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Um profissional foi contratado para assentar piso em um estabelecimento. Ficou acordado que o profissional cobrará um valor por metro quadrado de área trabalhada e que o custo do material ficará por conta do contratante. Ao final desse serviço, o custo total da obra foi de R$ 5.200,00, sendo que 1/4 desse valor correspondeu ao custo do material.
Dado que o serviço foi feito em uma área de 60 m2 , o valor que o profissional cobrou por metro quadrado foi igual a
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Uma professora de música trabalha em uma escola que oferece aos seus alunos um contrato com aulas
semanais de 30 minutos ou de 50 minutos. Ao longo
de uma semana, essa professora ficou encarregada de
21 horas de aulas.
Considerando que, para essa professora, o número de aulas de 50 minutos supera o número de aulas de 30 minutos em 6 aulas ao longo da semana, tem-se que o tempo semanal destinado às aulas de 50 minutos totaliza
Considerando que, para essa professora, o número de aulas de 50 minutos supera o número de aulas de 30 minutos em 6 aulas ao longo da semana, tem-se que o tempo semanal destinado às aulas de 50 minutos totaliza
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No final do ano passado, o Observatório do Clima lançou uma nota apontando que houve uma queda nas emissões de gases de efeito estufa no ano de 2017 quando comparado ao ano de 2016.
Em 2017, o país emitiu 2,071 bilhões de toneladas bruta desses gases, contra 2,119 bilhões de toneladas em 2016. Nesse caso, a diminuição registrada nesse período foi de
Em 2017, o país emitiu 2,071 bilhões de toneladas bruta desses gases, contra 2,119 bilhões de toneladas em 2016. Nesse caso, a diminuição registrada nesse período foi de
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O colunista de um jornal esteve em São Paulo a trabalho
e impressionou-se com a quantidade de vezes que ouviu
os motoboys buzinarem. Na reportagem que escreveu,
ele aponta ter contabilizado que um motoboy chegou a
buzinar 40 vezes em apenas 1 minuto.
Considerando essa informação, se isso se repetir por 5 horas e meia, sem interrupções, esse motoboy terá buzinado
Considerando essa informação, se isso se repetir por 5 horas e meia, sem interrupções, esse motoboy terá buzinado
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Um investidor adquiriu uma ampla sala para transformá-la em um espaço coworking. Para tanto, serão criadas ilhas de trabalho retangulares, medindo 12,0 m de comprimento por 4,8 m de largura cada. Essas ilhas serão divididas em estações quadradas, de maior área possível, de modo a ocupar todo o espaço disponível.Nesse caso, o número de estações que serão criadas em cada ilha de trabalho é igual a
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Leia a tira para responder a questão.

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Humanoide perde a vez entre robôs
Discretamente, o Google está reformulando seu ambicioso programa de robótica. Lançado em 2013, o projeto incluía
duas equipes especializadas em máquinas que pareciam e
se moviam como seres humanos. No entanto, pouco sobrou
desse projeto. A proposta agora é de usar robôs mais simples,
que possam aprender por si mesmos certas habilidades.
“O New York Times” foi o primeiro jornal a conhecer parte
da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando. Embora
as máquinas não sejam tão atraentes visualmente quanto os
robôs humanoides, os pesquisadores acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas tem mais
potencial no mundo real. Os robôs aprendem sozinhos habilidades como organizar um conjunto de objetos não familiares
ou locomover-se no meio de obstáculos inesperados.
Muitos acreditam que o aprendizado de máquinas – e
não a criação de novos equipamentos extravagantes – será a
chave para o desenvolvimento da robótica voltada para manufatura, automação de depósitos de materiais, transporte e
outras atividades.
Numa tarde no novo laboratório, um braço robótico pairava sobre uma lata cheia de bolas de pingue-pongue, cubos
de madeira, bananas de plástico e outros objetos escolhidos
ao acaso. Em meio a essa confusão, o braço robótico pegou
com dois dedos uma banana de plástico e, com um suave
movimento de punho, jogou-a numa lata menor que estava
a vários centímetros de distância. Foi um feito admirável.
Na primeira vez que viu os objetos, o braço não sabia como
pegar uma única peça. Porém, equipado com uma câmera
que “olhava” dentro da lata, o sistema aprendeu depois de 14
horas de tentativa e erro.
O braço mais tarde aprendeu a jogar itens nas latas certas, com 85% de acerto. Quando os pesquisadores tentaram
executar a mesma tarefa, a média foi de 80%. Parece uma
tarefa muito simples, todavia criar um código de computador
para dizer a uma máquina como fazer isso é algo extremamente difícil.
O braço que joga objetos numa lata não é uma máquina
desenhada pelos pesquisadores. Fabricado pela Universal
Robots, ele é comumente usado em manufatura e outras atividades. O que o Google está fazendo é treiná-lo para que
faça coisas que, de outro modo, ele não faria. “O aprendizado
está nos ajudando a superar o desafio de construir robôs de
baixo custo”, diz Vikash Kumar, supervisor do projeto.
(Cade Metz. The New York Times. Publicado pelo jornal O Estado de
São Paulo em 14.04.2019. Tradução de Roberto Muniz. Adaptado)
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Humanoide perde a vez entre robôs
Discretamente, o Google está reformulando seu ambicioso programa de robótica. Lançado em 2013, o projeto incluía
duas equipes especializadas em máquinas que pareciam e
se moviam como seres humanos. No entanto, pouco sobrou
desse projeto. A proposta agora é de usar robôs mais simples,
que possam aprender por si mesmos certas habilidades.
“O New York Times” foi o primeiro jornal a conhecer parte
da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando. Embora
as máquinas não sejam tão atraentes visualmente quanto os
robôs humanoides, os pesquisadores acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas tem mais
potencial no mundo real. Os robôs aprendem sozinhos habilidades como organizar um conjunto de objetos não familiares
ou locomover-se no meio de obstáculos inesperados.
Muitos acreditam que o aprendizado de máquinas – e
não a criação de novos equipamentos extravagantes – será a
chave para o desenvolvimento da robótica voltada para manufatura, automação de depósitos de materiais, transporte e
outras atividades.
Numa tarde no novo laboratório, um braço robótico pairava sobre uma lata cheia de bolas de pingue-pongue, cubos
de madeira, bananas de plástico e outros objetos escolhidos
ao acaso. Em meio a essa confusão, o braço robótico pegou
com dois dedos uma banana de plástico e, com um suave
movimento de punho, jogou-a numa lata menor que estava
a vários centímetros de distância. Foi um feito admirável.
Na primeira vez que viu os objetos, o braço não sabia como
pegar uma única peça. Porém, equipado com uma câmera
que “olhava” dentro da lata, o sistema aprendeu depois de 14
horas de tentativa e erro.
O braço mais tarde aprendeu a jogar itens nas latas certas, com 85% de acerto. Quando os pesquisadores tentaram
executar a mesma tarefa, a média foi de 80%. Parece uma
tarefa muito simples, todavia criar um código de computador
para dizer a uma máquina como fazer isso é algo extremamente difícil.
O braço que joga objetos numa lata não é uma máquina
desenhada pelos pesquisadores. Fabricado pela Universal
Robots, ele é comumente usado em manufatura e outras atividades. O que o Google está fazendo é treiná-lo para que
faça coisas que, de outro modo, ele não faria. “O aprendizado
está nos ajudando a superar o desafio de construir robôs de
baixo custo”, diz Vikash Kumar, supervisor do projeto.
(Cade Metz. The New York Times. Publicado pelo jornal O Estado de
São Paulo em 14.04.2019. Tradução de Roberto Muniz. Adaptado)
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Humanoide perde a vez entre robôs
Discretamente, o Google está reformulando seu ambicioso programa de robótica. Lançado em 2013, o projeto incluía
duas equipes especializadas em máquinas que pareciam e
se moviam como seres humanos. No entanto, pouco sobrou
desse projeto. A proposta agora é de usar robôs mais simples,
que possam aprender por si mesmos certas habilidades.
“O New York Times” foi o primeiro jornal a conhecer parte
da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando. Embora
as máquinas não sejam tão atraentes visualmente quanto os
robôs humanoides, os pesquisadores acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas tem mais
potencial no mundo real. Os robôs aprendem sozinhos habilidades como organizar um conjunto de objetos não familiares
ou locomover-se no meio de obstáculos inesperados.
Muitos acreditam que o aprendizado de máquinas – e
não a criação de novos equipamentos extravagantes – será a
chave para o desenvolvimento da robótica voltada para manufatura, automação de depósitos de materiais, transporte e
outras atividades.
Numa tarde no novo laboratório, um braço robótico pairava sobre uma lata cheia de bolas de pingue-pongue, cubos
de madeira, bananas de plástico e outros objetos escolhidos
ao acaso. Em meio a essa confusão, o braço robótico pegou
com dois dedos uma banana de plástico e, com um suave
movimento de punho, jogou-a numa lata menor que estava
a vários centímetros de distância. Foi um feito admirável.
Na primeira vez que viu os objetos, o braço não sabia como
pegar uma única peça. Porém, equipado com uma câmera
que “olhava” dentro da lata, o sistema aprendeu depois de 14
horas de tentativa e erro.
O braço mais tarde aprendeu a jogar itens nas latas certas, com 85% de acerto. Quando os pesquisadores tentaram
executar a mesma tarefa, a média foi de 80%. Parece uma
tarefa muito simples, todavia criar um código de computador
para dizer a uma máquina como fazer isso é algo extremamente difícil.
O braço que joga objetos numa lata não é uma máquina
desenhada pelos pesquisadores. Fabricado pela Universal
Robots, ele é comumente usado em manufatura e outras atividades. O que o Google está fazendo é treiná-lo para que
faça coisas que, de outro modo, ele não faria. “O aprendizado
está nos ajudando a superar o desafio de construir robôs de
baixo custo”, diz Vikash Kumar, supervisor do projeto.
(Cade Metz. The New York Times. Publicado pelo jornal O Estado de
São Paulo em 14.04.2019. Tradução de Roberto Muniz. Adaptado)
“O New York Times” foi o primeiro jornal a conhecer parte da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando.
Em conformidade com a regência padrão da língua portuguesa, o termo destacado pode ser substituído por:
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Humanoide perde a vez entre robôs
Discretamente, o Google está reformulando seu ambicioso programa de robótica. Lançado em 2013, o projeto incluía
duas equipes especializadas em máquinas que pareciam e
se moviam como seres humanos. No entanto, pouco sobrou
desse projeto. A proposta agora é de usar robôs mais simples,
que possam aprender por si mesmos certas habilidades.
“O New York Times” foi o primeiro jornal a conhecer parte
da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando. Embora
as máquinas não sejam tão atraentes visualmente quanto os
robôs humanoides, os pesquisadores acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas tem mais
potencial no mundo real. Os robôs aprendem sozinhos habilidades como organizar um conjunto de objetos não familiares
ou locomover-se no meio de obstáculos inesperados.
Muitos acreditam que o aprendizado de máquinas – e
não a criação de novos equipamentos extravagantes – será a
chave para o desenvolvimento da robótica voltada para manufatura, automação de depósitos de materiais, transporte e
outras atividades.
Numa tarde no novo laboratório, um braço robótico pairava sobre uma lata cheia de bolas de pingue-pongue, cubos
de madeira, bananas de plástico e outros objetos escolhidos
ao acaso. Em meio a essa confusão, o braço robótico pegou
com dois dedos uma banana de plástico e, com um suave
movimento de punho, jogou-a numa lata menor que estava
a vários centímetros de distância. Foi um feito admirável.
Na primeira vez que viu os objetos, o braço não sabia como
pegar uma única peça. Porém, equipado com uma câmera
que “olhava” dentro da lata, o sistema aprendeu depois de 14
horas de tentativa e erro.
O braço mais tarde aprendeu a jogar itens nas latas certas, com 85% de acerto. Quando os pesquisadores tentaram
executar a mesma tarefa, a média foi de 80%. Parece uma
tarefa muito simples, todavia criar um código de computador
para dizer a uma máquina como fazer isso é algo extremamente difícil.
O braço que joga objetos numa lata não é uma máquina
desenhada pelos pesquisadores. Fabricado pela Universal
Robots, ele é comumente usado em manufatura e outras atividades. O que o Google está fazendo é treiná-lo para que
faça coisas que, de outro modo, ele não faria. “O aprendizado
está nos ajudando a superar o desafio de construir robôs de
baixo custo”, diz Vikash Kumar, supervisor do projeto.
(Cade Metz. The New York Times. Publicado pelo jornal O Estado de
São Paulo em 14.04.2019. Tradução de Roberto Muniz. Adaptado)
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