Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

794570 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS

Para responder à questão, considere a Lei Complementar nº 002/2012, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Municipais de Parobé.

Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, no que se refere aos deveres dos servidores públicos no Município de Parobé.

( ) Ser assíduo e pontual ao serviço.

( ) Atender com presteza ao público em geral, prestando as informações requeridas, ressalvadas as protegidas por sigilo.

( ) Frequentar cursos e treinamentos instituídos para seu aperfeiçoamento e especialização.

( ) Apresentar-se ao serviço em boas condições de asseio e convenientemente trajado ou com o uniforme que for determinado.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
793821 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
No Microsoft Outlook 2010, em sua configuração padrão, temos o botão “Enviar/Receber Todas as Pastas” na guia “Página Inicial”. Além dessa forma de enviar/receber e-mails, existe uma tecla de atalho muito utilizada para executar essa mesma ação, qual seja:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
793754 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
Provas:
A recepcionista da Câmara Municipal de uma determinada cidade constatou que, após uma hora de atendimento ao público, ingressaram para uma reunião a quantidade de pessoas correspondente ao conjunto solução da equação exponencial 4 3x-5 = 324. Esse número é igual a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
793635 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
Sobre o Office 2010, é correto afirmar que ele permite salvar arquivos no formato de outras versões do Office, quais sejam:
I. Office 2007.
II. Office 2003.
III. Office 2000.
IV. Office 95.
Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
791181 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS

Para responder à questão, considere a Lei Complementar nº 002/2012, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Municipais de Parobé.

No que se refere a penalidades, após procedimento administrativo, em que seja assegurado ao servidor o direito de defesa, são penalidades disciplinares aplicáveis:

I. Advertência.

II. Suspensão.

III. Transferência de repartição ou órgão efetivo.

IV. Cassação de aposentadoria ou da disponibilidade.

Quais estão INCORRETAS?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
791021 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
Provas:
Um auxiliar administrativo realizou 65 cadastros de ofícios e de requerimentos na razão de cinco para oito, durante uma hora. Pode-se afirmar que o número de ofícios cadastrados, nesse período de tempo, corresponde a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
790571 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
Provas:
Após a realização de um determinado concurso público, foi aplicada uma pesquisa com os candidatos em relação à ênfase nos estudos nas questões de conhecimentos específicos e legislação. Constatou-se que, do total de entrevistados, 125 estudaram para as questões de conhecimentos específicos, 135 estudaram para as questões de legislação e 50 estudaram para ambas as questões. Nessa situação, o número total de candidatos entrevistados é equivalente a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
776001 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
Orfandades
Quem ama cuida. Quem ama não se ausenta e nem se esquiva. Quando as coisas ficam difíceis, estica a mão, oferece o ombro, abraça e conforta. Quem ama se faz presente, não sai do ar. Às vezes se sacrifica. O amor tem uma cláusula de irrevogabilidade. Se foi revogado não é amor. Já era.
Se isso lhe parece antigo, tem razão. As coisas não são mais assim. A modalidade de amor que praticamos é mais amena. Está ligada ao nosso futuro, à nossa carreira, a certa ideia de conforto e sucesso. É contingente. Virou uma forma de realização pessoal e social, não sentimento pelo qual pagamos um preço. Pelo amor não sacrificamos nada, só recebemos.
Desculpem se pareço triste, mas percebo ao meu redor – e dentro de mim – uma sensação pesada de orfandade, ligada à transitoriedade das coisas. Fui ver na internet e descobri que a palavra "órfão" vem do grego orphanos, que significa, literalmente, "privado" ou "desprovido". Não nos sentimos privados de proteção e carinho? Não estamos desprovidos da sensação de aconchego que torna a vida aprazível? Tudo a ver.
Sinto, na verdade, que vivemos orfandades simultâneas e múltiplas. A mesma tristeza que a morte dos pais provoca – a orfandade original – espalhou-se pela vida. Quando os amores terminam, quando os empregos acabam, quando as amizades estremecem, quando a família se afasta, nos sentimos da mesma forma: expostos e desprotegidos, solitários, à mercê do mundo... feito uma criança. Essas são as nossas orfandades.
Alguém dirá que sempre foi assim. Não creio. Havia no passado camadas de proteção entre o mundo e cada um de nós. Éramos parte de algo maior que nos abrigava. Hoje estamos sozinhos, ou quase. Há nosso amor, mas ele pode faltar. Existe a família, mas ela se resume a pais e filhos – um núcleo pequeno e frágil que pode a qualquer instante implodir. No trabalho, somos lutadores solitários. Em que parte do mundo nos juntamos a nossos iguais e nos sentimos parte de um todo? Nenhuma. Onde fica o oásis de paz e tranquilidade? Não há.
As relações afetivas já foram esse oásis, não são mais. Trocamos segurança por verdade e aventura. Somos deixados, trocados, esquecidos, superados. Assim como deixamos, trocamos, esquecemos, superamos. Muitas vezes. Tantas vezes. Tudo é intenso e provisório. Nada está assegurado. Não podemos realmente contar com isso. O que é sólido se desmancha no ar (para usar uma frase famosa) e avançamos – de cabeça erguida, em meio às nossas múltiplas orfandades, colhendo o riso e o gozo que se oferecem, retribuindo com a nossa alegria (que não morreu, hiberna apenas).
Estamos à espera de tempos melhores. Depois do inverno, o verão. Depois da noite, o sol. Ao vazio do nosso luto – qualquer que seja a sua causa – sucederá a plenitude. Reencontraremos o amor, a direção, a unidade refeita com o mundo e com nós mesmos. Um amor virá depois do outro, e com ele a vida nova. Enquanto isso, a melancolia. O intervalo terrível. Enquanto isso, o frio.
Há que ter paciência, portanto. Com os nossos sentimentos. Com a vida que escolhemos viver. Há que sentir-se órfão antes de recomeçar e renascer.
(Ivan Martins – Revista Época, 24 de junho de 2015 – disponível em http://www.epoca.globo.com - adaptação)
Considerando a função do adjunto adverbial, analise as assertivas a seguir:
I. A forma “no passado” é um adjunto adverbial de tempo.
II. A forma “Nenhuma” é um adjunto adverbial de negação.
III. A forma “enquanto” é um adjunto adverbial de tempo.
Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
770214 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
Orfandades
Quem ama cuida. Quem ama não se ausenta e nem se esquiva. Quando as coisas ficam difíceis, estica a mão, oferece o ombro, abraça e conforta. Quem ama se faz presente, não sai do ar. Às vezes se sacrifica. O amor tem uma cláusula de irrevogabilidade. Se foi revogado não é amor. Já era.
Se isso lhe parece antigo, tem razão. As coisas não são mais assim. A modalidade de amor que praticamos é mais amena(a). Está ligada ao nosso futuro, à nossa carreira, a certa ideia de conforto e sucesso. É contingente. Virou uma forma de realização pessoal e social, não sentimento pelo qual pagamos um preço. Pelo amor não sacrificamos nada, só recebemos.
Desculpem se pareço triste, mas percebo ao meu redor – e dentro de mim – uma sensação pesada de orfandade, ligada àtransitoriedade das coisas. Fui ver na internet e descobri que a palavra "órfão"(b) vem do grego orphanos, que significa, literalmente, "privado" ou "desprovido". Não nos sentimos privados de proteção e carinho? Não estamos desprovidos da sensação de aconchego que torna a vida aprazível? Tudo a ver.
Sinto, na verdade, que vivemos orfandades simultâneas e múltiplas(c). A mesma tristeza que a morte dos pais provoca – a orfandade original – espalhou-se pela vida. Quando os amores terminam, quando os empregos acabam, quando as amizades estremecem, quando a família se afasta, nos sentimos da mesma forma: expostos e desprotegidos, solitários, à mercê do mundo... feito uma criança. Essas são as nossas orfandades.
Alguém dirá que sempre foi assim(d). Não creio. Havia no passado camadas de proteção entre o mundo e cada um de nós. Éramos parte de algo maior que nos abrigava. Hoje estamos sozinhos, ou quase. Há nosso amor, mas ele pode faltar. Existe a família, mas ela se resume a pais e filhos – um núcleo pequeno e frágil que pode a qualquer instante implodir. No trabalho, somos lutadores solitários. Em que parte do mundo nos juntamos a nossos iguais e nos sentimos parte de um todo? Nenhuma. Onde fica o oásis de paz e tranquilidade? Não há.
As relações afetivas já foram esse oásis, não são mais. Trocamos segurança por verdade e aventura. Somos deixados, trocados, esquecidos, superados. Assim como deixamos, trocamos, esquecemos, superamos. Muitas vezes. Tantas vezes. Tudo é intenso e provisório. Nada está assegurado. Não podemos realmente contar com isso. O que é sólido se desmancha no ar (para usar uma frase famosa) e avançamos – de cabeça erguida, em meio às nossas múltiplas orfandades, colhendo o riso e o gozo que se oferecem, retribuindo com a nossa alegria (que não morreu, hiberna apenas).
Estamos à espera de tempos melhores. Depois do inverno, o verão. Depois da noite, o sol. Ao vazio do nosso luto – qualquer que seja a sua causa – sucederá a plenitude. Reencontraremos o amor, a direção, a unidade refeita com o mundo e com nós mesmos. Um amor virá depois do outro, e com ele a vida nova. Enquanto isso, a melancolia. O intervalo terrível. Enquanto isso, o frio.
Há que ter paciência(e), portanto. Com os nossos sentimentos. Com a vida que escolhemos viver. Há que sentir-se órfão antes de recomeçar e renascer.
(Ivan Martins – Revista Época, 24 de junho de 2015 – disponível em http://www.epoca.globo.com - adaptação)
Assinale a alternativa na qual o vocábulo “que” esteja empregado como pronome relativo.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
770137 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Parobé-RS
Orfandades
Quem ama cuida. Quem ama não se ausenta e nem se esquiva. Quando as coisas ficam difíceis, estica a mão, oferece o ombro, abraça e conforta. Quem ama se faz presente, não sai do ar. Às vezes se sacrifica. O amor tem uma cláusula de irrevogabilidade. Se foi revogado não é amor. Já era.
Se isso lhe parece antigo, tem razão. As coisas não são mais assim. A modalidade de amor que praticamos é mais amena. Está ligada ao nosso futuro, à nossa carreira, ____ certa ideia de conforto e sucesso. É contingente. Virou uma forma de realização pessoal e social, não sentimento pelo qual pagamos um preço. Pelo amor não sacrificamos nada, só recebemos.
Desculpem se pareço triste, mas percebo ao meu redor – e dentro de mim – uma sensação pesada de orfandade, ligada ___ transitoriedade das coisas. Fui ver na internet e descobri que a palavra "órfão" vem do grego orphanos, que significa, literalmente, "privado" ou "desprovido". Não nos sentimos privados de proteção e carinho? Não estamos desprovidos da sensação de aconchego que torna a vida aprazível? Tudo a ver.
Sinto, na verdade, que vivemos orfandades simultâneas e múltiplas. A mesma tristeza que a morte dos pais provoca – a orfandade original – espalhou-se pela vida. Quando os amores terminam, quando os empregos acabam, quando as amizades estremecem, quando a família se afasta, nos sentimos da mesma forma: expostos e desprotegidos, solitários, ___ mercê do mundo... feito uma criança. Essas são as nossas orfandades.
Alguém dirá que sempre foi assim. Não creio. Havia no passado camadas de proteção entre o mundo e cada um de nós. Éramos parte de algo maior que nos abrigava. Hoje estamos sozinhos, ou quase. Há nosso amor, mas ele pode faltar. Existe a família, mas ela se resume a pais e filhos – um núcleo pequeno e frágil que pode a qualquer instante implodir. No trabalho, somos lutadores solitários. Em que parte do mundo nos juntamos a nossos iguais e nos sentimos parte de um todo? Nenhuma. Onde fica o oásis de paz e tranquilidade? Não há.
As relações afetivas já foram esse oásis, não são mais. Trocamos segurança por verdade e aventura. Somos deixados, trocados, esquecidos, superados. Assim como deixamos, trocamos, esquecemos, superamos. Muitas vezes. Tantas vezes. Tudo é intenso e provisório. Nada está assegurado. Não podemos realmente contar com isso. O que é sólido se desmancha no ar (para usar uma frase famosa) e avançamos – de cabeça erguida, em meio às nossas múltiplas orfandades, colhendo o riso e o gozo que se oferecem, retribuindo com a nossa alegria (que não morreu, hiberna apenas).
Estamos à espera de tempos melhores. Depois do inverno, o verão. Depois da noite, o sol. Ao vazio do nosso luto – qualquer que seja a sua causa – sucederá a plenitude. Reencontraremos o amor, a direção, a unidade refeita com o mundo e com nós mesmos. Um amor virá depois do outro, e com ele a vida nova. Enquanto isso, a melancolia. O intervalo terrível. Enquanto isso, o frio.
Há que ter paciência, portanto. Com os nossos sentimentos. Com a vida que escolhemos viver. Há que sentir-se órfão antes de recomeçar e renascer.
(Ivan Martins – Revista Época, 24 de junho de 2015 – disponível em http://www.epoca.globo.com - adaptação)
Considerando o acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 05, 07 e 13.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas