Foram encontradas 60 questões.
Leia a tira, para responder à questão

(Orlandeli, Grump. Diário da Região, 22.04.2018)
À vista dos elementos textuais da tira, é correto concluir que,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia a tira, para responder à questão

(Orlandeli, Grump. Diário da Região, 22.04.2018)
Assinale a alternativa que emprega corretamente as formas verbais presentes no texto, preenchendo as lacunas do seguinte enunciado.
Para que Killer Joe com chance de sucesso, seria necessário que o pequeno Grump também o grandalhão. Mas o público considera pouco provável que ele o ou .
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder à questão .
Uma história literária do fanatismo
A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma
acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma
espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus –
um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um
mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos.
Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a
usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações,
o termo vira sinônimo de supersticioso.
Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo
é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764.
“Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos
lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.”
Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher
uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões
sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de
uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e
contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa
praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas.
(José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder à questão .
Uma história literária do fanatismo
A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma
acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma
espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus –
um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um
mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos.
Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a
usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações,
o termo vira sinônimo de supersticioso.
Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo
é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764.
“Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos
lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.”
Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher
uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões
sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de
uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e
contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa
praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas.
(José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder à questão .
Uma história literária do fanatismo
A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma
acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma
espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus –
um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um
mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos.
Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a
usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações,
o termo vira sinônimo de supersticioso.
Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo
é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764.
“Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos
lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.”
Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher
uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões
sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de
uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e
contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa
praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas.
(José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder à questão .
Uma história literária do fanatismo
A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma
acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma
espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus –
um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um
mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos.
Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a
usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações,
o termo vira sinônimo de supersticioso.
Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo
é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764.
“Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos
lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.”
Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher
uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões
sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de
uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e
contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa
praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas.
(José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder à questão .
Uma história literária do fanatismo
A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma
acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma
espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus –
um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um
mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos.
Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a
usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações,
o termo vira sinônimo de supersticioso.
Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo
é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764.
“Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos
lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.”
Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher
uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões
sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de
uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e
contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa
praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas.
(José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder à questão .
Uma história literária do fanatismo
A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma
acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma
espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus –
um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um
mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos.
Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a
usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações,
o termo vira sinônimo de supersticioso.
Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo
é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764.
“Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos
lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.”
Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher
uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões
sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de
uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e
contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa
praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas.
(José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder à questão .
Uma história literária do fanatismo
A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma
acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma
espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus –
um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um
mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos.
Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a
usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações,
o termo vira sinônimo de supersticioso.
Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo
é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764.
“Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos
lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.”
Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher
uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões
sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de
uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e
contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa
praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas.
(José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A concordância nominal e verbal está de acordo com a norma-padrão em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container