Foram encontradas 60 questões.
De acordo com a Norma NBR 6028, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, os resumos devem:
- ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento. A ordem e a extensão desses itens dependem do tipo de resumo e do tratamento que cada item recebe no documento original.
- ser precedidos da referência do documento, com exceção do resumo inserido no próprio documento.
- ser compostos de uma sequência de frases concisas, afirmativas ou de uma enumeração de tópicos, conforme indica a Norma NBR 6024 ABNT para numerarão progressiva.
- ter parágrafo único, e recomenda-se usar o verbo na voz ativa.
- ser acompanhados de palavras-chave, que devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão “Palavras-chave:”, separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto.
Estão corretas, apenas:
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A Norma Técnica NBR 10520, que trata da apresentação de citações em documentos, sugere que estas devem ser indicadas no texto por um sistema de chamada. No sistema autor-data, a indicação da fonte é feita:
- pelo sobrenome do autor, ou pelo nome da entidade responsável, até o primeiro sinal de pontuação, seguidos(s) da data da publicação do documento e da(s) página(s) da citação, no caso de citação direta, separados por vírgula e entre parênteses.
- pela primeira palavra do título seguida de reticências, no caso de obras sem indicação de autoria ou responsabilidade, seguida da data de publicação do documento e da(s) páginas da citação, no caso de citação direta, separada por vírgula e entre parênteses.
- se o título iniciar por artigo (definido ou indefinido), ou monossílabo, este deve ser incluído na indicação da fonte.
Está(ão) correta(s):
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A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e a regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Percebemos, então, que a leitura é um processo interativo.
Quando nos referimos à necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Assim, conforme afirma Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre uma releitura. Sendo assim, fica evidente que cada leitor é coautor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus
preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Ao comparar o leitor a uma aranha, Roland Barthes afirma que “o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.” Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquirirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior
capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas. Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.
Há, entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina. Disponível em: http://colegiosantamaria.com.br/ santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2. Acesso em 15/03/2012. Adaptado.
“Está criado, então, um vínculo indissociável.” Ainda que o leitor não saiba o significado exato do termo destacado, ele encontra, nos prefixos e sufixos que nele se apresentam, uma pista para a interpretação: ‘um vínculo indissociável’ significa ‘um vínculo que não se pode dissociar’. Esse mesmo prefixo de negação está presente nos termos sublinhados abaixo, EXCETO em:
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Do ponto de vista etimológico, o termo ‘biblioteconomia’ pode ser definido como:
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A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e a regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Percebemos, então, que a leitura é um processo interativo.
Quando nos referimos à necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Assim, conforme afirma Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre uma releitura. Sendo assim, fica evidente que cada leitor é coautor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus
preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Ao comparar o leitor a uma aranha, Roland Barthes afirma que “o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.” Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquirirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior
capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas. Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.
Há, entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina. Disponível em: http://colegiosantamaria.com.br/ santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2. Acesso em 15/03/2012. Adaptado.
Sobre as características do Texto 1, analise as proposições abaixo.
- Ao longo do texto, a opção pela primeira pessoa (“nós”) indica que a autora se considera participante da realidade sobre a qual comenta.
- A autora recorre à estratégia de trazer “outras vozes” para seu texto, todas em conformidade com as ideias por ela defendidas.
- Prevalecem, no texto, os segmentos narrativos, por meio dos quais a autora vai dando a conhecer seu ponto de vista.
- Os diversos trechos injuntivos presentes no texto são cruciais para a autora alcançar seu objetivo de convencer o leitor.
Estão correta(s):
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De acordo com as definições da Norma NBR 6028, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que trata da Apresentação de Resumos, o resumo crítico é a:
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Acerca dos Conselhos Federal e Regionais de Biblioteconomia, analise as proposições abaixo.
- Têm a competência de fiscalizar o exercício da profissão do Bibliotecário.
- São dotados de personalidade jurídica de direito público, autonomia administrativa e patrimonial.
- São autarquias federais de auditagem da profissão do Bibliotecário.
- O Conselho Federal de Biblioteconomia é o órgão centralizador de fiscalização.
- A eles compete registrar os profissionais em Biblioteconomia, fiscalizar o cumprimento do Código de Ética Profissional e o funcionamento de bibliotecas.
Estão corretas, apenas:
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Considere o Microsoft Excel 2007. Na planilha abaixo, temos armazenados nas células B3=2, C3=4, D3=6, E3=8. Se digitarmos as seguintes fórmulas nas células A5: = MÉDIA(B3:E3) , A6: =SOMA(B3:E3) e A7: =CONT.NÚM(B3:E3), as células A5, A6 e A7 mostrarão, respectivamente, os seguintes números:

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De acordo com as definições da Norma NBR 6024, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que trata da numeração progressiva das seções de um documento escrito, o termo “alínea” é utilizado para identificar:
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Com relação aos mecanismos de privacidade da informação, analise as proposições abaixo.
- Esteganografia é um ramo particular da criptologia que consiste não em fazer com que uma mensagem seja ininteligível, mas em camuflá-la.
- Virtual Private Network são túneis de criptografia entre pontos autorizados, criados através da Internet ou outras redes públicas e/ou privadas para transferência de informações, de modo seguro, entre redes corporativas ou usuários remotos.
- Uma informação será considerada íntegra quando seu conteúdo não tiver sido lido por entidade não-autorizada.
Está(ão) correta(s):
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Cadernos
Caderno Container