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Foram encontradas 50 questões.

3198334 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: UFRJ
Orgão: Câm. Paracambi-RJ

Um cubo de madeira com arestas de 9 cm é pintado completamente, sendo depois partido em 27 cubos iguais com arestas de 3 cm. A área total, em cm2 , das faces NÃO pintadas destes cubos pequenos é:

 

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3198333 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFRJ
Orgão: Câm. Paracambi-RJ

Considere a proposição condicional: Se eu ganhar uma comissão então eu irei a Roma. Assinale a opção que representa a NEGAÇÃO dessa proposição condicional.

 

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3198332 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFRJ
Orgão: Câm. Paracambi-RJ

Um estudante de Matemática escreveu a palavra Geometria dez mil vezes em sequência:

geometriageometriageometria ... geometria

A letra que ocupa a posição 2023 é:

 

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3198331 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFRJ
Orgão: Câm. Paracambi-RJ

Uma pesquisa realizada com os jovens de uma Universidade, revelou que em cada 100 (cem) jovens, 70 (setenta) preferem Rock, 80 (oitenta) preferem Funk e 90 (noventa) preferem RAP. O menor número de jovens que preferem Rock, Funk e RAP é:

 

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3198330 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: Câm. Paracambi-RJ

TEXTO 2

O Município de Paracambi

História de sua criação

Dizem os historiadores que o 7° Distrito de Vassouras – denominado Tairetá – e o 3° de Itaguaí – chamado de Paracambi – se uniram, em 1960, para formar o município. Na época, os dois distritos, separados pelo Rio dos Macacos, já se confundiam, formando uma só família comunitária.

A freguesia de São Pedro e São Paulo do Ribeirão das Lages foi o primeiro povoado da região, ligado, historicamente, à Fazenda Santa Cruz e colonizado por jesuítas em fins do século XVIII. A Vila de São Pedro e São Paulo surgiu após a expulsão dos inacianos (Companhia do Padre Inácio de Loyola) da região. A agricultura e a pecuária tiveram grande progresso no local, destacando-se nesses setores as fazendas dos Bravos, Anta Soares, Viúva Jorge e dos Macacos.

Na Fazenda dos Macacos, em 19 de dezembro de 1901, se instalaria, conforme a Lei 536, o 3° Distrito de Itaguaí, denominado Paracamby, no então progressivo povoado de Ribeirão dos Macacos; na ocasião, um caminho para Minas Gerais e São Paulo. Segundo o historiador Diogo Vasconcelos, a fazenda passou a ser ponto de descanso dos viajantes e das tropas que subiam a serra, o que contribuiu bastante para o seu desenvolvimento.

Com a inauguração da Estrada de Ferro Dom Pedro II, em 1861, a Vila de São Pedro e São Paulo apresentou um acentuado crescimento nos setores da agricultura e pecuária, graças à mão-de-obra escravizada. Em 1867, a despovoada Fazenda dos Macacos hospedou um grupo de ingleses que, admirados com a beleza e as potencialidades da região, iniciou o trabalho de instalação de uma fábrica de tecidos de algodão, que recebeu o nome de Companhia Têxtil Brasil Industrial. A partir daí, a Fazenda dos Macacos foi ficando mais populosa com a chegada, a cada dia, de operários e suas famílias.

Até 1885, o comércio do local se limitava a duas padarias, dez armazéns, uma capela e duas farmácias, tudo funcionando precariamente. Em 1888, foi instalada uma escola noturna, com capacidade para 200 alunos. Em 1894, foi fundado o Clube Brasil Industrial, chamado de cassino, pois inicialmente atendia apenas os diretores para jogos de lazer; sendo, posteriormente, cedido aos funcionários para a realização de bailes e festividades.

Assim o povoado cresceu e prosperou e se consolidou.

Texto adaptado de Câmara de Paracambi. Disponível em: http://paracambi.rj.leg.br/33, citando Revista MdM - melhor dos municípios, Ano I, nº 2 - 2004.

Assim o povoado cresceu e prosperou e se consolidou.

Nesse trecho do TEXTO 2 é utilizada a seguinte figura de linguagem:

 

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3198329 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: Câm. Paracambi-RJ

TEXTO 2

O Município de Paracambi

História de sua criação

Dizem os historiadores que o 7° Distrito de Vassouras – denominado Tairetá – e o 3° de Itaguaí – chamado de Paracambi – se uniram, em 1960, para formar o município. Na época, os dois distritos, separados pelo Rio dos Macacos, já se confundiam, formando uma só família comunitária.

A freguesia de São Pedro e São Paulo do Ribeirão das Lages foi o primeiro povoado da região, ligado, historicamente, à Fazenda Santa Cruz e colonizado por jesuítas em fins do século XVIII. A Vila de São Pedro e São Paulo surgiu após a expulsão dos inacianos (Companhia do Padre Inácio de Loyola) da região. A agricultura e a pecuária tiveram grande progresso no local, destacando-se nesses setores as fazendas dos Bravos, Anta Soares, Viúva Jorge e dos Macacos.

Na Fazenda dos Macacos, em 19 de dezembro de 1901, se instalaria, conforme a Lei 536, o 3° Distrito de Itaguaí, denominado Paracamby, no então progressivo povoado de Ribeirão dos Macacos; na ocasião, um caminho para Minas Gerais e São Paulo. Segundo o historiador Diogo Vasconcelos, a fazenda passou a ser ponto de descanso dos viajantes e das tropas que subiam a serra, o que contribuiu bastante para o seu desenvolvimento.

Com a inauguração da Estrada de Ferro Dom Pedro II, em 1861, a Vila de São Pedro e São Paulo apresentou um acentuado crescimento nos setores da agricultura e pecuária, graças à mão-de-obra escravizada. Em 1867, a despovoada Fazenda dos Macacos hospedou um grupo de ingleses que, admirados com a beleza e as potencialidades da região, iniciou o trabalho de instalação de uma fábrica de tecidos de algodão, que recebeu o nome de Companhia Têxtil Brasil Industrial. A partir daí, a Fazenda dos Macacos foi ficando mais populosa com a chegada, a cada dia, de operários e suas famílias.

Até 1885, o comércio do local se limitava a duas padarias, dez armazéns, uma capela e duas farmácias, tudo funcionando precariamente. Em 1888, foi instalada uma escola noturna, com capacidade para 200 alunos. Em 1894, foi fundado o Clube Brasil Industrial, chamado de cassino, pois inicialmente atendia apenas os diretores para jogos de lazer; sendo, posteriormente, cedido aos funcionários para a realização de bailes e festividades.

Assim o povoado cresceu e prosperou e se consolidou.

Texto adaptado de Câmara de Paracambi. Disponível em: http://paracambi.rj.leg.br/33, citando Revista MdM - melhor dos municípios, Ano I, nº 2 - 2004.

DIZEM os historiadores que o 7° Distrito de Vassouras, DENOMINADO Tairetá, e o 3° de Itaguaí, chamado de Paracambi, se uniram, em 1960, para FORMAR o município. Na época, os dois distritos, separados pelo Rio dos Macacos, já se confundiam, FORMANDO uma só família.

Sobre a flexão dos quatro verbos destacados nesse primeiro parágrafo do TEXTO 2, é CORRETO afirmar que, respectivamente, estão:

 

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3198328 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: Câm. Paracambi-RJ

TEXTO 1

O texto a seguir é uma adaptação editada do original “A DÉCADA DA VIRADA: A Mata Atlântica pode ser um exemplo de sucesso de restauração em grande escala para o Brasil”; de Luís Fernando Guedes Pinto e Matheus Couto*. O artigo foi publicado em 16 de janeiro de 2023, em https://www.sosma.org.br/artigos/a-decada-davirada/

A Organização das Nações Unidas declarou o período de 2021 a 2030 como a Década da Restauração de Ecossistemas no mundo. Isso significa que uma das prioridades nesse período será prevenir, interromper e reverter a degradação de ecossistemas nos continentes e oceanos de todo o globo. O objetivo é contribuir para solucionar os grandes desafios que a humanidade tem pela frente – como a redução da pobreza, o combate às mudanças climáticas e a prevenção da extinção em massa de espécies.

Tal urgência foi declarada em função do alto nível de degradação dos ecossistemas, que sustentam a vida, a economia e a prosperidade do planeta. Alguns já foram severamente destruídos, enquanto muitos outros estão próximos do colapso, comprometendo a disponibilidade de água, a permanência de espécies animais e vegetais, a produção de alimentos e a mitigação e adaptação para as mudanças climáticas.

A década da restauração pretende ser um esforço coletivo, liderado por duas agências da ONU: o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Frente aos enormes obstáculos no caminho de seus objetivos e à necessidade de combinar o pensar global com o agir local, a década convida governos, empresas, ONGs e entidades de pesquisa a contribuir para essa agenda e a assumir responsabilidades para alcançarmos as ambiciosas e necessárias transformações.

A Fundação SOS Mata Atlântica tem a honra e o compromisso de contribuir para a Década da Restauração de Ecossistemas no Brasil, com foco particular no bioma Mata Atlântica e seus tão diversos e ricos quanto ameaçados ecossistemas – florestas, restingas, mangues, savanas, dunas e campos. As histórias do bioma e do País se confundem. Foi uma árvore das suas matas – o pau-brasil – que nos batizou, assim como os diversos ciclos econômicos predatórios, que quase a eliminaram, foram responsáveis por sustentar o crescimento nacional durante séculos.

No bioma da Mata Atlântica, hoje, moram mais de 70% dos brasileiros e brasileiras, que dependem dos seus serviços ecossistêmicos para a oferta de água, energia elétrica e alimentos. Nele também está parte importante das espécies de animais e plantas ameaçadas de extinção no Brasil, além de uma agricultura que alimentou a população brasileira e gerou excedentes para exportação por mais de 500 anos. Em 2017, foi responsável por mais de 50% da produção de alimentos e por uma grande parcela das commodities agrícolas exportadas. É o bioma das cidades, da comida e da biodiversidade.

Embora tenhamos uma pujante regeneração da Mata Atlântica, seguimos desmatando nossas florestas mais preservadas – onde está o maior estoque de carbono e vive a maioria das espécies ameaçadas – e derrubando um terço das matas jovens em regeneração.

Em resumo, o bioma segue na UTI, e o seu futuro está comprometido. Diversas pesquisas apontam a Mata Atlântica como uma das áreas prioritárias para a restauração no planeta, considerando seu potencial para o combate às mudanças climáticas e para a conservação da biodiversidade e da água. Apesar de termos passado por tempos sombrios em nosso país, temos a convicção de que a Mata Atlântica pode ser um exemplo de sucesso de restauração em grande escala para o Brasil e para o mundo.

Isso porque ela é urgente e necessária para o bemestar da maior parte da nossa população e para a garantia da nossa economia. Além disso, temos domínio da ciência e das tecnologias de restauração, com grandes avanços nos últimos anos. E, em terceiro lugar, já temos um conjunto de políticas públicas robustas para conduzir a restauração e acabar com o desmatamento – com destaque para a Lei da Mata Atlântica e o Código Florestal, que precisam ser definitivamente implementados.

* Os autores são, respectivamente, engenheiro agrônomo, doutor em fitotecnia, diretor-executivo da Fundação SOS Mata Atlântica; e engenheiro florestal, mestre em ciência florestal pela Universidade Yale, oficial de programa do Centro de Monitoramento da Conservação Mundial do PNUMA.

Assinale a alternativa que apresenta termos antônimos.

 

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3198327 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: Câm. Paracambi-RJ

TEXTO 1

O texto a seguir é uma adaptação editada do original “A DÉCADA DA VIRADA: A Mata Atlântica pode ser um exemplo de sucesso de restauração em grande escala para o Brasil”; de Luís Fernando Guedes Pinto e Matheus Couto*. O artigo foi publicado em 16 de janeiro de 2023, em https://www.sosma.org.br/artigos/a-decada-davirada/

A Organização das Nações Unidas declarou o período de 2021 a 2030 como a Década da Restauração de Ecossistemas no mundo. Isso significa que uma das prioridades nesse período será prevenir, interromper e reverter a degradação de ecossistemas nos continentes e oceanos de todo o globo. O objetivo é contribuir para solucionar os grandes desafios que a humanidade tem pela frente – como a redução da pobreza, o combate às mudanças climáticas e a prevenção da extinção em massa de espécies.

Tal urgência foi declarada em função do alto nível de degradação dos ecossistemas, que sustentam a vida, a economia e a prosperidade do planeta. Alguns já foram severamente destruídos, enquanto muitos outros estão próximos do colapso, comprometendo a disponibilidade de água, a permanência de espécies animais e vegetais, a produção de alimentos e a mitigação e adaptação para as mudanças climáticas.

A década da restauração pretende ser um esforço coletivo, liderado por duas agências da ONU: o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Frente aos enormes obstáculos no caminho de seus objetivos e à necessidade de combinar o pensar global com o agir local, a década convida governos, empresas, ONGs e entidades de pesquisa a contribuir para essa agenda e a assumir responsabilidades para alcançarmos as ambiciosas e necessárias transformações.

A Fundação SOS Mata Atlântica tem a honra e o compromisso de contribuir para a Década da Restauração de Ecossistemas no Brasil, com foco particular no bioma Mata Atlântica e seus tão diversos e ricos quanto ameaçados ecossistemas – florestas, restingas, mangues, savanas, dunas e campos. As histórias do bioma e do País se confundem. Foi uma árvore das suas matas – o pau-brasil – que nos batizou, assim como os diversos ciclos econômicos predatórios, que quase a eliminaram, foram responsáveis por sustentar o crescimento nacional durante séculos.

No bioma da Mata Atlântica, hoje, moram mais de 70% dos brasileiros e brasileiras, que dependem dos seus serviços ecossistêmicos para a oferta de água, energia elétrica e alimentos. Nele também está parte importante das espécies de animais e plantas ameaçadas de extinção no Brasil, além de uma agricultura que alimentou a população brasileira e gerou excedentes para exportação por mais de 500 anos. Em 2017, foi responsável por mais de 50% da produção de alimentos e por uma grande parcela das commodities agrícolas exportadas. É o bioma das cidades, da comida e da biodiversidade.

Embora tenhamos uma pujante regeneração da Mata Atlântica, seguimos desmatando nossas florestas mais preservadas – onde está o maior estoque de carbono e vive a maioria das espécies ameaçadas – e derrubando um terço das matas jovens em regeneração.

Em resumo, o bioma segue na UTI, e o seu futuro está comprometido. Diversas pesquisas apontam a Mata Atlântica como uma das áreas prioritárias para a restauração no planeta, considerando seu potencial para o combate às mudanças climáticas e para a conservação da biodiversidade e da água. Apesar de termos passado por tempos sombrios em nosso país, temos a convicção de que a Mata Atlântica pode ser um exemplo de sucesso de restauração em grande escala para o Brasil e para o mundo.

Isso porque ela é urgente e necessária para o bemestar da maior parte da nossa população e para a garantia da nossa economia. Além disso, temos domínio da ciência e das tecnologias de restauração, com grandes avanços nos últimos anos. E, em terceiro lugar, já temos um conjunto de políticas públicas robustas para conduzir a restauração e acabar com o desmatamento – com destaque para a Lei da Mata Atlântica e o Código Florestal, que precisam ser definitivamente implementados.

* Os autores são, respectivamente, engenheiro agrônomo, doutor em fitotecnia, diretor-executivo da Fundação SOS Mata Atlântica; e engenheiro florestal, mestre em ciência florestal pela Universidade Yale, oficial de programa do Centro de Monitoramento da Conservação Mundial do PNUMA.

No que se refere às variantes da língua, é CORRETO afirmar que o TEXTO 1 se caracteriza pelo uso da:

 

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3198326 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: Câm. Paracambi-RJ

TEXTO 1

O texto a seguir é uma adaptação editada do original “A DÉCADA DA VIRADA: A Mata Atlântica pode ser um exemplo de sucesso de restauração em grande escala para o Brasil”; de Luís Fernando Guedes Pinto e Matheus Couto*. O artigo foi publicado em 16 de janeiro de 2023, em https://www.sosma.org.br/artigos/a-decada-davirada/

A Organização das Nações Unidas declarou o período de 2021 a 2030 como a Década da Restauração de Ecossistemas no mundo. Isso significa que uma das prioridades nesse período será prevenir, interromper e reverter a degradação de ecossistemas nos continentes e oceanos de todo o globo. O objetivo é contribuir para solucionar os grandes desafios que a humanidade tem pela frente – como a redução da pobreza, o combate às mudanças climáticas e a prevenção da extinção em massa de espécies.

Tal urgência foi declarada em função do alto nível de degradação dos ecossistemas, que sustentam a vida, a economia e a prosperidade do planeta. Alguns já foram severamente destruídos, enquanto muitos outros estão próximos do colapso, comprometendo a disponibilidade de água, a permanência de espécies animais e vegetais, a produção de alimentos e a mitigação e adaptação para as mudanças climáticas.

A década da restauração pretende ser um esforço coletivo, liderado por duas agências da ONU: o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Frente aos enormes obstáculos no caminho de seus objetivos e à necessidade de combinar o pensar global com o agir local, a década convida governos, empresas, ONGs e entidades de pesquisa a contribuir para essa agenda e a assumir responsabilidades para alcançarmos as ambiciosas e necessárias transformações.

A Fundação SOS Mata Atlântica tem a honra e o compromisso de contribuir para a Década da Restauração de Ecossistemas no Brasil, com foco particular no bioma Mata Atlântica e seus tão diversos e ricos quanto ameaçados ecossistemas – florestas, restingas, mangues, savanas, dunas e campos. As histórias do bioma e do País se confundem. Foi uma árvore das suas matas – o pau-brasil – que nos batizou, assim como os diversos ciclos econômicos predatórios, que quase a eliminaram, foram responsáveis por sustentar o crescimento nacional durante séculos.

No bioma da Mata Atlântica, hoje, moram mais de 70% dos brasileiros e brasileiras, que dependem dos seus serviços ecossistêmicos para a oferta de água, energia elétrica e alimentos. Nele também está parte importante das espécies de animais e plantas ameaçadas de extinção no Brasil, além de uma agricultura que alimentou a população brasileira e gerou excedentes para exportação por mais de 500 anos. Em 2017, foi responsável por mais de 50% da produção de alimentos e por uma grande parcela das commodities agrícolas exportadas. É o bioma das cidades, da comida e da biodiversidade.

Embora tenhamos uma pujante regeneração da Mata Atlântica, seguimos desmatando nossas florestas mais preservadas – onde está o maior estoque de carbono e vive a maioria das espécies ameaçadas – e derrubando um terço das matas jovens em regeneração.

Em resumo, o bioma segue na UTI, e o seu futuro está comprometido. Diversas pesquisas apontam a Mata Atlântica como uma das áreas prioritárias para a restauração no planeta, considerando seu potencial para o combate às mudanças climáticas e para a conservação da biodiversidade e da água. Apesar de termos passado por tempos sombrios em nosso país, temos a convicção de que a Mata Atlântica pode ser um exemplo de sucesso de restauração em grande escala para o Brasil e para o mundo.

Isso porque ela é urgente e necessária para o bemestar da maior parte da nossa população e para a garantia da nossa economia. Além disso, temos domínio da ciência e das tecnologias de restauração, com grandes avanços nos últimos anos. E, em terceiro lugar, já temos um conjunto de políticas públicas robustas para conduzir a restauração e acabar com o desmatamento – com destaque para a Lei da Mata Atlântica e o Código Florestal, que precisam ser definitivamente implementados.

* Os autores são, respectivamente, engenheiro agrônomo, doutor em fitotecnia, diretor-executivo da Fundação SOS Mata Atlântica; e engenheiro florestal, mestre em ciência florestal pela Universidade Yale, oficial de programa do Centro de Monitoramento da Conservação Mundial do PNUMA.

“Se por um lado promovemos uma pujante regeneração da Mata Atlântica, por outro seguimos desmatando nossas florestas mais preservadas.”

Esse período do texto, assim reescrito, com uma estrutura paralelística, deixa clara uma relação de:

 

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3198325 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: Câm. Paracambi-RJ

TEXTO 1

O texto a seguir é uma adaptação editada do original “A DÉCADA DA VIRADA: A Mata Atlântica pode ser um exemplo de sucesso de restauração em grande escala para o Brasil”; de Luís Fernando Guedes Pinto e Matheus Couto*. O artigo foi publicado em 16 de janeiro de 2023, em https://www.sosma.org.br/artigos/a-decada-davirada/

A Organização das Nações Unidas declarou o período de 2021 a 2030 como a Década da Restauração de Ecossistemas no mundo. Isso significa que uma das prioridades nesse período será prevenir, interromper e reverter a degradação de ecossistemas nos continentes e oceanos de todo o globo. O objetivo é contribuir para solucionar os grandes desafios que a humanidade tem pela frente – como a redução da pobreza, o combate às mudanças climáticas e a prevenção da extinção em massa de espécies.

Tal urgência foi declarada em função do alto nível de degradação dos ecossistemas, que sustentam a vida, a economia e a prosperidade do planeta. Alguns já foram severamente destruídos, enquanto muitos outros estão próximos do colapso, comprometendo a disponibilidade de água, a permanência de espécies animais e vegetais, a produção de alimentos e a mitigação e adaptação para as mudanças climáticas.

A década da restauração pretende ser um esforço coletivo, liderado por duas agências da ONU: o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Frente aos enormes obstáculos no caminho de seus objetivos e à necessidade de combinar o pensar global com o agir local, a década convida governos, empresas, ONGs e entidades de pesquisa a contribuir para essa agenda e a assumir responsabilidades para alcançarmos as ambiciosas e necessárias transformações.

A Fundação SOS Mata Atlântica tem a honra e o compromisso de contribuir para a Década da Restauração de Ecossistemas no Brasil, com foco particular no bioma Mata Atlântica e seus tão diversos e ricos quanto ameaçados ecossistemas – florestas, restingas, mangues, savanas, dunas e campos. As histórias do bioma e do País se confundem. Foi uma árvore das suas matas – o pau-brasil – que nos batizou, assim como os diversos ciclos econômicos predatórios, que quase a eliminaram, foram responsáveis por sustentar o crescimento nacional durante séculos.

No bioma da Mata Atlântica, hoje, moram mais de 70% dos brasileiros e brasileiras, que dependem dos seus serviços ecossistêmicos para a oferta de água, energia elétrica e alimentos. Nele também está parte importante das espécies de animais e plantas ameaçadas de extinção no Brasil, além de uma agricultura que alimentou a população brasileira e gerou excedentes para exportação por mais de 500 anos. Em 2017, foi responsável por mais de 50% da produção de alimentos e por uma grande parcela das commodities agrícolas exportadas. É o bioma das cidades, da comida e da biodiversidade.

Embora tenhamos uma pujante regeneração da Mata Atlântica, seguimos desmatando nossas florestas mais preservadas – onde está o maior estoque de carbono e vive a maioria das espécies ameaçadas – e derrubando um terço das matas jovens em regeneração.

Em resumo, o bioma segue na UTI, e o seu futuro está comprometido. Diversas pesquisas apontam a Mata Atlântica como uma das áreas prioritárias para a restauração no planeta, considerando seu potencial para o combate às mudanças climáticas e para a conservação da biodiversidade e da água. Apesar de termos passado por tempos sombrios em nosso país, temos a convicção de que a Mata Atlântica pode ser um exemplo de sucesso de restauração em grande escala para o Brasil e para o mundo.

Isso porque ela é urgente e necessária para o bemestar da maior parte da nossa população e para a garantia da nossa economia. Além disso, temos domínio da ciência e das tecnologias de restauração, com grandes avanços nos últimos anos. E, em terceiro lugar, já temos um conjunto de políticas públicas robustas para conduzir a restauração e acabar com o desmatamento – com destaque para a Lei da Mata Atlântica e o Código Florestal, que precisam ser definitivamente implementados.

* Os autores são, respectivamente, engenheiro agrônomo, doutor em fitotecnia, diretor-executivo da Fundação SOS Mata Atlântica; e engenheiro florestal, mestre em ciência florestal pela Universidade Yale, oficial de programa do Centro de Monitoramento da Conservação Mundial do PNUMA.

A Fundação SOS Mata ATLÂNTICA tem a honra e o compromisso de contribuir para a DÉCADA da Restauração de Ecossistemas no Brasil.

As palavras destacadas estão acentuadas, porque ambas são:

 

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