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São assegurados a todos, independentemente do pagamento de taxas:
- o direito de tomar conhecimento de informações a seu respeito, que constarem nos registros ou cadastros de órgãos municipais.
- o direito de petição e representação aos Poderes Públicos Municipais em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso do poder.
- a obtenção de certidões em repartições públicas municipais para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interessepessoal.
Está(ão) correta(s), apenas:
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As fontes e recursos informação podem ser categorizados como primários, secundários e terciários. Sobre as “fontes primárias”, analise as
proposições a seguir.
- Correspondem à “literatura primária” e se apresentam e são disseminadas exatamente na forma como são produzidas por seus autores.
- São exemplos de fontes primárias: periódicos científicos e anais de conferência.
- São exemplos de fontes primárias: monografias e relatórios técnicos.
- É material original e não filtrado por interpretações.
Estão corretas:
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A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e a regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Percebemos, então, que a leitura é um processo interativo.
Quando nos referimos à necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Assim, conforme afirma Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre uma releitura. Sendo assim, fica evidente que cada leitor é coautor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus
preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Ao comparar o leitor a uma aranha, Roland Barthes afirma que “o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.” Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquirirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior
capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas. Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.
Há, entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina. Disponível em: http://colegiosantamaria.com.br/ santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2. Acesso em 15/03/2012. Adaptado.
Afastando-se da noção mais literal de “leitura”, a autora do Texto 1 amplia o sentido desse termo, e concebe essa atividade como:
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O Processo Legislativo Municipal compreende a elaboração de:
- emendas à Lei Orgânica Municipal.
- emenda a Constituição Federal de 1988.
- leis ordinárias.
Está(ão) correta(s), apenas:
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Uma característica de todas as línguas do mundo é que elas não são unas, não são uniformes, mas apresentam variedades, ou seja, não são faladas da mesma maneira por todos os seus usuários.
Muitas pessoas dizem que isso ocorre na nossa língua, porque “os brasileiros não sabem direito o português”. Não é verdade, todas as línguas apresentam variações: o inglês, o francês, o italiano etc. Também as línguas antigas tinham variações. O português e as outras línguas românicas provêm de uma variedade do latim, o chamado latim vulgar (popular), muito diferente do latim culto. A variação linguística é inerente ao fenômeno linguístico.
As línguas têm formas variáveis porque as sociedades são divididas em grupos: há os mais jovens e os mais velhos, os que habitam uma região ou outra, os que têm esta ou aquela profissão, os que são de uma ou outra classe social e assim por diante. O uso de determinada variedade linguística serve para marcar a inclusão de um desses grupos, dá uma identidade para seus membros.
Aprendemos a distinguir as falas variáveis, a imitá-las e a julgá-las. Quando alguém começa a falar, sabemos se é do interior de São Paulo, gaúcho, carioca ou mesmo português. Sabemos que certas expressões pertencem à fala dos mais jovens, que determinadas formas se usam em situações informais, mas não em ocasiões formais. As variedades são consideradas elegantes ou feias, certas ou erradas. Há, pois, um julgamento social sobre elas.
SAVIOLI, Francisco Platão e FIORIN, José Luiz. Lições de texto: leitura e redação. 5ª ed. São Paulo: Ática, 2006, p.110-111. Adaptado.
Segundo o Texto, a variação linguística decorre:
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Com relação ao atendimento do cliente, é correto afirmar que:
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Abordando questões do comércio internacional, assinale a alternativa incorreta.
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Com relação aos aplicativos da internet, qual a alternativa que não representa um browser?
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A respeito do esquema explicativo de Jesus Martin- Barbero sobre as relações entre comunicação, cultura e política, assinale a alternativa incorreta.
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Sobre licitação, analise as proposições abaixo.
- O princípio da probidade administrativa tem o sentido de honestidade, boa-fé, moralidade por parte dos administradores. Exige que o administrador atue com honestidade para com os licitantes e, sobretudo, com a própria administração.
- A dispensa de licitação vem prevista nos incisos I e II do artigo 24 da Lei nº 8.666/93.
- A inexigibilidade de licitação está prevista no artigo 27 da Lei nº 8.666/93.
Está(ão) correta(s):
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