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Por que pomos os pingos nos "is"?
A expressão "pôr os pingos nos is" significa organizar o que está confuso, discernir entre uma coisa e 1 outra, definir o lugar de cada coisa etc. Mas por que, quando queremos pôr ordem no caos, dizemos que vamos colocar os pingos nos is? Originalmente o "i" não tinha pingo. Na época romana, só havia as letras maiúsculas. E, como se sabe, o "I" maiúsculo não tem pingo (aliás, parece que muita gente não sabe disso). Quando, séculos depois, inventaram as minúsculas para facilitar a tarefa dos copistas de reproduzir centenas de páginas manuscritas, surgiu um problema: como as letras cursivas, típicas da escrita manual, são todas ligadas entre si (e é exatamente por isso que esse sistema de escrita facilitava a vida dos copistas, já que eles não precisavam levantar a pena do papel para passar de uma letra a outra), dois "ii" se assemelhavam a um "u", o que gerava ambiguidade, pois o latim tem muitas palavras com dois "ii".
A solução foi criar um sinal distintivo, no caso, o pingo do "i". É bem verdade que, posteriormente, com a invenção do trema, os dois "ii" passaram a se confundir com "ü", mas agora o risco era menor: as línguas que tinham "ii" não tinham "ü" e vice-versa. Logo, colocar um pingo no "i" foi a maneira encontrada pelos monges medievais (que passavam a vida copiando livros) para distinguir letras diferentes. Desde então, pôr os pingos nos is é sinônimo de distinguir, definir, determinar, e, por extensão, organizar, enquadrar, esclarecer...
(Blog - Aldo Bizzocchi, Revista Língua Portuguesa, ed. 91,
maio 2013. Disponível em: <revistalingua.uol.com.br/textos/blog-abizzocchi/por-que pomos- os-pingos-nos-is-288588-1.asp>. Acesso em 25 maio 2013).
Sobre a expressão “pôr os pingos nos is”, é correto afirmar:
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Por que pomos os pingos nos "is"?
A expressão "pôr os pingos nos is" significa organizar o que está confuso, discernir entre uma coisa e outra, definir o lugar de cada coisa etc. Mas por que, quando queremos pôr ordem no caos, dizemos que vamos colocar os pingos nos is? Originalmente o "i" não tinha pingo. Na época romana, só havia as letras maiúsculas. E, como se sabe, o "I" maiúsculo não tem pingo (aliás, parece que muita gente não sabe disso). Quando, séculos depois, inventaram as minúsculas para facilitar a tarefa dos copistas de reproduzir centenas de páginas manuscritas, surgiu um problema: como as letras cursivas, típicas da escrita manual, são todas ligadas entre si (e é exatamente por isso que esse sistema de escrita facilitava a vida dos copistas, já que eles não precisavam levantar a pena do papel para passar de uma letra a outra), dois "ii" se assemelhavam a um "u", o que gerava ambiguidade, pois o latim tem muitas palavras com dois "ii".
A solução foi criar um sinal distintivo, no caso, o pingo do "i". É bem verdade que, posteriormente, com a invenção do trema, os dois "ii" passaram a se confundir com "ü", mas agora o risco era menor: as línguas que tinham "ii" não tinham "ü" e vice-versa. Logo, colocar um pingo no "i" foi a maneira encontrada pelos monges medievais (que passavam a vida copiando livros) para distinguir letras diferentes. Desde então, pôr os pingos nos is é sinônimo de distinguir, definir, determinar, e, por extensão, organizar, enquadrar, esclarecer...
(Blog - Aldo Bizzocchi, Revista Língua Portuguesa, ed. 91,
maio 2013. Disponível em: <revistalingua.uol.com.br/textos/blog-abizzocchi/por-que pomos- os-pingos-nos-is-288588-1.asp>. Acesso em 25 maio 2013).
A relação entre “organizar, enquadrar, esclarecer” e “distinguir, definir, determinar” é de:
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Os dez mandamentos do e-mail
Carmen Guerreiro
A escrita não produz o mesmo efeito da fala. A afirmação, óbvia, parece ignorada por pessoas cada vez mais conectadas, o tempo todo, por tablets, smartphones ou computadores. A comunicação escrita parece ter tomado a dianteira em várias frentes antes dominadas pela fala. Essa prevalência fica clara na preferência crescente por e-mails, torpedos, chats, tuítes, comentários e posts como forma de e comunicação.
Pesquisa da Pew Global, de 2011, mostra que 92% dos internautas usam o e-mail como principal ferramenta de comunicação, porém, muitos capengam ao escrever um e-mail eficiente. O uso indevido de abreviações, formalidades ora excessivas ora inexistentes, o equívoco de linguagem e tratamento, a falta de objetividade são ruídos corriqueiros na comunicação eletrônica.
, ironias e brincadeiras mal interpretadas geram desentendimentos por conta da linguagem que se pretende distante e próxima ao mesmo tempo. Por isso, os especialistas e as empresas tentam sistematizar as regras que regem a comunicação por e-mail.
A apreensão tem levado empresas a consultores que capacitam funcionários a redigir e-mails não só sem deslizes na língua portuguesa, mas também eficientes e adequados à comunicação profissional. Regina Gianetti Dias Pereira, executiva e educadora corporativa da Atingir Coaching e Treinamento, se em oferecer cursos de comunicação empresarial, e diz que treinamentos para mensagens eletrônicas são cada vez mais pedidos. Especialmente porque e-mails mal escritos, confusos, pouco claros, feitos sem consistência, geram mal-entendidos e prejuízos profissionais.
A primeira lição é que dominar a tecnologia não significa domínio do uso da linguagem. A executiva afirma que existe a falsa impressão de que pessoas conectadas e integradas tecnologicamente se comunicam via internet com mais propriedade, quando na verdade uma independe da outra. O que faz diferença são alguns cuidados de adequação da linguagem para o contexto da comunicação.
(Disponível em <http//revistalinguauol.com.br>. Acesso em 05 ago. 2013.)
A palavra “óbvia” poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido para o texto, por:
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Por que pomos os pingos nos "is"?
A expressão "pôr os pingos nos is" significa organizar o que está confuso, discernir entre uma coisa e outra, definir o lugar de cada coisa etc. Mas por que, quando queremos pôr ordem no caos, dizemos que vamos colocar os pingos nos is? Originalmente o "i" não tinha pingo. Na época romana, só havia as letras maiúsculas. E, como se sabe, o "I" maiúsculo não tem pingo (aliás, parece que muita gente não sabe disso). Quando, séculos depois, inventaram as minúsculas para facilitar a tarefa dos copistas de reproduzir centenas de páginas manuscritas, surgiu um problema: como as letras cursivas, típicas da escrita manual, são todas ligadas entre si (e é exatamente por isso que esse sistema de escrita facilitava a vida dos copistas, já que eles não precisavam levantar a pena do papel para passar de uma letra a outra), dois "ii" se assemelhavam a um "u", o que gerava ambiguidade, pois o latim tem muitas palavras com dois "ii".
A solução foi criar um sinal distintivo, no caso, o pingo do "i". É bem verdade que, posteriormente, com a invenção do trema, os dois "ii" passaram a se confundir com "ü", mas agora o risco era menor: as línguas que tinham "ii" não tinham "ü" e vice-versa. Logo, colocar um pingo no "i" foi a maneira encontrada pelos monges medievais (que passavam a vida copiando livros) para distinguir letras diferentes. Desde então, pôr os pingos nos is é sinônimo de distinguir, definir, determinar, e, por extensão, organizar, enquadrar, esclarecer...
(Blog - Aldo Bizzocchi, Revista Língua Portuguesa, ed. 91,
maio 2013. Disponível em: <revistalingua.uol.com.br/textos/blog-abizzocchi/por-que pomos- os-pingos-nos-is-288588-1.asp>. Acesso em 25 maio 2013).
Sobre os copistas citados no texto, assinale a alternativa correta.
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2455976
Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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Os rios são muito importantes para a sociedade, pois fornecem água e alimento, possibilitam a geração de energia e a irrigação de áreas agrícolas. Além do rio Piraquara, o município é cortado pelo rio:
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Por que pomos os pingos nos "is"?
A expressão "pôr os pingos nos is" significa organizar o que está confuso, discernir entre uma coisa e outra, definir o lugar de cada coisa etc. Mas por que, quando queremos pôr ordem no caos, dizemos que vamos colocar os pingos nos is? Originalmente(1 o "i" não tinha pingo. Na época romana, só havia as letras maiúsculas. E, como se sabe, o "I" maiúsculo não tem pingo (aliás, parece que muita gente não sabe disso). Quando, séculos depois(2, inventaram as minúsculas para facilitar a tarefa dos copistas de reproduzir centenas de páginas manuscritas, surgiu um problema: como as letras cursivas, típicas da escrita manual, são todas ligadas entre si (e é exatamente por isso que esse sistema de escrita facilitava a vida dos copistas, já que eles não precisavam levantar a pena do papel para passar de uma letra a outra), dois "ii" se assemelhavam a um "u", o que gerava ambiguidade, pois o latim tem muitas palavras com dois "ii".
A solução foi criar um sinal distintivo, no caso, o pingo do "i". É bem verdade que, posteriormente(3, com a invenção do trema, os dois "ii" passaram a se confundir com "ü", mas agora o risco era menor: as línguas que tinham "ii" não tinham "ü" e vice-versa. Logo(4, colocar um pingo no "i" foi a maneira encontrada pelos monges medievais (que passavam a vida copiando livros) para distinguir letras diferentes. Desde então(5, pôr os pingos nos is é sinônimo de distinguir, definir, determinar, e, por extensão, organizar, enquadrar, esclarecer...
(Blog - Aldo Bizzocchi, Revista Língua Portuguesa, ed. 91,
maio 2013. Disponível em: <revistalingua.uol.com.br/textos/blog-abizzocchi/por-que pomos- os-pingos-nos-is-288588-1.asp>. Acesso em 25 maio 2013).
Considere as seguintes expressões usadas no texto:
1. Originalmente
2. Séculos depois
3. Posteriormente
4. Logo
5. Desde então
2. Séculos depois
3. Posteriormente
4. Logo
5. Desde então
Funcionam como marcadores de tempo no texto:
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Boato: Sabe da última?
Luiz Weis e Maria Inês Zanchetta
É sempre tudo muito parecido: uma história que ninguém sabe exatamente de onde saiu passa de boca em boca e, em questão de horas, se tanto, com os devidos acréscimos e bordados, vira verdade verdadeira. É o boato, um dos mais assíduos frequentadores de conversas, em toda parte e de todo tipo de gente. Costuma crescer feito bola de neve em situações de tensão e ansiedade. E pode murchar como um balão furado assim que alguém se dá ao trabalho de conferir o rumor antes de passá-lo adiante, o que, porém, raramente acontece. Às vezes, sobrevive a todas as checagens – e aí vira lenda.
Um exemplo clássico(A que correu mundo(B por se referir a uma celebridade(C foi o da morte do beatle Paul McCartney(D, que chegou a ser notícia de primeira página(E nos Estados Unidos em 1967, nos anos de glória do conjunto. Paul, naturalmente, estava vivo da silva – mas nem isso iria convencer os partidários da teoria do passamento do senhor McCartney. Muitas evidências foram arranjadas para demonstrar que o boato era fato. (...) E assim a história foi sendo enriquecida com detalhes do arco-da-velha: ele teria morrido em um acidente automobilístico em novembro de 1966 e fora substituído por um dublê. (...) Mas o boateiro não é uma pessoa diferente das demais ou coisa que o valha. Não há quem, com maior ou menor convicção, não tenha sido cúmplice da difusão de uma história, geralmente envolvendo gente famosa, sem ter a menor ideia se era verdadeira ou não. Ou, o que ainda é mais comum, sem se perguntar se o boato não teria sido plantado de propósito por alguém interessado em beneficiar-se da circulação da notícia falsa. Passar adiante um boato, em suma, parece parte da condição humana. Muitos boatos nascem de um mal-entendido. Alguém tira uma conclusão errada do que vê, lê ou escuta, confunde um gesto ou uma frase, e pronto – faz brotar uma inverdade que, levada às últimas consequências, pode envenenar a reputação de pessoas inocentes antes mesmo que fiquem sabendo dos rumores em que caíram.
(Revista Superinteressante número 4, ano 2, jan. 1989,
disponível em: <http://super.abril.com.br/cotidiano/boato-sabe-ultima-438891.shtml>. Acesso em 22 maio 2013).
O pronome que, em “foi o da morte do beatle Paul McCartney, que chegou a ser notícia de primeira página nos Estados Unidos em 1967”, refere-se à expressão:
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Um poste de 3,2 m projeta uma sombra de 70 cm ao mesmo tempo em que, ao seu lado, uma estaca vertical fincada na terra projeta uma sombra de 50 cm. Mais tarde, a sombra da estaca diminuiu 15 cm. Nesse momento, sombra do poste passou a medir:
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2454653
Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
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As eleições municipais são realizadas a cada quatro anos e, por meio delas, são eleitos vereadores e prefeitos. A última eleição municipal ocorreu em:
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Os dez mandamentos do e-mail
Carmen Guerreiro
A escrita não produz o mesmo efeito da fala. A afirmação, óbvia, parece ignorada por pessoas cada vez mais conectadas, o tempo todo, por tablets, smartphones ou computadores. A comunicação escrita parece ter tomado a dianteira em várias frentes antes dominadas pela fala. Essa prevalência fica clara na preferência crescente por e-mails, torpedos, chats, tuítes, comentários e posts como forma de e comunicação.
Pesquisa da Pew Global, de 2011, mostra que 92% dos internautas usam o e-mail como principal ferramenta de comunicação, porém, muitos capengam ao escrever um e-mail eficiente. O uso indevido de abreviações, formalidades ora excessivas ora inexistentes, o equívoco de linguagem e tratamento, a falta de objetividade são ruídos corriqueiros na comunicação eletrônica.
, ironias e brincadeiras mal interpretadas geram desentendimentos por conta da linguagem que se pretende distante e próxima ao mesmo tempo. Por isso, os especialistas e as empresas tentam sistematizar as regras que regem a comunicação por e-mail.
A apreensão tem levado empresas a consultores que capacitam funcionários a redigir e-mails não só sem deslizes na língua portuguesa, mas também eficientes e adequados à comunicação profissional. Regina Gianetti Dias Pereira, executiva e educadora corporativa da Atingir Coaching e Treinamento, se em oferecer cursos de comunicação empresarial, e diz que treinamentos para mensagens eletrônicas são cada vez mais pedidos. Especialmente porque e-mails mal escritos, confusos, pouco claros, feitos sem consistência, geram mal-entendidos e prejuízos profissionais.
A primeira lição é que dominar a tecnologia não significa domínio do uso da linguagem. A executiva afirma que existe a falsa impressão de que pessoas conectadas e integradas tecnologicamente se comunicam via internet com mais propriedade, quando na verdade uma independe da outra. O que faz diferença são alguns cuidados de adequação da linguagem para o contexto da comunicação.
(Disponível em <http//revistalinguauol.com.br>. Acesso em 05 ago. 2013.)
A afirmação de que “muitos capengam ao escrever um e-mail eficiente” resulta, de acordo com o texto:
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