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Foram encontradas 40 questões.

2527648 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Mateus Leme-MG
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Salário baixo faz carreira de professor virar opção passageira
No Brasil, a carreira de professor está se tornando uma passagem, um momento de transição para outras funções. O profissional fica no magistério somente até conseguir um cargo mais bem remunerado e provavelmente menos estressante.
Prova disso é que 25% dos docentes brasileiros têm menos de 30 anos e apenas 12% estão com idade acima de 50, bem diferente do que ocorre em outros países. Aqui, o professor ingressa no magistério ainda jovem, mas em poucos anos, deixa de ver perspectivas.
A baixa remuneração é a gota d’água num contexto desastroso, que combina elementos como superlotação das salas de aula, aumento da indisciplina e do desrespeito pelos mestres, indiferença das famílias e desprestígio social da profissão, falta de estrutura e de recursos nas escolas e o próprio despreparo dos professores para lidar com os desafios educativos de hoje.
Esse quadro tem como primeira consequência o chamado “mal-estar docente”: cada vez mais professores adoecem com problemas psicológicos associados a estresse, exaustão emocional, depressão, cansaço crônico e frustração.
A categoria está entre as mais sensíveis à síndrome de Burnout. São profissionais que entram na educação movidos pelo desejo de mudança social e lidam diariamente com o desalinhamento entre o sonho e a impossibilidade de alcançá-lo, entre a impotência diante do sistema de ensino e a cobrança da sociedade.
Por exemplo, no Distrito Federal, só no primeiro semestre de 2014, foram emitidos 16,4 mil atestados médicos para professores da rede pública – o que significa mais da metade dos 32 mil concursados. Esses dados se repetem pelos estados e municípios brasileiros.
A segunda consequência é a perda de talentos, uma vez que muitos dos profissionais acabam aceitando propostas de trabalho em outras áreas.
No Brasil, faltam 150 mil professores em disciplinas como química, biologia, física e matemática. No total, estima-se que haja carência de 300 a 400 mil professores nas salas de aula. A solução para que os alunos não fiquem sem fazer nada é recorrer a profissionais sem a devida formação. De acordo com o Censo Escolar 2013, o Brasil tem quase meio milhão de professores ativos sem diploma de graduação, o que equivale a 21,9% do total de 2 milhões de docentes.
Esse cenário funciona como barreira de entrada para novos talentos. Uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas mostrou que apenas 2% dos jovens brasileiros querem ser professores. É justamente o oposto do que ocorre na Coreia do Sul, país que lidera os rankings da educação, onde a profissão é tão disputada que fica restrita aos jovens que mais se destacam nos estudos. É extremamente preocupante constatar que muitos dos calouros brasileiros que optam pela carreira de professor são aqueles que não teriam chance de cursar o ensino superior em outras áreas.
(Andrea Ramal. Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/blog/
andrea-ramal/autor/andrea-ramal/2.html. Acesso em: 13/08/2015.)
“A segunda consequência é a perda de talentos, uma vez que muitos dos profissionais acabam aceitando propostas de trabalho em outras áreas.”
(7º§) De acordo com o contexto empregado, assinale a alternativa que NÃO substitui corretamente o trecho sublinhado.
 

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2527641 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Mateus Leme-MG
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Salário baixo faz carreira de professor virar opção passageira
No Brasil, a carreira de professor está se tornando uma passagem, um momento de transição para outras funções. O profissional fica no magistério somente até conseguir um cargo mais bem remunerado e provavelmente menos estressante.
Prova disso é que 25% dos docentes brasileiros têm menos de 30 anos e apenas 12% estão com idade acima de 50, bem diferente do que ocorre em outros países. Aqui, o professor ingressa no magistério ainda jovem, mas em poucos anos, deixa de ver perspectivas.
A baixa remuneração é a gota d’água num contexto desastroso, que combina elementos como superlotação das salas de aula, aumento da indisciplina e do desrespeito pelos mestres, indiferença das famílias e desprestígio social da profissão, falta de estrutura e de recursos nas escolas e o próprio despreparo dos professores para lidar com os desafios educativos de hoje.
Esse quadro tem como primeira consequência o chamado “mal-estar docente”: cada vez mais professores adoecem com problemas psicológicos associados a estresse, exaustão emocional, depressão, cansaço crônico e frustração.
A categoria está entre as mais sensíveis à síndrome de Burnout. São profissionais que entram na educação movidos pelo desejo de mudança social e lidam diariamente com o desalinhamento entre o sonho e a impossibilidade de alcançá-lo, entre a impotência diante do sistema de ensino e a cobrança da sociedade.
Por exemplo, no Distrito Federal, só no primeiro semestre de 2014, foram emitidos 16,4 mil atestados médicos para professores da rede pública – o que significa mais da metade dos 32 mil concursados. Esses dados se repetem pelos estados e municípios brasileiros.
A segunda consequência é a perda de talentos, uma vez que muitos dos profissionais acabam aceitando propostas de trabalho em outras áreas.
No Brasil, faltam 150 mil professores em disciplinas como química, biologia, física e matemática. No total, estima-se que haja carência de 300 a 400 mil professores nas salas de aula. A solução para que os alunos não fiquem sem fazer nada é recorrer a profissionais sem a devida formação. De acordo com o Censo Escolar 2013, o Brasil tem quase meio milhão de professores ativos sem diploma de graduação, o que equivale a 21,9% do total de 2 milhões de docentes.
Esse cenário funciona como barreira de entrada para novos talentos. Uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas mostrou que apenas 2% dos jovens brasileiros querem ser professores. É justamente o oposto do que ocorre na Coreia do Sul, país que lidera os rankings da educação, onde a profissão é tão disputada que fica restrita aos jovens que mais se destacam nos estudos. É extremamente preocupante constatar que muitos dos calouros brasileiros que optam pela carreira de professor são aqueles que não teriam chance de cursar o ensino superior em outras áreas.
(Andrea Ramal. Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/blog/
andrea-ramal/autor/andrea-ramal/2.html. Acesso em: 13/08/2015.)
“São profissionais que entram na educação movidos pelo desejo de mudança social e lidam diariamente com o desalinhamento entre o sonho e a impossibilidade de alcançá-lo, entre a impotência diante do sistema de ensino e a cobrança da sociedade.”
(5º§) De acordo com a classe de palavras, os termos sublinhados são classificados respectivamente como:
 

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2525736 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Mateus Leme-MG
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Na ferramenta Microsoft Office Word 2003 (configuração padrão), a barra de menu é utilizada para promover o acesso às principais funcionalidades do aplicativo.
São opções existentes no menu Formatar da ferramenta, EXCETO:
 

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2525574 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Mateus Leme-MG
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Salário baixo faz carreira de professor virar opção passageira
No Brasil, a carreira de professor está se tornando uma passagem, um momento de transição para outras funções. O profissional fica no magistério somente até conseguir um cargo mais bem remunerado e provavelmente menos estressante.
Prova disso é que 25% dos docentes brasileiros têm menos de 30 anos e apenas 12% estão com idade acima de 50, bem diferente do que ocorre em outros países. Aqui, o professor ingressa no magistério ainda jovem, mas em poucos anos, deixa de ver perspectivas.
A baixa remuneração é a gota d’água num contexto desastroso, que combina elementos como superlotação das salas de aula, aumento da indisciplina e do desrespeito pelos mestres, indiferença das famílias e desprestígio social da profissão, falta de estrutura e de recursos nas escolas e o próprio despreparo dos professores para lidar com os desafios educativos de hoje.
Esse quadro tem como primeira consequência o chamado “mal-estar docente”: cada vez mais professores adoecem com problemas psicológicos associados a estresse, exaustão emocional, depressão, cansaço crônico e frustração.
A categoria está entre as mais sensíveis à síndrome de Burnout. São profissionais que entram na educação movidos pelo desejo de mudança social e lidam diariamente com o desalinhamento entre o sonho e a impossibilidade de alcançá-lo, entre a impotência diante do sistema de ensino e a cobrança da sociedade.
Por exemplo, no Distrito Federal, só no primeiro semestre de 2014, foram emitidos 16,4 mil atestados médicos para professores da rede pública – o que significa mais da metade dos 32 mil concursados. Esses dados se repetem pelos estados e municípios brasileiros.
A segunda consequência é a perda de talentos, uma vez que muitos dos profissionais acabam aceitando propostas de trabalho em outras áreas.
No Brasil, faltam 150 mil professores em disciplinas como química, biologia, física e matemática. No total, estima-se que haja carência de 300 a 400 mil professores nas salas de aula. A solução para que os alunos não fiquem sem fazer nada é recorrer a profissionais sem a devida formação. De acordo com o Censo Escolar 2013, o Brasil tem quase meio milhão de professores ativos sem diploma de graduação, o que equivale a 21,9% do total de 2 milhões de docentes.
Esse cenário funciona como barreira de entrada para novos talentos. Uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas mostrou que apenas 2% dos jovens brasileiros querem ser professores. É justamente o oposto do que ocorre na Coreia do Sul, país que lidera os rankings da educação, onde a profissão é tão disputada que fica restrita aos jovens que mais se destacam nos estudos. É extremamente preocupante constatar que muitos dos calouros brasileiros que optam pela carreira de professor são aqueles que não teriam chance de cursar o ensino superior em outras áreas.
(Andrea Ramal. Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/blog/
andrea-ramal/autor/andrea-ramal/2.html. Acesso em: 13/08/2015.)
“... combina elementos como superlotação das salas de aula, aumento da indisciplina e do desrespeito pelos mestres, indiferença das famílias e desprestígio social da profissão, falta de estrutura e de recursos nas escolas e o próprio despreparo dos professores para lidar com os desafios educativos de hoje.”
(3º§) O uso de vírgulas no trecho justifica-se por
 

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2525341 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Mateus Leme-MG
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Uma agência de turismo apresenta disponíveis 3 ônibus de tamanhos diferentes com um total de 114 poltronas para os passageiros, sendo que o ônibus maior tem 6 poltronas a mais que o médio e este por sua vez tem 9 poltronas a mais que o menor.
Se não há poltronas vagas no ônibus de tamanho médio e os números de poltronas vagas nos ônibus grande e pequeno são respectivamente iguais a 1/3 e 1/2 dos seus números de poltronas, então o número de passagens que ainda estão disponíveis para venda é:
 

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2525053 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Mateus Leme-MG
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Com relação à teoria da motivação apresentada por Maslow (*), segundo a qual as necessidades humanas estão organizadas e dispostas em níveis, numa hierarquia de importância e de influenciação, e tem sua típica visualização no formato de uma pirâmide, é INCORRETO afirmar que:
Enunciado 2915335-1
((*) Abraham H. Maslow (1908-1970), um dos maiores especialistas em motivação humana.)
 

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2523481 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Mateus Leme-MG
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A agenda 21 foi um documento firmado na ECO 92 e resultou em medidas para conciliar crescimento econômico e social com a preservação do meio ambiente.
Na Agenda 21 cada país definiu as bases para a preservação do meio ambiente em seu território, com o objetivo de alcançar o desenvolvimento sustentável. A Eco 92 foi uma conferência mundial realizada na cidade:
 

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2523245 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Mateus Leme-MG
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Salário baixo faz carreira de professor virar opção passageira
No Brasil, a carreira de professor está se tornando uma passagem, um momento de transição para outras funções. O profissional fica no magistério somente até conseguir um cargo mais bem remunerado e provavelmente menos estressante.
Prova disso é que 25% dos docentes brasileiros têm menos de 30 anos e apenas 12% estão com idade acima de 50, bem diferente do que ocorre em outros países. Aqui, o professor ingressa no magistério ainda jovem, mas em poucos anos, deixa de ver perspectivas.
A baixa remuneração é a gota d’água num contexto desastroso, que combina elementos como superlotação das salas de aula, aumento da indisciplina e do desrespeito pelos mestres, indiferença das famílias e desprestígio social da profissão, falta de estrutura e de recursos nas escolas e o próprio despreparo dos professores para lidar com os desafios educativos de hoje.
Esse quadro tem como primeira consequência o chamado “mal-estar docente”: cada vez mais professores adoecem com problemas psicológicos associados a estresse, exaustão emocional, depressão, cansaço crônico e frustração.
A categoria está entre as mais sensíveis à síndrome de Burnout. São profissionais que entram na educação movidos pelo desejo de mudança social e lidam diariamente com o desalinhamento entre o sonho e a impossibilidade de alcançá-lo, entre a impotência diante do sistema de ensino e a cobrança da sociedade.
Por exemplo, no Distrito Federal, só no primeiro semestre de 2014, foram emitidos 16,4 mil atestados médicos para professores da rede pública – o que significa mais da metade dos 32 mil concursados. Esses dados se repetem pelos estados e municípios brasileiros.
A segunda consequência é a perda de talentos, uma vez que muitos dos profissionais acabam aceitando propostas de trabalho em outras áreas.
No Brasil, faltam 150 mil professores em disciplinas como química, biologia, física e matemática. No total, estima-se que haja carência de 300 a 400 mil professores nas salas de aula. A solução para que os alunos não fiquem sem fazer nada é recorrer a profissionais sem a devida formação. De acordo com o Censo Escolar 2013, o Brasil tem quase meio milhão de professores ativos sem diploma de graduação, o que equivale a 21,9% do total de 2 milhões de docentes.
Esse cenário funciona como barreira de entrada para novos talentos. Uma pesquisa da Fundação Carlos Chagas mostrou que apenas 2% dos jovens brasileiros querem ser professores. É justamente o oposto do que ocorre na Coreia do Sul, país que lidera os rankings da educação, onde a profissão é tão disputada que fica restrita aos jovens que mais se destacam nos estudos. É extremamente preocupante constatar que muitos dos calouros brasileiros que optam pela carreira de professor são aqueles que não teriam chance de cursar o ensino superior em outras áreas.
(Andrea Ramal. Disponível em: http://g1.globo.com/educacao/blog/
andrea-ramal/autor/andrea-ramal/2.html. Acesso em: 13/08/2015.)
“Esse quadro tem como primeira consequência o chamado ‘mal-estar docente’: cada vez mais professores adoecem com problemas psicológicos associados a estresse, exaustão emocional, depressão, cansaço crônico e frustração.”
(4º§) O uso de dois pontos nesse trecho justifica-se por
 

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2523204 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Mateus Leme-MG
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Cada organização tem uma estrutura organizacional em função dos seus objetivos, do seu tamanho, da conjuntura que atravessa e da natureza dos produtos que fabrica ou dos serviços que presta. Portanto não há, de fato, duas organizações idênticas. Apesar de todas as diferenças, os autores clássicos e neoclássicos definiram três tipos tradicionais de organização.
A facilidade no funcionamento, no controle e na disciplina, com pequeno número de relações formais, estrutura simples e a clara delimitação das responsabilidades, são vantagens típicas do seguinte tipo de organização:
 

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2522586 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IDECAN
Orgão: Câm. Mateus Leme-MG
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Analise as seguintes afirmativas sobre teclas de atalho no Sistema Operacional Microsoft Windows 8.1 (Configuração Padrão – Idioma Português Brasil).
I. O atalho Windows + L é utilizado para bloquear o computador ou trocar de usuário.
II. O atalho Windows + Enter é utilizado para percorrer os aplicativos utilizados recentemente.
III. O atalho Alt+Z é utilizado para desfazer uma ação.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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