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Se cada auxiliar de serviços gerais cuida de um departamento, então:
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Para acabar com uma contradição na legislação trabalhista, o Brasil reafirmou à Organização Internacional do Trabalho (OIT), em junho, que menores de 16 anos estão proibidos de trabalhar no País – a não ser na condição de aprendizes, a partir dos 14 anos. Antes, havia uma ambiguidade entre a constituição e os compromissos assumidos no plano internacional. A lei brasileira exige que a idade mínima para o trabalho seja de 16 anos. Ao mesmo tempo, o País havia fixado, na OIT, 14 anos como idade mínima para trabalhar.
A decisão do governo é, ao mesmo tempo, uma notícia boa e outra não tão boa assim. Boa, porque mostra a preocupação em proteger jovens e crianças. E não tão boa, porque agora o País terá de intensificar e ampliar os programas de combate e erradicação do trabalho infantojuvenil, além de melhorar a fiscalização, a fim de realmente impedir o trabalho irregular de menores de 16 anos. Caso contrário, corre o risco de ser alvo de denúncias em organizações como a OIT e a Organização Mundial do Comércio (OMC).
Em 1995, as exportações de calçados brasileiros foram prejudicadas por denúncias de uso de mão de obra infantil em Franca, no interior de São Paulo. O problema hoje está superado, mas na época levou à mobilização dos empresários do setor, que criaram o Instituto Pró-Criança, para combater o trabalho infantil na indústria de calçados. Agora, com a mudança da idade limite na OIT, o setor está sendo forçado a reorganizar-se, para adaptar-se às novas regras.
Nem todos os segmentos, porém, têm programas e ações estruturadas para combater o trabalho infantil. O Brasil tem uma legislação mais protetora do que muitos países, mas a realidade socioeconômica e o desaparecimento do emprego formal são os maiores problemas, porque o jovem acaba sendo empurrado para o mercado de trabalho. A própria OIT admite uma legislação mais flexível – desde que não prejudique a saúde, a educação e o desenvolvimento psíquico – como o trabalho em família e artísticos leves. A flexibilização poderia ser uma forma de evitar as denúncias e combater o principal problema do trabalho infantojuvenil no país: a informalidade.
(Trecho adaptado de O Estado de S. Paulo, 05/08/2001, p. A12)
As palavras: legislação, Brasil e proteger, são classificadas respectivamente quanto ao número de sílabas como:
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Para a limpeza de tetos é sempre recomendado que utilize óculos de proteção ou máscara de proteção facial, para realizar a limpeza do teto. A operação deve ser realizada antes de qualquer outra, respeitando sempre a ordem de cima para baixo e do fundo para a porta. Limpe os cantos removendo as teias de aranha ou outras sujeiras visíveis. Com material em mãos, como por exemplo, escada, rodo, pano limpo, água, luvas, óculos de segurança é correto afirmar que:
I. Com o material no local subir na escada com um pano umedecido em água.
II. Dobrar o pano em quadrados para obter mais faces de limpeza ou envolve-lo em um rodo.
III. Fazer o uso da aplicação das linhas paralelas de forma que toda a área seja limpa.
IV. Trocar a água da limpeza sempre que necessário Inspecionar seu trabalho, lavar e guardar todo material utilizado no local indicado.
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Numa rodovia há 23 cabines de telefones igualmente espaçadas. A distância entre a quarta e a nona cabine é de 26,5 km. Então a distância entre a primeira cabine telefônica e a última é de:
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Os números que estão na tabela, são números inteiros positivos. Mas, todo número múltiplo de 4 ou terminado em 4 será convertido em x. Dos próximos 12 números, a quantidade que será convertida em x é:
| 1 | 2 | 3 | x | 5 | 6 | 7 | x | 9 | 10 | 11 | x | 13 |
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Para acabar com uma contradição na legislação trabalhista, o Brasil reafirmou à Organização Internacional do Trabalho (OIT), em junho, que menores de 16 anos estão proibidos de trabalhar no País – a não ser na condição de aprendizes, a partir dos 14 anos. Antes, havia uma ambiguidade entre a constituição e os compromissos assumidos no plano internacional. A lei brasileira exige que a idade mínima para o trabalho seja de 16 anos. Ao mesmo tempo, o País havia fixado, na OIT, 14 anos como idade mínima para trabalhar.
A decisão do governo é, ao mesmo tempo, uma notícia boa e outra não tão boa assim. Boa, porque mostra a preocupação em proteger jovens e crianças. E não tão boa, porque agora o País terá de intensificar e ampliar os programas de combate e erradicação do trabalho infantojuvenil, além de melhorar a fiscalização, a fim de realmente impedir o trabalho irregular de menores de 16 anos. Caso contrário, corre o risco de ser alvo de denúncias em organizações como a OIT e a Organização Mundial do Comércio (OMC).
Em 1995, as exportações de calçados brasileiros foram prejudicadas por denúncias de uso de mão de obra infantil em Franca, no interior de São Paulo. O problema hoje está superado, mas na época levou à mobilização dos empresários do setor, que criaram o Instituto Pró-Criança, para combater o trabalho infantil na indústria de calçados. Agora, com a mudança da idade limite na OIT, o setor está sendo forçado a reorganizar-se, para adaptar-se às novas regras.
Nem todos os segmentos, porém, têm programas e ações estruturadas para combater o trabalho infantil. O Brasil tem uma legislação mais protetora do que muitos países, mas a realidade socioeconômica e o desaparecimento do emprego formal são os maiores problemas, porque o jovem acaba sendo empurrado para o mercado de trabalho. A própria OIT admite uma legislação mais flexível – desde que não prejudique a saúde, a educação e o desenvolvimento psíquico – como o trabalho em família e artísticos leves. A flexibilização poderia ser uma forma de evitar as denúncias e combater o principal problema do trabalho infantojuvenil no país: a informalidade.
(Trecho adaptado de O Estado de S. Paulo, 05/08/2001, p. A12)
O texto permite concluir corretamente que as maiores dificuldades para controlar o trabalho infantil são:
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Em relação as botas é incorreto afirma que:
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Na sequencia a seguir, a partir do terceiro número, cada número é a soma de todos os anteriores menos 1,5. Então, o oitavo termo da sequencia é:
| 2,3 | 3,6 | 1,2 | 5,6 | 11,2 | 22,4 | ... | ... |
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Assinale a alternativa correta quanto à acentuação:
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Leia a tirinha para responder a questão.

A conversa entre Mafalda e seus amigos
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