Magna Concursos

Foram encontradas 80 questões.

350981 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:

Nos termos da Lei Orgânica do Município de Porto Alegre, o uso de bens municipais por terceiros poderá ser feito mediante concessão, permissão ou autorização. Indique dentre as alternativas que seguem, aquela que possui afirmação INCORRETA sobre esta matéria:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
350927 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
Uma das características da cor é o matiz. O autor Luciano Guimarães, no livro A cor como informação, define esta característica como:
I. A própria coloração definida pelo comprimento de onda.
II. A saturação ou grau de pureza de uma determinada cor.
III. O que determina o que se conhece por azul, vermelho, amarelo, verde, etc.
Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
350702 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
A respeito do histograma, avalie as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
( ) Mostra graficamente informações sobre a exposição de uma determinada fotografia, auxiliando o fotógrafo a expor corretamente a imagem.
( ) É um fotômetro digital.
( ) Ilustra como os pixels em uma imagem são distribuídos, criando um gráfico do número de pixels em cada nível de intensidade de cor.
( ) Informa graficamente ao fotógrafo se uma determinada conjugação de diafragma, ISO e obturação, gerou uma imagem com detalhes nas sombras e nas altas luzes.
( ) Ilustra como os pixels de uma imagem são distribuídos em uma curva variável de baixo a alto contraste.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
350346 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
A questão baseia-se na Figura, do Word 2007, sobre a qual devem ser considerados os seguintes detalhes: (1) estão sendo exibidas as opções de um grupo, da guia "Exibição"; e (2) inseriu-se intencionalmente, nos locais apontados pelas setas nº 1, 3, 7 e 8, retângulos, de modo a ocultar qualquer ícone, nome, texto, ou seleção mostrados nesses locais.
Enunciado 350346-1
Figura - Janela principal do Word 2007
Após observar a Figura, do Word 2007, pode-se afirmar que se encontra marcada a opção apontada pela seta nº
I. 4, identificada como "Régua".
II. 5, identificada como "Mapa do Documento".
III. 6, identificada como "Linhas de Grade".
Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
350072 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
No dia que vem por aí
É difícil não sentir esperança. A vida parece ter sido feita para isso. Em vez de um tempo contínuo e inacabável, dentro do qual a nossa existência teria o ritmo dos bichos, habitamos um tempo fragmentado, dividido, que se encerra e recomeça por ciclos – de uma hora, de um dia, de um ano. Esses períodos definem a nossa existência e ajudam a dar sentido a ela. Eles fomentam a esperança.
Lembro de uma conversa, já antiga, em que alguém me explicava, do fundo de uma grande tristeza, o alento que recebia de cada manhã. “Hoje”, ela me disse, “eu posso ser totalmente diferente do que fui ontem, mudar a minha vida, mudar eu mesma e começar do zero. Cada novo dia me apresenta a possibilidade de ser outra pessoa e deixar a dor para trás.” Essa não é uma definição soberba de estar vivo? Andamos tão presos ao passado que ignoramos a possibilidade de mudança embutida no futuro. Começar de novo é a maior delas – para todos nós.
Houve um tempo, quando criança, em que eu costumava me imaginar um homem feito. Teria 25 ou 30 anos, seria veterinário ou agrônomo, seria casado com uma mulher com cabelos de índia e olhos de jabuticaba e viveria, com ela e três filhos, numa casinha rural rodeada de colinas, com cerca de madeira e chaminé, como as crianças costumam desenhar. Nesse cenário idílico, que nunca se materializou, eu seria feliz, destemido e generoso, como os heróis dos livros. Sobretudo, eu estaria pronto, teria me tornado um adulto perfeito – e os adultos, toda criança sabe, não têm medos ou dúvidas.
Os anos se passaram e, a cada 12 meses, a criança que eu era se confronta com o adulto que eu sou. A conversa nem sempre é tranquila, mas é fundamental que ela aconteça. O cara que eu me tornei deve satisfações à criança que eu fui. Tem de lidar com os sonhos dela e com as ilusões que ela engendrava sobre o futuro. O homem tem de contar para o menino que as coisas não são como ele sonhava, que a gente não faz a vida exatamente como quer, mas que, nem por isso, deixamos de ser dignos e bons. É importante que a criança dentro de nós saiba, também, que nunca estamos realmente prontos, nunca crescemos inteiramente, e que as nossas dores – e essa é a pior parte da conversa – não somem quando ficamos adultos. Seguem conosco, mesmo não sendo parte de nós. São como espinhos na nossa carne, e é preciso arrancá-los. Existe, afinal, a esperança de viver sem eles no ano que vem, na semana que vem, amanhã.
A moça com cabelos de índia e olhos de jabuticaba tomou outras formas ao longo do tempo. Foi loira, teve olhos castanhos, cabelos crespos. Mas, em cada mulher real, havia algo da Eva infantil, primordial, que eu procurava como se fosse uma resposta absoluta. Aí há outra complexidade que o menino não previra. Parece não haver uma mulher na nossa história, mas várias. Parece não haver uma única resposta, uma única possibilidade. Também nesse terreno (o do amor), podemos tentar, recomeçar, sonhar, sofrer – ter alegrias e surpresas, enormes.
Então, eu penso, que venha o Ano Novo.
Que venham os velhos e novos amigos. Que o amor encontre o seu lugar na nossa vida e que saibamos reconhecê-lo, preservá-lo ou deixá-lo morrer, quando for preciso. Que o ano nos traga coragem para fazer coisas novas, coragem também para lidar com as coisas antigas que deixamos de lado. Que neste ano a gente se encontre – uns aos outros e a nós mesmos – de um jeito que produza mudança e transformação. Sem auto-indulgência, sem auto-piedade, sem mi-mi-mi. Que 2012 venha para alegrar a criança que fomos e nos ajudar a sermos os adultos que merecemos ser – no novo ano, na próxima semana, no dia que vem por aí.
(Fonte: Ivan Martins – Revista Época – 28/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br – adaptação)
A conjunção “quando” estabelece uma relação de e poderia ser substituída por , necessária a alteração da forma verbal.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da afirmação acima.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
350041 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
A questão baseia-se nas Figuras A, B e C, do Word 2007. Na Figura A, devem ser considerados os seguintes aspectos: (1) a seta nº 1 aponta o texto digitado que se encontra selecionado; e (2) a linha pontilhada, apontada pela seta nº 2, sob a palavra "João", não foi inserida pelo usuário, mas ela passou a ser exibida automaticamente, pelo editor de texto, após esse usuário ter realizado determinada formatação, somente nessa palavra, utilizando a caixa de diálogo "Fonte". A Figura B mostra, intencionalmente, apenas parte da caixa de diálogo "AutoCorreção". A Figura C mostra, intencionalmente, apenas parte da caixa de diálogo "Opções do Word". As Figuras B e C foram abertas a partir da Figura A, em momentos distintos, e exibem as configurações que estão ativas nesse editor de texto.
Enunciado 350041-1
Figura A - Janela principal do Word 2007
Enunciado 350041-2
Figura B - Caixa de diálogo "AutoCorreção"
Enunciado 350041-3
Figura C - Caixa de diálogo "Opções do Word"
As Figura B e C mostram as configurações que estão ativas no Word 2007, da Figura A. Nesse caso, considere as seguintes assertivas:
I. Pressionado-se, uma vez, a tecla "TAB", do teclado, a área de trabalho, do Word 2007, mostrada na Figura A, será exibida da seguinte forma:
Enunciado 350041-4
II. Pressionado-se, uma vez, a tecla "BACKSPACE", do teclado, a área de trabalho, do Word 2007, mostrada na Figura A, será exibida da seguinte forma:
Enunciado 350041-5
III. Pressionado-se, uma vez, a tecla "DELETE", do teclado, a área de trabalho, do Word 2007, mostrada na Figura A, será exibida da seguinte forma:
Enunciado 350041-6
Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
350012 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
No dia que vem por aí
É difícil não sentir esperança. A vida parece ter sido feita para isso. Em vez de um tempo contínuo e inacabável, dentro do qual a nossa existência teria o ritmo dos bichos, habitamos um tempo fragmentado, dividido, que se encerra e recomeça por ciclos – de uma hora, de um dia, de um ano. Esses períodos definem a nossa existência e ajudam a dar sentido a ela. Eles fomentam a esperança.
Lembro de uma conversa, já antiga, em que alguém me explicava, do fundo de uma grande tristeza, o alento que recebia de cada manhã. “Hoje”, ela me disse, “eu posso ser totalmente diferente do que fui ontem, mudar a minha vida, mudar eu mesma e começar do zero. Cada novo dia me apresenta a possibilidade de ser outra pessoa e deixar a dor para trás.” Essa não é uma definição soberba de estar vivo? Andamos tão presos ao passado que ignoramos a possibilidade de mudança embutida no futuro. Começar de novo é a maior delas – para todos nós.
Houve um tempo, quando criança, em que eu costumava me imaginar um homem feito. Teria 25 ou 30 anos, seria veterinário ou agrônomo, seria casado com uma mulher com cabelos de índia e olhos de jabuticaba e viveria, com ela e três filhos, numa casinha rural rodeada de colinas, com cerca de madeira e chaminé, como as crianças costumam desenhar. Nesse cenário idílico, que nunca se materializou, eu seria feliz, destemido e generoso, como os heróis dos livros. Sobretudo, eu estaria pronto, teria me tornado um adulto perfeito – e os adultos, toda criança sabe, não têm medos ou dúvidas.
Os anos se passaram e, a cada 12 meses, a criança que eu era se confronta com o adulto que eu sou. A conversa nem sempre é tranquila, mas é fundamental que ela aconteça. O cara que eu me tornei deve satisfações criança que eu fui. Tem de lidar com os sonhos dela e com as ilusões que ela engendrava sobre o futuro. O homem tem de contar para o menino que as coisas não são como ele sonhava, que a gente não faz a vida exatamente como quer, mas que, nem por isso, deixamos de ser dignos e bons. É importante que a criança dentro de nós saiba, também, que nunca estamos realmente prontos, nunca crescemos inteiramente, e que as nossas dores – e essa é a pior parte da conversa – não somem quando ficamos adultos. Seguem conosco, mesmo não sendo parte de nós. São como espinhos na nossa carne, e é preciso arrancá-los. Existe, afinal, a esperança de viver sem eles no ano que vem, na semana que vem, amanhã.
A moça com cabelos de índia e olhos de jabuticaba tomou outras formas ao longo do tempo. Foi loira, teve olhos castanhos, cabelos crespos. Mas, em cada mulher real, havia algo da Eva infantil, primordial, que eu procurava como se fosse uma resposta absoluta. Aí há outra complexidade que o menino não previra. Parece não haver uma mulher na nossa história, mas várias. Parece não haver uma única resposta, uma única possibilidade. Também nesse terreno (o do amor), podemos tentar, recomeçar, sonhar, sofrer – ter alegrias e surpresas, enormes.
Então, eu penso, que venha o Ano Novo.
Que venham os velhos e novos amigos. Que o amor encontre o seu lugar na nossa vida e que saibamos reconhecê-lo, preservá-lo ou deixá-lo morrer, quando for preciso. Que o ano nos traga coragem para fazer coisas novas, coragem também para lidar com as coisas antigas que deixamos de lado. Que neste ano a gente se encontre – uns aos outros e nós mesmos – de um jeito que produza mudança e transformação. Sem auto-indulgência, sem auto-piedade, sem mi-mi-mi. Que 2012 venha para alegrar criança que fomos e nos ajudar sermos os adultos que merecemos ser – no novo ano, na próxima semana, no dia que vem por aí.
(Fonte: Ivan Martins – Revista Época – 28/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br – adaptação)
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 15, 29, 30 e 31.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
349944 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
No dia que vem por aí
É difícil não sentir esperança. A vida parece ter sido feita para isso. Em vez de um tempo contínuo e inacabável, dentro do qual a nossa existência teria o ritmo dos bichos, habitamos um tempo fragmentado, dividido, que se encerra e recomeça por ciclos – de uma hora, de um dia, de um ano. Esses períodos definem a nossa existência e ajudam a dar sentido a ela. Eles fomentam a esperança.
Lembro de uma conversa, já antiga, em que alguém me explicava, do fundo de uma grande tristeza, o alento que recebia de cada manhã. “Hoje”, ela me disse, “eu posso ser totalmente diferente do que fui ontem, mudar a minha vida, mudar eu mesma e começar do zero. Cada novo dia me apresenta a possibilidade de ser outra pessoa e deixar a dor para trás.” Essa não é uma definição soberba de estar vivo? Andamos tão presos ao passado que ignoramos a possibilidade de mudança embutida no futuro. Começar de novo é a maior delas – para todos nós.
Houve um tempo, quando criança, em que eu costumava me imaginar um homem feito. Teria 25 ou 30 anos, seria veterinário ou agrônomo, seria casado com uma mulher com cabelos de índia e olhos de jabuticaba e viveria, com ela e três filhos, numa casinha rural rodeada de colinas, com cerca de madeira e chaminé, como as crianças costumam desenhar. Nesse cenário idílico, que nunca se materializou, eu seria feliz, destemido e generoso, como os heróis dos livros. Sobretudo, eu estaria pronto, teria me tornado um adulto perfeito – e os adultos, toda criança sabe, não têm medos ou dúvidas.
Os anos se passaram e, a cada 12 meses, a criança que eu era se confronta com o adulto que eu sou. A conversa nem sempre é tranquila, mas é fundamental que ela aconteça. O cara que eu me tornei deve satisfações à criança que eu fui. Tem de lidar com os sonhos dela e com as ilusões que ela engendrava sobre o futuro. O homem tem de contar para o menino que as coisas não são como ele sonhava, que a gente não faz a vida exatamente como quer, mas que, nem por isso, deixamos de ser dignos e bons. É importante que a criança dentro de nós saiba, também, que nunca estamos realmente prontos, nunca crescemos inteiramente, e que as nossas dores – e essa é a pior parte da conversa – não somem quando ficamos adultos. Seguem conosco, mesmo não sendo parte de nós. São como espinhos na nossa carne, e é preciso arrancá-los. Existe, afinal, a esperança de viver sem eles no ano que vem, na semana que vem, amanhã.
A moça com cabelos de índia e olhos de jabuticaba tomou outras formas ao longo do tempo. Foi loira, teve olhos castanhos, cabelos crespos. Mas, em cada mulher real, havia algo da Eva infantil, primordial, que eu procurava como se fosse uma resposta absoluta. Aí há outra complexidade que o menino não previra. Parece não haver uma mulher na nossa história, mas várias. Parece não haver uma única resposta, uma única possibilidade. Também nesse terreno (o do amor), podemos tentar, recomeçar, sonhar, sofrer – ter alegrias e surpresas, enormes.
Então, eu penso, que venha o Ano Novo.
Que venham os velhos e novos amigos. Que o amor encontre o seu lugar na nossa vida e que saibamos reconhecê-lo, preservá-lo ou deixá-lo morrer, quando for preciso. Que o ano nos traga coragem para fazer coisas novas, coragem também para lidar com as coisas antigas que deixamos de lado. Que neste ano a gente se encontre – uns aos outros e a nós mesmos – de um jeito que produza mudança e transformação. Sem auto-indulgência, sem auto-piedade, sem mi-mi-mi. Que 2012 venha para alegrar a criança que fomos e nos ajudar a sermos os adultos que merecemos ser – no novo ano, na próxima semana, no dia que vem por aí.
(Fonte: Ivan Martins – Revista Época – 28/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br – adaptação)
Analise as assertivas a seguir:
( ) A expressão “dentro do qual” poderia substituída por “no qual”, pois ambas são semanticamente equivalentes.
( ) A expressão “em que” poderia ser substituída por “que” sem prejuízo da correção gramatical do período.
( ) Na linha 27, em sua segunda ocorrência, a conjunção “e” poderia ser substituída por “mas também”, sem prejuízo do sentido original do texto.
( ) Na linha 28 e 29, caso substituíssemos a expressão “que deixamos de lado” por “as quais deixamos de lado”, fazendo a inserção de uma vírgula, haveria alteração do sentido original do período.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
349942 Ano: 2012
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
Nos termos da Lei Complementar nº 611/2009, do Município de Porto Alegre, que dispõe sobre a elaboração, redação, alteração e a consolidação das leis, é INCORRETO afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
349315 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
No dia que vem por aí
É difícil não sentir esperança. A vida parece ter sido feita para isso. Em vez de um tempo contínuo e inacabável, dentro do qual a nossa existência teria o ritmo dos bichos, habitamos um tempo fragmentado, dividido, que se encerra e recomeça por ciclos – de uma hora, de um dia, de um ano. Esses períodos definem a nossa existência e ajudam a dar sentido a ela. Eles fomentam a esperança.
Lembro de uma conversa, já antiga, em que alguém me explicava, do fundo de uma grande tristeza, o alento que recebia de cada manhã. “Hoje”, ela me disse, “eu posso ser totalmente diferente do que fui ontem, mudar a minha vida, mudar eu mesma e começar do zero. Cada novo dia me apresenta a possibilidade de ser outra pessoa e deixar a dor para trás.” Essa não é uma definição soberba de estar vivo? Andamos tão presos ao passado que ignoramos a possibilidade de mudança embutida no futuro. Começar de novo é a maior delas – para todos nós.
Houve um tempo, quando criança, em que eu costumava me imaginar um homem feito. Teria 25 ou 30 anos, seria veterinário ou agrônomo, seria casado com uma mulher com cabelos de índia e olhos de jabuticaba e viveria, com ela e três filhos, numa casinha rural rodeada de colinas, com cerca de madeira e chaminé, como as crianças costumam desenhar. Nesse cenário idílico, que nunca se materializou, eu seria feliz, destemido e generoso, como os heróis dos livros. Sobretudo, eu estaria pronto, teria me tornado um adulto perfeito – e os adultos, toda criança sabe, não têm medos ou dúvidas.
Os anos se passaram e, a cada 12 meses, a criança que eu era se confronta com o adulto que eu sou. A conversa nem sempre é tranquila, mas é fundamental que ela aconteça. O cara que eu me tornei deve satisfações à criança que eu fui. Tem de lidar com os sonhos dela e com as ilusões que ela engendrava sobre o futuro. O homem tem de contar para o menino que as coisas não são como ele sonhava, que a gente não faz a vida exatamente como quer, mas que, nem por isso, deixamos de ser dignos e bons. É importante que a criança dentro de nós saiba, também, que nunca estamos realmente prontos, nunca crescemos inteiramente, e que as nossas dores – e essa é a pior parte da conversa – não somem quando ficamos adultos. Seguem conosco, mesmo não sendo parte de nós. São como espinhos na nossa carne, e é preciso arrancá-los. Existe, afinal, a esperança de viver sem eles no ano que vem, na semana que vem, amanhã.
A moça com cabelos de índia e olhos de jabuticaba tomou outras formas ao longo do tempo. Foi loira, teve olhos castanhos, cabelos crespos. Mas, em cada mulher real, havia algo da Eva infantil, primordial, que eu procurava como se fosse uma resposta absoluta. Aí há outra complexidade que o menino não previra. Parece não haver uma mulher na nossa história, mas várias. Parece não haver uma única resposta, uma única possibilidade. Também nesse terreno (o do amor), podemos tentar, recomeçar, sonhar, sofrer – ter alegrias e surpresas, enormes.
Então, eu penso, que venha o Ano Novo.
Que venham os velhos e novos amigos. Que o amor encontre o seu lugar na nossa vida e que saibamos reconhecê-lo, preservá-lo ou deixá-lo morrer, quando for preciso. Que o ano nos traga coragem para fazer coisas novas, coragem também para lidar com as coisas antigas que deixamos de lado. Que neste ano a gente se encontre – uns aos outros e a nós mesmos – de um jeito que produza mudança e transformação. Sem auto-indulgência, sem auto-piedade, sem mi-mi-mi. Que 2012 venha para alegrar a criança que fomos e nos ajudar a sermos os adultos que merecemos ser – no novo ano, na próxima semana, no dia que vem por aí.
(Fonte: Ivan Martins – Revista Época – 28/12/11 – disponível em www.revistaepoca.com.br – adaptação)
Considerando o emprego dos modos e tempos verbais, analise as assertivas a seguir:
I. Nas linhas destacadas em amarelo, os verbos são empregados no pretérito imperfeito do subjuntivo, remetendo à situações hipotéticas formuladas num tempo anterior ao da enunciação.
II. As formas verbais “tomou” e “Foi”, conjugadas no pretérito perfeito do indicativo, opõem a realidade dos fatos ocorridos aos desejos expressos no terceiro parágrafo.
III. Nas linhas destacadas em azul, a sequência de verbos empregados no presente do subjuntivo indica uma série de hipóteses, traduzidas na forma de desejos do enunciador.
Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas