Foram encontradas 214 questões.
Qual é o perímetro de um triângulo equilátero cujos lados medem 17 cm cada um?
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Mariana foi a uma loja de departamentos fazer uma compra de roupas. O valor da compra foi de R$ 100,00 e ela
optou por parcelar em 4 parcelas iguais mesmo sabendo que o parcelamento implicava em um acréscimo de 12% no
valor da compra. Qual o valor de cada parcela?
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Considere a sequência dada seguir:
Qual das alternativas a seguir substitui corretamente o ponto de “?” da tabela?
Qual das alternativas a seguir substitui corretamente o ponto de “?” da tabela?
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A seguir estão representadas duas roletas:
Girando-se essas duas roletas, a probabilidade de se obter um número maior que 2 em ambas é de:
Girando-se essas duas roletas, a probabilidade de se obter um número maior que 2 em ambas é de:
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Isabela foi a uma loja de pijamas e comprou 4 pijamas que ficaram num total de R$ 180,00. Na hora de efetuar o
pagamento, ela ficou sabendo que, caso optasse por pagar à vista, teria um desconto de 6%. Tendo em vista que ela
optou pelo pagamento à vista, quanto ela pagou?
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Observe a imagem a seguir.

(Disponível em: http://portalregiaooeste.com.br/prefeitura-prepara-calendario-especial-no-mes-do-meio-ambiente/. Acesso em: 11/09/2017.)
No trecho “Eu cuido do meio ambiente”, o termo “cuido” significa

(Disponível em: http://portalregiaooeste.com.br/prefeitura-prepara-calendario-especial-no-mes-do-meio-ambiente/. Acesso em: 11/09/2017.)
No trecho “Eu cuido do meio ambiente”, o termo “cuido” significa
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Musicoterapia ajuda jovens com câncer a lidar com tratamento
Jovens que fizeram musicoterapia enquanto recebiam tratamento para câncer mostraram-se mais aptos a tolerar
os rigores do tratamento, de acordo com um estudo publicado na revista científica Câncer.
Pesquisadores da Indiana University School of Nursing, em Indianapolis, nos Estados Unidos, acompanharam um
grupo de pacientes com idades entre 11 e 24 anos enquanto participavam de um projeto que envolvia escrever letras,
gravar música e selecionar imagens para fazer um videoclipe.
A equipe concluiu que os pacientes tornaram-se mais resilientes e melhoraram seus relacionamentos com a família
e amigos.
O termo resiliência, nesse contexto, se refere à capacidade dos participantes de se ajustarem positivamente aos
estresses e efeitos adversos do tratamento que estavam recebendo.
Segundo o site da American Music Therapy Association, musicoterapia é uma prática terapêutica em que
profissionais qualificados usam música para auxiliar indivíduos a lidar com questões físicas, emocionais, cognitivas e
sociais.
Efeito Positivo
Os participantes foram orientados por musicoterapeutas profissionais. O projeto, que durou três semanas,
culminou na produção de videoclipes que, quando prontos, foram compartilhados com amigos e familiares.
Cem dias após o tratamento, o mesmo grupo relatou que a comunicação na família e os relacionamentos com
amigos tinham melhorado.
“Esses ‘fatores protetores’ influenciam a forma como adolescentes e jovens adultos lidam com o câncer e o
rigoroso tratamento, ganham esperança e encontram sentido (para suas vidas) durante a jornada do câncer”, disse a
líder do estudo, Joan Haase.
“Adolescentes e jovens que são resilientes têm a capacidade de superar sua doença, sentem-se em controle e
autoconfiantes pela forma como lidaram com o câncer e mostram um desejo de ajudar o outro”.
Entrevistas com os pais dos pacientes revelaram aos pesquisadores que os videoclipes tinham produzido um
benefício adicional, oferecendo aos pais uma melhor compreensão sobre como é a experiência de crianças que sofrem
de câncer.
(Disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140127_musicoterapia_cancer_mv.)
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Uma coisa grande mesmo
Não adianta chorar o leite derramado, a árvore derrubada e colocar
a culpa nas gerações passadas. É bola pra frente.
Difícil falar de sustentabilidade para pessoas que não querem, não gostam e têm dificuldade de pensar no futuro.
Mas a pauta do mundo hoje é essa, goste ou não, queira ou não. Porque sustentabilidade é isto: trazer o futuro para o
presente. É resolver os seus problemas e realizar seus sonhos hoje sem comprometer os sonhos de quem ainda nem
nasceu.
Para quem é jovem e brasileiro, então, a dificuldade de incluir o futuro nas suas decisões é maior ainda. Vou
explicar começando pelo que temos em comum: Brasil. Vivemos numa região do planeta que é muito boa e generosa
com as nossas condições de vida. Para nós, humanos, para as plantas e para os animais.
Aprendi isso no livro do Eduardo Giannetti, O valor do amanhã. Ele diz que uma árvore no hemisfério Norte, como
por exemplo o carvalho, tem que armazenar energias no verão para atravessar o inverno, senão morre. Uma palmeira
nos trópicos, onde o inverno é quente, não tem esse mecanismo de armazenagem porque não precisa.
Isto é, nós, que vivemos nos trópicos, tendemos naturalmente a não esquentar a cabeça com o inverno, isto é, com
o futuro. Daí para essa tendência virar atitude, cultura, estilo de vida, não custa nada. Conclusão: o brasileiro é cabeça
fresca por natureza.
O mesmo acontece quando temos pouca idade. Quando jovens, temos tanto para viver no presente e tanto futuro
pela frente, que não temos nenhuma motivação nem espaço na cabeça para pensar no futuro. Dizem que o máximo de
futuro que a maioria dos jovens consegue pensar é três ou quatro dias. Mais praticamente, o tempo da próxima balada
ou o prazo para entregar o trabalho da escola.
Normal. De verdade, a gente só começa a pensar no futuro para valer quando casamos e temos filhos. Aí é que se
começa a pensar sério na vida, fazer planos, poupar, essas coisas.
Então, para jovens brasileiros, sustentabilidade é papo cabeça, abstrato, que só vira realidade quando vê crianças
morrendo de falta de água, ursinho morrendo de falta de frio, peixe morrendo de falta de ar, floresta morrendo de falta
de inteligência humana e boate fechando por falta de energia elétrica para a guitarra e o ar-condicionado.
Estou falando isso para mostrar o tamanho do desafio para um jovem dos trópicos entender o que de fato está por
trás da sustentabilidade e poder se preparar para contribuir na virada deste jogo que está pondo em risco o seu próprio
futuro. (...)
É uma coisa grande mesmo. Muito maior do que o aqui, agora da minha geração, que muita gente entendeu que
era pequeno e curto e acabou detonando sua saúde em poucos anos, destruindo sua vida e privando o futuro do seu
talento. Muitos amigos, muitos músicos geniais foram destruídos por essa má compreensão do “aqui, agora”. (...)
Vamos combinar: para sustentabilidade não existe futuro nem passado, só existe o presente, um presente eterno,
um presente tão grande que só cabe na nossa consciência e se está na consciência vira estilo de vida. Então, a saída é
acordar para essa nova consciência. Como cantam Céu e Beto Villares na sua “Roda”: “Caiu na roda, ou acorda ou vai
dançar.
(Ricardo Guimarães. Uma coisa grande mesmo. Revista MTV, jun. 2007.)
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Uma coisa grande mesmo
Não adianta chorar o leite derramado, a árvore derrubada e colocar
a culpa nas gerações passadas. É bola pra frente.
Difícil falar de sustentabilidade para pessoas que não querem, não gostam e têm dificuldade de pensar no futuro.
Mas a pauta do mundo hoje é essa, goste ou não, queira ou não. Porque sustentabilidade é isto: trazer o futuro para o
presente. É resolver os seus problemas e realizar seus sonhos hoje sem comprometer os sonhos de quem ainda nem
nasceu.
Para quem é jovem e brasileiro, então, a dificuldade de incluir o futuro nas suas decisões é maior ainda. Vou
explicar começando pelo que temos em comum: Brasil. Vivemos numa região do planeta que é muito boa e generosa
com as nossas condições de vida. Para nós, humanos, para as plantas e para os animais.
Aprendi isso no livro do Eduardo Giannetti, O valor do amanhã. Ele diz que uma árvore no hemisfério Norte, como
por exemplo o carvalho, tem que armazenar energias no verão para atravessar o inverno, senão morre. Uma palmeira
nos trópicos, onde o inverno é quente, não tem esse mecanismo de armazenagem porque não precisa.
Isto é, nós, que vivemos nos trópicos, tendemos naturalmente a não esquentar a cabeça com o inverno, isto é, com
o futuro. Daí para essa tendência virar atitude, cultura, estilo de vida, não custa nada. Conclusão: o brasileiro é cabeça
fresca por natureza.
O mesmo acontece quando temos pouca idade. Quando jovens, temos tanto para viver no presente e tanto futuro
pela frente, que não temos nenhuma motivação nem espaço na cabeça para pensar no futuro. Dizem que o máximo de
futuro que a maioria dos jovens consegue pensar é três ou quatro dias. Mais praticamente, o tempo da próxima balada
ou o prazo para entregar o trabalho da escola.
Normal. De verdade, a gente só começa a pensar no futuro para valer quando casamos e temos filhos. Aí é que se
começa a pensar sério na vida, fazer planos, poupar, essas coisas.
Então, para jovens brasileiros, sustentabilidade é papo cabeça, abstrato, que só vira realidade quando vê crianças
morrendo de falta de água, ursinho morrendo de falta de frio, peixe morrendo de falta de ar, floresta morrendo de falta
de inteligência humana e boate fechando por falta de energia elétrica para a guitarra e o ar-condicionado.
Estou falando isso para mostrar o tamanho do desafio para um jovem dos trópicos entender o que de fato está por
trás da sustentabilidade e poder se preparar para contribuir na virada deste jogo que está pondo em risco o seu próprio
futuro. (...)
É uma coisa grande mesmo. Muito maior do que o aqui, agora da minha geração, que muita gente entendeu que
era pequeno e curto e acabou detonando sua saúde em poucos anos, destruindo sua vida e privando o futuro do seu
talento. Muitos amigos, muitos músicos geniais foram destruídos por essa má compreensão do “aqui, agora”. (...)
Vamos combinar: para sustentabilidade não existe futuro nem passado, só existe o presente, um presente eterno,
um presente tão grande que só cabe na nossa consciência e se está na consciência vira estilo de vida. Então, a saída é
acordar para essa nova consciência. Como cantam Céu e Beto Villares na sua “Roda”: “Caiu na roda, ou acorda ou vai
dançar.
(Ricardo Guimarães. Uma coisa grande mesmo. Revista MTV, jun. 2007.)
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Musicoterapia ajuda jovens com câncer a lidar com tratamento
Jovens que fizeram musicoterapia enquanto recebiam tratamento para câncer mostraram-se mais aptos a tolerar
os rigores do tratamento, de acordo com um estudo publicado na revista científica Câncer.
Pesquisadores da Indiana University School of Nursing, em Indianapolis, nos Estados Unidos, acompanharam um
grupo de pacientes com idades entre 11 e 24 anos enquanto participavam de um projeto que envolvia escrever letras,
gravar música e selecionar imagens para fazer um videoclipe.
A equipe concluiu que os pacientes tornaram-se mais resilientes e melhoraram seus relacionamentos com a família
e amigos.
O termo resiliência, nesse contexto, se refere à capacidade dos participantes de se ajustarem positivamente aos
estresses e efeitos adversos do tratamento que estavam recebendo.
Segundo o site da American Music Therapy Association, musicoterapia é uma prática terapêutica em que
profissionais qualificados usam música para auxiliar indivíduos a lidar com questões físicas, emocionais, cognitivas e
sociais.
Efeito Positivo
Os participantes foram orientados por musicoterapeutas profissionais. O projeto, que durou três semanas,
culminou na produção de videoclipes que, quando prontos, foram compartilhados com amigos e familiares.
Cem dias após o tratamento, o mesmo grupo relatou que a comunicação na família e os relacionamentos com
amigos tinham melhorado.
“Esses ‘fatores protetores’ influenciam a forma como adolescentes e jovens adultos lidam com o câncer e o
rigoroso tratamento, ganham esperança e encontram sentido (para suas vidas) durante a jornada do câncer”, disse a
líder do estudo, Joan Haase.
“Adolescentes e jovens que são resilientes têm a capacidade de superar sua doença, sentem-se em controle e
autoconfiantes pela forma como lidaram com o câncer e mostram um desejo de ajudar o outro”.
Entrevistas com os pais dos pacientes revelaram aos pesquisadores que os videoclipes tinham produzido um
benefício adicional, oferecendo aos pais uma melhor compreensão sobre como é a experiência de crianças que sofrem
de câncer.
(Disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140127_musicoterapia_cancer_mv.)
I. A partir de pesquisas realizadas com jovens diagnosticados com câncer, é possível verificar que através da musicoterapia, o rigor do tratamento pode ser reduzido. II. Os relacionamentos familiares e sociais apresentam aspectos relevantes e são capazes de estabelecer e agregar fatores positivos diante de um quadro de diagnóstico de câncer. III. Na pesquisa apresentada, os objetivos das atividades propostas demonstram um nível de profissionalismo dos jovens em tratamento.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
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