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Foram encontradas 60 questões.

3283244 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Poços de Caldas-MG
O setor de Recursos Humanos de uma repartição pública possui 7 funcionários, que são chefiados pela coordenadora Mariana. Com a proximidade do aniversário de Mariana, os colaboradores decidiram fazer uma festa surpresa, de modo que o valor despendido seria dividido igualmente entre os 7. Por compromissos pessoais, 2 dos funcionários não poderão estar presentes no dia da festa e decidiram sair do rateio das despesas da comemoração. Com respeito ao valor que seria pago se todos participassem da divisão, qual o aumento percentual no valor que os colaboradores restantes vão, de fato, pagar pela festa?
 

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3283243 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Poços de Caldas-MG
Uma fábrica de café possui 3 máquinas (A, B e C) que são capazes de empacotar os cafés produzidos. De acordo com a produção da fábrica, 40% dos cafés são empacotados pela máquina A; 35% dos cafés são empacotados pela máquina B, e a produção restante de café é empacotada pela máquina C. Além disso, sabe-se que 5% dos cafés empacotados pela máquina A são do tipo extra forte, enquanto que para as máquinas B e C essa porcentagem é de 4% e 6%, respectivamente. Se um pacote de café dessa fábrica é selecionado aleatoriamente, qual a probabilidade de ser um café do tipo extra forte?
 

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3283242 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Poços de Caldas-MG
Em determinada faculdade, os estudantes são classificados, de acordo com o nascimento, em três categorias: capital, interior do estado e outras localidades. Nessa faculdade, sabe-se que para cada estudante nascido na capital, há três estudantes nascidos no interior do estado. Além disso, para cada dois estudantes nascidos no interior do estado, há cinco estudantes nascidos em outras localidades. Considerando essa situação hipotética, a razão entre a quantidade de estudantes nascidos no interior do estado com a quantidade total de estudantes da faculdade é, nessa ordem,
 

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3283241 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Poços de Caldas-MG
Na última páscoa, dona Genoveva fez 48 trufas caseiras recheadas com coco e decidiu distribuí-las entre os seus três netos. A divisão das trufas entre os netos foi feita de forma diretamente proporcional à idade deles. Sabe-se que os netos de dona Genoveva possuem 3, 4 e 5 anos. De acordo com o exposto, quantas trufas recebeu o neto mais velho?
 

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3283240 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Poços de Caldas-MG
Com o objetivo de conseguir uma renda extra mensalmente, Luciana produz salgadinhos em sua casa. Em um determinado dia, ela recebeu uma encomenda para a produção de X salgadinhos, que devem ser entregues em três dias. No primeiro dia, ela produziu 1/3 dos salgadinhos da encomenda mais 24 salgadinhos. No segundo dia, produziu 1/3 dos salgadinhos restantes da encomenda mais 20 salgadinhos. Se no terceiro dia Luciana completou a encomenda produzindo 88 salgadinhos, qual o valor de X?
 

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3283224 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Poços de Caldas-MG
Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas

Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26 de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
De acordo com o contexto em que as palavras são utilizadas, é possível compreendê-las a partir do sentido conotativo ou denotativo. Dentre os trechos a seguir, é possível identificar a ocorrência da expressão do sentido conotativo destacada em:
 

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3283223 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Poços de Caldas-MG
Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas

Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26 de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
De acordo com o texto, as ameaças cibernéticas:
 

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3283222 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Poços de Caldas-MG
Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas

Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26 de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
“Embora não revelem muitos detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.” (5º§) Quanto à estrutura do período anterior, pode-se afirmar que em sua composição é possível identificar:
 

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3283221 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Poços de Caldas-MG
Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas

Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26 de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
No texto, as palavras que marcam caracterização indicando intenções comunicativas específicas, estão corretamente destacadas em:
 

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3283220 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Câm. Poços de Caldas-MG
Ciberguerreiros franceses se preparam para desafios cibernéticos nas Olimpíadas

Especialistas em segurança cibernética franceses são os técnicos dos ciberguerreiros, os treinando para combater ameaças em hackers e malware, e proteger os sistemas dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Paris. Eles estão utilizando sistemas éticos para testar suas defesas e estudando possíveis ameaças, que podem variar desde adolescentes até hackers militares russos.
O evento espera receber 10.500 atletas olímpicos de 200 países. As Olimpíadas estão programadas para acontecer de 26 de julho a 11 de agosto, enquanto os jogos Paralímpicos serão realizados de 28 de agosto a 8 de setembro.
Apesar de não ficarem sob os holofotes, os hackers pretendem fazer o possível para criar camadas de defesas digitais resistentes às tentativas de paralisar os sistemas de informação vitais para os jogos. A preocupação também se estende às infraestruturas essenciais, como redes de transporte e cadeias de abastecimento.
“Meu sonho para as Olimpíadas é que não se fale sobre tecnologia e segurança cibernética, porque isso significará que isso não será um problema”, conta Jérémy Couture, responsável pelo centro de segurança cibernética dos organizadores do evento, em entrevista à AFP.
O trabalho de detecção, análise e resposta a ameaças cibernéticas é crucial para o sucesso dos jogos, mantido em segredo pelos organizadores devido à sua sensibilidade, principalmente a localização das operações. Embora não revelem muitos detalhes, os responsáveis pela segurança digital estão cientes de que hackers mal-intencionados estarão ativos.
A Rússia é apontada como um dos principais suspeitos devido ao seu histórico de ataques cibernéticos. Por causa da guerra à Ucrânia, atletas russos estão proibidos de competir em eventos por equipes nas Olimpíadas. Apenas alguns indivíduos russos podem competir como neutros. Essa decisão também reflete as tensões entre a Rússia e a França.
A unidade agressiva da agência de inteligência militar GRU (Glavnoye Razvedyvatel'noye Upravleniye) da Rússia, conhecida como Sandworm, foi acusada pelas nações ocidentais de usar o malware “Destruidor Olímpico” para interromper a cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de 2018 em Pyeongchang, Coreia do Sul. Esta mesma unidade também é responsabilizada pelos ataques à rede elétrica da Ucrânia e pelo vírus NotPetya de 2017, que causou grandes danos em todo o mundo.
Vincent Strubel, dirigente da Agência Nacional de Segurança Cibernética da França, classificou o nível de ameaças cibernéticas que os jogos enfrentam como sem precedentes. Ele afirmou em coletiva de imprensa, do dia 03 de abril, que a agência treinou mais do que nunca apesar da correria. “Acho que conseguimos ficar um passo à frente dos atacantes”.

(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/noticia/2024/05/ciberguerreiros-franceses-se-preparam-para-desafiosciberneticos-nas-olimpiadas.ghtml. Acesso em: 04/05/2024. Adaptado.)
No terceiro parágrafo do texto há duas ocorrências de crase que indicam:
 

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