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Foram encontradas 40 questões.

2457214 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Em relação aos conceitos de média e mediana, considere o exemplo das empresas 'A' e 'B' descrito a seguir: Uma pequena empresa chamada 'A' tem um diretor com salário de R$ 6.000,00 e quatro funcionários com salários respectivos de R$ 4.000,00; R$ 4.500,00; R$ 5.000,00 e R$ 5.500,00. Já outra pequena empresa chamada 'B' tem um diretor com salário de R$ 20.000,00 e contrata quatro estagiários, pagando a cada um deles o valor de R$ 1.250,00. A partir desse exemplo, considere as seguintes afirmativas:
1. A média salarial da empresa A é de R$ 5.000,00.
2. As empresas A e B possuem a mesma mediana salarial.
3. A mediana salarial da empresa B é de R$ 1.250,00.
4. A média salarial da empresa B é menor que a da empresa A.
Assinale a alternativa correta.
 

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2456924 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Sobrenome: “Guarani Kaiowa”
Eliane Brum
No início de outubro, a carta(A de um grupo de guaranis caiovás de Mato Grosso do Sul provocou uma mobilização, em vários aspectos inédita, na sociedade brasileira. No texto(A, os índios, ameaçados de despejo por ordem judicial, declaravam: “Pedimos ao Governo e Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas decretar nossa morte coletiva e enterrar nós todos aqui”. A carta foi divulgada pelo Twitter e pelo Facebook, gerando uma rede de solidariedade e de denúncia das violências enfrentadas por essa etnia indígena. Desta rede, participaram – e participam – milhares de brasileiros urbanos. Para muitos deles, este foi o primeiro contato com o genocídio(B guarani caiová, apesar de o processo de extermínio(B da etnia ter se iniciado muito tempo antes. De repente, pessoas de diferentes idades, profissões e regiões geográficas passaram falar diretamente com as lideranças indígenas(C, no espaço das redes sociais, sem precisar de nenhum tipo de mediação. E de imediato passaram a ampliar suas vozes(C. partir dessa rede de pressão(D, as instituições – governo federal, congresso, judiciário etc. – foram obrigadas a colocar a questão(D na pauta. Depois de dias, em alguns casos semanas, a imprensa repercutiu o que ecoava nas redes. Alguns dos grandes jornais enviaram repórteres para a região, colunistas escreveram artigos com diferentes pontos de vista. O movimento de adesão causa guarani(E caiová nas redes sociais – sua articulação, significados e consequências – é um fenômeno fascinante. E, por sua força(E e novidade, traz com ele uma série de questões que possivelmente precisem de muito tempo para ser respondidas – e para as quais não uma resposta só.
(Revista Época, 26/11, 2012. Disponível em:
<http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2012/11/sobrenome-guarani-kaiowa. html>. Acesso em 20 maio 2013).
Considere as seguintes afirmativas com relação aos elementos de retomada presentes no texto:
1. A expressão “no texto” refere-se ao segmento “a carta”
2. “Processo de extermínio” refere-se a “genocídio”
3. O referente de “passaram a ampliar suas vozes”, por concordância, é “lideranças indígenas”.
4. A palavra “questão” refere-se a “rede de pressão”
5. “Sua força” retoma “causa guarani”
Assinale a alternativa correta.
 

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2456690 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Qual o caminho para se editarem propriedades de um documento do MS Word 2007 como Título, Autor e Palavras-chave?
 

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2456594 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Existiria uma comida brasileira básica? A mais geral é, sem dúvida, o feijão- com- arroz, esse “ prato”(A) que é usado como sinônimo para todas as pobrezas e rotinas. Mas vale notar que o arroz e o feijão são ingredientes que se misturam e formam uma massa indiferenciada, assumindo as propriedades gustativas dos dois elementos. Além disso – e qualquer semelhança não é, no plano cultural, coincidência –, a mistura faz com que o feijão deixe de ser preto, e o arroz, de ser branco. A síntese é um intermediário(E), desses que a sociedade brasileira tanto admira e valoriza. Comer arroz- com- feijão(D), então, é mais uma vez exercer o ato de misturar e desafiar a compartimentalização.
De fato, nada mais rico, na nossa sociabilidade, que os vários significados do verbo comer em suas conotações. Usamos, assim, o “pão-duro” para falar do avarento; o “pão, pão, queijo, queijo” para separar as coisas, acontecimentos e pessoas, pois não haveria nada mais distinto que o pão (de origem vegetal e agrícola, que vai ao forno) e o queijo (de origem animal, e que se fabrica por meio de um processo de fermentação “ natural(B). (...)
Nossa comida – que mistura e combina – segue a mesma lógica do nosso mito de origem(C). Trata-se de uma comida tão 11 mulata quanto a nossa fábula das três raças. Temos uma “culinária relacional” a falar de uma sociedade também relacional.
(Excerto adaptado de O que é Brasil?, de Roberto Da Matta. Rio de Janeiro: Rocco, 2004, p. 33-35.)
Com relação a palavras e expressões empregadas no texto, é correto afirmar:
 

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2456176 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Existiria uma comida brasileira básica? A mais geral é, sem dúvida, o feijão- com- arroz, esse “prato” que é usado como sinônimo para todas as pobrezas e rotinas. Mas vale notar que o arroz e o feijão são ingredientes que se misturam e formam uma massa indiferenciada, assumindo as propriedades gustativas dos dois elementos. Além disso – e qualquer semelhança não é, no plano cultural, coincidência –, a mistura faz com que o feijão deixe de ser preto, e o arroz, de ser branco. A síntese é um intermediário, desses que a sociedade brasileira tanto admira e valoriza. Comer arroz- com- feijão, então(1, é mais uma vez exercer o ato de misturar e desafiar a compartimentalização.
De fato, nada mais rico, na nossa sociabilidade, que os vários significados do verbo comer em suas conotações. Usamos, assim, o “pão-duro” para falar do avarento; o “pão, pão, queijo, queijo” para separar as coisas, acontecimentos e pessoas, pois(2 não haveria nada mais distinto que o pão (de origem vegetal e agrícola, que vai ao forno) e o queijo (de origem animal, e que se fabrica por meio de um processo de fermentação “natural”). (...)
Nossa comida – que mistura e combina – segue a mesma lógica do nosso mito de origem. Trata-se de uma comida tão mulata quanto(3 a nossa fábula das três raças. Temos uma “culinária relacional” a falar de uma sociedade também(4 relacional.
(Excerto adaptado de O que é Brasil?, de Roberto Da Matta. Rio de Janeiro: Rocco, 2004, p. 33-35.)
Considere as relações de sentido manifestas no texto pelas palavras a seguir listadas:
1. então - estabelece relação de tempo.
2. pois - estabelece relação de explicação.
3. quanto - estabelece relação de quantidade.
4. também - estabelece relação de comparação.
Assinale a alternativa correta.
 

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2454813 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Escrever à mão, um hábito em declínio
Marcelo Gonzatto
O declínio do hábito de escrever à mão, provocado pelo avanço da tecnologia digital, despertou um debate sobre que tipo de tecnologia deve prevalecer nas escolas: a velha caneta ou os novos teclados. Apesar da ofensiva crescente dos computadores, tablets e smartphones sobre o cotidiano, estudos científicos vêm apontando que a prática produz efeitos no cérebro e no aprendizado diferentes daqueles provocados pela digitação.
– Escrever à mão continuará a ter um papel decrescente na escola se cada criança tiver um computador. Nas casas onde há computador, isso já aconteceu – sustenta um dos principais especialistas mundiais no assunto, o pesquisador americano e professor da Universidade do Estado do Arizona Steve Graham.
Nos Estados Unidos, o ensino do estilo cursivo deixou de ser obrigatório na maioria dos Estados – o que desperta temores de que futuras gerações não consigam ler documentos históricos. Para Graham, o desafio atual é que “seja escrevendo à mão ou teclando, os estudantes precisam ser fluentes com ambos”. (...)
Antigamente, não se aceitava trabalho feito com garrancho. Acho que a escola descuidou um pouco disso. Em certo momento, surgiu um fascínio em relação ao tecnológico em que o importante era ter computador. O pêndulo foi de um lado para o outro, e acho que agora devemos nos situar em uma posição intermediária.
Razões para fazer isso vêm sendo sugeridas por estudos recentes, segundo os quais o ato de desenhar uma letra à mão cria uma espécie de “memória muscular” que facilita o posterior reconhecimento do alfabeto e desencadeia no cérebro reações diferentes de teclar.
Mas o uso da tecnologia também traz vantagens. Conforme a pedagoga Patrícia Camini, mestre em Educação e professora da rede municipal de Porto Alegre, suportes digitais ajudam as crianças em áreas como pontuação e acentuação. A solução é encontrar tempo e espaço para as duas formas de escrita.
(Adaptado de: Jornal Zero Hora, 11 nov. 2012. Disponível em: <http://www.clicrbs.com.br/zerohora/>. Acesso em 21/05/13.)
A palavra “ofensiva” pode ser lida como:
 

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2454598 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Assinale alternativa que apresenta um dispositivo de entrada.
 

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2454580 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
Escrever à mão, um hábito em declínio
Marcelo Gonzatto
O declínio do hábito de escrever à mão, provocado pelo avanço da tecnologia digital, despertou um debate sobre que tipo de tecnologia deve prevalecer nas escolas: a velha caneta ou os novos teclados. Apesar da ofensiva crescente dos computadores, tablets e smartphones sobre o cotidiano, estudos científicos vêm apontando que a prática produz efeitos no cérebro e no aprendizado diferentes daqueles provocados pela digitação.
– Escrever à mão continuará a ter um papel decrescente na escola se cada criança tiver um computador. Nas casas onde há computador, isso já aconteceu – sustenta um dos principais especialistas mundiais no assunto, o pesquisador americano e professor da Universidade do Estado do Arizona Steve Graham.
Nos Estados Unidos, o ensino do estilo cursivo deixou de ser obrigatório na maioria dos Estados – o que desperta temores de que futuras gerações não consigam ler documentos históricos. Para Graham, o desafio atual é que “seja escrevendo à mão ou teclando, os estudantes precisam ser fluentes com ambos”. (...)
Antigamente, não se aceitava trabalho feito com garrancho. Acho que a escola descuidou um pouco disso. Em certo momento, surgiu um fascínio em relação ao tecnológico em que o importante era ter computador. O pêndulo foi de um lado para o outro, e acho que agora devemos nos situar em uma posição intermediária.
Razões para fazer isso vêm sendo sugeridas por estudos recentes, segundo os quais o ato de desenhar uma letra à mão cria uma espécie de “memória muscular” que facilita o posterior reconhecimento do alfabeto e desencadeia no cérebro reações diferentes de teclar.
Mas o uso da tecnologia também traz vantagens. Conforme a pedagoga Patrícia Camini, mestre em Educação e professora da rede municipal de Porto Alegre, suportes digitais ajudam as crianças em áreas como pontuação e acentuação. A solução é encontrar tempo e espaço para as duas formas de escrita.
(Adaptado de: Jornal Zero Hora, 11 nov. 2012. Disponível em: <http://www.clicrbs.com.br/zerohora/>. Acesso em 21/05/13.)
Com base na leitura do texto, é correto afirmar:
 

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2454061 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
O catador é um sujeito que, historicamente, tira do lixo o seu sustento. Seja através da prática da coleta seletiva junto a alguns parceiros que doam o seu lixo ou, melhor ainda, seus recicláveis selecionados na fonte; seja caçando recicláveis pelas ruas e lixões; seja sacando os recicláveis do lixo misturado, que o gerador não teve a decência de separar e colocou no mesmo saco o que pode e o que não pode ser reaproveitado.
Com esse “trabalho” a companhia de limpeza urbana deixa de pagar inúmeros quilos que seriam coletados e dispostos em aterro ou lixão. Na pior das hipóteses é uma economia. É um serviço à população, já que esses materiais coletados pelos catadores vão evitar o consumo de matéria-prima virgem – recursos naturais esgotáveis –, além da economia com coleta e disposição final.
(Disponível em: <www.lixo.com.br>. Acesso em 5 ago. 2013.)
Sobre a atividade de coleta feita pelos catadores, é correto afirmar:
 

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2453717 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: Câm. Piraquara-PR
O catador é um sujeito que, historicamente, tira do lixo o seu sustento. Seja através da prática da coleta seletiva junto a alguns parceiros que doam o seu lixo ou, melhor ainda, seus recicláveis selecionados na fonte; seja caçando recicláveis pelas ruas e lixões; seja sacando os recicláveis do lixo misturado, que o gerador não teve a decência de separar e colocou no mesmo saco o que pode e o que não pode ser reaproveitado.
Com esse “trabalho” a companhia de limpeza urbana deixa de pagar inúmeros quilos que seriam coletados e dispostos em aterro ou lixão. Na pior das hipóteses é uma economia. É um serviço à população, já que esses materiais coletados pelos catadores vão evitar o consumo de matéria-prima virgem – recursos naturais esgotáveis –, além da economia com coleta e disposição final.
(Disponível em: <www.lixo.com.br>. Acesso em 5 ago. 2013.)
Acerca do texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) Tem como foco a atividade e não o indivíduo que a realiza.
( ) Comporta juízo de valor.
( ) Apresenta a palavra lixo como sinônimo de material reciclável.
( ) Parceiros e geradores constituem categorias excludentes.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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