Foram encontradas 40 questões.
1979416
Ano: 2020
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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As matérias discutidas nas sessões deverão ser, posteriormente, votadas, conforme o quórum necessário para o caso.
A esse respeito e conforme o Regimento Interno da Câmara Municipal de Mangaratiba, assinale a afirmativa correta.
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Ícaro fez uma compra de acessórios de informática para o laboratório em que atua. Na loja, ele se deparou com as seguintes informações:
- Kit com 12 fones de ouvido – R$ 30,00;
- Três mouses por R$ 10,00;
- Teclado – R$ 20,00 a unidade.
Após efetuar as compras, ele informou ao seu supervisor que havia comprado 20 itens, dentre eles: 12 fones de ouvido, e o restante de mouses e teclados. O total gasto foi de R$ 90,00.
Diante disso, foram comprados
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Em um site especializado em materiais de informática, há 5 (cinco) modelos distintos de processador. Amanda pretende comprar 2 (dois) deles para revender em sua loja.
Assinale a opção que indica de quantas maneiras ela poderá escolher 2 (dois) desses processadores, sem que haja repetição na escolha.
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Um anagrama é uma transposição de letras de uma palavra que possibilita formar outra palavra. Exemplo: MOAR, AMOR e ROMA são exemplos de anagramas formados coma as letras A, M, R e O.
A esse respeito, o número de anagramas da palavra PLACA é
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Fábio coleciona bolinhas de gude e pretende dividir entre seus três filhos. Roberto receberá metade das bolinhas, Marcio ficará com 1/3 e José com o restante.
Assinale a opção que indica a fração que representa a quantidade de bolinhas de gude que José receberá.
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Em abril de 2020, um computador modelo X custava R$ 3.000,00. Em maio, ele sofreu um aumento de 15%. João foi comprar seu computador em maio e o lojista informou que, na compra do computador modelo X, ao pagar à vista, o desconto seria de 10%. João gostou da proposta e efetuou a compra à vista.
João pagou pelo computador X o valor de:
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Marcelo comprou um celular com memória interna de 32 GB. Meses depois, insatisfeito com o desempenho do aparelho, resolveu comprar um celular com memória de 128 GB.
O percentual de aumento de memória comparando as duas compras é de:
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Em uma sala, há 48 alunos, dos quais 75% usam óculos. Entre os que não usam óculos, 50% usam aparelho ortodôntico.
O total de alunos que utilizam aparelho ortodôntico é 26.
Uma pessoa dessa sala é escolhida ao acaso. A probabilidade dessa pessoa usar óculos e aparelho é:
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A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
quer postar e quer ganhar like
Viva a internet!$ ^{a)} !$. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução!$ ^{d)} !$. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook!$ ^{e)} !$ e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração!$ ^{c)} !$ cada vez que eu recebo um like!$ ^{b)} !$. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
Unflllow : deixar de seguir
Like : gostar, curtir
Junkie: viciado
Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
Em uma frase, as palavras podem exercer as mais diversas funções sintáticas. Considerando a classificação sintática dos termos destacados, assinale a opção que indica aquele que se diferencia dos demais.
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A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
quer postar e quer ganhar like
Viva a internet. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração cada vez que eu recebo um like. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
Unflllow : deixar de seguir
Like : gostar, curtir
Junkie: viciado
Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
Analise o fragmento de texto a seguir.
“...tudo que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina”
Neste fragmento, as vírgulas utilizadas pelo autor têm a função de separar
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