Foram encontradas 80 questões.
371418
Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem letra(s), abreviatura(s), acrônimo(s), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para a(s) letra(s), abreviatura(s) acrônimo(s), palavra(s) ou o(s) texto(s) propriamente ditos; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
A questão baseia-se na Figura que mostra, esquematicamente, a estrutura de mensagem de um protocolo.

Figura - Estrutura de mensagem de um protocolo
A Figura mostra, esquematicamente, a estrutura de mensagem de um protocolo utilizado para troca de informações entre plataformas descentralizadas e distribuídas. Esse protocolo possui as seguintes características: (1) pode ser utilizado para a troca de mensagens entre aplicações e Web Services; (2) baseia-se na Linguagem de Marcação Extensível (XML); (3) é independente tanto da linguagem de programação como da plataforma operacional, não requerendo nenhuma tecnologia específica entre seus pontos finais; (4) é definido pelo consórcio W3C; e (5) normalmente utiliza o HTTP como protocolo de transporte. O protocolo em questão é chamado de
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No dia que vem por aí
É difícil não sentir esperança. A vida parece ter sido feita para isso. Em vez de um tempo contínuo e inacabável, dentro do qual a nossa existência teria o ritmo dos bichos, habitamos um tempo fragmentado, dividido, que se encerra e recomeça por ciclos – de uma hora, de um dia, de um ano. Esses períodos definem a nossa existência e ajudam a dar sentido a ela. Eles fomentam a esperança.
Lembro de uma conversa, já antiga, em que alguém me explicava, do fundo de uma grande tristeza, o alento que recebia de cada manhã. “Hoje”, ela me disse, “eu posso ser totalmente diferente do que fui ontem, mudar a minha vida, mudar eu mesma e começar do zero. Cada novo dia me apresenta a possibilidade de ser outra pessoa e deixar a dor para trás.” Essa não é uma definição soberba de estar vivo? Andamos tão presos ao passado que ignoramos a possibilidade de mudança embutida no futuro. Começar de novo é a maior delas – para todos nós.
Houve um tempo, quando criança, em que eu costumava me imaginar um homem feito. Teria 25 ou 30 anos, seria veterinário ou agrônomo, seria casado com uma mulher com cabelos de índia e olhos de jabuticaba e viveria, com ela e três filhos, numa casinha rural rodeada de colinas, com cerca de madeira e chaminé, como as crianças costumam desenhar. Nesse cenário idílico, que nunca se materializou, eu seria feliz, destemido e generoso, como os heróis dos livros. Sobretudo, eu estaria pronto, teria me tornado um adulto perfeito – e os adultos, toda criança sabe, não têm medos ou dúvidas.
Os anos se passaram e, a cada 12 meses, a criança que eu era se confronta com o adulto que eu sou. A conversa nem sempre é tranquila, mas é fundamental que ela aconteça. O cara que eu me tornei deve satisfações à criança que eu fui. Tem de lidar com os sonhos dela e com as ilusões que ela engendrava sobre o futuro. O homem tem de contar para o menino que as coisas não são como ele sonhava, que a gente não faz a vida exatamente como quer, mas que, nem por isso, deixamos de ser dignos e bons. É importante que a criança dentro de nós saiba, também, que nunca estamos realmente prontos, nunca crescemos inteiramente, e que as nossas dores – e essa é a pior parte da conversa – não somem quando ficamos adultos. Seguem conosco, mesmo não sendo parte de nós. São como espinhos na nossa carne, e é preciso arrancá-los. Existe, afinal, a esperança de viver sem eles no ano que vem, na semana que vem, amanhã.
A moça com cabelos de índia e olhos de jabuticaba tomou outras formas ao longo do tempo. Foi loira, teve olhos castanhos, cabelos crespos. Mas, em cada mulher real, havia algo da Eva infantil, primordial, que eu procurava como se fosse uma resposta absoluta. Aí há outra complexidade que o menino não previra. Parece não haver uma mulher na nossa história, mas várias. Parece não haver uma única resposta, uma única possibilidade. Também nesse terreno (o do amor), podemos tentar, recomeçar, sonhar, sofrer – ter alegrias e surpresas, enormes.
Então, eu penso, que venha o Ano Novo.
Que venham os velhos e novos amigos. Que o amor encontre o seu lugar na nossa vida e que saibamos reconhecê-lo, preservá-lo ou deixá-lo morrer, quando for preciso. Que o ano nos traga coragem para fazer coisas novas, coragem também para lidar com as coisas antigas que deixamos de lado. Que neste ano a gente se encontre – uns aos outros e a nós mesmos – de um jeito que produza mudança e transformação. Sem auto-indulgência, sem auto-piedade, sem mi-mi-mi. Que 2012 venha para alegrar a criança que fomos e nos ajudar a sermos os adultos que merecemos ser – no novo ano, na próxima semana, no dia que vem por aí.
(Fonte: Ivan Martins – Revista Época – 28/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br – adaptação)
Assinale a alternativa cujo vocábulo NÃO poderia substituir a forma verbal “engendrava”, pois acarretaria alteração do sentido original do texto.
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371271
Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Considerando os termos da Lei Orgânica do Município de Porto Alegre, analise as seguintes afirmativas:
I. A lei especificará os cargos e funções cujos ocupantes, ao assumi-los e deixá-los, devem declarar os bens que compõem seu patrimônio, sendo vedado estender esta exigência aos detentores de funções diretivas e empregos da administração indireta.
II. A lei não poderá autorizar a contratação de pessoal por tempo determinado.
III. A lei reservará percentual de cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão.
Quais estão corretas?
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371221
Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Could a Clone Ever Run for President?
Dolly is out, but how about “All the way with a cloned L.B.J.”?
Sure, why not? Scientists used to think it would be difficult to clone an animal as complex as a mammal, but Dolly the sheep neatly demolished that theory. If you can clone a sheep, a human isn’t much tougher. Whether it is ethical to do so is another matter, and in fact human cloning has been outlawed in a number of countries and states. But illegal or not, someone is going to do it – and having been conceived ……… a convicted felon is no bar to public office.
The U.S. Constitution, moreover, doesn’t have a clone clause. As long as you are a citizen and 35 or older, you’re eligible. The age requirement means it can’t happen ………. a while – 2036 at the earliest (presuming that someone hasn’t already secretly created the first human clone). But 2036 is not that far away. While some may insist that a clone should not be eligible for citizenship, the argument won’t fly. If you are human and born in the U.S., you’re a citizen. A clone will be born in the conventional way, with a mother, a belly button, and a full complement of human DNA.
The obstacle to President Clone will come if cloning carries serious side effects. Dolly the sheep, it turns out, has prematurely aged cells, probably attributable ………. the fact that she is the biological extension of an animal that was already an adult. Human clones could have the same problem – plus cloning-related mental or behavioral defects that might not be apparent in a sheep.
If these difficulties could be political campaigns could get pretty interesting. Biologists today are talking of using cloning to bring the wooly mammoth and other extinct animals back to life. Maybe Democrats and Republicans would want to try something similar. After all, candidates are always trying to link themselves to great leader of the past. Why not cut out the middlemen? Given the pace of scientific progress, plus sufficiently audacious party leaders, the presidential debates of 2044 could feature some pretty impressive lineups. Imagine Abraham Lincoln talking on F.D.R. or J.F.K. going up against Thomas Jefferson. Or Millard Fillmore vs. Warren Harding.
On second thought …
(Reprinted from Time, “Could a Clone Ever Run for President?”By Michael D. Lemonick, 2001)
All the following statements are INCORRECT, EXCEPT:
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No dia que vem por aí
É difícil não sentir esperança. A vida parece ter sido feita para isso. Em vez de um tempo contínuo e inacabável, dentro do qual a nossa existência teria o ritmo dos bichos, habitamos um tempo fragmentado, dividido, que se encerra e recomeça por ciclos – de uma hora, de um dia, de um ano. Esses períodos definem a nossa existência e ajudam a dar sentido a ela. Eles fomentam a esperança.
Lembro de uma conversa, já antiga, em que alguém me explicava, do fundo de uma grande tristeza, o alento que recebia de cada manhã. “Hoje”, ela me disse, “eu posso ser totalmente diferente do que fui ontem, mudar a minha vida, mudar eu mesma e começar do zero. Cada novo dia me apresenta a possibilidade de ser outra pessoa e deixar a dor para trás.” Essa não é uma definição soberba de estar vivo? Andamos tão presos ao passado que ignoramos a possibilidade de mudança embutida no futuro. Começar de novo é a maior delas – para todos nós.
Houve um tempo, quando criança, em que eu costumava me imaginar um homem feito. Teria 25 ou 30 anos, seria veterinário ou agrônomo, seria casado com uma mulher com cabelos de índia e olhos de jabuticaba e viveria, com ela e três filhos, numa casinha rural rodeada de colinas, com cerca de madeira e chaminé, como as crianças costumam desenhar. Nesse cenário idílico, que nunca se materializou, eu seria feliz, destemido e generoso, como os heróis dos livros. Sobretudo, eu estaria pronto, teria me tornado um adulto perfeito – e os adultos, toda criança sabe, não têm medos ou dúvidas.
Os anos se passaram e, a cada 12 meses, a criança que eu era se confronta com o adulto que eu sou. A conversa nem sempre é tranquila, mas é fundamental que ela aconteça. O cara que eu me tornei deve satisfações à criança que eu fui. Tem de lidar com os sonhos dela e com as ilusões que ela engendrava sobre o futuro. O homem tem de contar para o menino que as coisas não são como ele sonhava, que a gente não faz a vida exatamente como quer, mas que, nem por isso, deixamos de ser dignos e bons. É importante que a criança dentro de nós saiba, também, que nunca estamos realmente prontos, nunca crescemos inteiramente, e que as nossas dores – e essa é a pior parte da conversa – não somem quando ficamos adultos. Seguem conosco, mesmo não sendo parte de nós. São como espinhos na nossa carne, e é preciso arrancá-los. Existe, afinal, a esperança de viver sem eles no ano que vem, na semana que vem, amanhã.
A moça com cabelos de índia e olhos de jabuticaba tomou outras formas ao longo do tempo. Foi loira, teve olhos castanhos, cabelos crespos. Mas, em cada mulher real, havia algo da Eva infantil, primordial, que eu procurava como se fosse uma resposta absoluta. Aí há outra complexidade que o menino não previra. Parece não haver uma mulher na nossa história, mas várias. Parece não haver uma única resposta, uma única possibilidade. Também nesse terreno (o do amor), podemos tentar, recomeçar, sonhar, sofrer – ter alegrias e surpresas, enormes.
Então, eu penso, que venha o Ano Novo.
Que venham os velhos e novos amigos. Que o amor encontre o seu lugar na nossa vida e que saibamos reconhecê-lo, preservá-lo ou deixá-lo morrer, quando for preciso. Que o ano nos traga coragem para fazer coisas novas, coragem também para lidar com as coisas antigas que deixamos de lado. Que neste ano a gente se encontre – uns aos outros e a nós mesmos – de um jeito que produza mudança e transformação. Sem auto-indulgência, sem auto-piedade, sem mi-mi-mi. Que 2012 venha para alegrar a criança que fomos e nos ajudar a sermos os adultos que merecemos ser – no novo ano, na próxima semana, no dia que vem por aí.
(Fonte: Ivan Martins – Revista Época – 28/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br – adaptação)
Analise as assertivas a seguir a respeito do emprego dos pronomes.
I. Na linha 20, em “arrancá-los”, o pronome é colocado em posição enclítica, em virtude da presença de um infinitivo não flexionado.
II. Em “a esperança de viver sem eles”, caso substituíssemos “viver” por “perder”, poderíamos empregar o pronome “lhes” em posição enclítica.
III. Em “Que o ano nos traga”, o pronome “nos” poderia, de acordo com a norma culta, ser utilizado em posição enclítica, sem prejuízo da correção gramatical.
Quais estão corretas?
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371191
Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem letra(s), abreviatura(s), acrônimo(s), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para a(s) letra(s), abreviatura(s) acrônimo(s), palavra(s) ou o(s) texto(s) propriamente ditos; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
A questão baseia-se nas Figuras A e B que mostram dois programas distintos elaborados em Java, nos quais se inseriu, intencionalmente, nos locais apontados pelas setas nº 1 e 2, um retângulo, de modo a ocultar qualquer código fonte existente nestes locais.

Figura A - Programa em Java

Figura B - Programa em Java
As Figuras A e B mostram dois programas distintos elaborados em Java. Ao serem executados, será fornecido, a estes programas, o número 4 (quatro), quando solicitado. Nesse caso, considere as seguintes assertivas sobre tais programas:
I. Para que o programa da Figura B funcione adequadamente, basta inserir, no local apontado pela seta nº 1, o seguinte código fonte:
| x = Double.parseDouble(aux); |
II. Para que o programa da Figura B possa exibir o valor calculado, basta inserir, no local apontado pela seta nº 2, o seguinte código fonte:
|
public void mostra() {
JOptionPane.showMessage(y);
System.exit(0);
}
|
III. Ao final da execução desses programas, será exibido um valor numérico maior que 50 (cinquenta) e menor que 150 (cento e cinquenta).
Quais estão corretas?
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Dadas as proposições:
I.
!$ \sim (1+1=3 \leftrightarrow 3+4=7) !$
II.
!$ \sim (2+2=5 \wedge 3+1=5) !$
III.
!$ \sim (2^3=8) \rightarrow \sim (3+5=8) !$
IV.
!$ \sim (3^2=6 \vee 6+2=7) !$
V.
!$ 3^3=27 \rightarrow \sim (2+3=5 \wedge 6x0=0) !$
A que tem valor lógico falso é
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371028
Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem letra(s), abreviatura(s), acrônimo(s), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para a(s) letra(s), abreviatura(s) acrônimo(s), palavra(s) ou o(s) texto(s) propriamente ditos; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
Desenvolveu-se um sistema informatizado que tem as seguintes funcionalidades: "consultar dados de cliente", "alterar dados de cliente" e "excluir dados de cliente". Sobre essas funcionalidades, sabe-se o seguinte: (1) a funcionalidade "consultar dados de cliente" pode ser executada independentemente das outras duas ("alterar" e "excluir"), e, ao ser executada, realiza pesquisa sobre a tabela "Cliente", mantida por esse sistema de informação; (2) ao ser executada a funcionalidade "consultar dados de cliente", ela simplesmente obtém dados da tabela "Cliente" e os envia para fora da fronteira da aplicação, apresentando-os no formato de uma lista, sem realizar nenhuma contabilização ou sem criar dado derivado ou, ainda, sem alterar o comportamento do sistema; (3) quando se utiliza a funcionalidade "alterar dados de cliente" ou "excluir dados de cliente", ela executa, implicitamente, também, a funcionalidade "consultar dados de cliente"; nesse caso, a consulta retorna, apenas, o dado requerido e não uma lista; (4) todas essas funcionalidades são reconhecidas pelo usuário; e (5) as funcionalidades "alterar dados de cliente" e "excluir dados de cliente" processam dados de controle de fora para dentro da fronteira da aplicação, sendo responsáveis pela manutenção de dados na tabela "Cliente". Considerando o texto apresentado, pode-se afirmar que, na contagem de Pontos por Função, segundo o manual de referência do International Function Point Users Group (IFPUG), a funcionalidade "consultar dados de cliente" é identificada como sendo do tipo:
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370967
Ano: 2012
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNDATEC
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem letra(s), abreviatura(s), acrônimo(s), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para a(s) letra(s), abreviatura(s) acrônimo(s), palavra(s) ou o(s) texto(s) propriamente ditos; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
Existe um algoritmo utilizado para a criptografia de textos, documentos, arquivos e outros, que possui as seguintes características: (1) utiliza cifra simétrica; (2) tem se mostrado resistente aos métodos de ataque da criptoanálise diferencial e linear; (3) utiliza um bloco de 64 bits; (4) emprega uma chave de 56 bits; e (5) utiliza a estrutura de Feistel clássica. Nesse caso, pode-se afirmar que tal algoritmo é conhecido como
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370530
Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Could a Clone Ever Run for President?
Dolly is out, but how about “All the way with a cloned L.B.J.”?
Sure, why not? Scientists used to think it would be difficult to clone an animal as complex as a mammal, but Dolly the sheep neatly demolished that theory. If you can clone a sheep, a human isn’t much tougher. Whether it is ethical to do so is another matter, and in fact human cloning has been outlawed in a number of countries and states. But illegal or not, someone is going to do it – and having been conceived ……… a convicted felon is no bar to public office.
The U.S. Constitution, moreover, doesn’t have a clone clause. As long as you are a citizen and 35 or older, you’re eligible. The age requirement means it can’t happen ………. a while – 2036 at the earliest (presuming that someone hasn’t already secretly created the first human clone). But 2036 is not that far away. While some may insist that a clone should not be eligible for citizenship, the argument won’t fly. If you are human and born in the U.S., you’re a citizen. A clone will be born in the conventional way, with a mother, a belly button, and a full complement of human DNA.
The obstacle to President Clone will come if cloning carries serious side effects. Dolly the sheep, it turns out, has prematurely aged cells, probably attributable ………. the fact that she is the biological extension of an animal that was already an adult. Human clones could have the same problem – plus cloning-related mental or behavioral defects that might not be apparent in a sheep.
If these difficulties could be political campaigns could get pretty interesting. Biologists today are talking of using cloning to bring the wooly mammoth and other extinct animals back to life. Maybe Democrats and Republicans would want to try something similar. After all, candidates are always trying to link themselves to great leader of the past. Why not cut out the middlemen? Given the pace of scientific progress, plus sufficiently audacious party leaders, the presidential debates of 2044 could feature some pretty impressive lineups. Imagine Abraham Lincoln talking on F.D.R. or J.F.K. going up against Thomas Jefferson. Or Millard Fillmore vs. Warren Harding.
On second thought …
(Reprinted from Time, “Could a Clone Ever Run for President?”By Michael D. Lemonick, 2001)
The word moreover could correctly be replaced by
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