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Foram encontradas 25 questões.

797251 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Câm. Professor Jamil-GO
Ana e Bia foram a uma churrascaria e a conta foi de R$ 56,70. Ana deu a Bia R$ 23,70 e Bia completou o restante. Para acertar a conta de modo que cada uma pague a metade, Ana deve dar a Bia que quantia?
 

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797211 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Câm. Professor Jamil-GO
Em novembro passado o Supremo Tribunal Federal mandou prender o senador Delcídio do Amaral líder do governo no senado, o motivo da prisão foi:
 

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796981 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Câm. Professor Jamil-GO
Para acabar com uma contradição na legislação trabalhista, o Brasil reafirmou à Organização Internacional do Trabalho (OIT), em junho, que menores de 16 anos estão proibidos de trabalhar no País – a não ser na condição de aprendizes, a partir dos 14 anos. Antes, havia uma ambiguidade entre a constituição e os compromissos assumidos no plano internacional. A lei brasileira exige que a idade mínima para o trabalho seja de 16 anos. Ao mesmo tempo, o País havia fixado, na OIT, 14 anos como idade mínima para trabalhar.
A decisão do governo é, ao mesmo tempo, uma notícia boa e outra não tão boa assim. Boa, porque mostra a preocupação em proteger jovens e crianças. E não tão boa, porque agora o País terá de intensificar e ampliar os programas de combate e erradicação do trabalho infantojuvenil, além de melhorar a fiscalização, a fim de realmente impedir o trabalho irregular de menores de 16 anos. Caso contrário, corre o risco de ser alvo de denúncias em organizações como a OIT e a Organização Mundial do Comércio (OMC).
Em 1995, as exportações de calçados brasileiros foram prejudicadas por denúncias de uso de mão de obra infantil em Franca, no interior de São Paulo. O problema hoje está superado, mas na época levou à mobilização dos empresários do setor, que criaram o Instituto Pró-Criança, para combater o trabalho infantil na indústria de calçados. Agora, com a mudança da idade limite na OIT, o setor está sendo forçado a reorganizar-se, para adaptar-se às novas regras.
Nem todos os segmentos, porém, têm programas e ações estruturadas para combater o trabalho infantil. O Brasil tem uma legislação mais protetora do que muitos países, mas a realidade socioeconômica e o desaparecimento do emprego formal são os maiores problemas, porque o jovem acaba sendo empurrado para o mercado de trabalho. A própria OIT admite uma legislação mais flexível – desde que não prejudique a saúde, a educação e o desenvolvimento psíquico – como o trabalho em família e artísticos leves. A flexibilização poderia ser uma forma de evitar as denúncias e combater o principal problema do trabalho infantojuvenil no país: a informalidade.
(Trecho adaptado de O Estado de S. Paulo, 05/08/2001, p. A12)
A frase que resume o assunto do texto é:
 

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796493 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Câm. Professor Jamil-GO
Em outubro passa os argentinos elegeram um novo presidente em busca por uma nova era política, sem um Kirchner no poder. O nome do presidente eleito é:
 

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791179 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Câm. Professor Jamil-GO
No mês de agosto Pedro abriu uma caderneta de poupança pois pretende fazer uma economia. Em setembro, depositou R$ 120,00 a mais que em agosto; em outubro, conseguiu depositar o triplo do que depositou em setembro. Se ele acumulou um total de R$, 1.600,00 qual foi o valor que Pedro depositou em Agosto?
 

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791039 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Câm. Professor Jamil-GO
Três auxiliares serviços gerais, juntos, receberam R$ 938,00 por um trabalho extra que fizeram. Sabe-se que Artur, trabalhou o dobro de Beto e o quádruplo de Fábio, e assim decidiram repartir o total recebido de acordo com o trabalho realizado por cada um. Qual foi a quantia que Fábio recebeu?
 

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790609 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Câm. Professor Jamil-GO
Marque a palavra que apresenta erro de ortografia.
 

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790121 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Câm. Professor Jamil-GO
Para acabar com uma contradição na legislação trabalhista, o Brasil reafirmou à Organização Internacional do Trabalho (OIT), em junho, que menores de 16 anos estão proibidos de trabalhar no País – a não ser na condição de aprendizes, a partir dos 14 anos. Antes, havia uma ambiguidade entre a constituição e os compromissos assumidos no plano internacional. A lei brasileira exige que a idade mínima para o trabalho seja de 16 anos. Ao mesmo tempo, o País havia fixado, na OIT, 14 anos como idade mínima para trabalhar.
A decisão do governo é, ao mesmo tempo, uma notícia boa e outra não tão boa assim. Boa, porque mostra a preocupação em proteger jovens e crianças. E não tão boa, porque agora o País terá de intensificar e ampliar os programas de combate e erradicação do trabalho infantojuvenil, além de melhorar a fiscalização, a fim de realmente impedir o trabalho irregular de menores de 16 anos. Caso contrário, corre o risco de ser alvo de denúncias em organizações como a OIT e a Organização Mundial do Comércio (OMC).
Em 1995, as exportações de calçados brasileiros foram prejudicadas por denúncias de uso de mão de obra infantil em Franca, no interior de São Paulo. O problema hoje está superado, mas na época levou à mobilização dos empresários do setor, que criaram o Instituto Pró-Criança, para combater o trabalho infantil na indústria de calçados. Agora, com a mudança da idade limite na OIT, o setor está sendo forçado a reorganizar-se, para adaptar-se às novas regras.
Nem todos os segmentos, porém, têm programas e ações estruturadas para combater o trabalho infantil. O Brasil tem uma legislação mais protetora do que muitos países, mas a realidade socioeconômica e o desaparecimento do emprego formal são os maiores problemas, porque o jovem acaba sendo empurrado para o mercado de trabalho. A própria OIT admite uma legislação mais flexível – desde que não prejudique a saúde, a educação e o desenvolvimento psíquico – como o trabalho em família e artísticos leves. A flexibilização poderia ser uma forma de evitar as denúncias e combater o principal problema do trabalho infantojuvenil no país: a informalidade.
(Trecho adaptado de O Estado de S. Paulo, 05/08/2001, p. A12)
Sobre o texto, podemos afirmar que:
 

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780736 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Câm. Professor Jamil-GO
Para acabar com uma contradição na legislação trabalhista, o Brasil reafirmou à Organização Internacional do Trabalho (OIT), em junho, que menores de 16 anos estão proibidos de trabalhar no País – a não ser na condição de aprendizes, a partir dos 14 anos. Antes, havia uma ambiguidade entre a constituição e os compromissos assumidos no plano internacional. A lei brasileira exige que a idade mínima para o trabalho seja de 16 anos. Ao mesmo tempo, o País havia fixado, na OIT, 14 anos como idade mínima para trabalhar.
A decisão do governo é, ao mesmo tempo, uma notícia boa e outra não tão boa assim. Boa, porque mostra a preocupação em proteger jovens e crianças. E não tão boa, porque agora o País terá de intensificar e ampliar os programas de combate e erradicação do trabalho infantojuvenil, além de melhorar a fiscalização, a fim de realmente impedir o trabalho irregular de menores de 16 anos. Caso contrário, corre o risco de ser alvo de denúncias em organizações como a OIT e a Organização Mundial do Comércio (OMC).
Em 1995, as exportações de calçados brasileiros foram prejudicadas por denúncias de uso de mão de obra infantil em Franca, no interior de São Paulo. O problema hoje está superado, mas na época levou à mobilização dos empresários do setor, que criaram o Instituto Pró-Criança, para combater o trabalho infantil na indústria de calçados. Agora, com a mudança da idade limite na OIT, o setor está sendo forçado a reorganizar-se, para adaptar-se às novas regras.
Nem todos os segmentos, porém, têm programas e ações estruturadas para combater o trabalho infantil. O Brasil tem uma legislação mais protetora do que muitos países, mas a realidade socioeconômica e o desaparecimento do emprego formal são os maiores problemas, porque o jovem acaba sendo empurrado para o mercado de trabalho. A própria OIT admite uma legislação mais flexível – desde que não prejudique a saúde, a educação e o desenvolvimento psíquico – como o trabalho em família e artísticos leves. A flexibilização poderia ser uma forma de evitar as denúncias e combater o principal problema do trabalho infantojuvenil no país: a informalidade.
(Trecho adaptado de O Estado de S. Paulo, 05/08/2001, p. A12)
O texto afirma que a notícia não é tão boa assim porque:
 

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758465 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Câm. Professor Jamil-GO
Sr. João tem sete filhos que somando a idades dos filhos é igual a 84 anos. Daqui a 31 anos, a soma das idades dos sete filhos de Sr. João será igual a:
 

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