Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2030376 Ano: 2021
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
Provas:
Assinale a alternativa que contempla uma infração média no Código de Trânsito Brasileiro.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2028254 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
Provas:
As memórias utilizadas em um sistema de computador se dividem em principal e secundária. Principal são memórias que trabalham internamente e as secundárias atuam como dispositivos externos à UCP. A respeito das memórias e de seu funcionamento, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2028253 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
Provas:
Com os programas de navegação na Web, os navegadores, é possível visitar as páginas eletrônicas existentes na rede. Cada página visitada é identificada por uma URL, endereço da página, que deve ser digitado na barra de endereços do navegador. Assinale a alternativa que indica corretamente o protocolo utilizado pelos navegadores para acessar uma página eletrônica da Web.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2028252 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
Provas:
São periféricos de um computador os dispositivos externos que são conectados ao desktop ou ao notebook, que têm a função de atribuir dados de entrada ou de saída. Tomando por referência noções sobre esse assunto, analise as afirmações a seguir e atribua “V”, se verdadeiras, ou “F”, se falsas:
( ) Mouses sem fio são periféricos de entrada. ( ) Joystick, HD Externo e Impressora são periféricos de saída. ( ) Scanner, teclados e caixas de som são periféricos de entrada. ( ) Joysticks e canetas ópticas são periféricos de entrada.
A sequência correta obtida, no sentido de cima para baixo, é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2026918 Ano: 2021
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
Provas:
Na tabela abaixo, os números estão organizados em sequência lógica:
0, 50, 500, 50, 100, 450, 100, 150, 400, 150, ..., ...
A soma entre os dois próximos números da sequência acima é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2026672 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
Provas:
Em um terreno retangular medindo 25 m por 14 m foi construída uma casa que ocupou 70% da área do terreno. Da área restante, foi utilizado 15% para fazer uma horta. Qual a área do terreno, em m2 , utilizada para a horta?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2025713 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
Provas:

TEXTO I

GPS


Entrei no táxi e falei o meu destino.

– Rua Araribóia, por favor.

– Araribóia? Espera um minuto!…– rebateu o homem.

Programou então seu GPS e arrancou.

– Não precisa de GPS, amigo. Sei mais ou menos onde fica. Posso lhe orientar.

– Ah, não. Não saio mais de casa sem isto – declarou.

Resmunguei em silêncio. E lá se foi o taxista seguindo seu brinquedinho falante – “vire à esquerda”; “a 50 metros você vai virar à direita”; “daqui a 300 metros faça o retorno à esquerda”…

De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a correta.

– Amigo, acho que você está na direção contrária. Tinha que ter entrado naquela rua à direita, melhor fazer o retorno na frente.

– Não, não, olha aqui – apontou pra geringonça, orgulhoso como ele só. É esse mesmo o caminho.

Cocei a cabeça irritado. Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir, sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo.

Argumentei mais uma vez, já na iminência de explodir.

– Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho muito mais longo do que devia.

– Não esquenta a cabeça não, companheiro. Tá aqui no GPS, ó. Não vou discutir com a tecnologia, né, amigo?

“Não vou discutir com a tecnologia.” Sim, eu havia ouvido aquilo. E mais que uma frase de efeito de um chofer de praça, aquilo era uma senha que explicava muita coisa, talvez explicasse até toda uma época.

O sujeito deixava de lado sua inteligência (se é que a tinha), a experiência de anos perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade e o próprio poder de dedução para seguir uma engenhoca surda e cega – mas “tecnológica” – sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo.

Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos. Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS, Google Maps e o escambau.

Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o seguinte:

– As rodas de bar ficaram muito chatas depois do iPhone. Ninguém mais pode ter dúvida alguma. Se alguém perguntar: “como é o nome daquele cantor que cantava aquela música?”; ou então: “quem era o centroavante da seleção de 86?”, logo algum bobo alegre vai acessar a internet e buscar a resposta. E aí acabar com a graça, a mágica e o mistério… Não sobra assunto pro próximo encontro.

Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem critério dos tecnobreguetes: Diz ele:

– Num futuro próximo, as pessoas deixarão de ter memória. Para que lembrar, se tudo caberá num HD externo?

É. Faz bastante sentido a tese do meu amigo. Aliás, há tempos não o vejo, o… o… Como é mesmo o nome dele, gente? Aníbal, não. Átila, não… É um nome assim, meio histórico… Desculpem aí, vou ter que espiar na agenda do meu celular.


Zeca Baleiro

Disponível em https://istoe.com.br/133775_GPS/

No texto de Zeca Baleiro, percebe-se um conflito comum nos dias de hoje na vida de todas as pessoas com relação ao uso das novas tecnologias. Este conflito consiste em
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2025712 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
Provas:

TEXTO I

GPS


Entrei no táxi e falei o meu destino.

– Rua Araribóia, por favor.

– Araribóia? Espera um minuto!…– rebateu o homem.

Programou então seu GPS e arrancou.

– Não precisa de GPS, amigo. Sei mais ou menos onde fica. Posso lhe orientar.

– Ah, não. Não saio mais de casa sem isto – declarou.

Resmunguei em silêncio. E lá se foi o taxista seguindo seu brinquedinho falante – “vire à esquerda”; “a 50 metros você vai virar à direita”; “daqui a 300 metros faça o retorno à esquerda”…

De repente, entre uma e outra prosa, vi ele se afastando da direção que eu julgava ser a correta.

– Amigo, acho que você está na direção contrária. Tinha que ter entrado naquela rua à direita, melhor fazer o retorno na frente.

– Não, não, olha aqui – apontou pra geringonça, orgulhoso como ele só. É esse mesmo o caminho.

Cocei a cabeça irritado. Embora eu não soubesse exatamente qual o trajeto a seguir, sabia que aquele caminho que ele fazia era estupidamente mais longo e complexo.

Argumentei mais uma vez, já na iminência de explodir.

– Moço, desculpe, mas tenho quase certeza de que você está fazendo um caminho muito mais longo do que devia.

– Não esquenta a cabeça não, companheiro. Tá aqui no GPS, ó. Não vou discutir com a tecnologia, né, amigo?

“Não vou discutir com a tecnologia.” Sim, eu havia ouvido aquilo. E mais que uma frase de efeito de um chofer de praça, aquilo era uma senha que explicava muita coisa, talvez explicasse até toda uma época.

O sujeito deixava de lado sua inteligência (se é que a tinha), a experiência de anos perambulando a bordo do seu táxi pelas quebradas da cidade e o próprio poder de dedução para seguir uma engenhoca surda e cega – mas “tecnológica” – sem questioná-la, e sem que eu também pudesse fazê-lo.

Não quero parecer um dinossauro (embora por vezes eu inevitavelmente pareça), mas sempre defendi um uso inteligente, comedido e crítico dos apetrechos eletrônicos. Conheço pessoas que, por comodidade, condicionamento ou deslumbramento com o novo mundo cibernético, não se deslocam mais à esquina para comprar pão sem que façam uso de GPS, Google Maps e o escambau.

Tenho um sobrinho, um pensador irreverente de botequim, que gosta de dizer o seguinte:

– As rodas de bar ficaram muito chatas depois do iPhone. Ninguém mais pode ter dúvida alguma. Se alguém perguntar: “como é o nome daquele cantor que cantava aquela música?”; ou então: “quem era o centroavante da seleção de 86?”, logo algum bobo alegre vai acessar a internet e buscar a resposta. E aí acabar com a graça, a mágica e o mistério… Não sobra assunto pro próximo encontro.

Outro amigo, filósofo de padaria, tem uma tese/profecia tenebrosa sobre o uso sem critério dos tecnobreguetes: Diz ele:

– Num futuro próximo, as pessoas deixarão de ter memória. Para que lembrar, se tudo caberá num HD externo?

É. Faz bastante sentido a tese do meu amigo. Aliás, há tempos não o vejo, o… o… Como é mesmo o nome dele, gente? Aníbal, não. Átila, não… É um nome assim, meio histórico… Desculpem aí, vou ter que espiar na agenda do meu celular.


Zeca Baleiro

Disponível em https://istoe.com.br/133775_GPS/

A oração “Não vou discutir com a tecnologia” foi construída a partir da voz verbal denominada
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2025711 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
Provas:

TEXTO II


enunciado 1284696-1

Em “Flecha, você é machista?”, a vírgula foi empregada por qual razão?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2025710 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Câm. Planaltina-GO
Provas:

TEXTO II


enunciado 1284695-1

Em “Aliás, típica”, a palavra “aliás” recebe acento porque
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas