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Foram encontradas 30 questões.

3514793 Ano: 2023
Disciplina: Informática
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Em um desktop com o sistema operacional Windows 10, um servidor da prefeitura precisou fazer uma captura (print) de sua tela e enviar para o seu chefe. Para conseguir o seu propósito, ele deve pressionar a combinação das teclas

 

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3514792 Ano: 2023
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Para acessar a rede/internet da prefeitura de São Tomé, cada computador recebe uma identificação exclusiva, única e rastreável titulada:

 

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3514791 Ano: 2023
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Um analista de rede da Prefeitura de São Tomé identificou que a rede começou a ficar lenta, constatou que um tipo bem específico de software malicioso atingiu o ambiente através da rede interna, explorando vulnerabilidades existentes em programas instalados nos sistemas operacionais das estações de trabalho, consumindo muitos recursos da rede. Além do que foi relatado, nenhum outro problema foi causado. Pela exposição desse software malicioso, a qualificação mais adequada para ele seria:

 

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3514790 Ano: 2023
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Em sistemas Linux, um dos comando mais utilizados por administradores de sistemas, cuja a função é alterar o proprietário de um determinado arquivo ou diretório é:

 

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3514789 Ano: 2023
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Uma sub-rede de computadores com acesso a internet está configurada pelo endereço IP 146.12.168.128/27 em acordo com a estrutura de mácara de tamanho fixo. Nessas condições, a máscara que essa sub-rede está utilizando e a faixa total de endereços atribuída são, respectivamente:

 

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3514788 Ano: 2023
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Em Referência ao Modelo OSI/ISSO, a camada de rede tem por função realizar o roteamento dos pacotes de dados. Três protocolos da arquitetura TCP/IP que operam nessa camada são:

 

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3514787 Ano: 2023
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Quando falamos das ameaças que rondam os pilares da segurança da informação, fazemos referência a diversos tipos entre digitais e humanas. Os Pilares tradicionais de defesa dos sistemas e infraestrutura das corporações que atuam por meio de políticas, senhas, softwares de criptografia, dentre outros processos necessários são:

 

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3514786 Ano: 2023
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN
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Considerando a abrangência e a frequência na geração de cópias para determinado volume de dados em um sistema de Backup, o tipo que tem maior vantagem por ser bastante rápido e ocupar menos espaço para armazenamento é:

 

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3563830 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. São Tomé-RN

Considerando a lógica matemática, uma afirmação equivalente à afirmação: “as questões estão fáceis ou os concurseiros são inteligentes” é:

Questão Anulada

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A questão refere-se ao texto reproduzido a seguir.

Fome não é problema populacional, mas de desigualdade social.

Clara Balbi

Três séculos atrás, o economista inglês Thomas Malthus vaticinava que, sem controle de natalidade, o mundo estaria destinado à fome. "A população, quando não contida, cresce em progressão geométrica. A subsistência cresce apenas em progressão aritmética. Um pouco de conhecimento em matemática mostrará a imensidão da primeira potência em comparação com a segunda", escreve ele em seu célebre "Ensaio sobre o Princípio da População", de 1798.

A tese ecoa ainda hoje — quando a população mundial atinge a marca dos 8 bilhões, dez vezes a da época do pai da demografia — e influenciou do movimento ambientalista a setores conservadores, que se apropriaram do argumento para defender agendas anti-imigração, por exemplo.

A previsão de Malthus estava errada — ao menos desde a década de 1960, a produção de alimentos, auxiliada pelas inovações tecnológicas, supera o crescimento da população global ano após ano.

Mesmo assim, a fome não abandonou a humanidade. Relatório mais recente da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO, na sigla em inglês) indica que o percentual de pessoas que sofrem de subalimentação no mundo só cresceu nos últimos anos, indo de 8% em 2019 para 9,3% em 2020 e 9,8% em 2021. Isso significa que entre 702 milhões e 828 milhões de indivíduos não têm acesso às calorias mínimas necessárias para uma vida ativa e saudável.

Carlo Cafiero, economista e estatístico da FAO, afirma que o problema está na desigualdade econômica, já que é o dinheiro que condiciona a obtenção de comida. "A princípio, é possível ter hoje um mundo livre da fome, porque há alimentos suficientes. A questão é a vontade política de dar ao tema a relevância que ele tem. Os governos precisam trocar suas palavras por ações efetivas", diz.

O pesquisador acrescenta que mesmo os impactos de eventos extremos sobre índices como os de subalimentação e de insegurança alimentar têm mais a ver com as suas consequências para o bolso da população e menos com possíveis obstáculos no plantio ou na distribuição de comida.

É o caso da pandemia de Covid-19, que, segundo a FAO, fez com que 150 milhões de pessoas a mais do que o esperado sofressem de subalimentação. Mesmo a Guerra da Ucrânia, que assombra lideranças mundiais há oito meses, tem impacto relativo sobre a produção de alimentos deste ano, já que boa parte da colheita do trigo na região foi realizada antes do início do conflito. Cafiero sugere que o encarecimento das contas de luz na Europa, motivado pela suspensão do fornecimento do gás natural russo, afeta muito mais a população do continente do que o conflito em si.

Professora de sociologia da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, e líder do grupo de pesquisa Alimento pela Justiça, a pesquisadora Renata Motta afirma que as duas crises ainda expuseram a vulnerabilidade do sistema de alimentação global, cuja ênfase no livre comércio e nas vantagens comparativas de cada região fez com que as dietas locais fossem se empobrecendo e se baseassem em poucas commodities, como trigo, milho e soja. Assim, quando um evento extremo afeta a produção ou a distribuição de um desses produtos, o sistema inteiro desmorona.

Motta cita o exemplo do trigo. A produção do cereal era subsidiada pelos Estados Unidos, que começaram a escoar o excedente a países em desenvolvimento a título de ajuda internacional. Estes, por sua vez, extinguiram seus sistemas locais de alimentação ao incorporarem o produto — convertendo-se em mercados dependentes dele. "Hoje vemos vários países da África dependendo da importação de trigo da Ucrânia, sendo que isso nem fazia parte da cultura alimentar deles", diz a pesquisadora.

Ainda segundo ela, essa dependência ajuda a perpetuar uma "desigualdade de responsabilidades" entre os que mais contribuem para os problemas globais e os que mais são atingidos por eles. A África, que, de acordo com as projeções da FAO, deve abrigar a maior quantidade de pessoas subalimentadas até 2030, substituindo a Ásia, não tem nenhum país entre os dez maiores emissores de carbono do mundo, mas é muito mais vulnerável a perdas de colheitas devido a mudanças climáticas, por exemplo.

Não que os países ricos estejam a salvo da fome. Motta observa que, desde a adoção das políticas neoliberais dos anos 1980 e, mais fortemente, desde a crise financeira de 2008, houve um grande retrocesso no processo de inclusão social e diminuição da pobreza que vinha ocorrendo no Norte global a partir do fim da Segunda Guerra Mundial.

Seja como for, é na retomada de uma produção local — em que o plantio de alimentos ou a criação de animais está próxima de seu consumo, e as relações de trabalho são mais justas —, que a pesquisadora enxerga uma solução para a fome. Segundo ela, os dados apontam que a maioria da população na verdade é alimentada por produtores familiares pequenos e médios, e não pelos imensos campos de monoculturas que, além de tudo, têm grande impacto ambiental e social.

Motta argumenta ainda que soluções que visam o consumidor individual, como a recomendação da FAO de reduzir impostos sobre o preço final de alimentos ou as tendências de consumo consciente, não são suficientes para resolver os gargalos do sistema produtivo. O mesmo vale para as "carnes vegetais", desenvolvidas a partir de plantas. "Não é uma tecnologia que vai nos salvar se não mudarmos profundamente as formas de produção e de consumo que levaram à situação atual", diz.

Cafiero, da FAO, afirma que, nesse sentido, ao menos uma parte da teoria malthusiana segue valendo. É necessário preservar os recursos naturais, porque eles nem sempre são renováveis. "Se continuarmos promovendo o crescimento a todo custo, aumentando o tamanho de uma torta a que poucas pessoas têm acesso, não alcançaremos nenhuma segurança. E, em alguns casos, é possível que a fome renasça onde não esperávamos."

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em 30 nov. 2022.

A questão refere-se ao período reproduzido a seguir.

Motta cita o exemplo do trigo. A produção do cereal era subsidiada pelos Estados Unidos, que começaram a escoar o excedente a países em desenvolvimento a título de ajuda internacional. Estes, por sua vez, extinguiram seus sistemas locais de alimentação ao incorporarem o produto, — convertendo-se em mercados dependentes dele.

Sobre as possibilidades de pontuação do trecho, considerando-se as relações sintático-semânticas da língua portuguesa, é correto afirmar:

Questão Anulada

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