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Foram encontradas 40 questões.

2453804 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Boato: Sabe da última?
Luiz Weis e Maria Inês Zanchetta
É sempre tudo muito parecido: uma história(A que ninguém sabe exatamente de onde saiu passa de boca em boca e, em questão de horas, se tanto, com os devidos acréscimos e bordados, vira verdade verdadeira. É o boato, um dos mais assíduos frequentadores de conversas(B, em toda parte e de todo tipo de gente. Costuma crescer feito bola de neve em situações de tensão e ansiedade. E pode murchar como um balão furado assim que alguém se dá ao trabalho de conferir o rumor(A antes de passá-lo adiante, o que, porém, raramente acontece. Às vezes, sobrevive a todas as checagens(E – e aí vira lenda.
Um exemplo clássico(C que correu mundo por se referir a uma celebridade foi o da morte do beatle Paul McCartney, que chegou a ser notícia de primeira página nos Estados Unidos em 1967, nos anos de glória do conjunto. Paul, naturalmente, estava vivo da silva – mas nem isso iria convencer os partidários da teoria do passamento do senhor McCartney. Muitas evidências foram arranjadas para demonstrar que o boato era fato. (...) E assim a história(C foi sendo enriquecida com detalhes do arco-da-velha: ele teria morrido em um acidente automobilístico em novembro de 1966 e fora substituído por um dublê. (...) Mas o boateiro não é uma pessoa diferente das demais ou coisa que o valha. Não há quem, com maior ou menor convicção, não tenha sido cúmplice da difusão de uma história, geralmente envolvendo gente famosa, sem ter a menor ideia se era verdadeira ou não. Ou, o que ainda é mais comum, sem se perguntar se o boato não teria sido plantado de propósito por alguém interessado em beneficiar-se da circulação da notícia falsa(D. Passar adiante um boato, em suma, parece parte da condição humana. Muitos boatos nascem de um mal-entendido. Alguém tira uma conclusão errada do que vê, lê ou escuta, confunde um gesto ou uma frase, e pronto – faz brotar uma inverdade(B que, levada às últimas consequências, pode envenenar a reputação(E de pessoas inocentes antes mesmo que fiquem sabendo dos rumores(D em que caíram.
(Revista Superinteressante número 4, ano 2, jan. 1989,
disponível em: <http://super.abril.com.br/cotidiano/boato-sabe-ultima-438891.shtml>. Acesso em 22 maio 2013).
Assinale a alternativa em que há, no par indicado, uma palavra que NÃO se refere ao conceito de boato(s).
 

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Parte do município de Piraquara está localizada em uma área de mananciais, ou seja, em uma região com disponibilidade de água para consumo humano ou desenvolvimento de atividades econômicas. No entanto, esses mananciais têm sofrido constantemente impactos ambientais que alteram a qualidade e disponibilidade de água para abastecimento. Uma medida que ajuda a diminuir os impactos ambientais nas áreas de mananciais é:

 

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2452859 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
O pagamento de uma diarista foi feito em cédulas e moedas nas seguintes quantidades: 5 cédulas em notas de R$ 50,00 e R$ 10,00 e seis moedas com valores de R$ 0,25 e R$ 0,50. No total, ela recebeu 5 cédulas e 6 moedas, tendo pelo menos uma de cada um dos valores mencionados. O valor total recebido é um número inteiro e inferior a R$ 150,00 e superior a R$ 100,00. Nesse caso, ela recebeu:
 

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Na tabela abaixo estão os dados de população urbana e rural do município de Piraquara, para os anos de 2000 e 2010.

Ano Quantidade de habitantes
Urbana Rural
2000 33.829 39.057
2010 45.738 47.469

Fonte: Censos Demográficos.

Com base nessa tabela, assinale a alternativa correta.

 

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Na porção oeste do município de Piraquara, está localizada uma área de grande concentração populacional, na qual, em 2005, viviam aproximadamente 20.000 pessoas. Assinale a alternativa que apresenta o nome dessa área.

 

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2451350 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Enunciado 2732334-1
Três terrenos têm frentes para a rua A e para a rua B, como na figura esquemática apresentada ao lado (sem escala). As divisas laterais são todas perpendiculares à rua A. O comprimento total dos três terrenos medidos em linha reta pela rua B resulta em 210 m. A medida do comprimento da frente para a rua B do lote do meio é:
 

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2451150 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Um grupo de funcionários de uma empresa de Piraquara organizou uma excursão às Grutas Perdidas, na BR-267. Para isso, saíram da empresa exatamente às 7h32min. Ao retornarem ao pátio da empresa, o relógio marcava 20h45min. O tempo de duração do passeio foi de:
 

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2450373 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Os dez mandamentos do e-mail
Carmen Guerreiro
A escrita não produz o mesmo efeito da fala. A afirmação, óbvia, parece ignorada por pessoas cada vez mais conectadas, o tempo todo, por tablets, smartphones ou computadores. A comunicação escrita parece ter tomado a dianteira em várias frentes antes dominadas pela fala. Essa prevalência fica clara na preferência crescente por e-mails, torpedos, chats, tuítes, comentários e posts como forma de e comunicação.
Pesquisa da Pew Global, de 2011, mostra que 92% dos internautas usam o e-mail como principal ferramenta de comunicação, porém, muitos capengam ao escrever um e-mail eficiente. O uso indevido de abreviações, formalidades ora excessivas ora inexistentes, o equívoco de linguagem e tratamento, a falta de objetividade são ruídos corriqueiros na comunicação eletrônica.
, ironias e brincadeiras mal interpretadas geram desentendimentos por conta da linguagem que se pretende distante e próxima ao mesmo tempo. Por isso, os especialistas e as empresas tentam sistematizar as regras que regem a comunicação por e-mail.
A apreensão tem levado empresas a consultores que capacitam funcionários a redigir e-mails não só sem deslizes na língua portuguesa, mas também eficientes e adequados à comunicação profissional. Regina Gianetti Dias Pereira, executiva e educadora corporativa da Atingir Coaching e Treinamento, se em oferecer cursos de comunicação empresarial, e diz que treinamentos para mensagens eletrônicas são cada vez mais pedidos. Especialmente porque e-mails mal escritos, confusos, pouco claros, feitos sem consistência, geram mal-entendidos e prejuízos profissionais.
A primeira lição é que dominar a tecnologia não significa domínio do uso da linguagem. A executiva afirma que existe a falsa impressão de que pessoas conectadas e integradas tecnologicamente se comunicam via internet com mais propriedade, quando na verdade uma independe da outra. O que faz diferença são alguns cuidados de adequação da linguagem para o contexto da comunicação.
(Disponível em <http//revistalinguauol.com.br>. Acesso em 05 ago. 2013.)
A palavra “apreensão” diz respeito:
 

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2450275 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
O resultado da expressão (1/3 – 1/2) + 1/6 é:
 

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2449914 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Por que pomos os pingos nos "is"?
A expressão "pôr os pingos nos is"(A significa organizar o que está confuso, discernir entre uma coisa e outra, definir o lugar de cada coisa etc. Mas por que, quando queremos pôr ordem no caos, dizemos que vamos colocar os pingos nos is? Originalmente o "i" não tinha pingo. Na época romana, só havia as letras maiúsculas. E, como se sabe, o "I" maiúsculo não tem pingo (aliás, parece que muita gente não sabe disso)(B. Quando, séculos depois, inventaram as minúsculas para facilitar a tarefa dos copistas de reproduzir centenas de páginas manuscritas, surgiu um problema:(C como as letras cursivas, típicas da escrita manual, são todas ligadas entre si (e é exatamente por isso que esse sistema de escrita facilitava a vida dos copistas, já que eles não precisavam levantar a pena do papel para passar de uma letra a outra)(D, dois "ii" se assemelhavam a um "u", o que gerava ambiguidade, pois o latim tem muitas palavras com dois "ii".
A solução foi criar um sinal distintivo, no caso, o pingo do "i". É bem verdade que, posteriormente, com a invenção do trema, os dois "ii" passaram a se confundir com "ü", mas agora o risco era menor: as línguas que tinham "ii" não tinham "ü" e vice-versa. Logo, colocar um pingo no "i" foi a maneira encontrada pelos monges medievais (que passavam a vida copiando livros)(E para distinguir letras diferentes. Desde então, pôr os pingos nos is é sinônimo de distinguir, definir, determinar, e, por extensão, organizar, enquadrar, esclarecer...
(Blog - Aldo Bizzocchi, Revista Língua Portuguesa, ed. 91,
maio 2013. Disponível em: <revistalingua.uol.com.br/textos/blog-abizzocchi/por-que pomos- os-pingos-nos-is-288588-1.asp>. Acesso em 25 maio 2013).
Sobre sinais de pontuação presentes no texto, é correto afirmar:
 

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