As redes sociais são o ponto de encontro preferencial. Vasculhando o perfil de amigos e conhecidos, é possível localizar alguém que desperte o interesse e, melhor, com algum tipo de referência (mesmo que mínima). Galanteios virtuais e mensagens cifradas podem iniciar a paquera. Com aplicativos de celulares, que usam ferramentas de localização e mapeiam quem está por perto, é possível enxergar os alvos em potencial e iniciar a corte.

O encontro pode ser às cegas. As salas de bate-papo dos principais provedores de acesso e sites especializados estão lotadas. Ali o risco é maior, pela falta de referências. É claro que, do total desconhecimento ao encontro real, pode haver algumas etapas. Uma espiada numa rede social, a troca de fotos, o contato por câmera e uma conversa por voz podem dar algumas pistas. Mas o efeito surpresa persiste.

Um fator que alimenta as relações virtuais é a economia de tempo (cada vez mais escasso na vida urbana). Tem gente que passa muito mais tempo na rede do que no mundo real, um sintoma revelador de certa dificuldade de se relacionar com o outro. À distância, pela internet, as pessoas parecem mais desinibidas para expressar emoções e desejos que demorariam mais para aparecer em outras circunstâncias. Num mundo em que a evasão da privacidade virou quase uma regra, exibir sentimentos e imagens pode parecer uma conduta apropriada.

Mas os namoros virtuais levantam várias questões. A primeira envolve a fidelidade. Da mesma forma que as duas almas se encontraram no vasto espaço virtual, será que amanhã não vão facilmente teclar em busca de outros contatos? Os relacionamentos têm acabado quando um dos envolvidos encontra provas cabais de atividades “extraoficiais” em e-mails, mensagens instantâneas ou recados em redes sociais. Além disso, como avaliar as intenções da pessoa? São frequentes os relatos de problemas (inclusive violência) nos encontros nascidos de contatos virtuais. E aonde vão parar fotos e vídeos que, no calor do momento, revelam muito mais do que seria adequado? Como apagar da internet as memórias que podem atrapalhar e comprometer o futuro afetivo e até profissional? Se a internet facilita tanto os encontros, também é importante repensar esse grande espaço por onde hoje podemos levar nosso coração para passear.

(BOUER, Jairo.Revista Época. São Paulo: editora Globo. nº 715, de 30.01.2012. p.27)

Assinale a opção cuja alteração da redação do trecho entre parênteses mantém o mesmo sentido da frase: “Hoje, boa parcela dos jovens (não apenas eles) busca seu par pelos meios virtuais.”

 

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2429352 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Câm. Linhares-ES

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Encantos e ilusões do namoro virtual

Esqueça o olho no olho ou as paixões à primeira vista. O futuro do sexo e do amor pode estar na frente da tela de um computador ou de um celular. Hoje, boa parcela dos jovens (não apenas eles) busca seu par pelos meios virtuais. E não são apenas os tímidos. Os mais exibidos também usam a internet, muitas vezes de forma arriscada, para iniciar contatos. As redes sociais são o ponto de encontro preferencial. Vasculhando o perfil de amigos(d) e conhecidos, é possível localizar alguém que desperte o interesse e, melhor, com algum tipo de referência (mesmo que mínima). Galanteios virtuais e mensagens cifradas podem iniciar a paquera. Com aplicativos de celulares, que usam ferramentas de localização e mapeiam quem está por perto, é possível enxergar os alvos em potencial e iniciar a corte.

O encontro pode ser às cegas. As salas de bate-papo dos principais provedores de acesso e sites especializados estão lotadas. Ali o risco é maior, pela falta de referências. É claro que, do total desconhecimento ao encontro real, pode haver algumas etapas. Uma espiada numa rede social, a troca de fotos(c), o contato por câmera e uma conversa por voz podem dar algumas pistas. Mas o efeito surpresa persiste.

Um fator que alimenta as relações virtuais é a economia de tempo (cada vez mais escasso na vida urbana). Tem gente que passa muito mais tempo na rede do que no mundo real, um sintoma revelador de certa dificuldade de se relacionar com o outro. À distância, pela internet, as pessoas parecem mais desinibidas para expressar emoções e desejos que demorariam mais para aparecer em outras circunstâncias. Num mundo em que a evasão da privacidade(a) virou quase uma regra, exibir sentimentos e imagens pode parecer uma conduta apropriada.

Mas os namoros virtuais levantam várias questões. A primeira envolve a fidelidade. Da mesma forma que as duas almas se encontraram no vasto espaço virtual, será que amanhã não vão facilmente teclar em busca de outros contatos?(e) Os relacionamentos têm acabado quando um dos envolvidos encontra provas cabais de atividades “extraoficiais” em e-mails, mensagens instantâneas ou recados em redes sociais. Além disso, como avaliar as intenções da pessoa? São frequentes os relatos de problemas(b) (inclusive violência) nos encontros nascidos de contatos virtuais. E aonde vão parar fotos e vídeos que, no calor do momento, revelam muito mais do que seria adequado? Como apagar da internet as memórias que podem atrapalhar e comprometer o futuro afetivo e até profissional? Se a internet facilita tanto os encontros, também é importante repensar esse grande espaço por onde hoje podemos levar nosso coração para passear.

(BOUER, Jairo.Revista Época. São Paulo: editora Globo. nº 715, de 30.01.2012. p.27)

Das opções a seguir, em apenas uma, o trecho em destaque trata-se de adjunto adnominal:

 

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