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Um esquema montado para esquentar dinheiro
Obtido com exclusividade por ISTOÉ, inquérito no STF pode levar André Vargas à cadeia por falsidade ideológica. Para o MP e a PF, deputado petista montou uma “lavanderia” para justificar recursos de origem duvidosa que irrigaram suas campanhas eleitorais.
Izabelle Torres (izabelle@istoe.com.br) e Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)
O deputado André Vargas (PT-PR) é um político em estado terminal. Num último esforço para tentar preservar o mandato, o petista renunciou ao posto de vice-presidente da Câmara e tirou uma licença de 60 dias. Não foi o suficiente para impedir que seus pares instaurassem um processo contra ele no Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar, nem que o seu partido, o PT, o ameaçasse de expulsão. Sua situação se deteriorou depois que ele foi acusado de manter uma relação promíscua com o doleiro preso na Operação Lava Jato, Alberto Youssef. Vargas é o deputado que ergueu os punhos cerrados, repetindo o gesto dos mensaleiros presos, para debochar do presidente do STF, Joaquim Barbosa, em sessão de abertura do ano legislativo no Congresso. Agora, por ironia da política, quem pode selar o destino político de Vargas é justamente o Supremo, instituição à qual o petista ousou desafiar e fazer troça. Na última semana, ISTOÉ teve acesso com exclusividade às mais de 500 páginas do inquérito 3596, instaurado pelo STF a pedido do Ministério Público Federal, que pode levar Vargas para a cadeia pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais. A pena prevista, caso o petista seja condenado, varia entre um e cinco anos de reclusão. No robusto processo, o Ministério Público Federal afirma que há fortes indícios de que o parlamentar montou uma lavanderia de dinheiro para justificar doações eleitorais. Nem a Justiça Eleitoral consegue dizer se os recursos apresentados nas prestações de campanha algum dia chegaram mesmo a circular na conta bancária.
ISTO É, N° Edição 2316, 11 Abr 14 20:50 Atualizado
em 26 Abr 14. http://istoé.com.br/reportagens/357452_
UM+ESQUEMA+MONTADO+PARA+ESQUENTAR+DINHEIRO.
Acesso em 26 de Abr de 14 às 20h:30min.
Em relação às palavras “mensaleiros” e “lavanderia”, podemos dizer que
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559029
Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
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As atividades e informações de uma organização percorrem determinados caminhos ou são executadas seguindo determinadas operações e etapas específicas à cada organização. A este “caminho” dá-se o nome de
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Um esquema montado para esquentar dinheiro
Obtido com exclusividade por ISTOÉ, inquérito no STF pode levar André Vargas à cadeia por falsidade ideológica. Para o MP e a PF, deputado petista montou uma “lavanderia” para justificar recursos de origem duvidosa que irrigaram suas campanhas eleitorais.
Izabelle Torres (izabelle@istoe.com.br) e Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)
O deputado André Vargas (PT-PR) é um político em estado terminal. Num último esforço para tentar preservar o mandato, o petista renunciou ao posto de vice-presidente da Câmara e tirou uma licença de 60 dias. Não foi o suficiente para impedir que seus pares instaurassem um processo contra ele no Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar, nem que o seu partido, o PT, o ameaçasse de expulsão. Sua situação se deteriorou depois que ele foi acusado de manter uma relação promíscua com o doleiro preso na Operação Lava Jato, Alberto Youssef. Vargas é o deputado que ergueu os punhos cerrados, repetindo o gesto dos mensaleiros presos, para debochar do presidente do STF, Joaquim Barbosa, em sessão de abertura do ano legislativo no Congresso. Agora, por ironia da política, quem pode selar o destino político de Vargas é justamente o Supremo, instituição à qual o petista ousou desafiar e fazer troça. Na última semana, ISTOÉ teve acesso com exclusividade às mais de 500 páginas do inquérito 3596, instaurado pelo STF a pedido do Ministério Público Federal, que pode levar Vargas para a cadeia pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais. A pena prevista, caso o petista seja condenado, varia entre um e cinco anos de reclusão. No robusto processo, o Ministério Público Federal afirma que há fortes indícios de que o parlamentar montou uma lavanderia de dinheiro para justificar doações eleitorais. Nem a Justiça Eleitoral consegue dizer se os recursos apresentados nas prestações de campanha algum dia chegaram mesmo a circular na conta bancária.
ISTO É, N° Edição 2316, 11 Abr 14 20:50 Atualizado
em 26 Abr 14. http://istoé.com.br/reportagens/357452_
UM+ESQUEMA+MONTADO+PARA+ESQUENTAR+DINHEIRO.
Acesso em 26 de Abr de 14 às 20h:30min.
Assinale a alternativa em que a função sintática do termo em destaque, colocada entre parênteses no final da oração, está INCORRETA.
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536908
Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
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O processo de informação ou busca no mercado de pessoas para o preenchimento de postos dentro da organização denomina-se
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532120
Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
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Em fins de 1894 o Governo Federal resolveu colonizar a região de São João do Capanema, cujas terras foram doadas pelo Governo do Estado para esse fim. O Dr. Cândido Ferreira de Abreu, Diretor da Colônia, homenageou o então Presidente da República, Dr. Prudente José de Morais Barros, fazendo desaparecer a antiga designação de São João do Capanema, que passou a ser
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527795
Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoIntrodução ao Processo de Organização
A estrutura formal de uma organização militar tem sua representação gráfica por meio do
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Um esquema montado para esquentar dinheiro
Obtido com exclusividade por ISTOÉ, inquérito no STF pode levar André Vargas à cadeia por falsidade ideológica. Para o MP e a PF, deputado petista montou uma “lavanderia” para justificar recursos de origem duvidosa que irrigaram suas campanhas eleitorais.
Izabelle Torres (izabelle@istoe.com.br) e Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)
O deputado André Vargas (PT-PR) é um político em estado terminal. Num último esforço para tentar preservar o mandato, o petista renunciou ao posto de vice-presidente da Câmara e tirou uma licença de 60 dias. Não foi o suficiente para impedir que seus pares instaurassem um processo contra ele no Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar, nem que o seu partido, o PT, o ameaçasse de expulsão. Sua situação se deteriorou depois que ele foi acusado de manter uma relação promíscua com o doleiro preso na Operação Lava Jato, Alberto Youssef. Vargas é o deputado que ergueu os punhos cerrados, repetindo o gesto dos mensaleiros presos, para debochar do presidente do STF, Joaquim Barbosa, em sessão de abertura do ano legislativo no Congresso. Agora, por ironia da política, quem pode selar o destino político de Vargas é justamente o Supremo, instituição à qual o petista ousou desafiar e fazer troça. Na última semana, ISTOÉ teve acesso com exclusividade às mais de 500 páginas do inquérito 3596, instaurado pelo STF a pedido do Ministério Público Federal, que pode levar Vargas para a cadeia pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais. A pena prevista, caso o petista seja condenado, varia entre um e cinco anos de reclusão. No robusto processo, o Ministério Público Federal afirma que há fortes indícios de que o parlamentar montou uma lavanderia de dinheiro para justificar doações eleitorais. Nem a Justiça Eleitoral consegue dizer se os recursos apresentados nas prestações de campanha algum dia chegaram mesmo a circular na conta bancária.
ISTO É, N° Edição 2316, 11 Abr 14 20:50 Atualizado
em 26 Abr 14. http://istoé.com.br/reportagens/357452_
UM+ESQUEMA+MONTADO+PARA+ESQUENTAR+DINHEIRO.
Acesso em 26 de Abr de 14 às 20h:30min.
De acordo com o texto, Vargas é
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502431
Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
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Quanto à caracterização de seu tipo, a licitação pode ser:
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487027
Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
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O Paraná foi palco de vários acontecimentos históricos, entre estes acontecimentos teve um que foi inspirado em movimentos sociais e ocorreu no início do século XX, no Paraná, sendo conhecido pelo nome de
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1468228
Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
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A contestação do processo licitatório pode ocorrer por
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