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Foram encontradas 30 questões.

796106 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Não li e concordo
No começo de 2005, Doug Heckman resolveu ler um contrato. No meio das cláusulas, encontrou algo estranho – um prêmio de mil dólares. Entrou em contato com a empresa de softwares PC Pitstop, responsável pelos termos, e recebeu o prêmio. O problema: foram precisos 5 meses e 3 mil cadastros para que alguém percebesse a brincadeira. Anos depois, em abril de 2010, a loja de jogos Game Station foi ainda mais longe: escondeu uma cláusula que fazia o usuário ceder os direitos da própria alma à empresa. Enquanto mil pessoas identificaram a brincadeira, 7 mil concordaram.
Assim como a maioria das pessoas nesses dois casos, você, provavelmente, não lê termos de uso e políticas de privacidade na internet. São 97%, segundo pesquisa da Universidade Stanford, os usuários que pulam direto para o “concordo”. Ou seja, de cada 100 cadastrados, apenas 3 sabem o que podem e o que não podem fazer dentro de redes sociais, sistemas de busca e ferramentas de postagem.
Deveriam tomar cuidado: Rebecca Jeschke, ativista da Electronic Frontier Foundation (EFF), conta que os abusos são comuns. A EFF defende o direito do consumidor na era da internet: fica de olho nos contratos, registra mudanças e denuncia abusos. E não são poucos: desde empresas que vendem informações pessoais para anunciantes até companhias que proíbem que o usuário abra uma ação judicial, passando por aquelas que não respeitam nem os próprios termos.
“Por influência de americanos e britânicos, os contratos estão ficando cada vez mais detalhados”, conta Paulo Sá Elias, especialista em direito da informática. E contratos longos, apesar de protegerem empresa e usuário de forma mais completa, são desafiadores para quem só quer finalizar um cadastro. Além disso, segundo Elias, “são tão complexos que, no final, ninguém sabe o que está assinando”.
Os cadastros poderiam ser menores e mais simples, como prova o Google, que tem apenas uma política para mais de 60 serviços. O texto é fácil e rápido de ler. Outro jeito, mais complexo e mais efetivo, seria incorporar pedaços da política de uso na interface dos serviços. Por exemplo, ao compartilhar algo publicamente no Facebook, uma janela explicaria que aquela informação pode ser enviada a anunciantes. “Dessa forma, em vez de obrigar o usuário a decifrar os jargões, você explica as regras caso a caso”, conta Rebecca Jeschke, da EFF. Por último, outra solução, muito mais simples: você. Crie o hábito de ler os termos de uso, assim mesmo, como eles estão. Apesar de difíceis, é possível tirar algum sentido deles. E, depois, você poderá decidir se quer correr o risco de se cadastrar ou não.
Texto adaptado. ROMERO, Luiz. Revista
Superinteressante. Ed.307. Ago, 2012.
Analise o sintagma nominal grifado nesta oração: “(...) escondeu uma cláusula que fazia o usuário ceder os direitos da própria alma à empresa” (1º parágrafo).
Trata-se de:
 

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764840 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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No que se refere a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (dispõe sobre o regime jurídico dos servidores civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais), assinale a alternativa INCORRETA:
 

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764637 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Não li e concordo
No começo de 2005, Doug Heckman resolveu ler um contrato. No meio das cláusulas, encontrou algo estranho – um prêmio de mil dólares. Entrou em contato com a empresa de softwares PC Pitstop, responsável pelos termos, e recebeu o prêmio. O problema: foram precisos 5 meses e 3 mil cadastros para que alguém percebesse a brincadeira. Anos depois, em abril de 2010, a loja de jogos Game Station foi ainda mais longe: escondeu uma cláusula que fazia o usuário ceder os direitos da própria alma à empresa. Enquanto mil pessoas identificaram a brincadeira, 7 mil concordaram.
Assim como a maioria das pessoas nesses dois casos, você, provavelmente, não lê termos de uso e políticas de privacidade na internet. São 97%, segundo pesquisa da Universidade Stanford, os usuários que pulam direto para o “concordo”. Ou seja, de cada 100 cadastrados, apenas 3 sabem o que podem e o que não podem fazer dentro de redes sociais, sistemas de busca e ferramentas de postagem.
Deveriam tomar cuidado: Rebecca Jeschke, ativista da Electronic Frontier Foundation (EFF), conta que os abusos são comuns. A EFF defende o direito do consumidor na era da internet: fica de olho nos contratos, registra mudanças e denuncia abusos. E não são poucos: desde empresas que vendem informações pessoais para anunciantes até companhias que proíbem que o usuário abra uma ação judicial, passando por aquelas que não respeitam nem os próprios termos.
“Por influência de americanos e britânicos, os contratos estão ficando cada vez mais detalhados”, conta Paulo Sá Elias, especialista em direito da informática. E contratos longos, apesar de protegerem empresa e usuário de forma mais completa, são desafiadores para quem só quer finalizar um cadastro. Além disso, segundo Elias, “são tão complexos que, no final, ninguém sabe o que está assinando”.
Os cadastros poderiam ser menores e mais simples, como prova o Google, que tem apenas uma política para mais de 60 serviços. O texto é fácil e rápido de ler. Outro jeito, mais complexo e mais efetivo, seria incorporar pedaços da política de uso na interface dos serviços. Por exemplo, ao compartilhar algo publicamente no Facebook, uma janela explicaria que aquela informação pode ser enviada a anunciantes. “Dessa forma, em vez de obrigar o usuário a decifrar os jargões, você explica as regras caso a caso”, conta Rebecca Jeschke, da EFF. Por último, outra solução, muito mais simples: você. Crie o hábito de ler os termos de uso, assim mesmo, como eles estão. Apesar de difíceis, é possível tirar algum sentido deles. E, depois, você poderá decidir se quer correr o risco de se cadastrar ou não.
Texto adaptado. ROMERO, Luiz. Revista
Superinteressante. Ed.307. Ago, 2012.
Em, “São 97%, segundo pesquisa da Universidade Stanford, os usuários que pulam direto para o ‘concordo’” (2º parágrafo), o verbo “pular” confere uma metáfora à frase. “Pular” significa que:
 

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740144 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Os Direitos e Garantias Fundamentais estão previstos na Constituição Federal de 1988. Assinale a alternativa INCORRETA. São direitos e garantias fundamentais:
 

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739053 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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O Escândalo do Mensalão é o nome dado a maior crise política sofrida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2005 no Brasil. A palavra “mensalão” foi popularizada pelo então deputado federal Roberto Jefferson, na qual acusou o então Ministro da Casa Civil José Dirceu de ser o mentor do esquema. Atualmente, O Supremo Tribunal Federal brasileiro começou o julgamento dos 38 réus do escândalo do “mensalão”. O ministro-relator do processo do mensalão é:
 

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728642 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Assinale a alternativa CORRETA quanto às formas de controle da Administração Pública:
 

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685463 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Quanto à acentuação gráfica e suas regras, assinale o que for CORRETO:
 

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681077 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Com relação aos princípios da Administração Pública, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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672692 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Os Jogos Olímpicos são um grande evento internacional, com esportes de verão e de inverno, em que milhares de atletas participam de várias competições. Atualmente os Jogos são realizados a cada dois anos, em anos pares, com os Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno se alternando, embora ocorram a cada quatro anos. As Olimpíadas de 2012 foram realizadas:
 

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656825 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranacity-PR
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Quanto à ortografia dos verbos, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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