Foram encontradas 150 questões.
Na Síria e na Palestina, logo após os mares terem
chegado a seu novo nível, uma pequena
revolução parecia estar começando. Ao contrário
da bem conhecida Revolução Industrial, ela foi
incrivelmente lenta, e a força de seu impacto não
seria sentida durante milhares de anos. Mas a
vida humana tomara um rumo do qual não havia
como escapar. O vilarejo de Jericó era a vitrine
da revolução por volta de 8.000 a.C. Consistia de
pequenas casas de tijolos de barro, lá cultivando
trigo e cevada em minúsculos pedaços de terra.
Esses cereais, que originalmente cresciam a
ermo, foram selecionados para cultivo porque
seus grãos eram grandes em comparação aos
outros cereais silvestres e um grão maior era
mais fácil de colher e de moer, sendo
transformado em farinha integral rudimentar.
Provavelmente, os habitantes dos vilarejos
preparavam a terra, selecionavam um tipo firme
de semente que não se despedaçava quando
madura e plantavam as sementes de forma mais
concentrada que a natureza o fazia. O grão,
colhido com facas e foices de pedra, era
armazenado no vilarejo. Hoje, metade das
calorias do mundo vem de uma pequena
variedade de cereais, os primeiros dos quais eram
cultivados pelos habitantes desses vilarejos do
Oriente Médio. A princípio, os habitantes de
Jericó e de outros vilarejos semelhantes não
possuíam nenhum animal doméstico. A maior
parte da carne que consumiam ainda vinha de
gazelas selvagens e de outros animais e aves que
eles diligentemente caçavam. Mas, nos cerca de
500 anos que passaram tentando dominar o trigo,
a cevada e certas ervilhas e grãos de
leguminosas, começaram também a criar cabras
e ovelhas em pequenos rebanhos, provavelmente
nas proximidades dos vilarejos. Aí estava mais
uma forma de provisão de alimentos, pois o
rebanho é um alimento. Evidências sugerem que
as primeiras espécies de animais foram
domesticadas inicialmente em regiões distintas –
ovelhas na fronteira da atual Turquia e Iraque,
cabras nas montanhas do Irã, gado no planalto da
Anatólia. (BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve
História do Mundo. São Paulo: Fundamento,
2007, p. 15).
I – O vilarejo de Jericó sempre possuiu animais domésticos. II – Cabras e ovelhas são consideradas forma de alimento. III – As casas naquele período eram construídas principalmente de madeira.
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São considerados tipos de conjunção,
EXCETO:
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Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
Paulo: Fundamento, 2007, p. 31).
I – A Revolução Cultural ocorreu por volta de 1500 a. C. II – Mao Tsé-Tung foi o grande responsável por implementar o estudo da astronomia na China. III – Nos cinco primeiros séculos da era cristã, os chineses se converteram massivamente ao Catolicismo.
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Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
Paulo: Fundamento, 2007, p. 31).
I – A China sempre esteve avançada em relação à população mundial. II – Por volta de 1500 a. C., a China destacava-se no campo da organização política. III – Por volta de 1500 a. C., Japão e China destacavam-se na fabricação de cerâmicas em fornos.
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Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
Paulo: Fundamento, 2007, p. 31).
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Assinale a alternativa que apresenta uma
preposição acidental:
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta um
advérbio de dúvida:
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Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
Paulo: Fundamento, 2007, p. 31).
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Questão presente nas seguintes provas
Por volta de 1500 a. C., de certa forma a China
estava atrasada em relação à população dos
vales dos rios do Oriente Médio em
organização política, na arte da produção de
metais, na escrita e, provavelmente, na
agricultura e na astronomia. Contudo, como
fabricantes de cerâmica em fornos, a China e o
Japão estavam muito avançados. Essa
habilidade com o fogo abriu caminho para
avanços na metalurgia. A fundição do bronze
tornou-se uma especialidade dos chineses, e
suas carruagens de caça eram decoradas com
bronze, quase como o cromo nos grandes
carros americanos do pós-guerra. Em seguida,
os chineses começaram a fazer ferro fundido e,
por volta de 400 a. C., aprenderam a se
especializar na manufatura de relhas de arado,
a forte lâmina cortante que revirava o solo. A
produção do alto calor necessário nos fornos
era conseguida através de uma explosão vinda
de foles sofisticados de dois cilindros. Alguns
dos foles seriam, mais tarde, movidos pela
força vinda da água que jorrava dos riachos
estreitos. Nos 500 anos ou mais que
antecederam o primeiro milênio cristão, os
chineses foram o mais criativo dos povos dos
quais se tem registro. Em metalurgia, eram
imbatíveis. Na manipulação da água para
irrigação, inventaram novos métodos. Na
matemática e na astronomia, procuraram
novos conhecimentos. Com teares, produziram
seda para confeccionar belas peças de roupa.
Tornaram-se hábeis em transportes puxados a
animais e força humana, usando carrinhos de
mão empurrados por homens, carroças e
arados puxados por bois, e carruagens puxadas
por cavalos. Os governantes dos maiores
Estados dentro da China viviam no luxo e
serviam-se de generosas parcelas da riqueza
produzida pelos camponeses e artesão que
trabalhavam duro. Embora muitos chineses
possuíssem os próprios lotes de terra, tinham
de dedicar parte de seu tempo às necessidades
de seu governante, em obras públicas ou
lutando em guerras locais. (BLAINEY,
Geoffrey. Uma Breve História do Mundo. São
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possessivos, EXCETO:
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