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Leia o texto a seguir.
Na pequena cidade de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, há uma corrida pela riqueza do lítio, mineral usado na composição de baterias de carros elétricos. A rocha de espodumênio bruto, abundante na cidade, é um grande cristal, sombreado com manchas esverdeadas (os vestígios de lítio) que, em sua composição mineral, contém cerca de 1,5% de lítio. Após o beneficiamento do espodumênio bruto em uma mineradora de Araçuaí, obtém-se uma rocha de cor leitosa e mais uniforme, que é o lítio concentrado. A concentração de lítio, neste caso, salta para cerca de 5%.
FMONTEIRO, K. Pobre cidade rica. Revista Piauí, n. 214, jul. 2024. [Adaptado].
Com base no texto, considere o valor da concentração de lítio na rocha obtida após o beneficiamento em relação ao valor no espodumênio bruto. O aumento relativo dessa concentração é, aproximadamente,
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Observe o texto a seguir.
Quebra-cabeças Pitagórico
Sobre uma folha de papel, desenhe um triângulo retângulo ABC, com ângulo reto no vértice B. A seguir, justaposto a cada um dos lados menores do triângulo, desenhe o quadrado BCDE e o quadrado ABFG. Depois, desenhe o quadrado ACIH, justaposto ao lado AC do triângulo. Agora, trace as duas diagonais do quadrado ABFG, marcando o ponto O, interseção dessas diagonais. Trace a reta r, perpendicular ao lado AC do triângulo e que passe pelo ponto O. Depois, também pelo ponto O, trace a reta s, perpendicular à reta r. Note que essas duas retas dividem o quadrado ABFG em quatro partes de mesma forma e de mesmo tamanho, como mostra a figura a seguir.

KALEFF, A. M.; REI, D. M.; GARCIA, S. S. Quebra-cabeças geométricos e
formas planas. 3. ed. Rio de Janeiro: EdUFF, 2002. [Adaptado].
O texto apresenta a construção de um quebra-cabeças que, ao ser montado, constitui-se como uma prova do Teorema de Pitágoras. Para que isso aconteça, a área da superfície do quadrado ACIH, indicada por SACIH, é igual a
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Observe o gráfico a seguir.

O gráfico acima faz parte do “Relatório Anual do Desmatamento no Brasil”, da organização Mapbiomas, uma rede colaborativa formada por organizações não governamentais, universidades e startups de tecnologia, que monitora o desmatamento brasileiro referente aos biomas Cerrado, Amazônia, Caatinga, Pantanal, Mata Atlântica e Pampa. Com base nas informações apresentadas, em qual ano o desmatamento no bioma Cerrado foi inferior a 30% do desmatamento no Brasil?
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• a primeira folha, cortou em duas partes iguais; • a segunda, em 3 partes iguais; • e a terceira, em 6 partes iguais.
Depois, entre os pedaços cortados dessas folhas, pegou um da primeira folha, dois da segunda folha e um da terceira folha, formando uma nova figura plana. A área dessa nova figura representa que fração de uma folha de papel sulfite usada inicialmente?
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Observe a imagem a seguir.

Disponível em: <https://ccbrasil.cc/blog/dia-do-consumo-consciente/>.
Acesso em: 18 set. 2024.
No texto acima, a expressão “Tô fora!” é um exemplo de linguagem
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Menos plástico, mais amor
Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser complicado demais. Embora essa questão seja importantíssima, o que me intriga de fato é em que momento e por que começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas.
Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? Talvez eu possa esboçar duas razões para esse excesso de itens destinados às lixeiras.
Em tempos de álcool gel, é natural que um dispensador de canudos nos pareça uma monstruosa colônia de germes. Melhor embalá-los um a um. No entanto, nesse exato momento, na França, há um funcionário recebendo uma nota de cinco euros e depois entregando um sanduíche a alguém com as mesmas mãos sem luvas. Isso pode causar nojo, mas revela mais sobre diferenças culturais do que reais riscos à saúde.
E o mais importante: o exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Só isso explica o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, temos empacotadores, instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos. A consequência é o uso de uma quantidade absurda de sacolas.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/literatura-em-movimento/menos-plastico-mais-amor/>. Acesso em: 19 set. 2024. [Adaptado].
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Menos plástico, mais amor
Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser complicado demais. Embora essa questão seja importantíssima, o que me intriga de fato é em que momento e por que começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas.
Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? Talvez eu possa esboçar duas razões para esse excesso de itens destinados às lixeiras.
Em tempos de álcool gel, é natural que um dispensador de canudos nos pareça uma monstruosa colônia de germes. Melhor embalá-los um a um. No entanto, nesse exato momento, na França, há um funcionário recebendo uma nota de cinco euros e depois entregando um sanduíche a alguém com as mesmas mãos sem luvas. Isso pode causar nojo, mas revela mais sobre diferenças culturais do que reais riscos à saúde.
E o mais importante: o exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Só isso explica o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, temos empacotadores, instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos. A consequência é o uso de uma quantidade absurda de sacolas.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/literatura-em-movimento/menos-plastico-mais-amor/>. Acesso em: 19 set. 2024. [Adaptado].
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