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Foram encontradas 40 questões.

2307672 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
Viva a internet. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração cada vez que eu recebo um like. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
Unflllow : deixar de seguir
Like : gostar, curtir
Junkie: viciado
Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
A palavra em que a acentuação ocorre unicamente em vista da presença do hiato é
 

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2307671 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
Viva a internet. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração cada vez que eu recebo um like. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
Unflllow : deixar de seguir
Like : gostar, curtir
Junkie: viciado
Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
No texto, o autor
 

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2307670 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
Viva a internet. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração cada vez que eu recebo um like. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
Unflllow : deixar de seguir
Like : gostar, curtir
Junkie: viciado
Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
"Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar.”
O recurso acima, utilizado pelo autor para se referir ao vocábulo “geração”, citado no parágrafo anterior, é chamado de
 

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1979488 Ano: 2020
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Nas distribuições Linux, na versão terminal prompt, o comando para criar a pasta denominada “controle”, onde serão gravados os arquivos, é
 

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1979477 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Com relação ao uso dos recursos dos principais browsers da Internet, analise as afirmativas a seguir.
I. O ícone a ser acionado no Edge, para adicionar a URL de um site visualizado na tela a Favoritos é Enunciado 3561430-1 e corresponde
à execução do atalho de teclado Ctrl + F.
II. Para realizar a busca de uma palavra em uma janela de diálogo, em um site aberto no Google Chrome, deve-se executar o atalho de teclado Ctrl + B.
III. Para visualizar o conteúdo da página configurada como homepage inicial no Firefox Mozilla, deve-se acionar o ícone Enunciado 3561430-2.
Assinale:
 

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1979476 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Analise a planilha ilustrada a seguir, criada no MS Excel 2019.
Enunciado 3561427-1
Nessa planilha, foram realizados os seguintes procedimentos:
I. Nas células de F6 a F10, foram inseridas expressões que determinam o menor valor entre as cotações das empresas licitantes, nomeadas MG01, MG02 e MG03, para os itens indicados, usando a função MÍNIMO.
II. Em G6, foi inserida uma expressão usando a função SE que compara a menor cotação em F6 com os valores mostrados em C6, em D6 e em E6, indicando a referência à empresa vencedora; de acordo com o caso, com o uso do recurso denominado referência absoluta. Essa expressão foi copiada para as células de G7 a G10.
Nessas condições, as expressões inseridas em G8 e em F9 foram, respectivamente,
 

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1979475 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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No Explorador de arquivos do Windows 10 BR, um operador de computador lotado na Câmara Municipal de Mangaratiba acessou a pasta indicada em
Enunciado 3561425-1
e realizou os procedimentos listados a seguir:
I. Selecionou e excluiu o arquivo nomeado PENDRIVE.PNG, uma ação que fez com que esse arquivo fosse armazenado no recurso “Lixeira”.
II. Posteriormente, verificou que precisava do arquivo excluído para inserção em um texto no Word.
III. Para retornar à situação anterior e voltar com o arquivo para a pasta MANGARATIBA, acessou o recurso “Lixeira” e clicou com o botão direito do mouse na referência ao nome PENDRIVE.PNG, o que resultou na exibição de uma janela de diálogo mostrando algumas opções.
Nessas condições, para que o arquivo PENDRIVE.PNG retorne à pasta MANGARATIBA, ele deve escolher a seguinte opção:
 

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1979467 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Tanto no Powerpoint do pacote MS Office 2019 BR como no Impress da suíte Libre Office 7.0.0.3, em Português, os slides das apresentações podem ser configurados, a título de orientação, em um dos dois seguintes formatos-padrão:
 

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1979461 Ano: 2020
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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No que diz respeito às redes de computadores, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Nos padrões Fast Ethernet e Gigabit Ethernet, as velocidades nominais de transmissão são 100 Mbps e 1 Gbps, respectivamente.
( ) A configuração CIDR 192.168.0.1/27 refere-se a uma sub-rede que funciona com base no gateway 192.168.0.1 e máscara 255.255.255.192.
( ) A topologia empregada em redes cabeadas por meio de cabos UTP categorias 5 e 6, que utilizam conectores RJ-45 e cujos links convergem para um concentrador, é conhecida por estrela ou radial.
As afirmativas são, respectivamente,
 

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1979455 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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A figura a seguir ilustra um recurso de segurança utilizado no acesso à internet.
Enunciado 3561434-1
Esse recurso possui as características listadas a seguir.
  • Mostra um formulário no qual é solicitado o preenchimento de um código para validar uma solicitação.
  • É um tipo de medida de segurança conhecido como autenticação por desafio e resposta.
  • É um mecanismo que ajuda na proteção contra spam e decriptografia de senhas, solicitando a conclusão de um teste simples que prova que o usuário é um ser humano, não um computador tentando invadir uma conta protegida por senha.
  • Consiste de duas partes simples, uma sequência de letras e/ou números gerada aleatoriamente que aparece sob a forma de imagem distorcida e uma caixa de texto.
  • PARA passar no teste e provar a identidade humana, basta ao usuário digitar na caixa de texto os caracteres que ele vê na imagem.
Esse recurso é conhecido por
 

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