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COLOSSO DE DESCOBERTA
Lucy, o esqueleto de 3,2 milhões de anos encontrado na Etiópia em 1974, agora pode ser considerada uma mocinha. No mês passado, foi descoberto na África do Sul o esqueleto de um ancestral humano com 3,6 milhões de anos – 400 mil a mais do que Lucy.
(Colosso de descoberta. Veja kids. nº 5, p. 12. São Paulo, 1999)
Com base no texto, se pode afirmar que:
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PERDIDOS NO ESPAÇO
Quando foi deflagrada, há mais de cinco décadas, a corrida espacial parecia anunciar o começo de uma nova era.
Ao colocar o primeiro satélite em órbita (1957) e repetir o feito com uma nave tripulada (1961), a então União Soviética não apenas levava a competição mundial entre dois modelos -capitalismo e socialismo- a uma nova fronteira simbólica. Imaginava-se, nos dois lados do grande confronto, que o futuro estava no espaço, como estivera antes na exploração dos oceanos e na navegação aérea. Assim desafiados, os Estados Unidos mobilizaram recursos necessários para liderar a competição e enviar, a partir de 1969, sucessivos pares de astronautas à Lua. Passados tantos anos, o encerramento do programa de ônibus espaciais, com a conclusão do voo orbital da Atlantis ontem, sugere um balanço do ciclo pioneiro.
É notório que as expectativas, infladas pela excitação ideológica da Guerra Fria, não se confirmaram. O próprio investimento nos programas espaciais já declinava desde que a dissolução do império soviético fez os gastos parecerem exorbitantes como nunca.
Americanos e russos, entretanto, enviaram missões não tripuladas a todos os planetas do Sistema Solar. Embora exista água líquida (e talvez formas rudimentares de vida) num satélite de Júpiter (Europa) e noutro de Saturno (Encélado), essas viagens nada revelaram de promissor do ângulo prático.
A utilização econômica do espaço remoto, para não dizer sua ocupação demográfica, continua mera fantasia. As distâncias são incomensuráveis; os custos, astronômicos.
Onde a competição espacial gerou resultados palpáveis, tecnológicos e econômicos, foi na dimensão menos espetacular das vizinhanças do planeta, a faixa de 36 mil quilômetros em que trafegam milhares de satélites artificiais.
Essa rede, que viabilizou o enorme progresso das telecomunicações nestas décadas, também deu impulso a avanços em áreas como meteorologia e eletrônica. Torna-se um problema conforme se acumulam objetos cuja órbita um dia decairá até que se desfaçam em atrito com a atmosfera, nem sempre de forma segura.
A exploração do espaço continuará porque o desejo de conhecer é inextinguível. Seu desenrolar, porém, será mais lento e realista. Nossa condição parece ser solitária (há décadas varremos os céus na busca de sinais que possamos interpretar como inteligentes...); não falta razão para nos voltarmos mais para a Terra e seus graves problemas do que para “os abismos do espaço infinito”.
(Folha de São Paulo. São Paulo, 22 jul 2011)
Julgue as assertivas e classifique-as como (F) falsa ou (V) verdadeira:
I- A exploração espacial iniciada pelos Estados Unidos e União Soviética teve, em sua origem, motivações políticas e ideológicas.
II- Pode-se dizer que, ao menos em determinados aspectos, as expectativas que os países nutriam acerca da corrida espacial no Sistema Solar e além dele, foi frustrada pelos altos custos dos programas espaciais, assim como pelos seus resultados práticos.
III- Americanos e russos enviaram missões não tripuladas aos planetas do Sistema Solar e descobriram água líquida e formas de vida em um satélite de Júpiter e em outro de Saturno.
IV- Infelizmente, conclui-se que nenhum resultado prático decorreu de todo o investimento feito em programas espaciais.
V- É possível inferir do texto, que o mundo seria muito diferente hoje, não fossem as pesquisas e investimentos nos programas espaciais, visto que os avanços na eletrônica, as redes mundiais de comunicação, as transmissões em tempo real, a tecnologia de localização GPS, entre outros, são decorrentes dessas pesquisas, que deram origem, por exemplo, aos milhares de satélites artificiais que circundam a Terra.
Assinale a alternativa que apresenta, em sua respectiva ordem, as assertivas falsas (F) e verdadeiras (V):
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APERTO DE MÃO
Segundo diversos hieróglifos egípcios, de 2800 a. C., o aperto de mão era a forma pela qual um deus concedia seu poder a um dirigente terrestre. O verbo “dar” era representado por uma mão estendida. Os historiadores acreditam que o aperto de mão seria um gesto de boa vontade. O homem primitivo, que andava sempre armado, estendia a mão, vazia, para mostrar que não portava armas e desejava a paz.
(Marcelo Duarte. O livro das invenções. São Paulo: Cia das Letras, 1997, p. 21).
De acordo com o texto:
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POSOLOGIA E CONTRAINDICAÇÕES: VIDE BULA
O riso, antes restrito a piadas, comédias e conversas informais, tornou-se “assunto sério”, material de pesquisa. E, depois de muitos estudos acerca desse tema, comprovou-se a estreita ligação entre o senso de humor e a vida harmônica da sociedade: aquele que mantém o sorriso no rosto está mais apto a lidar com seus próprios problemas e a se relacionar com os outros.
Primeiramente, o bom humor afasta o desespero trazido pelos obstáculos cotidianos que a vida impõe. Frente a situações difíceis e penosas, é comum que as pessoas tenham reações incoerentes e descontroladas, como considerar tudo incontornável. Nesses casos, o riso funciona como uma luz que clareia a questão e aponta bons caminhos. Enfim, os dotados de senso de humor se mostram menos rígidos e mais pró-ativos na resolução dos problemas do dia a dia.
A segunda capacidade importante desse estado de espírito é plenamente notada nas relações interpessoais. O riso, por constituir uma linguagem universal, já representa um forte fator de aproximação; enquanto o bom humor tem papel essencial na manutenção de qualquer amizade ou “coleguismo”. Devido ao poder de flexibilidade que essa característica concede, aqueles que a possuem também costumam tolerar mais as diferenças e lidar melhor com as pessoas.
Há, contudo, limites para o humor; não se deve confundir risos descontraídos com gargalhadas maníacas e constantes. Muitas pessoas veem a vida como uma piada eterna, na tentativa de escapar dos obstáculos encontrados, e têm dificuldades para distinguir os momentos em que é preciso manter uma postura séria e lutar pelo que se deseja.
Tanto nas questões individuais quanto nas interpessoais, o bom humor tornou-se pré-requisito, pois traz consigo uma gama enorme de qualidades indispensáveis para a vida em sociedade. Deve-se apenas atentar ao “vício do riso” para não o transformar em obsessão. Em todos os outros casos, rir é mesmo o melhor remédio e não tem contraindicações.
(Guia do Estudante – Redação Vestibular 2008. São Paulo: Abril, 2008. p.44)
De acordo com o texto, julgue as sentenças Falsas (F) ou Verdadeiras (V):
I. No último parágrafo, o termo “vício do riso” diz respeito à uma psicopatia desenvolvida em algumas pessoas, que exigem que todos à sua volta as tratem cordialmente, ou seja, não aceitam tratamentos ríspidos de seus colegas.
II. O bom humor não elimina, necessariamente, possíveis dificuldades nos relacionamentos interpessoais, porém, propicia maior tolerância para com o outro, o que reflete positivamente nas relações.
III. No terceiro parágrafo, na frase: “Devido ao poder de flexibilidade que essa característica concede”, o termo “essa característica” é referente ao bom humor.
IV. Ao afirmar que: “aquele que mantém o sorriso no rosto está mais apto a lidar com seus próprios problemas e a se relacionar com os outros”, o autor defende a tese de que se deve sempre sorrir, inclusive nos momentos mais difíceis da vida, pois o bom humor é uma maneira de escapar dos obstáculos.
As afirmações são, respectivamente:
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CARTA DE LEITOR
“Em relação ao editorial “Mais e melhores médicos”, devemos lembrar que a saúde pública no Brasil está jogada às baratas. Não basta só criar novas vagas nas universidades, mas, principalmente, atrair os profissionais para a rede pública, com salários dignos e condições de trabalho adequadas. Se isso não acontecer, a concentração de profissionais nos grandes centros é inevitável. É necessário parar de fazer “política na saúde”, e implementar “política de saúde”.”
(HAC, médico. Folha de São Paulo, 11/06/2012)
O texto acima é uma carta de leitor. Trata-se de um gênero textual, no qual se expressam opiniões e que permite aos meios de comunicação, como jornais e revistas, obterem um feedback de seus leitores acerca das matérias veiculadas.
Das alternativas abaixo, que versam sobre o texto
lido e o gênero textual a que pertence, todas as
alternativas estão corretas, exceto:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Marialva-PR
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